Estórias- XI… voar
Termos um bom pra nós, guarda na casa;
Quando começarmos a mal andar;
Por o mesmo até nos fazer voar;
É bom, por esse mesmo a nós dar asa!
Pois mesmo que se assuste, o nosso guarda;
Mesmo a fugir, também nos levará;
Logo um voar pra nós, nele haverá;
Só pecando, por sujar-nos a farda!
Mas que esse, da tal sujar, lá se lixe;
Desde que o bicho, nos salve do mal;
Quando pra fugir, não der para andar!...
Importa, é que o tal, pra nos salvar;
Nos faça sentir que nem um pardal;
Quando em: seu passear, tão lindo e fixe.
Com a segurança de quem se sente bem servido, dado que certo dia tive que correr, para parar a minha bichinha que arrastava: quer a minha dona, quer a minha filha só se tendo imobilizada quando também eu, a delas trela; agarrei! (Ver vídeo no Facebook)
A preguiça…
Por em nós ser tão má, sem ser bichinha;
Sendo que pra nós boa, só a tal;
Ou seja: a assim chamada, em a animal;
Temamos em nós, não a da dita: asinha!
Asinha em nós tida, na malandrice;
De quem pra fazer vida, pouco presta;
Sempre que em si haja: a tal muita desta;
Dado só ser boa, pra dar chatice!
Tenhamos, pois precatar com tal besta;
Que nesta vida, tanto em nós se entranha;
Se nela, nos apanhar distraídos!...
Por sermos por tal, com “eFe” podidos;
Sempre qua a dita cuja, a nós apanha;
Marcando em nós, quem presta, e quem não presta.
Com toda a prudência, agora em mim havida;
Trabalhar... Trabalho...
Cuida-te com esse tal, pois quem dele mui gostar, passará a vida a meter-se no mesmo, ou seja: em trabalhos!!! Uma vez que; quando nesta vida ou fazer, estamos a executar algo, do qual realmente GOSTAMOS, tal jamais será por nós, considerado trabalhar; mesmo que, isso n@s outr@s tão mereça um parecer.
Trabalhar: gostar ou não gostar, eis a questão!...?
Há nesta vida quem, de tal tão gosta;
Que nele, passa a vida a meter-se;
Por não entender que um, só bem fazer-se;
É a, que dele interessa; resposta!
Sempre que entrevistei, para o trabalho;
Perguntei: tu gostas de trabalhar?...
E sempre que ouvi um sim, do tal chegar;
Enviei, o do tal pensar; pra um outro atalho!
Pois bom trabalhador, é quem desgosta;
Do mesmo, daí tão bem o fazer;
Pra não precisar, de o tal repetir...
Porque só quem bem feito, o conseguir;
Por tal ter visto, terá o prazer;
Desse tal, poder dizer; que não gosta.
Com uma mui especial prudência;
Máscara vs respirador- IX… sim, mas; ver fim!
Previne em ti, esse andar tão mascarado;
Dado o bom ar, em tal não se encontrar;
Porque estás a privar, o oxigenar;
De todo o vivo, que em ti; há encontrado!
Jamais uses tal, em espaço aberto;
E foge da tal sempre que puderes;
Para da cura por tal não morreres;
Afogado em seu veneno encoberto!
Usa a dita, só estando fechado;
Evitando esses tais, maus ambientes;
Para a tal, de ti poderes tirar!...
Devido a um vírus, tão por ela entrar;
Em condicionados, frios/quentes;
Ares, onde houver alguém infectado.
Posto tal, cuida-te e usa-a sempre e tão só em extrema necessidade [espaços fechados, ambientes com infectados etc...], jamais te esquecendo que a dita NÃO te protegerá!!!!!! (mas e isso sim, dar-te-á uma falsa sensação de protecção) caso hajam vírus no ar “excepto” se a tal for um RESPIRADOR; pois Esse/Essa sim, proteje-te a ti e aos outros.
O Destino...
Por só de decisões, o tal advir;
são horas de acabarmos com este mito;
que pra nenhum de nós, se encontra escrito;
por para todos nós, dessas tais vir!...
Após ter passado, a vida enganado;
por ter sido ensinado que existia;
com sessenta, hoje vejo o mal que via;
daí, vou-me virar; pra um outro lado!
Vou virar-me pra o lado da ciência;
para só com factos, cá me entreter;
a aprender, no meu restante viver;
com tanto, o que já tem; nela aparência!
Vou ensinar meus Filhinhos e meus Netos;
nem que seja, só cá, neste escrever;
que cada um de nós cá, faz seu destino!...
Que o mesmo, não tem nada de Divino;
mas só, nas nossas decisões: o haver!
sendo-o nas tais, em efeitos directos!...
