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Frases de marcos fereS

271 frases

Brasileiro Graças a Deus Piso no solo sagrado. Onde tanta gente pisou.
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Brasileiro Graças a Deus Piso no solo sagrado. Onde tanta gente pisou. Gente boa.Trabalhadeira. Gente nem tanto. Hospitaleira. Todas lidando o próprio chão. Plantando a vida, e passando de mão. Se desenhou território, surgindo nossa nação. Tanta gente, tanto trabalho que deve continuar. Tirando do solo sagrado. Que tudo que essa terra dá. Por isso. Querendo ou não. Somos todos irmãos desse lugar. Nos fortalecemos de todos dos frutos. De nossas mãos a trabalhar. Logo cedo aprendemos. Que a todos pertencia. Não seria de um bando.Com uma carta de alforria. E a ideia de justiça. Cada vez precisaria crescer. Partilhada para todos. O tudo, da construção. Muita gente passaram. Dormiram com essa esperança. Que um dia. Tudo ia melhorar. O mesmo sonho, ainda acalentado. Que devemos por honra.Guardar. E saber que um dia. Isso vai se realizar. Diferenças de idéias. Em todo lugar se tem. Mas conhecer a verdade. É como ascender uma luz. E, colocada na prática. Para todos melhora. Se estamos conseguindo. É claro que não. Verdade dita. É pouco governo e muito ladrão. Depois de tanto trabalho. O que de justo, escoa pelo ralo. Dessa maldita corrupção. E a cada imposto cobrado. É recebo de otário. Para toda população. Chega de ser enganados. Aqueles que nesse solo surgiu. Aqueles que Nele cresceu, e se alimentou de Brasil. Devemos aos nossos entes. Essa insatisfação. Cinismo de malandros, sindicalizados, enjangados, togados ou não. Mãos sujas de podridão. Ser bom. Não é ser bobo. Precisa aumentar a indignação. Só de conversa não se cuida do povo. E só de retórica, não se faz o pão. A cada criança mal cuidada. Quando cresce . Não espera nada. E pouco devolve para essa terra. Desculpas não há. O Principio do estado. É cuidar. Moralidade.Esta escrito. É só praticar. A res-publica pertence ao povo. E não para charlatão. Bobo alegre , que quando passa. Falta o bom ar em toda praça. Enquanto desce o caixão. O momento é histórico. E não devemos esconder. Devo isso a pátria. Do que ela fez por você. Chega de corrupção. É a obrigação de nossa gente. E quando dormirmos em berço esplendido. Deixaremos nossas marcas. De um pensar diferente. De um povo humilde, mas inteligente. Que eliminaram os sangue-sugas. Que roubavam nossa gente. marcos fereS

Além Eternidade do Agora Para quem não se encontra na vida. A eternidade é castigo.
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Além Eternidade do Agora Para quem não se encontra na vida. A eternidade é castigo. Por isso nunca deixe de sonhar. Pode ser um sonho pequenino. Um botão de uma florzinha a desabrochar, no seu jardim. O primeiro voo de um filhote de passarinho. Aprender a observar com o coração. E não. Com o estomago. Esse. Jamais será saciado. Porque esse é seu papel. Apenas indica a fome. E o cérebro obedece. Indica a hora de lutar ou de correr. E se cansa todo o momento. Aprimorando a astucia do sobreviver. Esta correto em suas ações. Mas sofre muitos desgastes, durante a viagem. E segue durante toda a vida de, orelhas em pé. Quando não lhes sobrar nada, a eternidade será o seu castigo. Porque , um pouco acima. Um bater adâmico, do coração, A lembrar a pacificação do espirito, Que deveria atrever juntos com outros. A mesma jornada. Se existe volta, não sei. Se eternidade. Castigo. Como viver uma eternidade, sem renovação. Sem melhorar-se. Apesar dos atritos e conflitos? Bombardeios de idéias plantadas, e escondidas , nas sombras de cada pensamento. Saiba que já estais na eternidade. E o coração é o medianeiro, Para equilibrar as cores espectrais de baixo ventre, para além da cabeça. E o que chamas de bom sensu. De proveito para além eternidade, do agora. Marcos FereS

