Não encaro a ilusão com esperança, é muito sonho pra pouca vida.
Frases de Maria Paula Fraga
249 frases
Não desperdiço o que sobra, nem lamento o que falta. Guardo o essencial, acendo uma vela de gratidão, faço uma prece de proteção, e isso é tudo. Estar conectada não se trata de receber o que quero, mas sim de aceitar o que me cabe. Quando compreendo o destino respeito o universo,…
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Não desperdiço o que sobra, nem lamento o que falta. Guardo o essencial, acendo uma vela de gratidão, faço uma prece de proteção, e isso é tudo. Estar conectada não se trata de receber o que quero, mas sim de aceitar o que me cabe. Quando compreendo o destino respeito o universo, e ele retribui.
Eu não sei até que ponto, aonde paramos e pra onde estávamos indo, como naquela frase que você perdeu o sentido, mas eu perdi muito antes quando deixei de saber até que vírgula e se haveria reticências. A questão não era mais permitir que as palavras fluíssem livres, a partir de…
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Eu não sei até que ponto, aonde paramos e pra onde estávamos indo, como naquela frase que você perdeu o sentido, mas eu perdi muito antes quando deixei de saber até que vírgula e se haveria reticências. A questão não era mais permitir que as palavras fluíssem livres, a partir de algum momento eu precisei apenas das palavras certas - Que não fluíram. Não fluímos.
É preciso sair, descobrir os jeitos, formas e cores. Adiar a vida é perdê-la.
E quando não puderes tocar nem olhar nos olhos, sentir saudade será apenas outra forma de amar alguém.
Os finais cheiram a vinho e cigarro. Os finais são madrugadas silenciosas com filmes entediantes e comidas de micro-ondas. Os finais têm olhos vazios no espelho e a voz áspera no bom dia obrigatório para porteiros e secretárias. Os finais se drogam em casas noturnas obscuras e vo…
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Os finais cheiram a vinho e cigarro. Os finais são madrugadas silenciosas com filmes entediantes e comidas de micro-ondas. Os finais têm olhos vazios no espelho e a voz áspera no bom dia obrigatório para porteiros e secretárias. Os finais se drogam em casas noturnas obscuras e voltam para casa sozinhos, mais melancólicos do que quando saíram. Finais são blasé, tomam ansiolíticos e não atendem ao telefone. Finais gostam de cafés fortes, banhos longos, conversas curtas. Escutam a rádio, comem pouco, têm passos lentos. Eles estão por toda a parte com barbas por fazer, roupas amassadas, sorrisos fechados, pouca maquiagem. É sábado, meio dia, o sol mostra seu melhor sorriso e eles fecham as cortinas para a luz não entrar no quarto.
Um ‘pra sempre’ pesa muito, eu não posso carregar.
Ainda era a melhor coisa que eu tinha, aquele amor que não servia.
Todas as vezes que você voltou foi apenas pra ir embora de novo. Como algo que só nasce pra me ensinar o que é a morte, não houve vida entre os espaços, só a sensação incurável de que nunca aconteceu de verdade.“