Ursula von der Leyen e a AJUDA humanitária a Portugal…
Ursula von der Leyen, obrigado;
Pela tua GRANDE dedicação;
À da nossa Europa boa união;
Pois sem ti estava cá tudo lixado!
Obrigado pela dedicação;
Pra tornares nossa Europa melhor;
Deixando nela esse Teu bom sabor;
Em tantos transformado em salvação!
Muito obrigado a Ti e a Teu bom País;
Por irdes mais uma vez ajudar;
O Meu e a tantas de nós cá pobres gentes!...
Por nesta altura estarem tão doentes;
Devido a um da SAÚDE organizar;
Por líder má em ELA, ou sem raiz!
Obrigado por Teu BOM semear;
Na nossa Europa com PURA IRMANDADE;
Vinda dessa Tua NOBRE BONDADE;
Que A teu SER, deu tão LINDO rechear!!!
Com o Carinho, que de mim e de todo o meu POVO mereces;
Se…
Por se: tão aplicar em nossa existência;
Uma força igual à em nós havida;
Sempre o tal fará parte em esta vida;
Em toda a nossa prudência, ou imprudência!
Fará pelo poder de um registar;
Havido em nossas humanas memórias;
De todas as derrotas e victorias;
Ganhas ou perdidas neste passar.
Passar em que tão temos que escolher;
Aplicar tal em tudo o que fizermos;
Tal como em tudo o que até desejarmos!...
Por ser impossível pra trás voltarmos;
É bom em nosso actuar o escolhermos;
Por só no presente dar pra inverter.
Porque de (Sesss), está o inferno cheio;
Principalmente em nosso arrepender;
É bom, pois, que escolhamos bem o meio;
Em que antes de agir, nos vamos meter.
Com a prudência havida em [por grande sorte] meus já cinquenta mais onze; digo: ai SE eu fosse (…)!
A mim mal julgares: será que deves?…
A ti primo humano que aqui caíste;
Na vil tentação de a mim mal julgar;
Pra ti transporto, pois, esse opinar;
Por tal reflectir o que em ti tão existe!
Existe em esse rico imaginar;
Que em ti tens e a ti torna um tal tão esperto;
Incapaz de veres o em ti deserto;
Que em tal conjugar tão tens em teu altar.
Por isso será bom que para ti olhes;
Muito bem antes de a mim cá julgares;
Mas que olhes, com: olhar que veja bem!...
Não vá estares recheado a molhes;
Com toda uma pobreza de pensares;
Que em mim tão vês, mas que em ti; existe a cem.
Para ti, pelo que de mim mereces;
Políticos Portugueses: os MELHORES do mundo…
Basta olharmos para amigos dos tais;
Salgados e os outros tais vigaristas;
Que impunes protegidos dão nas vistas;
Roubando a todo um POVO, mais e mais.
Começando no papagaio-mor;
Não há dúvida alguma que os mesmos são;
Em esse mundo em que há tanto mamão;
Pra mamar que no mesmo há de melhor!
Após dado o vinte e cinco de abril;
Poucos melhor que os tais se governaram;
Daí, país, ou a nós endividaram;
Em milhar de milhões: trezentos mil!!!
Por eles cada um dos nós dez milhões;
Que somos, TRINTA MIL todos devemos!
De euros, a quem os tais lhes emprestou...
Valor esse que a nós sequer chegou;
Mas com éFe a pagar nos poderemos;
Gasto pelos tais MEHORES mamões.
Erraste na rede? então apaga-o que dá tempo!
Sempre que faças cá, mau comentário;
apaga-o enquanto pra o tal haja tempo;
não faças, pois, figura de um jumento;
nem deixes que ele em nós, te torne otário!
Porque errar tem caber em todos nós;
muito mais rápido, que o que pensamos;
mas quando a em errado, fé sequer damos;
é que da esperteza, perdemos voz.
Por isso meu amigo e cá companheiro;
dando fé desse errar, não te desleixes;
mas corrige-o enquanto ainda tempo houver!
Pois quem por desmazelo o não fizer;
será apanhado que nem os peixes;
o são quando criados em viveiro.
(Obs. Ver imagem relacionada, na minha página do Facebook.)
