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Frases de Manuel Santos

1.093 frases

⁠A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!…III Quem um comprometido, roube a alguém; Sabendo que algo após vai DESTRUIR;
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⁠A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!…III Quem um comprometido, roube a alguém; Sabendo que algo após vai DESTRUIR; Sem o mínimo escrúpulo, sentir; Não merece um querer, cá de ninguém! Sejas tu, mulher ou homem, tem cuidado; Com esses parasitas, que há em nós; Pois nesta vida a todos deixam sós; Após querido, terem apanhado. Pois FAMÍLIA, pra tais, sequer existe; Nem a mínima consideração; Por até seus FILHOS, abandonarem!... Num por minutos de prazer, trocarem; Tal como um dia a ti tais trocarão; Dada a maldade, que em eles; persiste.

⁠Cantares do nosso Portugal… São lindos os cantos do Norte, e Minho; Mas mais bonitos são os tais, do Alentejo;
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⁠Cantares do nosso Portugal… São lindos os cantos do Norte, e Minho; Mas mais bonitos são os tais, do Alentejo; Daí sem lá ter ido, me revejo; Em tais, sempre que escuto um passarinho! Adoro ouvir dobrar das vozes tais; Unido da mais alta, à mais baixa; Dado o Lindo soar, que em tais encaixa; Satisfazer meus sentidos, e mais! Por a música universal, tão ser; Linguagem, que todos nós entendemos; É, pois, gostoso o Alentejo escutar!... Nas vozes, desses que o sabem cantar; Para dele gostarmos, sem tal vermos; Bastando: o escutarmos, em tal conter. Em homenagem a esses cantares e a um Grande Poeta e Amigo Alentejano ainda vivo e jovem [António Raposo];

⁠A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!… Acredito, pois, meu primo e meu IRMÃO; Que sabes bem que não temos melhor;
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⁠A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!… Acredito, pois, meu primo e meu IRMÃO; Que sabes bem que não temos melhor; Que o havido num da FAMÍLIA sabor; Neste viver pra nós com pouco chão! Acredito saberes que o PRAZER; Será toda a vida uma tentação; Que também trará tanta perdição; Por a toda A FAMÍLIA, desfazer! Por isso pesa bem todo o tratar; Que à TAL dás, por um só mau fazer; Poder destruir a TAL que em ti tens!... Ou seja, os TAIS de ti, ÚNICOS bens! Por não dar, pra voltar a refazer; A havida que a ti tinha em SEU lugar. Por só termos por cá, pois, curta vida; Vamos tentar, cá a UMA construir; Jamais deixando a TAL, cá destruir; Pois nada há de melhor, que O na TAL tida.

⁠Mais Residências Universitárias: PROMESSA eleitoral… Não deixes dormir os nossos meninos; Estudantes das mesmas deslocados;
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⁠Mais Residências Universitárias: PROMESSA eleitoral… Não deixes dormir os nossos meninos; Estudantes das mesmas deslocados; Em tendas que nem uns pobres coitados; Pois tais, não merecem: esses destinos! Não deixeis, pois, tais na rua a dormirem; Só por em nós, serem filhos do POVO; Quem sabe, até pra vós com votar novo; Por verbas para hotéis, não conseguirem. Atenta amigo Costa e Marcelinho; O acomodar desses da Pátria nossa; Tão FILHOS como todos nós tão somos!... Pois somos nós que pra vós: MAMAR pomos; Quando votamos nessa espécie vossa; Onde encontrais um dormir tão quentinho. Com preocupação;

⁠Para Ti que por cá andas pela Rede/Net… Andarmos a navegar pela rede; Quer seja a pesquisar, ou a apreciar;
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⁠Para Ti que por cá andas pela Rede/Net… Andarmos a navegar pela rede; Quer seja a pesquisar, ou a apreciar; Este lindo UNIVERSO, virtual; Nada mais é que um matarmos a sede; De um tanto que em redor anda a passar; Aprender e ensinar, por tão real! Que bonita é tal realidade; Quando em nós vista, com olhar pra ver; Sem em nós havida má intenção! Mas tão somente com a em nós vontade; De ver, aprender e de agradecer; Este tanto a nós dado, por tão bom. Vamos, pois, unir-nos e apreciar; Este tal dar pra todos disponível; À distância de um simples por nós ver! Por pouco de melhor a gente ter; Para além deste em nós, UNIR incrível; Que na rede podemos encontrar. Vamos também pôr máscaras de lado; Que pra nos proteger, temos que usar; No dia a dia desta em nós havida! Vida, com tanta falsidade tida; Nesse de alguém tentamos abusar; Por sem a tal, tal termos apanhado. Por isso e muito mais, pois, desfrutemos; De toda a tanta oferta, aqui tão dada; Em tanto o partilhar, aparecido! Aproveitando o tempo aqui vivido; Pra pormos toda a gente consolada; Como o consolar que pra nós queremos. Com Carinho;

