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Frases de Melania Ludwig

679 frases

Há pedaços de mim que já sangraram Há pedaços de mim que desapareceram Há pedaços de mim que se multiplicaram
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Há pedaços de mim que já sangraram Há pedaços de mim que desapareceram Há pedaços de mim que se multiplicaram Há pedaços de mim que floresceram... mel – ((*_*))

Sabe aquela vontade
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Sabe aquela vontade esquecida de sair de braço dado com a margarida andar na grama molhada devagarinho e ir falando com o passarinho? mel - ((*_*))

Como é bom poder agradecer pela luz do dia que começa pelo sol que nos aquece sem pressa
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Como é bom poder agradecer pela luz do dia que começa pelo sol que nos aquece sem pressa pelo sorriso de quem está ao nosso lado pelo simples fato de termos acordado... Como é bom chegar o anoitecer notar que o dia foi alegre e despreocupado simplesmente por deixar tudo acontecer sem ter nada planejado e poder a Deus agradecer por este transcurso abençoado... mel - ((*_*))

ESTAÇÕES Te conheci no outono No outono seguinte te perdi
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ESTAÇÕES Te conheci no outono No outono seguinte te perdi E foi neste triste abandono Que de folhas secas me cobri... Chegou o inverno sem dono De um frio úmido estremeci Como semente fértil Na primavera já renasci Eu que era alma inerte De flores perfumadas me vesti... Cheguei a uma lógica conclusão Se queres mudar tua vida Espere a próxima estação Ela renova a esperança perdida Ainda deixa feliz teu coração... mel - ((*_*))

Tem dias que sentimos uma fenda no peito E a gente fica sem saber se é certo ou de direito Fechá-la com soluços até no limite
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Tem dias que sentimos uma fenda no peito E a gente fica sem saber se é certo ou de direito Fechá-la com soluços até no limite Ou deixá-la aberta para sofrer o que nos permite Sentir doer até sangrar a última gota Ou afrontá-la como sem medo de derrota... mel - ((*_*))

Já não estou tão inteira Pra subir esta ladeira Que antes toda faceira
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Já não estou tão inteira Pra subir esta ladeira Que antes toda faceira Fazia isto na brincadeira... Hoje o entardecer é bucólico O nhambu chora melancólico Às margens do rio que já foi histórico De pescador todo eufórico... Este corredor de chão batido Anda tão duro e ressequido Chora baixinho e sentido Por falta de chuva acometido... mel - ((*_*))

E olho neste imenso céu que de dia é tão risonho vai chegando a noite
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E olho neste imenso céu que de dia é tão risonho vai chegando a noite pega um ar tristonho... Se bem que de lá as estrelas entram em cena cintilantes fazendo um esforço medonho de entoarem um coro brilhante... Em vão não conseguem se igualar ao brilho do dia Porque acordada é que consigo Ver no outro toda a alegria... mel - ((*_*))

Você já não se alegra mais com meu canto Nem com as curvas de meu corpo sem manto Antes nossos risos eram bem mais soltos
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Você já não se alegra mais com meu canto Nem com as curvas de meu corpo sem manto Antes nossos risos eram bem mais soltos Agora num ostracismo ficamos envoltos Melhor seria nos ofendermos mutuamente Pelo menos saberíamos o que cada um sente Chegou a hora de colocarmos na balança Se estamos juntos por uma questão de aliança Ou se é apenas uma fase agourenta Que em nosso convívio hora se apresenta... Amor...amor...amor... Mostra novamente a sua cor!!! mel - ((*_*))