Conversão de janeiro Janeiro novo ano. novas promessas
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Conversão de janeiro Janeiro novo ano. novas promessas a começar. Emagrecer, Enriquecer. Para de beber. E de branco se benzer. Seguir a estrela guia. Como fizeram os Reis Magos. E em volta de magia. Seu destino iam achar. O menino encontrando. Outra vida , fez-se ao lado. Para aquela luz se adorar. E seguindo a caminhada. O que de antes. Fez-se nada. Pegando novamente a estrada. Não voltaram pelo mesmo lugar. marcos fereS

Paredes Parede reais Parede imaginárias
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Paredes Parede reais Parede imaginárias Parede psíquica Parede espiritual Parede de arrependimento Parede falsa Parede perfeita Parede rebocada Parede iluminada Parede cansada Parede esperançosa Parede entediosa Parede caída Parede em construção Parede bem acabada Parede de carne Parede com sombras Parede visitada Parede vazia Parede esquecida Parede alegre Parede ilusória Parede religiosa Parede otimista A Parede. Uma forma de enxerga-la. marcos fereS

Esplendor Pense numa flor. Que cultivada no jardim.
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Esplendor Pense numa flor. Que cultivada no jardim. Ao seu tempo. Cresceu. Projetou suas cores em esplendor. Exalando o perfume por toda sua volta. E quando era tocada, por chuvas de pedras? Não se deixava sequestrar. Escondida nas sombras de outras plantas. Projetando suas próprias vibrações. em seu espectro único de cores. Intransferível, na forma, Enriquecendo o jardim. Alçando do próprio caule, em direção a luz do sol. Abriu-se em pétalas até o fim. Permitindo-se , ver. E ser vista e admirada, Beijada e visitada. Distribuindo pólen e sementes, floreando a vida em sua volta. Não temia. Porque sabia que. Na próxima primavera. Lá estaria seus frutos, sendo admirados Por anônimos que passavam. Sendo contagiando e agradecidos. Por tanta beleza. Por aquele que as plantaram. Não se tornara uma semente. Que, caída em terra. Deixou-se cimentar, suas possibilidades de ascensão e abertura de virtudes. Abriu-se toda, até que lhes falta-se cores. E soltou-se naturalmente ao solo. Deixando apenas, o botão que as segurava a raiz principal. Tinha gozado todo o sentidos da vida. Não fora cortada, e nem serviu de adereço. Não ficara na sombra, com medo das chuvas. Gastara toda sua formosura, fascinando olhos da vida. E ao final. Gloriosamente, desprendera espontaneamente suas pétalas ao solo. Para fazer um tapete aos pés da planta raiz. Para testemunhar. Que desabrochara, apesar de tudo. Sem espaço para arrependimento entre uma pétala e outra. Sabendo. que na próxima primavera. O Jardim. Voltaria a florir. marcos FereS

Um cisco de areia na calçada Tinha razão. Toda a razão do mundo, Para não reconciliar.
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Um cisco de areia na calçada Tinha razão. Toda a razão do mundo, Para não reconciliar. Fundamentava em verdades supremas. Passagens antigas. E que mantinha dilema de estar ao lado de meu próximo. Porque um dia nos conhecemos. Nos estranhamos, na pequenez e limitação. Que não sonhávamos ter E, em decorrência da vida, fora aquele ser que nos demonstrou esse limite. Mais um ano passando. Quantas pessoas passaram. E ainda pessoas carregando , mágoas , bem fundamentada na sua razão, para não perdoar aquele próximo. Que ocupou um espaço em sua vida. Para representar uma melancolia. Daqui algum tempo, o que seria. Senão um cisco de areia na calçada. Guardada no peito, quase nada. Mais que pedra no sapato. Perdoe. Assim como na vida tudo possui o seu tempo. É tempo de perdoar. Não significa andar juntos. Porque ambos transcenderam aquele tempo. E aprenderam o que devia. É a hora da justiça. Dar espaço para misericodia. E continuar a caminhada por essa calçada, que escolheram, para viajar. marcos FereS