⁠À tvi e ao esquecido cid… GENTES do NORTE… Certo dia, um cantor, que em mim gostava; Assim falou, tão mal, das nossas gentes;
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⁠À tvi e ao esquecido cid… GENTES do NORTE… Certo dia, um cantor, que em mim gostava; Assim falou, tão mal, das nossas gentes; Alegando, nem pra o mar termos dentes; Por tanta pobreza, que em nós achava! Porque errar é humano, desculpei-o; Mas do tal, cá jamais me irei esquecer; Por nele haver: tal pobreza de ser; Em si tão tida, em seu achar; por tão feio! Quanto a vós, jornalistas e não só; Por ser do NORTE, a vós vou desculpar; Pelo tal desculpar, por vós pedido!... Dedicando-vos um de mim tal dó! Por ver em tais, sem querer, magoar; Dizer, que jamais será ESQUECIDO. Com mágoa;

⁠Não negues a maminha a teu bebé! A ti que MÃE em nós agora já és; Não queiras ver teu bebezinho ougado;
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⁠Não negues a maminha a teu bebé! A ti que MÃE em nós agora já és; Não queiras ver teu bebezinho ougado; Por a maminha lhe teres tirado; Mas procura tê-la, sempre a seus pés! Porque: é muito triste ver chorar; Alguém por nós cá trazido a este mundo; Por lhe andarmos a dar leite oriundo; Da china, ou de qualquer outro lugar. Por nada haver melhor, que umas maminhas; Pra quem em pequenino tiver fome; Como a tão vista em este pequenino!... Que seja em tal, que se torça o pepino; Pois tão delas gostar, sem saber nome; Bem tem um merecer, dessas gordinhas. Com pena, por já não ser pequenino;

⁠Filhos do homem: assim mesmo A Si, Tratou Jesus… Assim Se Tratou a Ele e a todos nós, tais; Por filhos nascidos na natureza;
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⁠Filhos do homem: assim mesmo A Si, Tratou Jesus… Assim Se Tratou a Ele e a todos nós, tais; Por filhos nascidos na natureza; Ou seja, em esta da Terra beleza; Havida em vida tida: em nossos pais! Logo, se pais cá temos, tais tiveram; Também como nós, da mesma nascidos; Tais pais desde a origem, aparecidos; Pra viverem na tida em que viveram. Por isso e porque todos cá morreram; Jamais penseis que alguém a vós dará; Mais vida na que é pra cá morrer!... Pois tudo, o que em esta Terra nascer; Em esta mesma dita morrerá; Excepto as VIDAS que cá não nasceram. Acrescento, pois, que: - Se Deus interferisse em nossos corpos, jamais haveria em nós deficientes profundos e outros, jamais deixaria morrer em nós criancinhas, jamais permitiria a guerra, a fome, a miséria ou pobreza extrema, etc… Por tudo isso e muito mais, cuidem-se, AMEM-SE, e vivam a curta vida que a todos SÓ cá resta; mas não desperdicem (...)

⁠ O engraçado CANTAR de um asinino… Sem cá ter frequentado aulas de canto;
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⁠ O engraçado CANTAR de um asinino… Sem cá ter frequentado aulas de canto; Conseguiu tal aprender a cantar! Mas com tão fino e engraçado vibrar; Que acabou por conquistar o meu encanto. Apreciem, pois, tal cantar do bicho; Por certamente, a vós tão ir alegrar; Como a mim tão alegrou em esse zurrar; Que a todos, tão dedicou; com capricho! Que sorte, pois, com tal brindar tivemos; Por vindo de um de nós, primo afastado; Havido em esta de nós, natureza!... Com tal voz, pra em tal tirar: a tristeza; A quem em nós, andar descompensado; Do alegre, nesta vida em que vivemos. Com satisfação por tal proporcionar; Ver vídeo no Facebook /minha cronologia/meu blogue/página de poesia