Por só de decisões, o tal advir;
são horas de acabarmos com este mito;
que pra nenhum de nós, se encontra escrito;
por para todos nós, dessas tais vir!...
Zelemos, por tal, nossas decisões;
pois dessas, atitudes nascerão;
ou seja: nascerá destino então!...
só delas, em todas as ocasiões.
Sem dúvida alguma;
O destino…
Por a tanto mal fazer, desculpar;
Sinto em mim, duvidar de um tal destino;
Quando entre nós, vejo a um qualquer menino;
A prematura morte, o tal levar!
Não consigo entender, um tal criar;
Inscrito sem qualquer bom sentimento;
Por a tanto mal, dar consentimento;
E a tanta bondade, tal destroçar!
Destroça, quando a um bom, deixa matar;
Tal como um dia tão, deixou Jesus;
O de nós Melhor Ser, deste habitar!...
Pois por tanto mal Ver, tão nele estar;
Não vejo, pra que Alguém, a um tal deu jus;
Pra a tanta maldade em nós, implantar.
Com uma profunda preocupação, por do tal duvidar;
Primos… Natureza… Irmãos…
Por nesta vida todos, primos sermos;
Por filhos da nossa mãe natureza;
Preservemos em nós toda ESPERTEZA;
Para alem desses tais, IRMÃOS cá vermos!
Preservemos, pelo grande defeito;
Que ela em tal tem, e tão vem a correr;
Nela matar todo o dela nascer;
Por se encontrar em tal; esse direito!
Daí, se a soubermos, bem conservar;
Quem sabe, ela mesma nos dê: um ver;
Que não pode ser visto, em nosso olhar!...
Tal como: o calor, o frio, ou todo o ar;
Que cá tão precisamos pra viver;
Ela amostre a nós: um outro habitar.
Com Fé e cautela;
O direito de AMAR…
Por todo o ser, ter direito;
Quer de Amar e ser Amado;
Vamo-lo em nós implantar!...
Como forma de respeito;
Por algo em nós fracassado;
Que tão nos anda a matar.
Vamos pôr o tal respeito;
Que tão nos anda a faltar;
Sempre em primeiro lugar!...
Porque então, sim, por direito;
Nele iremos encontrar;
Porta aberta, para Amar.
Vamos provar o valor;
Tido em nosso evoluir;
Dessa tão bonita forma!...
Por nós chamada: de Amor;
Ou o nosso, melhor sentir;
Fazendo dele uma norma.
Vamos cultivar, tal dito;
Por ela em nós implantado;
Provando dele o sabor!...
Pra que o havido, em nós prescrito;
Por algo termos falhado;
Prove em nós, haver valor.
Pois já não é admissível;
Após tanto evoluir;
Tal andarmos a ignorar!...
Porque mesmo indescritível;
É O em nós, melhor sentir;
É O em nós, melhor achar.
Por isso, vamos provar;
Mas provar saboreando;
A animal forma de estar!...
Por tão só, ser como um dar;
Como um cão, tão nos dá quando;
Lhe damos o nosso olhar.
Que acto lindo, é o: AMAR;
Por só respeito exigir;
Pra tão nos vir consolar;
Em nós passando a existir.
Com o carinho de quem AMA apaixonadamente;
O PURO beijinho virtual…
Que lindo, é o puro de um beijar;
Mesmo sendo pra nós, tal virtual;
Por toda a beleza, vinda do tal;
Tão vir tal dar, a quem para ela olhar!
Que bom é o sentir deste beijinho;
Como tão lindo foi o do seu criar;
Criado, para nos deliciar;
Talvez tido por um ENGENHEIRINHO;
Obrigado, ó dele criador;
Obrigado, a quem cá mo fez chegar;
Obrigado, por tamanha BELEZA!...
Pois de ambos, tais, senti o tão bom sabor;
Por ambos tido, para acarinhar;
Por ambos tido, pela em vós grandeza.
Com gratidão;
(ver imagem no Facebook)
A ignorância!...
Por a ninguém poupar, essa malvada;
deixa em nós um julgar sem tolerância;
para poupar a quem por saber nada;
se SABE, mesmo em adulto, na infância!
Infância, deste tão grande aprender;
que existe, neste tão grande ensinar;
aonde um dia, sem nosso querer;
nascemos, pra morrer em tal estar!
Pois quem vive a julgar que mui sabe;
neste morrer, em que ela tem reinar;
será por todos nós considerado...
Como um, daqueles em que ela tão cabe;
por rechear seu tão pobre habitar;
com o mau saber nela; tão encontrado!
Porque com ela nascemos e nela morreremos, a todos dedico este meu tão nela; estar!