A pressa Vá na frente. Te encontro no caminho.
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A pressa Vá na frente. Te encontro no caminho. Para podermos, em fim. Andarmos juntos. Para andar juntos. Precisa o mesmo passo. Sua caminhada não me incluem. Sua caminhada é apenas sua. Vá em frente. Mesmo que. um dia decidas parar. Esperar, quem deixou para traz. E a saudade chegou, para lembrar o que faltava. Vá em frente. Porque quem ama de verdade. Não aprisiona. Não segura, não cobra, e não joga, com o que lhe é, mais precioso. Desejando que o ser amado. Que seja o mais feliz possível, na Vida. Vá em frente. De que , valeria possuir a razão. Se a força que junta os juntam. Não vem da razão. Mas do coração. Sabedor de todas as coisas. A razão, que separa, escolhe, qualifica, e organiza linearmente, tudo no tempo. E amor não é isso. E assusta, a razão despreparada. Com o seu mover-se Vá em frente. Não liga. Se o que sentes, um dia , for verdadeiro. Podemos ainda, caminhar juntos. antes que, chegue fim da estrada. marcos fereS

Despresidencia Poderia ser uma forma simplista. Explicar a despresidencia.
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Despresidencia Poderia ser uma forma simplista. Explicar a despresidencia. Como aquela que fica. Que nada faz, que nada dirige. Que não organiza. E não transige. Que não recebe conselhos. Nem obedece tribunal. E quando organiza um discurso. É apenas, para dizer. Que os outros é que são maus. A despresidencia.É isso. Uma coisa esdruxula. Um título oficial. E quem assiste; é o pobre povo. Que votaram enganados. Em um bando de caras de paus. marcos fereS

O Ateu Crente O Ateu crente e convicto. Seguia desde a primeira placa.
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O Ateu Crente O Ateu crente e convicto. Seguia desde a primeira placa. Aquela que dizia. Segues a placa vermelha. E passou a caminhar. Aquela estrada. Fazendo assim, o seu caminho. Os Conhecimentos filosóficos escritos em Madeira de lei. Fortalecia suas convicções, O homem chegara ao apogeu desse mundo. E isso devido as cabeças brilhantes Que haviam decifrados, todos os saberes. E somente isso que precisava, para continuar sua jornada. Caminhando pela lógica, razão e ciência. Refutava qualquer pensamentos opostos. Seus embasamento eram consistentes e acumulados Através dos anos . Os Estudo, observação e leitura, sobre a vida e o homem. Faziam idolatrar a gaia ciência e seus pensadores. Elogiava o trabalho árduo. Dos erros e acertos, encontrado e as pelas respostas importantes, em favor da humanidade. O ateu crente, se encontrava confortavelmente. E através da lógica. Dava a precisão para refutar, Qualquer pensamento diferente. E se regozijava na sua sabedoria. Um certo dia o ateu crente, encontrou, um outro caminhante.Que lhe perguntou? Porque segues as placas verdes? Sendo que as verdades, estão escritas nas placas vermelhas. Isso causou estranheza ao ateu crente. E colocando toda sua confiança na gaia ciência. Foi examinado, com um diagnostico novo e preciso encontrado por aquele saber. Esse ateu. Toda Vida fora daltônico. E seguiu as placas verdes, como suas verdades absolutas. ao invés das vermelhas. Só restava para aquele ateu crente, Queimar cada placa que havia seguido. Para iluminar um pouco seu caminho. Em busca para suas novas verdades. Marcos fereS