⁠Acreditarmos numa outra VIDA após a morte desta em nós tida… "Nisi credideritis, non permanebetis!" Isaías- 765-681 a. C.
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⁠Acreditarmos numa outra VIDA após a morte desta em nós tida… "Nisi credideritis, non permanebetis!" Isaías- 765-681 a. C. Em isto não acreditar Será não permanecer; Quando esta vida acabar!... Será viver; pra morrer. Por em tanta mentira acreditarmos; Nesta breve passagem pela vida; Que pena, ao olharmos pra uma outra havida; Sequer acreditar, NELA; pensarmos! Que pena, nesta era em que na ciência; Em que todos firmamos, bom saber; Por bem provado em nosso conhecer; Nos tão falte da TAL, ainda a evidência! Vamos, pois, lá tentar acrescentar; Evidências a nós apresentadas; Por quem, sem ter mentido; outra viveu!... Mas nem sequer a nós, falou em ver Céu! Nem sequer de um lugar, pra Almas penadas; Mas trouxe, outro VIVER; pra a nós contar. Pós tanto MORTO, em nós, já regressado; São horas, de deles factos, apurarmos! Pra na de nós, ciência, acrescentarmos; O vivido, por tais; nesse passado. Com Carinho;

⁠Usa bem a BAZUCA Amigo Costa… Tem cuidado com esses aldrabões; Que tão tens a dormir, nessa assembleia;
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⁠Usa bem a BAZUCA Amigo Costa… Tem cuidado com esses aldrabões; Que tão tens a dormir, nessa assembleia; Pois como lobos, tais são em alcateia; A comerem: os do POVO; tostões! Aprecia os tais, em bancos, passado; Tal como o agora com o novo banco; Pois verás como o POVO ficou em branco; Pós com tanto mamar, alimentado. Oxalá alimentes nossa gente; Com esses tais milhões que vêm da Europa; Pois caso, tal bem faças, ficarás!... Na história, como alguém, que o POVO sente; E não como um mamão, em essa má tropa; Que tão SUGOU a GENTE, em tal VISTO; atrás. Com esperança em ti;

⁠O porquê da poesia… Por ter sido inventada pra gravar; Na nossa mente, uma ou, qualquer mensagem;
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⁠O porquê da poesia… Por ter sido inventada pra gravar; Na nossa mente, uma ou, qualquer mensagem; Com tão pouco citar, em dela aragem; É a mais eficaz, forma de dar! Eficaz, por na mente penetrar; Como penetra o sol na natureza; Com a luz, que a todos, tanto embeleza; De dia e com a havida no luar. Ainda bem, que a esta em nós dita, inventamos; Pra nos vir alertar e tão alegrar; Neste inverno, por tão efémera vida!... Porque ao: em seu sentir, todos levamos; O havido, que em ela, tem pra contar; Mais o tão dito, a OUTRA CUJA a em nós Tida. Com um especial prazer;

⁠Centros de saúde Portugueses com falta de material básico… Fica atento, pois, às notícias, Costa; Principalmente, com as da saúde;
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⁠Centros de saúde Portugueses com falta de material básico… Fica atento, pois, às notícias, Costa; Principalmente, com as da saúde; Olhando pra elas, mais amiúde; Porque desse olhar, a gente; não gosta! Atenta melhor teus supervisores; Que nessa área, pra nós colocas-te; Para que a tua imagem, não se gaste; Devido a eles serem, uns estupores. Pois não é admissível que haja falta; Por lá do mais básico equipamento; Tal como, de o obrigares a comprar!... Por quem por lá se encontra, a trabalhar; E a auferir, vergonhoso vencimento; Muito inferior a esse; da em vós; malta. Com pesar, mas também esperança;

⁠Filhos visitam pais em lares, mas para quê?! Por nada mais ser que: um para inglês, ver; Assim é o propósito dos tais;
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⁠Filhos visitam pais em lares, mas para quê?! Por nada mais ser que: um para inglês, ver; Assim é o propósito dos tais; Que tratam seus pais que nem animais; Mas bom figurão, após, querem fazer! Querem armar-se em bons tais desgraçados; Que até pra cemitérios, vão chorar; Após dos pobres VELHOS sepultar; Esquecendo que em tais, serão caçados. Que pena haver em nós: “gente” sem graça; Por condenar à morte a quem lhes deu; Tudo o quanto têm, mas nada em tais terem!... Por esse condenar, não merecerem; Por esse condenar, de quem nasceu!!! Por esse condenar, que a PAIS; desgraça. Filho/o és, (…); e ainda bem!!!!!!!!!!! por favor, vai pelo menos nesta fase de pandemia, buscar tais “POBRES” para a tua beira; porque pelo menos adiarás certamente a ida deles para a terra fria ou quente lume se forem cremados.