Com prudência;
Covid-19- confinar ou MAIS testar eis a questão…
Apesar de tanto ter apelado;
Que nos transportes está o infectar;
De quem estuda ou tem de ir trabalhar;
Por político algum fui escutado!
Apesar de tanto ter apelado;
Ser preciso um TESTAR pra separar;
Em vez de a quem trabalha confinar;
Por político algum fui escutado!
Por isso políticos a vós digo;
Nunca esqueçais que temos que comer;
Daí pra tal termos que trabalhar!...
Mitigai em tais, é a este confinar;
Porque encobrirdes errar com morrer;
É algo que eu entender, já não consigo!
Apelo a todos vós, pois, novamente;
Não olvideis quem tem rendas pra pagar;
Tal como a quem já fome anda a passar;
Porque um MAU confinar, mata a mais gente.
Confinarmos em Portugal para ocultarmos erros políticos!!!
Confinar um País é pertinente;
Principalmente pra quem tem certinho;
Vencimento pago pelo povinho;
E tão dar pra esconder asneira assente!
Asneira por já não haver o Natal;
Pra disfarçar o por vós provocado;
Em tanto transportar ABARROTADO;
De quem pra COMER tão tem que usar tal!!!
Asneira em contratar por vós havido;
A quatro meses OS ANJOS da vida;
Causando nesses tais, visão sentida;
Pois de cá nunca teriam partido!
Asneira havida em suor lhes roubar;
Em milhões de horas-extras de trabalho;
Mandando a tantos com Cê pra o baralho;
Pra evitardes ter que a tais contratar!
Asneira em não pagardes justamente;
Por sequer nos garantirdes sustento;
A nós que a vós pagamos vencimento;
Mas tão vemos o agradecer ausente.
Asneira em não verdes mágoa num povo;
Que em vós confiou em tantos instantes;
Mas que agora já não tão como dantes!!!
Por não ver em vós BOM governar novo.
Asneira em teste rápido não usardes;
Em todos os em nós já sintomáticos;
Ou a chegados cá, mesmo assintomáticos;
Pra de todos má doença afastardes.
Asneira em não vos terdes prevenido;
Apetrechando e bem nosso sistema;
De SAÚDE, ou pra todos vital lema;
Desconsiderando O em outros VIVIDO.
Por isso político António Costa;
Deixa de a falhado/as tão proteger;
Pois por tais falhado/as verás MORRER;
Mais GENTE, que a em por pandemia; imposta.
Logo e connosco poderás contar;
No dia de em voto te agradecer;
Por não dar pra esquecer todo um morrer;
Que em nós tão poderias EVITAR.
Não andeis, pois, agora a culpar o povo;
Colocai é em vós, bom SABER novo;
Líderes fracos tornam fraca FORTE gente…
Mais uma vez dito, ficou provado;
Colocando Portugal em tal sítio;
Pelo de início ver tão paralítico;
Nos nossos governantes encontrado!
Encontrado em falta de um não cuidado;
Havido em quem só tinha que informar;
De saber pra a pandemia enfrentar;
A todo um povo nessa mesma achado.
Achado como ainda em toda a Terra;
Tão se encontra a da mesma gente havida;
Pena o termos pandemia gerida;
Por tais que em vírus sequer sonham guerra!
Não sonham por estarem deslocados;
Dos locais em que deviam estar;
Porque assim só servem pra nos matar;
Devido a não estarem bem colocados!!!
Não o estão por não terem preparação;
Exigida pra a doença enfrentar;
Devido a em tais faltar todo o estudar;
Havido em na saúde formação!
Por isso políticos desta Bola;
Ide jogá-la em vossa competência;
Deixando os peritos dessa ciência;
Demonstrar o que aprenderam na escola!!!
Por vossa sapiência agora estamos;
Atrás desta pandemia a correr;
Por não terdes sabido precaver;
A chaga em que agora nos encontramos!
Não andeis, pois, agora a culpar o povo;
Nem os dele BONS profissionais;
Pois que vós tais, cá sabem muito mais;
Por em tais tanto haver bom saber novo!
Que pena o nosso primeiro amiúde;
Tão tenha medo de um remodelar;
Quem tem no governo a desgovernar;
Principalmente o lugar da saúde!