Nós, os GRANDES animais humanos…
Por já tão GRANDES sermos, em saber;
Que pena um tal não sermos, em doar;
Por ser tal, que grandeza iria dar;
A todo o em nós, tanto humano; crescer!
Que pena, o sermos grandes, para nós;
Nos levar, a tão esquecer das raízes;
Dos nossos irmãos, cá mais infelizes;
Por a vida, a os tais ter; tirado a voz.
Oxalá que a grandeza em nós havida;
Nos leve um dia, a pra os tais, mais olhar;
Implantando, em nós; único sentir!...
Porque aí sim, ficará de nós tida;
Mesmo após o nosso, por cá passar;
Tal GRANDEZA, havida em; nosso existir.
Com esperança;
Para vós, Amadas minhas...
Obrigado minhas AMADAS LINDAS;
Esposa e Filhinha muito Amada;
Pois sei bem, que sem vós, valia nada;
Ai que sorte, eu tão tive, em vossas vindas.
Pra além de vós pra mim, neste morrer;
Também veio um Filhinho, igual Amado;
Ainda bem que poeta, foi meu fado;
Para em verso, isso a vós poder dizer!
Que sorte eu também tive, por tal ser;
Nesta minha missão, onde a vil tristeza;
Tanto se sobrepõe, à alegria!...
Devido a Tão poder: Provar, Ver TER;
A Esse SER, que a tudo tanto Embeleza;
E a vós, tento AMOSTRAR; na poesia.
Com uma indescritível alegria, por a tod@s VÓS, por cá tão ter;
A indiferença…
É sinal de total alheamento;
com enorme sabor a liberdade;
mas por ter tão falta de apegamento;
pode em nós tornar-se em: grande maldade!
É má, por não sentir a dor que sente;
todo sentir, que existe em nosso irmão;
ao andar entre nós tão descontente;
por em tais ver tanta desunião!
Por tal, cuidemos nosso actuar;
do que nela tão se encontra escondido;
no seu mandar pró lado, assobiar…
Porque esse parecer, dela a julgar;
só tendo aquele: e se fosse contigo?...
lhe dá o bom sabor, de um libertar!
Com cautela;
Crochet… Paciência… Resiliência… ARTE…
Após milhões de voltas, em tal dadas;
Num só fio de algodão, em crochet vem;
A todos demostrar, a ARTE que tem;
Em tal, quando metido, em mãos de fadas!
Que bonita é a tal demonstrada;
Num simples fiozinho desse tal;
Por quem nasceu: com um dom natural;
Pra nos demonstrar tal, nela encontrada!
Por isso, boa artista dessa nobre;
A fazê-la e a ensiná-la, continua;
Porque de ti bonito irá ficar!...
Nessa arte, para o rico e para o pobre;
Nessa arte, que num fio, nasce tua;
Nessa arte, em cuja tanto; irás ficar.
Com um carinho por tod@s @s artistas, mas um especial por Ti, Linda Artista e Amada minha;
A ARTE…
Por estar presente em todo o fazer;
Ou seja, em todas as nossas acções
Dá a todos tão boas sensações;
Como um bom poema, dá em seu ler!
Só temos é que tão nos esmerar;
Em todo o seu conjugar, por tal ser;
Do artista e de todo o: seu tal fazer;
A imagem, que daremos a mostrar!
Por isso, prezemos o em nós fazer;
Por tão somente a nós, tal ir provar;
Para que tenha bonita visão!...
Pois havendo em tal: arte pra se ver;
A mesma irá a todos, amostrar;
Em nós: haver artista, ou um não morcão.
Com precaução por mim e por tod@s, a máxima consideração;
Estórias- IX… Arma vs CÃO…
Resolvendo ir a arma experimentar;
Que havia numa vil, feira comprado;
Por sorte, não viu um corno quebrado;
Por sorte, não viu um olho; em si a inchar!
Cuida-te morcão, com tal brinquedo;
Por entre nós, para nada prestar;
Que não seja a nós: a vida estragar;
Até mesmo a quem delas, não tem medo!
Por isso, se tens medo, compra um cão;
E mesmo o não tendo, compra-o também;
Por nada haver melhor, pra nos guardar!...
Porque ele dar-te-á, consolação;
Tão grande, que nenhuma arma cá tem;
Sempre que de ti, a um gatuno, afastar.
Com o carinho do humor e o bom sentir, de: um da primeira dispensar;
Estórias- VIII- Vício… Fumar… Fumador… Fumadora…
Pra ti que como eu fui, ainda um és tal;
Dedico aqui na rede, este poema;
Não para te assustar, com este tema;
Mas para a ti mostrar, seu fazer mal!