⁠De um poeta, para Ti que adoras sentir poesia… A ti, que adoras sentir poesia; Prometo de mim, nela tudo dar;
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⁠De um poeta, para Ti que adoras sentir poesia… A ti, que adoras sentir poesia; Prometo de mim, nela tudo dar; Nesta havida maneira de a rimar; Em ti, pôr toda a de um mar, maresia! Maresia tão tida em seu citar; Que em ambos permite esta sincronia; De em ela entrarmos numa sintonia; De Almas, bastando haver; por nós tentar. Vamos, pois, nossas mentes libertar; Em ela, para ambos um bocadinho; No seu bonito dizer, navegarmos!... Para em ela, As Almas tanto entregarmos; No seu a ambos dizer, por com tal carinho; Que a ambos, pós, muito irá contentar. Com Carinho;

⁠Prometo AMAR-te e HONRAR-te até que a DISSOLUÇÃO deste [ordenado pelo Papa Chico] novo casamento, ou o divórcio; nos separe! Altera Papa Chico, este erro havido; Em teu desobedecer a JESUS;
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⁠Prometo AMAR-te e HONRAR-te até que a DISSOLUÇÃO deste [ordenado pelo Papa Chico] novo casamento, ou o divórcio; nos separe! Altera Papa Chico, este erro havido; Em teu desobedecer a JESUS; Que por nós foi pregado em uma cruz; Por tantos, em tais termos cometido! Altera também o do celibato; Deixando, pois, cá teus Padres casarem; Para ocultos, tais a AMAR cá não andarem; Porque não há em nós viver mais ingrato. Amar, não é pecado Papa Chico; Mas separar a Almas que Deus uniu! Por permissões humanas como as tuas… Daí, muito triste contigo fico; Mas com Fé, que vejas o que ELE viu; No tão bonito AMAR, cá de ALMAS SUAS. Com esperança que alteres o erro cometido com o teu inverter do: “até que a morte do nosso corpo AS separe”, tal como, com o do celibato, cuja única intenção é nada mais que para: uma não tendo herdeiros legítimos [porque não se puderam casar], terem que deixar todos os bens adquiridos pelo suor do seu bonito por humilde trabalhar, para a instituição que bem sabes, tal como também tu deixarás os teus (…).

⁠PAI ou MÃE abandonados pelos/as filhos/as em lares em plena PANDEMIA 2020 Já viste o que é não andares a ver; Se os corpos dos teus internados PAIS;
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⁠PAI ou MÃE abandonados pelos/as filhos/as em lares em plena PANDEMIA 2020 Já viste o que é não andares a ver; Se os corpos dos teus internados PAIS; Andam tão limpos, como o teu por tais; Andou, logo a partir do teu nascer! Já viste, que se hoje ainda por cá andas; Foi por não teres sido abandonado; Por esses quer um quer o outro coitado; Que agora abandonaste em essas bandas. Por isso vai depressa, filho/a fraco/a; Quanto mais rápido possas correr; Buscar O em pandemia abandonado/a!... Porque se ELE/A lá for por ti deixado/a; Certamente por tal, IRÁ MORRER; E nem vestido vai, mas sim num SACO/a. Por FAVOR não abandones ESSAS “pobres” criaturas, que te fizeram, criaram e nunca abandonaram, mas se tal resolveres mesmo assim fazer, guarda BEM para ti a roupa e os sapatos que ELES nem sequer poderão levar; e não te esqueças ir chorar para o funeral (caso tal ida te seja permitida), tal como de que se agora “filho/a” és, “pai” ou “mãe”[mas para teu bem, oxalá que não] serás, (…).

