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Frases de Marcela Lobato

198 frases

Se apenas na próxima vida puder te amar, não deixarei que essas memórias se percam outra vez. Vencerei o senhor dos tolos, dos escravos, aquele que sempre se alimentou da nossa dor. Se for preciso, voltarei mil vezes só para te reencontrar, e em todas elas vou te achar e reconhec…
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Se apenas na próxima vida puder te amar, não deixarei que essas memórias se percam outra vez. Vencerei o senhor dos tolos, dos escravos, aquele que sempre se alimentou da nossa dor. Se for preciso, voltarei mil vezes só para te reencontrar, e em todas elas vou te achar e reconhecer. Quantas vezes for preciso, vou morrer, só para poder te ver mais uma vez. Só para sentir o que mesmo a maior das tragédias não pôde apagar. Só para sentir você pela última e pela próxima vez. - Marcela Lobato

Não Há Ninguém Eu sei que sou como o pó levantado na calçada de uma rua qualquer, esquecida em um beco sem saída. Sei que caminho em passos tortos, de uma espécie de rascunho mal feito e mal passado. Sei que minhas sombras me engolem nas noites em que o coração se parte. Busco…
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Não Há Ninguém Eu sei que sou como o pó levantado na calçada de uma rua qualquer, esquecida em um beco sem saída. Sei que caminho em passos tortos, de uma espécie de rascunho mal feito e mal passado. Sei que minhas sombras me engolem nas noites em que o coração se parte. Busco aquilo que talvez não haja, no labirinto estreito de memorias perdidas. Tantas perdas sentenciaram o peito pelo nó de uma corda amarrada em espinhos. Ao afundar, não tive ninguém. Quando me afogar, não haverá ninguém. - Marcela Lobato

É preciso defender e lutar arduamente pelo retorno do Estado laico, DE FATO LAICO, como, lamentavelmente, nunca foi na prática, e impedir que o Brasil chegue ao ponto em que hoje se encontram os EUA, seguido pelo "Talibã cristão". Se não tivermos cuidado, a série e os livros "O C…
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É preciso defender e lutar arduamente pelo retorno do Estado laico, DE FATO LAICO, como, lamentavelmente, nunca foi na prática, e impedir que o Brasil chegue ao ponto em que hoje se encontram os EUA, seguido pelo "Talibã cristão". Se não tivermos cuidado, a série e os livros "O Conto da Aia" deixarão de ser um medo, um gatilho, uma distopia, se tornando uma realidade perigosa no nosso país, mostrando, mais uma vez, como a mistura de Estado e religião, principalmente com a religião cristã, gera, inevitavelmente, derramamento de s4ngu3 inocente, vidas perdidas, desinformação, destruição, demonização de minorías, emburrecimento em massa da população, negacionismo científico, naturalização do abominável, além de insegurança a todas as pessoas que não se encaixem nos moldes dos que comandam. Uma teocracia cristã seria, e foi, inúmeras vezes no passado, tão covarde, brutal, desumana, perversa e violenta quanto a teocracia vivida hoje no Afeganistão. Como já diria aquela música, "é preciso estar atento e forte". - Marcela Lobato

O que é a felicidade pra mim? Antigamente, eu diria que amar e ser amada, preferencialmente trabalhando com o que ama também. O que, pra mim, já que essa é uma pergunta muito subjetiva, seria tudo o que eu queria e precisava. Hoje, eu digo que a felicidade só existe realmente em…
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O que é a felicidade pra mim? Antigamente, eu diria que amar e ser amada, preferencialmente trabalhando com o que ama também. O que, pra mim, já que essa é uma pergunta muito subjetiva, seria tudo o que eu queria e precisava. Hoje, eu digo que a felicidade só existe realmente em filmes e séries onde a justiça sempre acontece e geralmente o amor dá certo de alguma forma, por mais improvável que seja. Hoje eu não acredito em felicidade, só em momentos felizes que nunca duram o bastante e raramente acontecem. O nosso mundo é uma fábrica de dor, não de sorrisos. É inútil esperar pela felicidade. Raramente alguém consegue isso. A dor é a única certeza da vida, tanto física quanto emocional. Quando você para de esperar por algo bom, é quando para de sofrer tanto pela falta disso. Você entende o jogo. Se há felicidade, não é aqui. Talvez do outro lado, em outra vida, em outro mundo. Mas não aqui. Raros sortudos conseguem isso, mas mesmo assim, costuma acabar em algum momento. Se a gente considerar o amor como parte da felicidade de alguém, que é sempre subjetivo, a vida sempre vai dar um jeito de arrancar a pessoa de você, ou te arrancar dela se você tiver mais sorte e viver menos. Mesmo que encontre o "felizes para sempre", em algum momento vai perder ou será a perda. Claro, eu preferiria viver isso, mesmo que perdesse, do que não, mas... Pra os raros que conseguem isso de verdade, além da fachada, ou de relações de plástico, por conveniência, onde seria fácil deixar o outro pra trás, mesmo esses não costumam ter um final feliz, ainda que consigam, contra todas as probabilidades, uma vida assim. As vezes sinto falta de acreditar nisso, mas raramente eu sinto de novo como se o impossível fosse possível. Talvez, por crescer entre o fim dos anos 90 e início dos 2000, vendo comédias românticas, me tornei uma romântica e tive, desde que me entendo por gente, o amor como a razão da tudo. Hoje o amor é algo fora de moda, considerado tosco e até estranho. Essa não é mesmo a minha época. Sinto que perder isso foi como perder o sentido de tudo. Isso era a felicidade pra mim. Antes eu dizia, e realmente acreditava, que poderia morar embaixo de uma ponte e ser feliz, contanto que estivesse com quem amo. Eu sei, é estúpido. Mas essa é a verdade sobre mim. Felicidade, pra mim, é ilusão. Hoje o dinheiro é o que mais importa pra tornar a vida um pouco menos insuportável, já que ele vale mais que a vida de qualquer pessoa no sistema que vivemos. Além disso, por minhas questões de saúde, jamais poderia morar embaixo de uma ponte hoje. No fundo, ainda daria tudo pra reencontrar o que perdi e mudar de ideia, mas... Aqui é a vida real, não é? - Marcela Lobato

Venham a mim os desajustados, pois deles é o reino da autenticidade. Venham a mim os poetas, as putas, os loucos. Venham a mim aqueles que não se encaixam, aqueles que não se importam com a opinião alheia. Aqueles que são quem são, sem medo. Os profundos, os intensos, os sentimen…
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Venham a mim os desajustados, pois deles é o reino da autenticidade. Venham a mim os poetas, as putas, os loucos. Venham a mim aqueles que não se encaixam, aqueles que não se importam com a opinião alheia. Aqueles que são quem são, sem medo. Os profundos, os intensos, os sentimentais. Os góticos, os vampiros, o inadequados sociais. Neles há mais verdade do que em um milhão dos chamados de "normais" juntos. Eu não confio em alguém "normal". - Marcela Lobato