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Frases de Mariana Mussi S. Infanti

60 frases

Quando a beleza vence o conteúdo não importava
Ao sonhar ou imaginar, somos verdadeiramente livres e inconsequentemente honestos. Encontrei na escrita um local seguro pra conversar e me comunicar. Arte é voz, é luz. Confluência. O que desanuvia e bombeia, todos os dias.
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Ao sonhar ou imaginar, somos verdadeiramente livres e inconsequentemente honestos. Encontrei na escrita um local seguro pra conversar e me comunicar. Arte é voz, é luz. Confluência. O que desanuvia e bombeia, todos os dias. Mesmo tão íntima -ou por vezes tão nós- intento que, na interpretação pessoal, da vivência e experiências de cada um, seja colo e aquele abraço quentinho, o que recebo no que me inspiro e me reconheço. Prazer, meu nome é Mariana.

Entre 15:45 e 18:30 da tarde 12.775 dias + quatro meses e outros 15 dias 1. Aumento rápido do brilho de um corpo celeste ou de pequena região da atmosfera solar.
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Entre 15:45 e 18:30 da tarde 12.775 dias + quatro meses e outros 15 dias 1. Aumento rápido do brilho de um corpo celeste ou de pequena região da atmosfera solar. Então o sol disse, ao ver seu reflexo no mar: “A água dá um charme e convida a gente. Eu fico encantado como se fosse uma sereia querendo me engolir!” PROTÓTIPO DO AMOR Verdadeiro, perfeito, gêmeo De alma Que desafia o tempo Os paradigmas As proporções E, inclusive, contrariando as estatísticas Cobria minha mão com seus dedos Em direção ao coração Com as batidas de mil cavalos em corrida Já não cabia mais o controle da coreografia Translúcidas e cristalinas Envolviam nossos braços A imensidão rasgava os céus, aquele dia Os astros alinhavam suas cordas Todas as possibilidades apresentadas, postas A gente se procurava em tantas sombras frias [Um nome, uma silhueta, um porte] Enquanto a mente recuperava os drives Em meio à garrafais pistas Colisão de sômas Circulando entre minhas veias A existência, a significância A resposta de todos os porquês Antes um inteiro só Me tornei dois agora Com você

⁠Para baixo, para o lado e para cima Entre os cercos debruçam-se vidas Entre as distâncias demarcam-se moradores
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⁠Para baixo, para o lado e para cima Entre os cercos debruçam-se vidas Entre as distâncias demarcam-se moradores Em pares, em folhas, em cantos Escondem-se os prantos Os risos, os sonhos, os encontros Os possíveis, os imagináveis, os postergados Desenganos em telas Todos os dias elas nos abrem janelas “Janelas de alumínio, madeira e silício - Dentro de Caixas Verticais Compactas e Visitas Não Solicitadas”