Tal como o nosso papagaio-mor;
Tão vir anunciar ser o culpado;
Sem assumir tais culpas, que coitado!!!
Neste momento em nós de tanta dor.
Não andeis, pois, agora a culpar o povo;
Colocai é em vós, bom SABER novo.
Líder fraco torna fraca forte equipa!
Assim disse Camões quando citou:
“Rei fraco torna fraca forte gente”;
Por isso e com o tal fiquei contente;
Num ver que em Sócrates tão se inspirou!
Inspirou como eu tanto em tais me inspiro;
Por tão ver em esses dois grandes SERES!
Tão úteis conselhos por bons dizeres;
Daí para os tais ditos tão me viro.
Que bom é pra nós podermos ver tais;
Em tidos pergaminhos bem guardados;
Por nossos ancestrais e os cá presentes!...
Porque eles da maldade eram ausentes;
Daí ser bom seguirmos seus legados;
Filósofos, poetas e outros mais.
Estórias em tempo de pandemia…
Ia o suinicultor apressado:
Para cobrir a porca da vizinha;
Com um bom javali que em casa tinha;
Quando por um mirone foi filmado!
Calhou mal ser em plena pandemia;
Que a um tal fazer resolveu praticar;
Esquecendo isso de em casa ficar;
Porque há muito o bicho a ninguém valia.
Por isso tu que a uma porca procuras;
Aguarda por momento mais seguro;
Pra não colocares vidas em risco!...
Quer tua quer desse porquinho arisco;
Quer de outro ser qualquer mais loiro ou escuro;
Por tal evita agora essas loucuras.
Com o carinho do humor;
Obs. Para veres este poema, na sua forma natural, clica no final deste texto, em: ver imagem. Para veres a “engraçada” fonte [sic notícias] notícia que este poema fundamenta, vai à minha cronologia ou página de poesia do Facebook. Bom proveito!!!
Estórias em plena pandemia covid-19…
Afinal sempre há vida para além da morte!
Inda dizem que a morte é o fim;
Mas não é o que aqui noticiado;
Nos relata desse pobre coitado;
Que se calhar também pensava assim!
Quem sabe se foi por assim pensar;
Que com sua mulher se distraiu;
Quem sabe até se a essa mesma traiu?
Levando-a a desta vida o dispensar!
Vamos, pois, cuidar bem de todo o agir;
Que neste viver nos cabe escolher;
Não vá algo connosco assim se dar!...
Pois quem neste morrer não acreditar;
Seja em nós, pois, cá homem ou mulher;
Pode um dia a tal não poder fugir.
Com tristeza no humor;
À ministra da doença do meu País que é Portugal…
Num a tais tão roubares o ordenado;
Estás, pois, a obrigá-los a emigrar;
Mesmo sabendo que a nós vão faltar;
Por teres teu tratar assegurado!
Roubares a médicos e enfermeiros;
Com os teus vergonhosos contratares;
A quatro meses para os dispensares;
Condenaste-os a emigrares certeiros.
´
Que pouca sorte Portugal tão teve;
Quando o Costa te escolheu pra ministra;
Sem qualquer competência pra a saúde!
Porque este emigrar a ti tão se deve;
Por tão se estar a dar na fraca pista;
Que para nós desagua em ataúde.
Covid-19...Vacinar… prioridade...
Não tendo quem trabalhe, a primazia;
Por ter que o transporte público usar;
Sem condições em tal, pra se afastar;
É certo o vírus fazer neles, via!
É errado os jovens, não vacinar;
Por não poderem ficar isolados;
Nem desse tal transportar afastados;
Daí, todos se irem, pois, infectar.
Por isso burocratas pensai bem;
Se quem deva ter tal prioridade;
Não serão esses de nós, cá também gente?...
Porque a esses sim, vacinar é urgente!
Pra que em tais a esperada imunidade;
Impeça esse infectar que deles vem.
Com ponderação, pois se o vacinar não se der em tempo útil da imunidade de grupo ser transferida pela vacina, em nós iremos ter vírus pra muitos anos.
Vacinar sem qualquer respeito pelos grupos de risco…
Vacinar velho em casa não interessa;
Porque ao estado o tal dá prejuízo;
Logo o que lhe dá lucro ser preciso;
Tratar antes que ele desapareça!
