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Frases de Matheus Almeida

127 frases

Eu apenas sinto falta dos teus lindos e expressivos olhos doces
O príncipe Oculto E embora em sua vida eu estivesse presente, Você de mim estava distante e ausente
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O príncipe Oculto E embora em sua vida eu estivesse presente, Você de mim estava distante e ausente E me esforcei, dei o meu melhor e você simplesmente jogou fora E tudo o que eu desejava era o seu coração, o teu sorriso, mas em meio a lágrimas me mandou sair da sua vida naquela mesma hora. Você só olhou meu exterior e desprezou meu sentimento, esqueceu meu coração. Esqueceu o brilho da joia e só deu atenção as bijuterias, me esqueceu sem nenhuma consideração. E o meu coração partido, embora todas as circunstâncias, ainda ama você. E promete do seu sorriso jamais se esquecer Minha capa de príncipe joguei pela janela. E o vento levou, junto com nosso amor, que para mim sempre foi a coisa mais bela. E foi então eu entendi, que amar nem sempre é sorrir, nem sempre é estar feliz Mas que também é chorar, é se doar, e estar junto, É aceitar o outro como ele é com seus erros e acertos Com seus medos e defeitos... E o meu tudo virou pó se reduziu a nada. E tudo que eu queria era fazer com que você se sentisse amada E ela que até os mais ocultos e tristes sentimentos eu conheço. Me mostrou que isto tudo não está no fim, que tudo isso é apenas o começo E tenho me esforçado para que o amor não se acabe. Este não deve ser o fim Farei o que for preciso para ter o seu perdão e ver novamente o teu sorriso

A Poça do Cemitério . Bernard Fleet tinha 12 anos, adorava tocar seu violino, porém, ele realmente queria tocar o terror; vivia com sua irmã e gato; na realidade, o que queria era viver com monstros, aranhas e ratos, vagando pela noite em um desespero só com o escuro e a solidão…
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A Poça do Cemitério . Bernard Fleet tinha 12 anos, adorava tocar seu violino, porém, ele realmente queria tocar o terror; vivia com sua irmã e gato; na realidade, o que queria era viver com monstros, aranhas e ratos, vagando pela noite em um desespero só com o escuro e a solidão que pertencia-ele. Com a então chegada de sua prima, ele fingia gostar dela, mas ele queria mesmo era fazer ela queimar em lava quente. Contudo nem sempre Bernard pensava assim; também de música ele é cercado; quando todos liam “Guerra e Paz”, Bernard lia obras de “Edgar Allan Poe”. Enquanto ele estava tocando seu violino escutou um grito de socorro agonizante das pessoas que não vivem mais, quando percebe-se era a voz da sua noiva que foi assassinada brutalmente no dia 25 de agosto de 1958 . Bernard pensa em desenterrar o cadáver para transformá-la em um zumbi e então ressuscitá-la, mas sua tia mandou ele ir de castigo para o porão, porém Bernard sabia que tinha sido mandado para um lar de solidão, porque estava cavando o canteiro de flores no quintal da sua casa . Todas as noites dentro do porão ele escutava gritos de horror dos seres mortos, ele estava enlouquecendo, pois vem uma sombra e o garra por traz e ele vivência uma luta implacável, enquanto Bernard está em seu cemitério de loucura, sua tia abre a porta e começa ver aquela tortura no porão e encontra Bernard brigando com o cobertor, ela vai embora, mas quando fecha a porta um outro mundo começa a se abrir dentro da cabeça de Bernard e rapidamente é engolido. Ele não conseguia falar nada, pega-lhe a pena e começar rabiscar no papel “Estou dentro de um mundo de solidão” ,depois o porão começa a se mexer e sua normal paranóia começa aparecer; Bernard escuta a voz da noiva que no túmulo padece, ele começa a ver mãos tentando puxa-lo para um outro mundo. Todas as imaginações que ele havia criado começam a devorá-lo com um grito de horror, com seu corpo machucado de tanta dor cita um trecho de “O Corvo, de Edgar Allan Poe”: “Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita, E a única palavra dita foi um nome cheio de ais - Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.”