Troca de figurinhas Trocando figurinhas, Com as crianças, na praça.
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Troca de figurinhas Trocando figurinhas, Com as crianças, na praça. Os olhos brilhando no maço, Para figura que faltava encontrar. Tanta dedicação, que e os olhos, nem de piscar. Filhos filhos, sobrinhos e netos, dizem os marmanjos, disfarçando a paixão. E as crianças, de costas, quentes acompanhando a diversão. Momentos de felicidade. eternizando o momento. Horas alegres vividas. Nas trocas justas, Alegrando a multidão. No meio da praça. A brincadeira, com os álbuns no chão. E quando a figurinhas que faltante achar. Momentos de felicidades a partilhar. Crianças com todas as idades. Que da gosto, só de apreciar. Desculpe. Mas preciso ir, a pressa não me deixa esperar. Vou correndo para a praça, para minhas próprias figurinhas trocar. Marcos FereS

Noites de Outono Brisa fresca e uma noite mágica. Tanta gente a passear.
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Noites de Outono Brisa fresca e uma noite mágica. Tanta gente a passear. A Vida se alegrando. Brincadeiras, em luz do luar. Tudo acontece aqui. Assim como lá. São tanta gente passando. São tantos bichinhos se amando. São tantos carinhos no ar. Na serra. Ou perto do mar. São tanta gente passando. São tantos bichinhos amando. São tantos carinhos no ar. Noites de Outono. Sem limites. Se faz uma coisa só. São tanta gente se amando. São tantos bichinhos passando. São tantos carinhos no ar. Marcos fereS

Indecisão Perguntei aos quatro ventos do mundo. O porque de
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Indecisão Perguntei aos quatro ventos do mundo. O porque de tanto pensar? Apenas senti a brisa suave, no meu corpo a passar. Não tive resposta. O dia caia... A noite subia.... Vindo ao meu encontro. Tanta tralha e mochila. Mas de nada servia. E quanto mais a noite. Mais o meditar. De tantos anos passado. De quantas vidas corridas. Tanto sentimentos guardados. E muitas vidas perdidas? Quem sabe, devia ser assim? A terra e sua lei nunca mudou? Não haveria, agora de ser. Era assim e pronto.... Quando vir. Já foi ! Daí, os momentos perdidos, A delusão tardia. Os olhos a observarem. O tanto pesar? O tanto escolher? E o nunca de se perguntar? Porque não! marcos fereS

O Ponto Estava o ponto inquieto; que se fez romper ,
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O Ponto Estava o ponto inquieto; que se fez romper , no espaço afora.Por linha reta. Não desejava mais voltar. Desacostumara com a inércia. Nasce o conflito, Do antagonismo, confrontando a dualidade, Dois pontos. Somente um. Sismado estava. A própria expansão. E da força força linear. Um novo ponto. expandindo-se; pelo espaço. Do tamanho do diâmetro, o circulo. E o equilíbrio, se fizera. Dera-no o nome de Amor. E a perfeição, podia se expandir. Alegrava-se porque já não estava só. E, a cada circulo fechado. Era a ciranda, perfeita. Do trabalho, produzindo o prazer. O equilíbrio consciente. A renovação. A construção da Paz, todos os dias. marcos fereS

Olhos de sereia Se fizeste flor do agreste. Dourada. Feito cabelo de milho em plena florada.
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Olhos de sereia Se fizeste flor do agreste. Dourada. Feito cabelo de milho em plena florada. Com o brilho desse olhar. Se fizeste sereia. E; em noite de lua cheia, mirando o moço a passar. Tiraste um pouco de tempo, para torná-lo fecundo. para encantar uma vida. para alegrar esse mundo. Em pensamentos largados. Se estonteia um coração. Não se esqueças;sois tão bela? És torre, rainha, Guardada em um coração. Não se canses. De fazer-se assim. Da beleza que só você tem. É essa beleza que encanta. É sua beleza que me faz bem. Projeta sua figura na vida, conforme manda a sua visão. Daquilo que as pessoas procuram. Daquilo que comanda meu coração. Carregando a paixão, tão segura. Que motivo , no incerto eu teria. Se. Depois de atravessar, todos os perigos do mar? Se lá adiante não estaria? Com seus olhos de sereia? Com sorriso, de musa a esperar? marcos fereS