Por isso corre o político a lares;
Do sistema e vacina a imunizados;
Por como eu já terem sido infectados;
Esquecendo os havidos noutros ares.
Daí eu que por cá meus já não tenho;
Apelo a que vacinem pela idade;
Decrescente a TODOS os cidadãos!...
Porque este abandonar primos e irmãos;
Pela ganância havida em tal verdade;
Não é digno na raça de a quem venho.
Hernâni Carvalho a voz do Povo injustiçado…
Parabéns Hernâni pela coragem;
Que demonstras em para a nós valer;
Nos teus programas que dão gosto ver;
Tão expões neste País do mal: a aragem!
Aragem reflectida num doer;
Por todos, sem qualquer medo em ti tido;
De desmascarares todo o bandido;
Pra quem a justiça não tenha um ver.
Que pena na política não estejas;
Porque em ti sim, com gosto ia votar;
Por gostar de em ti ver BOM defensor!...
Por gostar de em ti ver BOM professor;
Que aqueles parvos, iria ensinar;
A fazerem JUSTIÇA que desejas.
Para ti Hernâni Carvalho, com o carinho que de mim/povo mereces;
Existência de Um Criador!... quem tem o “dever” de tal provar?... serão as religiões/ ou @s religios@s, ou seremos tod@s nós?
Por ser FUNDAMENTAL, pra todos nós;
Em todos mesmos existe o dever;
De Desse Criador, provar A Voz;
De Desse Criador, provar SEU Ser!
Vamos então todos juntos, tentar;
Provar SUA existência, investigando;
Pra na de nós ciência, O tão gravar;
Como nos Profetas, Tal Ficou, quando!
Pois temos que pelo menos tentar;
Amenizar os tantos sofrimentos;
Por nós causados a TAIS, numa cruz!...
Por isso, vamos todos pesquisar;
Pedindo A Tais pra nos Darem alentos;
Pra em nós, Fazerem Nascer; DE AMBOS Luz.
Com esperança, [por inabalável Fé em JESUS, logo também, Em Seu PAI] por também saber, que a simples fé; nada prova (…), caso tal não fique provado/plasmado na ciência;
A Covid-19 e um novo Confinamento sem qualquer rendimento assegurado…
De nada adiantará confinar;
Sem a todos garantir o sustento;
Por não dar pra viver sem alimento;
Logo a da cura o tal nos ir matar!
No último confinamento havido;
Em março quando estava a começar;
Este vírus a em todos nós entrar;
Deram-me trinta euros, por mês perdido.
Em nós decretarem confinamento;
Sem qualquer rendimento assegurado;
A quem sustentar tenha no trabalho!...
É mandarem-nos com Cê pra o ramalho!!!
Porque escondermo-nos deste espalhado;
Não nos garante um qualquer alimento.
Meu sentir após a infecção por covid…
Após tal três meses por mim passaram;
Mas a tosse seca ainda em mim ficou;
Mas graças a tal, meus pulmões limpou!!!
De muitos dos lixos que em mim entraram.
Importou foi passar-me: o faltar de ar;
Tal como os distúrbios intestinais;
Ao fim de passado um mês ou mais;
Embora ainda a mim fuja o paladar!
Tem-me também fugido o bom olfacto;
O que me leva a vestígios sentir;
Mesmo passado o tempo que passou!...
Daí saber que dela em mim ficou;
Gravado este vírus nesse fluir;
Que por muita sorte venci de facto.
Porque no prazo de nove meses [apesar de “muito” cuidado] já
fui infectado duas vezes, tal como já em anos anteriores venci duas pneumonias sem internamento hospitalar (embora bem medicado e muito bem cuidado) digo: nada de pânico, pois, ele veio para em nós ficar; mas só nos matará se com uma possível febre nos desleixarmos. Logo, se a tal (febre) em ti sentires e após toma de antipirético (paracetamol) verificares que a mesma não baixou, contacta os serviços de saúde e/ou dirige-te imediatamente para o hospital, pois a mesma (neste caso de infecção pela covid) quando aliada a falta de ar poderá significar que em pneumonia para a ti matar, se encontra a transformar.
Coitadinhos!!! mas serão ou não?!
