Pular para o conteúdo

Frases de Marcos Ferrer

47 frases

Descaminhos Ainda tenho asas. Mesmo na prisão de um coração que bate sem ter pulso. Ainda vivo pelo ar que tu respiras.
Continuar lendo

Descaminhos Ainda tenho asas. Mesmo na prisão de um coração que bate sem ter pulso. Ainda vivo pelo ar que tu respiras. Vôo pelo oceano dos teus olhos e no porto do teu sorriso abasteço minha paixão. Minhas lágrimas são consolo para um coração dilacerado... Os teus braços são laços que me enlaço e faço de ti minha felicidade. Então por que me prendes? Não sei o porquê pensas que pode me prender, pois nestes caminhos e descaminhos ainda tenho asas...

A PAIXÃO DE CADA DIA... Mas tudo bem, sou assim Algumas vezes, sou forte como a rocha, outras revoltante como o vento, outras adaptável como a água,...
Continuar lendo

A PAIXÃO DE CADA DIA... Mas tudo bem, sou assim Algumas vezes, sou forte como a rocha, outras revoltante como o vento, outras adaptável como a água,... Mas ao final ainda sou um menino descobrindo a vida,... Descobrindo a paixão de cada dia que nos é dada...

"Contentar-me-ia em ver seus olhos Na imensidão do azul sem fim Contentar-me-ia em ouvir sua voz
Continuar lendo

"Contentar-me-ia em ver seus olhos Na imensidão do azul sem fim Contentar-me-ia em ouvir sua voz Em um silêncio sem fim Mas não suportaria sua falta em meu coração Que estaria de luto pela sua ausência Em saber que não poderia tê-la em meus braços..." E talvez Como espelhos do tempo as janelas de minha alma Trariam novamente ao meu semblante a sua lembrança E mais uma vez um perdigoto de felicidade Estaria a correr pela minha face

Diante do espelho - Oi! - Oi. Novamente nos encontramos.
Continuar lendo

Diante do espelho - Oi! - Oi. Novamente nos encontramos. - Como vai esta dor? - Doída como sempre... - Vejo que ainda não se acostumou? - Não. Ah!... Que horas são? - Três horas. E como da última vez não conseguiu dormir? - Não desta vez foi pior. - Conte-me. - Foi lentamente. Fechei um dos olhos. Vi um imagem turva abri-o novamente. Não era nada. Sonolento, virei - me de bruços. Pela dor mal consegui respirar. Virei a olhar novamente para o teto... - Então? - Vi um facho de luz se aproximando bem devagar. A luz era fosca e cada vez mais foca foi ficando. Até que então adormeci. A última imagem que tive foi o nosso reflexo no espelho. Quando dei por mim estava sentado diante de mim mesmo. Em minha frente o guarda-roupas enorme e de um imenso marfim imperial. A janela às costas, o abajur em cima do criado mudo ao lado esquerdo da cama. E ao seu lado o relógio com seus tic-tacs me informavam as horas. No teto o ventilador parado há dias, pois estava frio. Levantei-me e fui ao banheiro. “Todas as manhãs o meu amor por ti é sempre o dobro do que foi ontem... Ao meu amor, beijos.” Meu coração sorriu. A mensagem estava escrita de batom no Box. Saí à porta olhei para a Cama. Um lugar frio e o outro ainda quente. Dirigi-me para a cozinha. A sede apertou, engolia à seco. A porta da geladeira aberta. Outra vez a esqueci assim. Mas desta vez, assim como quando deixo o leite ferver até sujar o fogão, não levei bronca alguma. Ao lado um prato só na mesa foi o resto que ficou. Perto estava o copo com gelo, ou pelo menos o que sobrou do gelo misturado a uísque que já aguado e sem sabor servia de piscina para uma mosca que como eu parecia afogar as mágoas... Novamente fui ao banheiro. Notei no cesto de roupas sujas algumas que não via há algum tempo. Também pudera as minhas estavam por cima havia mais de mês. Voltei ao quarto. Sentei-me diante o espelho. E de repente vi-me em seus braços. Éramos loucos apaixonados e de um amor insano... mas, talvez, apenas lembranças de um dia que se foi. - Dói? - Muito, ainda. Mas desta vez foi pior. Precisei de mais uma bebida, pois o torpor é mais aconchegante do que a lembrança. E em meio a essa vida de rastejo. Sobrevivo... a cada dia. E hoje que me encontro com minha consciência. Pergunto-me em que eu errei? Foi no modo rude? Nas palavras ásperas? A falta de tempo? Não sei ao certo para dizer o que aconteceu. Talvez o desleixo, mas todo homem é meio desleixado. Enfim a dor. Dor que traduzida ao pé da letra significa e se transforma em saudade. Pois se não fosse a morte te levar. Deixaria abaixo do seu bilhete no Box as seguintes palavras: “Se o teu amor por mim é sempre o dobro do que foi ontem. O meu por ti jamais existirá em um amanhã. Será tão somente um hoje, tão constante como o ar que respiramos...”