⁠Crer ou não crer em tais dizeres… Pós tantos, por nós tais contares ditos; Por quem já se encontrou, de um outro lado;
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⁠Crer ou não crer em tais dizeres… Pós tantos, por nós tais contares ditos; Por quem já se encontrou, de um outro lado; Mas foi por médicos recuperado; Mesmo sem ter participado em ritos. Mas também dos ditos, da boa gente; Que felizmente em nós cá, ainda tão há; Como da que de nós, já cá não está; Mas que em nosso sentir, a gente sente… Tão sente, no sentir em nós deixado; E bem guardado nas nossas memórias; Por nos ter contado, lindas estórias; Vividas, num de nós; viver passado. Pois é meu cá tão primo e tanto IRMÃO; Assim se passa cá, nosso viver; Nesta nossa tão LINDA natureza! Onde iremos, quer queiramos, quer não; Dado a em ela nascermos, cá morrer; Excepto: O não Nascido; em tal riqueza. Com prudência;

⁠Lares e os de nós VELHINHOS… Mui fraco é o/a filho/a, que abandona; Em lar, com pandemia, a TÃO matar;
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⁠Lares e os de nós VELHINHOS… Mui fraco é o/a filho/a, que abandona; Em lar, com pandemia, a TÃO matar; Seus pobres PAIS, sem com tais se importar; Que a morte os venha apanhar, na mamona! Mamona preparada pra “limpar”; Deste viver, A nossa antecedência; Quando encontra em MAUS filhos, a indecência; Precisa para a os TAIS, ABANDONAR… Que pena em nós haver, desses tais, tantos; Que afirmam para os PAIS, vagar não terem; Devido: a vida ocupada que têm!... Que pena haver em nós, os que assim veem; Que pena esses morcões, por tão mal verem; A abandonarem TAIS, por esses cantos. OBS: Tive a minha Santa MÃE, acamada [por motivo de cancro] dois anos, tive dezenas de ofertas para acolhimento DELA em casas de cuidados paliativos, tive uma BOA Esposa que se disponibilizou para olharmos por ELA sem A tirarmos da sua humilde, mas sempre LIMPA como ELA, o sempre ESTEVE, caminha! tive a minha FILHINHA e o meu FILHINHO sempre a assistirem a tal tratar, tive a sorte de ter tido uma MÃE com “M” CRANDE, e até por tal motivo uma ESPOSA com o sabor que a mesma tinha, tive que durante esse dois anos lhe meter de comer na boquinha; tive MUITA PENA de a ver partir… Com uma do género, por esses filhos que abandonam os PAIS, digo mais uma vez o que todos tão bem sabem: filho/a és, PAI/MÃE serás; como (…)!!!

⁠Hei-de tentá-lo até que a voz me doa… Até que a voz me doa, hei-de tentar; Lutar neste viver por quem não tem;
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⁠Hei-de tentá-lo até que a voz me doa… Até que a voz me doa, hei-de tentar; Lutar neste viver por quem não tem; Voz para cá ser ouvido, por outrem; Até que a tal mui doa, hei-de a mim dar! Porque: sempre isso fiz, em meu viver; Até morrer, hei-de continuar; A fazer ver, quem tais anda a abafar; Mesmo que a tal me fique a mui doer! Doer, por ser bater em cão graúdo; Que pequenino, pôr-me, irá tentar; Mas mais pequeno, que eu cá sou; não pode!!!!!! Daí com pena, e com éFe se pode; Quem tentar inverter, este gritar; Seja ele, mais graúdo; ou mais miúdo. Com o prazer da Poesia;

⁠O primeiro a nascer ter sido o ovo ou a galinha… Por todos crias sermos, desta bola; A que veio primeiro, pouco importa;
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⁠O primeiro a nascer ter sido o ovo ou a galinha… Por todos crias sermos, desta bola; A que veio primeiro, pouco importa; Importa em tal, não sermos gente torta; Importa em nós bem vermos: boa escola! Importa em ela muito: investigarmos; Como até já, o tanto havemos feito; Pra abolirmos de nós todo o defeito; Que tão nos impede de nos ligarmos. Importa, como bons primos nos darmos; Por filhos, da nossa mãe natureza; Onde todas as crias, tal pariu!... Tal como em bons IRMÃOS, a nós tornarmos; Por DADA a nós A INVISÍVEL, Riqueza; Que a gente sente, mas cá jamais viu. Com uma sempre prudente e agradecida Alegria;