Casa vazia Antes cuidada, plantas no jardim. Cuidadomente regadas.
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Casa vazia Antes cuidada, plantas no jardim. Cuidadomente regadas. Se via o carinho que não havia fim. Passava o tempo cuidando. Com a sabedoria do tempo. Vagaroso. De cabelos brancos. Fazia a diferença, naquele momento. Anos de histórias. Não precisava nem falar. Era apenas observar os movimentos. Os capricho, com a casa. Um olhar. Um cumprimento. Sabedoria guardada. No jeito de ser. Aprender já não precisava nada. Pelo seu jeito de viver. Ponderação. Leveza e paz. Era ele e o jardim. Não precisava, de coisas a mais. Procurar outros trabalhos, seu andar não precisava. Um pouco de tudo havia visto. E não precisava de nada. Apenas sua casa e seu jardim. Descanso dos eleitos. Que conseguiram envelhecer. Passaram na vida. E aprenderam. O que devia aprender. A pressa, significava nada. Apenas as plantas regadas. Devidamente com o seu amor. E agora a casa fechada. Vazia e abandonada. Com tantas placas. Se expondo, a pressa de vender. As plantas não foram mais regadas. As paredes abandonadas. E a vida que enchia tudo. Se foi, não sei para onde. Para cuidar. Quem sabe. De outro mundo. marcos fereS

Fixação Fixação não é amor. É tortura temerária,
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Fixação Fixação não é amor. É tortura temerária, para dois seres. O fixar no objeto, fascinado. Pesa a vida para ambos. É sentimento desmedido. É um coração que precisa ser curado. Enquanto. Atropela o sentimento. O outro é sufocado por falta, de auto obervação do próprio engano. Que não resolveu. É tudo na Vida. Menos Amor. Se disfarça de atenção. De proteção. Amizade, superioridade .De submissão. Mas é somente um coração, que foi machucado um dia. E fixa ao objeto, que pretende possuir. E nesse objeto. Encontrar, a doença sofrida da alma. Somente introjeção de um passado sonhado. Não realizado, sofrido. Sonha acordado. Não realiza a vida. Apenas sobrecarrega o objeto, selecionado para extravasar engano da alma. É egoísta ao extremo. E não possui essa percepção. Nada e nem ninguém poderá, indicar o caminho da felicidade. Somente deixando livre. E libertar-se do apego, asfixiante, do objeto aprisionado. Que poderá alcançar a cura do próprio coração. Que gira a roda da Alma, para a felicidade, é a própria pessoa. O amor verdadeiro. É o encontro, de duas personalidades afins. Que facilita esse girar da roda, de momentos de cumplicidade, alegria, e fortuna. No tempo e espaço em que se sucede. Não se consegue brincar de amor. Ou ama. Ou não ama. O resto. É um coração que precisa aprender seu próprio caminho da felicidade. E jamais é possuindo um objeto, que acredita. irá, trazer-lhe a felicidade imaginada. Enquanto, existe Vida. Existe tempo, para amar de verdade. Mas precisa deixar a fixação. E tratar o coração, com a verdade, que ainda não conhece. E se conhece. Precisa tratar o egoismo. O orgulho. E viver com mais sabedoria. Nada e nem ninhem é melhor que outro. E nunca saberás. Onde encostrarás o seu amor. Mas fixado numa pedra. Jamais vivenciará isso. A leveza do espírito. Sem obsessão. É que atrai, seu verdadeiro amor, junto seu coração. Se precisa de ajuda. Busque. O orgulho. Só faz matar a alma, que anseia por amar. Substituir, o objetando o ser. Aprisionará a sua alma, e do objeto que só vive em pensamentos e imaginação na sua cabeça. Sê livre. Com todas as suas forças. É a única chance. De encontrar. O que procuras na vida. A mentira existe. Na proporção, da sua própria percepção da vida. E a pior mentira. É mentir-se, a si mesmo. Nem cetim. Nem adornos, nem pinturas. Farão encontrar. O Amor que procuras. Somente a verdade. Que sentes possuir. marcos fereS