A LUZ DO TEU SORRISO Sei que ao abrir meu coração nasceu uma ferida que não pude ver. Foi algo que aconteceu sem ao menos sentir. A brisa que entre nós soprou foi o suspiro de um ano. E neste fôlego de vida nasceu a nossa paixão. Sei que hoje caminho sozinho, mas eterno ainda é…
Continuar lendo

A LUZ DO TEU SORRISO Sei que ao abrir meu coração nasceu uma ferida que não pude ver. Foi algo que aconteceu sem ao menos sentir. A brisa que entre nós soprou foi o suspiro de um ano. E neste fôlego de vida nasceu a nossa paixão. Sei que hoje caminho sozinho, mas eterno ainda é o meu amor. A solidão abate-se sobre mim cobrindo-me com suas asas escuras. Mas a luz do teu sorriso ainda persiste em minha alma. Fazendo-me em tudo um completo menino que descobre a razão da vida. E neste momento lúcido pela razão. Alento meu coração e deixo você nele entrar novamente e fazer dele sua eterna morada.

No beijo mórbido de uma fria noite de inverno. Vim a aquecer a tua alma com meu abraço... Sou luz e escuridão... Sou a voz daqueles q se lamentam de uma paixão proibida,...
Continuar lendo

No beijo mórbido de uma fria noite de inverno. Vim a aquecer a tua alma com meu abraço... Sou luz e escuridão... Sou a voz daqueles q se lamentam de uma paixão proibida,... Sou conhecido por vários nomes, mas me chamo "Poeta".

SOLIDÃO II A solidão é algo que nos convida desde muito cedo a divagar entre nós mesmos. Sinto-me só entre muitos. Sou apenas a palavra descrita ao vento que divaga entre almas que perambulam entre os vivos.
Continuar lendo

SOLIDÃO II A solidão é algo que nos convida desde muito cedo a divagar entre nós mesmos. Sinto-me só entre muitos. Sou apenas a palavra descrita ao vento que divaga entre almas que perambulam entre os vivos. Sou apenas a LIBERDADE da vida perene que nunca termina...

SOLIDÃO Linda de alma serena e na grandeza das virtudes de uma Deusa se faz eterna nos corações de quem a conhece. Em ti devaneia o significado do enigma “decifra-me ou eu te devoro”. Poucos a amam. Todos a conhecem, mas o medo de conhecer a ti é tão grande que se afastam por fa…
Continuar lendo

SOLIDÃO Linda de alma serena e na grandeza das virtudes de uma Deusa se faz eterna nos corações de quem a conhece. Em ti devaneia o significado do enigma “decifra-me ou eu te devoro”. Poucos a amam. Todos a conhecem, mas o medo de conhecer a ti é tão grande que se afastam por falta da coragem de enfrentar - lhe os olhos. Mas não tenho este medo, pois vou te sorvendo aos poucos, aos goles, até a última gota... E conhecendo-a paulatinamente sou teu amigo.