Assim nasceram tais pobres coitados;
Daí, pois, devermos bem reflectir;
Se dos mesmos nos deveremos rir;
Ou chorar por feito nos desgraçados!
Chorar, por em tais haver tal defeito;
Que os obriga a parecerem cagões;
Ou sorrir por tais serem tão morcões;
Que nem dão fé do provocado efeito.
Cuidai-vos jovenzinhos com tal moda;
Pra em NÓS pobres coitados evitardes;
Dado o havido em todos ser tão nosso UM!...
Feito por nossos pais e mais nenhum!!!
Pra mal vistos, tais vossos não deixardes;
No em vós vermos com éFe: a pobre poda.
Com o carinho do humor; (ver imagem relacionada na minha página de poesia do Facebook)
Vacinas estragar…
Não consigo entender a um vacinar;
Entre nós quem já esteve infectado;
Devido a tal estar imunizado!
Não consigo entender esse estragar.
Não consigo entender um tão falhar;
Por parte de quem as tais administra;
Por ordens da competente ministra;
Que temos à saúde a administrar!
Porque andarmos por cá a estragar tais;
Por erro político é um feito;
Que muito caro a nós irá ficar!...
Por tanto vacinar inda faltar;
Logo ser grande a falta de respeito;
Havida em esses pobres animais.
Com uma profunda pena dos tais;
Porque dizem que quem muito fala ou escreve, pouco acerta; eu digo: será?!
Quem muito fala ou escreve, pouco acerta;
Foi por alguém, mau provérbio inventado;
Por tão aconselhar a um estar calado;
A quem quer contar tanta coisa certa!
Não foi pra usarmos boca e não falar;
Que a boa escrita ou a fala foi inventada;
Pois se assim fosse em nós havia nada;
Cá registado pra de em tais contar.
Que tanta vez: o só calar diz tanto;
É certeza que todos em nós temos;
Daí ser tal calar pra nós tão útil!...
Mas só no bom contar está o encanto;
Que nos permite dar o que valemos;
Por valor não espalhado em tais; ser fútil.
Sem qualquer receio de: calar ou escrever/falar/recitar;
Vírus, bactérias, células cancerígenas, armamento, etc…
Como o antibiótico pra a bactéria;
Para um vírus está o antiviral;
Ou o anticorpo em vacina ou o natural;
Pra o combatermos, pois, é coisa séria!
Que pena ainda o homem cá tanto investir;
Em corridas ao espaço e armamento;
Pra após, pra lá fugir desse seu invento!
Não o faça, pra a doença destruir.
Pois todos os tais noniliões* perdidos;
Em porcarias pra nos destruírem;
E pra depois delas tentar fugir…
Davam pra termos vírus combatidos;
Tal como o cancro e outras já não existirem;
E a pobreza e a fome, jamais fluir.
Fim do ano 2020…
E assim trezentos e sessenta e cinco;
Dias, mais na nossa Terra vivemos;
Que sorte em tal viver nos tais tivemos;
Graças a tão no em nosso corpo afinco!
Pois para a um dia a mais sobrevivermos;
Muito milagre da vida se dá;
Pra vivos podermos andar por cá;
Por nele em nós tanto morrer vencermos.
Por isso importa a todos valor darmos;
a este tão curto viver pra morrer;
Em que por termos nascido tão estamos!...
Pesando bem o que a fazer andamos;
Não vá perdermos quem sabe um Viver;
Por neste em que andamos, mortos ficarmos.
Com prudência;
Bactérias… vírus… fungos… outros/as… Epidemias… Pandemias… vida… morte…
Não fora havida esta em nós pandemia;
A este curto viver, valor mal dávamos;
Devido ao tão iludidos que andávamos;
Com ganância havida na economia!
Andávamos tão cegos com a tal;
Que da morte quase nos esquecemos;
Daí tão mal fizemos e fazemos;
A tanto SER vegetal e animal.
Vamos, pois, cuidar é da natureza;
Tal como da boa saúde ou vida;
Que temos que ir deixar por ser pequena!...
Jamais esquecendo o quanto é pena;
Deixarmos uma única perdida;
Por tanta avareza pra haver riqueza*.
*que ao contrário da VIDA, pertencendo-nos não nos pertence.