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Frases de Marcia Bandeira

169 frases

Como se escapássemos do tempo e do espaço. Apenas entre nós, o som de nossos sentimentos, e o pulsar de nossos corações...
Quando criança, assim como quase todas as crianças, desejei profundamente alcançar as estrelas. E isto era tão forte e imperativo, tão mágico em mim. Em meio há tantas, apenas um pequeno brilhinho em mãos já seria o suficiente... Mais tarde, com os estudos de Física, descobrir…
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Quando criança, assim como quase todas as crianças, desejei profundamente alcançar as estrelas. E isto era tão forte e imperativo, tão mágico em mim. Em meio há tantas, apenas um pequeno brilhinho em mãos já seria o suficiente... Mais tarde, com os estudos de Física, descobrir que aquele brilho ao longe, na verdade, é de uma estrela que nem sequer existe mais... Confesso, perdeu-se um pouco do encanto. Mas... que nada! Fechei os olhos e percebi: estavam todas em mim, infindável via-láctea em meu coração!

"A aventura da Alma Gótica – Parte IX de um dueto com o Músico Petrificado": Passaram-se dias, semanas, meses Nada que valesse mais contar as horas
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"A aventura da Alma Gótica – Parte IX de um dueto com o Músico Petrificado": Passaram-se dias, semanas, meses Nada que valesse mais contar as horas Apenas esperar o nascer das estrelas, Apenas sentir o ecoar da luz de cada dia Sobre as densas camadas de névoas... No tempo do regresso nada precisou anunciar: O doce perfume das novas flores Exalavam amor aos sentimentos de Alma, Despertando-a de seus devaneios. Levantou-se e correu em direção à luz da clareira Sentindo o som se intensificar Ao compasso de seu coração. Alma, enfim, encontrou Músico! Não mais petrificado, E sim um coração a fluir encantado Pela singular beleza de Alma. Notas de saudade, vida, paixão... Selaram com um beijo, Fogo purificador de toda emoção.

"A aventura da Alma Gótica – Parte VII de um dueto com o Músico Petrificado": Destino: Apesar dele e a favor dele... O violino em flor, enfim, volta ao seu dono,
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"A aventura da Alma Gótica – Parte VII de um dueto com o Músico Petrificado": Destino: Apesar dele e a favor dele... O violino em flor, enfim, volta ao seu dono, Legítimo por direito, legítimo por saber conduzi-lo. À Alma resta a espera pelo fim do outono, O cair da última folha vermelha em brilho Ao tilintar do vento, em canção de ninar aos ouvidos. Alma saberá que o inverno Resguardará sua terra, seu abrigo. Até o momento em que o Músico Petrificado regressar, Encerrar com tão longa espera, Acordar com sua canção de primavera Todos os campos de margaridas. E assim, nascerão novas flores, Em outras bocas de penhascos Para que infindável Adorne antigos e novos amores, Resgate esperanças perdidas, Cure sinceras amizades feridas. Continue Músico Petrificado! São muitos os que aguardam Para ter uma canção preferida...

Assim como um Anjo que se tem por perto Na dúvida ou na decisão, o amparo certo. Não sei como és...
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Assim como um Anjo que se tem por perto Na dúvida ou na decisão, o amparo certo. Não sei como és... Apenas sinto e imagino ver-te. Vacilo e me engano ao tentar descrever-te. Teus traços não se delimitam espaços se rendem, a ti não limitam. Ainda e enquanto, ouso arriscar: Tal qual clarão de Luz sublime És vento, força, amor que redime. Asas que envolvem tão belo ser Acalentam a alma, aquecem e confortam Razão/emoção: conflito do viver. Mas quem foi que disse que Anjo não precisa de cuidado? Sei que não posso voar, mas por ti, Anjo amigo, Eu tento, eu tento alcançar: A flor que te faz sorrir, carinho que lhe entrego ao coração. Recorto estrelas a iluminar tua noite beijo de luz a iluminar doce canção!

Noite estrelada São teus olhos em meus olhos. Brilho no olhar: são estrelas a dançar
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Noite estrelada São teus olhos em meus olhos. Brilho no olhar: são estrelas a dançar Sob a música de cálidas brumas Sopro suave, ar quente que foge de teus lábios Entregas, sem pudor, o que sentes por mim Inebriante desassossego São teus lábios em meus lábios Bebe da fonte etérea do meu ser O que, por hora encontra-se em partes, Anseia completamente ser completo

Se me perguntares: Aonde vamos amanhã? Calarei. Ficarei muda!
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Se me perguntares: Aonde vamos amanhã? Calarei. Ficarei muda! Mas se teimar em insistir, Perante uma seca relutância, por fim, lhe responderei: Trilharemos relvas desconhecidas sob a proteção do silêncio. Encostaremo-nos a um muro do conhecimento que não se diz. Descansaremos de um pensamento que se expõe inconstante. Beberemos da fonte da certeza e nos entregaremos à sua leveza. E então, você virá?

Se todo este sentir é tão lindo, puro e terno como ainda posso recusar-me a entregar-me por completo? como sinto que estou a vagar através da penumbra?
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Se todo este sentir é tão lindo, puro e terno como ainda posso recusar-me a entregar-me por completo? como sinto que estou a vagar através da penumbra? E me presto ao imenso esforço de afogar tamanha delicadeza? Num impeto de gritar, calo-me num segundo...

Um sonho abriu-se em versos: Subindo as escadas de meu desejo encontrei você,
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Um sonho abriu-se em versos: Subindo as escadas de meu desejo encontrei você, sentada e linda, imagem divina! Vestida de poesias em traços de rendas. Em sua alma de ternura, melodia de encantos. Sonho que tanto amei e apenas encontrei em teu mais sincero sorriso. E no brilho das estrelas que brincam em seu olhar sereno, céu límpido a me guiar. De seu coração, colhi a rosa mais pura: canção feito candura Entrego-lhe precioso presente, o que de mais íntimo há em mim: Meu ser, meu viver, meu querer.

Um oceano de desejos É tua pele sobre a minha pele Afogo-me em tuas carícias.
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Um oceano de desejos É tua pele sobre a minha pele Afogo-me em tuas carícias. O encontro de dois seres Unidos por um terno, mas intenso momento. De amor, de loucura Luz de nossa sanidade O enternecer de uma festa sob a luz da lua, serenidade E se tudo acabar assim... Podereis então, reconhecer a fundo O quanto de belo e triste se ouve num mudo sussurro.

"A aventura da Alma Gótica – Parte V de um dueto com o Músico Petrificado": Claro! Não sabias que Alma pode voar? Através dos pássaros da imaginação
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"A aventura da Alma Gótica – Parte V de um dueto com o Músico Petrificado": Claro! Não sabias que Alma pode voar? Através dos pássaros da imaginação Colheu a flor da boca do penhasco Mas não plantou com as margaridas... Para flor tão especial, uma missão especial: Homenagear o músico petrificado... E para devolver-lhe a vida Plantou a flor no violino. Agora pétalas de notas musicais E ecos de notas florais Exalam do magnífico instrumento. Não fiques triste pelo nobre sacrifício da flor! Segredo: a música faz brotar jardins em almas. E a nobre rosa vive num jardim musical...