Chove desde a madrugada...
já pisei nas poças d água
escorreguei na calçada
tomei chuva literalmente
de ficar com a cabeça enxarcada
uma sensação de alma lavada
e vontade de não fazer nada...
mel - ((*_*))
Quando chegares
No teu olhar brilhante fitarei
e palavras ternas te direi
Sentirei teu corpo quente
num abraço de saudade recente...
Quando chegares
Direi te amo novamente
como te digo diariamente
E tu sentirás no meu querer
que sem ti não sei viver...
mel - ((*_*))
BOA NOITE AMIGOS QUERIDOS!!!
Ouço um vento atrevido assobiando lá fora
e as rhafis da visinha dançando felizes...
Elas rodopiam com o vento sem deslizes...
Estou ouvindo esse bailado há mais de uma hora...
Só que agora já não me apetece dançar com elas como outrora...
mel - ((*_*))
Aos poucos fui descobrindo que é impossível sorrir a cada segundo, mas cada segundo que sorrimos nos sentimos bem e podemos fazer alguém sentir-se melhor...
Não temos a perfeição de amar todas as pessoas ao mesmo tempo, porém àquelas que conseguimos amar devemos entregar toda nossa lealdade e afeto ...
Descobri também que o maior trunfo que temos é a capacidade de ver sempre o lado positivo dos fatos e com isso não precisamos falsificar felicidade...
Sempre aos poucos aprendemos muito!
mel - ((*_*))
Agora cai chuva fina
Junto a relâmpagos e trovoadas
E a minha vidraça
que sina
nem se incomoda
com a chuva de graça
que lá fora cai....
Espera...
agora ninguém entra
nem sai...
mel - ((*_*))
BOM DIA MEUS QUERIDOS AMIGOS
Hoje o dia amanheceu cinzento
O sol cismando para aparecer
Tomara que continue marrento
porque de chuva estamos a merecer...
mel - ((*_*))
Hoje tem ziriguidum.......
Eu quero meu corpo dançando como nenhum...
Quem quiser venha comigo,
quanto mais gente bailando
mais alegria circulando....
mel - ((*_*))
Celebro o cheiro de café recém-coado, que me faz perceber que posso distinguir os deferentes aromas que surgirão ao longo do dia. Celebro o olhar ainda sonolento de meu companheiro porque vendo-o sei que muitos olhares se cruzarão aos meus e me farão ver presenças junto a mim. Celebro o prrim do telefone, pois me dá a certeza de ouvir vozes amigas e familiares. Celebro o ato de abrir as janelas, testemunho de poder avistar o céu e imaginar que será um belo dia. Celebro o meu vagar lento pelas ruas onde ao cruzar com pessoas desconhecidas tenho a oportunidade de me igualar a elas numa ciranda feliz. Celebro o findar do dia como se fosse o final de meus poemas de amor, reacendendo os momentos de alegria e minimizando os que me trouxeram dor.
Encontraram-na chorando
vertendo lágrimas
soluçando copiosamente...
Por que chora?
Não sei...
esse pranto sai assim
sem o meu querer...
Mas bem lá no fundo
ela reconhecia essa dor...
Chorava porque sentia
que estava perdendo
o "fio da meada"....
mel - ((*_*))