Insinuações Insinuas. Vontades frias. Insegura. Brincadeira.
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Insinuações Insinuas. Vontades frias. Insegura. Brincadeira. Brilhar em luz. Para alguém? Realizar instinto. Porque não tens? Brinca de medo. Faz-se linda. Faz-se mais nada, Apenas sentir-se amada. por um coração. Faz-se figura. Desejada. Desejaria, também? Ou apenas brincaria, com o próprio medo? Se afirmaria, em entendimento. De que. O que mais valeria, Seria, apenas brincar. Insinuar. Com medo de perder. O que nunca teve. Amar. São para os corajosos. E seu endereço.É o coração. Não bonecas de vitrine. Se Ele não invade a alma. De nada adianta de tudo. E a completude. Continuará faltando. marcos fereS

Pelegrino Pelegrino, juntas no no alforge, muitos grãos, para sua passagem.
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Pelegrino Pelegrino, juntas no no alforge, muitos grãos, para sua passagem. Fizestes muitos pousos em montanhas. Também em ciprestes. E a beira do mar. As vezes, ficastes presos, em umbrais desconhecidos. Onde não enxergando o clarão do céu. Gritou por misericórdia. Quando sentia força. Lutava por justiça. Tentando achar a luz, para poder seguir seu vôos. Muitas vezes questionou. Se o caminho escolhido estava certo. E se a rota que traçara para a vida. Fosse aquela, que o levaria a liberdade do céu. Ao mesmo tempo. Não acreditava em céu. Apenas das forças de suas asas, e dos grãos, que juntara, durante a vida. E que fazia, ser objeto de desejo de outras aves, que plainavam pelo horizonte. Quantos enganos e acertos. Por períodos em que, por densas paredes. Impediram seus voos. Paredes de lamentações. E suplicas, uma nova chance. Para continuar seu voo. Muito embora, não entendesse, porque tornara-se prisioneiro da própria viagem. Suas penas, já não era capazes, de realizarem, o voo sonhado. E não sabia. Quando poderia, voar novamente. Estava pagando um preço, por uma injustiça, que não compreendia. Teria sido vítima. De um destino que nunca acreditara. De um processo. Que achava saber. E de sementes, que o alimentaria, por toda a passagem. Cego, pelos grandes voos. Cada vez mais alto, sonhava voar, e bolsões de ar quentes, o levaria, ao infinito eterno. Ou breve. Acreditaria na eterna viagem. Ou precipitaria por sua própria lei. Os voos sonhados. E o prazer momentâneo; de largar-se ao vento, na face enquanto aterrizava, em direção ao solo. Para depois subir em direção, ao céu infinito. Várias e várias vezes. Grande era a antítese. Que em seu caminho, se formava. Qual seria a trajetória de seu voo, quando. Libertado do umbral, em que, o manteve preso. Em noites negras de sua consciência. Que o faria mudar de rota. Em direção a verdadeira liberdade. Porque não podia ignorar a Vida. Não poderia ignorar o engano. Não poderia, ignorar o sentimento do desejo de voar. Porque; nascera para isso. Sequestrado pelo alto engano. Até quando, deixaria de sentir-se diferente. E superior a outras aves. Que avistava, batendo suas azas, com seus próprios grãos. Atravessando o mesmo no céu. Que antes, achava, pertence-lhe. Até quando, ficaria naquele umbral? Secreto Eterno. marcos fereS