⁠Por favor não os deixes lá morrer… Se tens teus “pobres”: PAI ou MÃE, em qualquer lar; Corre, mas depressa e vai lá buscá-lo/a;
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⁠Por favor não os deixes lá morrer… Se tens teus “pobres”: PAI ou MÃE, em qualquer lar; Corre, mas depressa e vai lá buscá-lo/a; Porque o deixá-lo/a lá, será matá-lo/a; Por favor, não O/A deixes em tal ficar! Acredita, pois, meu primo ou meu irmão; Que a ti, jamais tais abandonariam; Tal como, a morrer lá, te deixariam; Se vissem que ias partir que nem cão. Partir que nem cãozinho abandonado; Por ter sido, por seus, pra aí deixado; À má morte, que a tanta vida apanha! Quando por tais, tanto fez, tal coitado; Sempre que ladrou, pra a tais, ter guardado; E agora, de vós; abandonar ganha. Filho/a és, (…).

⁠Enquanto esta coisa [o meu cérebro] em mim, se ligar... Enquanto esta coisa em mim, se ligar; Em poesia, a vós mui contarei;
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⁠Enquanto esta coisa [o meu cérebro] em mim, se ligar... Enquanto esta coisa em mim, se ligar; Em poesia, a vós mui contarei; Do que em este viver, por cá achei; Pra consolar-me a em verso, a vós tal dar! Por isso em dela forma, a mim darei; Todo o saber que nela em mim gravei; Enquanto esta coisa em mim, se ligar. Enquanto esta coisa em mim, se ligar; Por tanto adorar a em nós, poesia; Dar-vos-ei, todo o bom, que em mim havia; Escondido, com mais o que irei achar! Para em tal, vos poder anunciar; Em mil poemas, para começar! Enquanto esta coisa em mim, se ligar. Enquanto esta coisa em mim, se ligar; Vou tentar o injusto, pouco ofender; Por injustiça em nós, não poder ver; Mas nele tanta haver, pra semear! Por tal com ela em ele irei bater; Pra o bem, tentar fazer, em tal nascer; Enquanto esta coisa em mim, se ligar. Enquanto esta coisa em mim, se ligar; Por em mim, um assobiar, pra o lado; Num ver em nós, a alguém, ser maltratado; Não dar pra esta a mim mesma, desligar! Irei usá-la, como a tão tenho usado; Por isso foge de mim desgraçado! Enquanto esta coisa em mim, se ligar. Enquanto esta coisa em mim, se ligar; A ti que andas BEM a em nós semear; Por tanto em mim gostar de o apreciar; Só me resta um, a em tal, de ti gravar! Para a todos em nós, TE poder dar; E em poesia, a todos, TE amostrar; Enquanto esta coisa em mim, se ligar. Com Carinho;

Filósofos… Mulheres… Amor… Não consigo entender um tal pensar; Havido em tantos MESTRES do falar;
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Filósofos… Mulheres… Amor… Não consigo entender um tal pensar; Havido em tantos MESTRES do falar; Quando os tais se referem: à mulher! Por nelas, tanta riqueza encontrar; Havida desde o a todos, nós gerar; Até a um de cá todos, nós nascer. Não consigo entender, um tal pensar; Por nelas, toda a nossa essência estar; Tão tida em nossas fases desta vida! Por sem o existir delas, neste andar; Sequer podermos cá neste habitar; Ter esta em nós havida: vida tida. Não consigo entender, um tal pensar; Por em: humanos, tanto inteligentes; Que em nós, tanto apuraram o julgar! Que a nós, tão ensinou a raciocinar; Daí como entender, ver em tais mentes; Parecer haver delas, não gostar? É isso que a mim faz, deles chorar; É isso que ultrapassa, meu entender! É isso que até me faz: pena ver! Em quem tanto me ensinou, ao bem, ver; Mas por não ver, na mulher, bem-querer; Não consigo entender, deles; pensar! Manuel Santos “Deve-se temer mais o amor de uma mulher do que o ódio de um homem.” Sócrates “Amor: uma perigosa doença mental.” Platão “Mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor!” Camões “A sabedoria das mulheres não é raciocinar, é sentir.” Immanuel Kant “Para a mulher, o homem é um meio: o objetivo é sempre o filho.” Friedrich Nietzsche “As melhores mentes podem ter as maiores virtudes ou os maiores vícios.” René Descartes