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Frases de Maria Almeida

1.302 frases

O infinito dos meus dedos ainda estremece. O teu toque neles permanece.
Valorizar os momentos bons é agradecer pelo que se tem, pelo que já se conquistou – e nos torna alegres e felizes – é pensar nas pessoas e nos sentimentos que possuem, pois o amor vai muito mais além da perfeição que não existe… sem perguntas e sem críticas, na incondicional acei…
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Valorizar os momentos bons é agradecer pelo que se tem, pelo que já se conquistou – e nos torna alegres e felizes – é pensar nas pessoas e nos sentimentos que possuem, pois o amor vai muito mais além da perfeição que não existe… sem perguntas e sem críticas, na incondicional aceitação das falhas e dos defeitos. Gente assim… gente que sabe amar, que divide sorrisos e rouba abraços, gente que em todo o dia amanhecido, amanhece sentada ao lado do meu coração, em cada vislumbre que respiro e que murmuro, mergulhando na chama renascida do contínuo e deslumbrante despontar do sol.

Todas as madrugadas é preciso renascer, recomeçar e reinvestir o ser, comemorar a vida de cada dia, a paz de cada minuto, o riso de cada momento, o detalhe de toda a existência, como se cada um de nós - dentro do outro - fosse a verdade à solta… num grito. Todas as manhãs é prec…
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Todas as madrugadas é preciso renascer, recomeçar e reinvestir o ser, comemorar a vida de cada dia, a paz de cada minuto, o riso de cada momento, o detalhe de toda a existência, como se cada um de nós - dentro do outro - fosse a verdade à solta… num grito. Todas as manhãs é preciso ser semente do mundo, desejar mais fundo e nunca perder o encanto, gastar a simplicidade de dar, ganhar a grandeza de perdoar, embrulhar o sonho para sonhá-lo à noite, como se o tempo estremecesse a alma e agora - como sempre - há mil anos… amar.

Sentir o que se vê e sentir o que se lê, não implica uma organização rítmica dos sentidos para se absorver a pura poesia da vida. O seu significado está em cada um de nós, na nossa sensibilidade individual e na nossa posição relacional com o mundo. Entre o tudo e o nada do univer…
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Sentir o que se vê e sentir o que se lê, não implica uma organização rítmica dos sentidos para se absorver a pura poesia da vida. O seu significado está em cada um de nós, na nossa sensibilidade individual e na nossa posição relacional com o mundo. Entre o tudo e o nada do universo real, as palavras também amam. Muito para além do simples existir, feitas bálsamo e sabendo a mel, elas germinam a suave harmonia do estar e a plenitude intrínseca do ser. Algures, no infinito, algo estremece e tonifica o espírito. Algures, no horizonte, algo recita um poema de sol e de chuva que pulsa num doce encanto e com uma certa e inegável ternura.

Eu creio nos olhos que sorriem, no bom dia sem medida, na coragem e na timidez, no abraço de graça, no olá disparado do outro lado da rua, nos sentimentos grandes que adoram as coisas simples, que adoram olhar a lua e respirar os sons do céu. Eu creio na paixão pela vida, no mom…
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Eu creio nos olhos que sorriem, no bom dia sem medida, na coragem e na timidez, no abraço de graça, no olá disparado do outro lado da rua, nos sentimentos grandes que adoram as coisas simples, que adoram olhar a lua e respirar os sons do céu. Eu creio na paixão pela vida, no momento, no agora, no hoje – e na sua eternidade repleta disto - mas, sobretudo, eu creio na magia que há em mim, no sussurrar da minha alma e na impetuosidade da minha fé.

Bonito é isto… acreditar na beleza de todas as coisas, no sussurro da palavra simples e sincera, quando o direito de sonhar se transforma na estrofe que o próprio vento não consegue levar… como um livro de poemas de mil dedos que brota do interior… como o brilho do sorriso que na…
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Bonito é isto… acreditar na beleza de todas as coisas, no sussurro da palavra simples e sincera, quando o direito de sonhar se transforma na estrofe que o próprio vento não consegue levar… como um livro de poemas de mil dedos que brota do interior… como o brilho do sorriso que nasce nos olhos e se espraia no próprio ritmo de se fazer o que é certo e o que se gosta… e ser-se o que que se é, em qualquer lugar e em qualquer situação.