Repara nos pulmões, de um fumador;
E compara-os com um, que não o é tal;
Pois verás, quanto andas a fazer mal;
A esses teus órgãos, com tal estupor!
Livra-te desse vício tão malvado;
Enquanto ainda tens tempo, como eu tive;
Daí, já em mim cá contar: sessenta!...
Porque sem te avisar, tal descarado;
Só serve pra matar o que em ti vive;
Por ser de VIDA, que o tal se alimenta.
Com fé em tua resiliência, por saber que não há FRACO vício, que a FORTE humano vença;
Memória biológica vs memória artificial...
Ao invés da de um bom computador;
por em nós viva estar, sempre a memória;
é mais rápida, que a desse estupor;
embora; a correr tão "perca" a Vitória!
Perde a corrida, não por ser mais lenta;
mas por sempre em nós, se actualizar;
enquanto: a que a rapidez, aparenta;
é lenta, por na mesma; sempre estar!
É lenta, porque a vida não sustenta;
em todo o seu tal conter ou amostrar;
que não seja, o que um dia; em si ficou!...
Daí, a rapidez que a tal ostenta;
por a tal não ter, para se adaptar;
perderá, no que à; outra ganhou!
Porque não há “processador” mais potente, do que o que se está SEMPRE a actualizar, uma vez que o que hoje, nos parece verdade, amanhã poderá a tal não ser; a tod@s dedico este [sobre as mesmas] pensar!
A burrice
Que pena ela a reinar, deixar-nos sós;
por até cegar gente da bem "fina";
tirando toda a beleza menina;
que a natureza tinha posto em nós!
A beleza da curiosidade;
tão igualzinha à da bela ciência;
que não suporta em nós qualquer vaidade;
porque ela, em nós, mata toda a prudência!
Por isso fica atent@ ó chic@ espert@;
pois nesta pobre vida, andas tão ceg@;
que nem consegues ver, da VIDA A Essência!...
Como o Einstein, ou o Stephen, estás bem perto;
de caminhar pró que a burrice prega;
a quem nem sequer vir, sua aparência.
Obs. citei os físicos, por ter verificado que os mesmos enquanto por cá andaram, jamais acreditaram na MENSAGEM!... mas suas cabeças, suas sentenças!
Estórias- X… O menino e o soldado…
Que engraçado é ver este urinar;
De um menino, em quem cá anda na guerra;
A matar: os irmãos que tem na Terra;
Para a maus políticos, consolar!
Consola, no em si ser, um pau mandado;
De parvos, que tão escondidos ficam;
A contar, quantos pernis se esticam;
Tão só, pra o poleiro; terem guardado!
Que pena, eu a tal ir ter, sido obrigado;
Quando em menino dois anos passei;
A ser preparado para matar!...
Em Santa Margarida do coutado;
Onde sem os meus vinte anos, fiquei;
Pra guardar do político: o mamar.
Com a alegria do bom humor, hoje digo: ainda bem que certo dia um [Bom] Ministro do meu país, resolveu ACABAR com o malvado, serviço militar obrigatório; porque foi graças a ELE, que do tal, os meus se livraram;
Obs. (ver imagem no Facebook)
Gostar… gosto dar… porque não?!
Visitante virtual;
Que por cá BONITO vês;
Mas não pões gostar em tal;
Não serão: dois mais um, três?
Ou será que um teu gostar;
Mesmo a tal bonito ver;
Não podes a ninguém dar;
Por gostar em ti, não haver?
Oxalá que tal não seja;
Verdade, em cá teu existir;
Nem seja a malvada inveja;
A de um tal a ti impedir!...
Pois nada há pra nós mais triste;
Que sermos por ela presos;
Dada a tristeza em que existe;
Jamais nos deixar ilesos.
Aprecia o que gostares;
Não tendo medo de dar;
Por nesse dar, só ganhares;
Tal de nós por ti GOSTAR.
Com um especial CARINHO;
O dizer da poesia…
Se em uma quadra, tanta coisa há dita;
Imagina: em duas, mais dois tercetos;
Daí tanto eu gostar, de em meus sonetos;
Cá recitar: nessa forma de escrita!
Dita, Aliada à inteligência;
Sorte, que os Pais na Terra, a mim deram;
Nessa que Ambos Dois, em mim puseram;
Mais O ainda não Tido, em nossa ciência!
Daí eu tão gostar da poesia;
Por ela a mim permitir tão dizer;
Em tão pouco escrever, ou recitar!...
Nesse dela cheirinho a maresia;
Que por tal ter, tão me enche de prazer;
Como tão enche a água, ao lindo mar.
Com prazer;