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Frases de Manuel Santos

1.093 frases

Abdicar dO ser TERRORISTA… A TI que abdicaste, de um desses, seres; Felicito a coragem, que em ti tens;
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Abdicar dO ser TERRORISTA… A TI que abdicaste, de um desses, seres; Felicito a coragem, que em ti tens; Por ver a força tida pra venceres; Os males tão tidos, onde a nós vens! Bens hajas, por a vida em ti escolheres; Bem hajas, pela coragem tão tida; Num ver, em que existias pra morreres; Tal como, só pra cá destruir vida! Que alegria me dás, meu primo e IRMÃO; Por essa atitude, em ti teres tida; Neste viver de rápido passar!... Porque ela irá pra ti, ser SALVAÇÃO; Tal como o início da luta vencida; Por teres visto que há; na PAZ, lutar. Com ALEGRIA por ti e por tod@s nós;

Privilegiados… Hoje escolhi três privilegiados; Que em nós, existem cá, por grande sorte;
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Privilegiados… Hoje escolhi três privilegiados; Que em nós, existem cá, por grande sorte; Pra com tal, a todos pôr consolados; Por pra todos servir, tão bom transporte! Escolhi em primeiro: a BOA SAÚDE; Seguida do bom dinheiro e DO AMOR; Para que a primeira, ponha o ataúde; Longe de nós, por seu tão mau sabor! Como foi bom, cá recitar os tais; Por tanto prazer me dar, tal dizer; Relativamente a esses tais sortudos!... Oxalá venham a nós: muitos mais; Mas que tragam pra nós, tão bom fazer; Como o tão tido lá, em seus canudos. Com alegria, desejo e esperança;

@s privilegiad@s, no AMOR!... Tu no Lindo AMOR, privilegiado; Tens em ti, O Bom Sabor DO Criador;
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@s privilegiad@s, no AMOR!... Tu no Lindo AMOR, privilegiado; Tens em ti, O Bom Sabor DO Criador; Que a nós, mostrou no SEU FILHINHO Amado; Quando a nós, QUIS mostrar, o que era O AMOR! Que sorte em ti, tão tens, por em ti teres; Todo O sabor DO AMOR, que está no AMAR; Pra dar, a todos quantos conheceres; Como ESSE FILHO a nós, veio ensinar! Que felizardos são: esses tais brindados; Com tal valor, no rápido morrer; Que a nós é dado, cá neste habitar!... Por terem em si, todos os cuidados; Que são indispensáveis, para o VIVER; Em Todos, que sentirem; seu passar. Com Alegria;

Que pena, na nossa FAMÍLIA; a nós tão matarmos! Por ser tão curto, este nosso passar; Devido a toda a vida, cá morrer;
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Que pena, na nossa FAMÍLIA; a nós tão matarmos! Por ser tão curto, este nosso passar; Devido a toda a vida, cá morrer; Devemos na mente e na Alma gravar; Um da MESMA, jamais; cá esquecer! Pois nada nesta vida, há de melhor; Que o tido na FAMÍLIA, que cá temos; Por isso, esquecermos o seu valor; Será morrer, num viver, que a tal demos! Que pena, por trabalho, a tão esqueçamos; Tal como, por distração, ou vil prazer; Quando em nós, não há qualquer necessidade!... Por tal, ser vida que desperdiçamos; Nesse em, dela a nós ter, por mal fazer; Nesse MATAR, de nós; continuidade. Com prudência e carinho;

@s privilegiad@s, na SAÚDE!... Tu, na saúde, privilegiado; És por tal felizardo nesta vida;
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@s privilegiad@s, na SAÚDE!... Tu, na saúde, privilegiado; És por tal felizardo nesta vida; Devido a haver cá tanto desgraçado; A já nascer, com tanta em si perdida! Desfruta da nossa maior riqueza; Que a ti cá, foi ofertada nesse dar; Talvez por sorte, ou qualquer gentileza; Que em verso, aqui nem consigo expressar! Aproveita mui bem, essa em ti tida; Para cultivares o interior; Que em ti tens, com anseio de viver!... Porque o garantir, de uma longa vida; Não depende só desse: em ti valor; Mas da tua maneira, de a tal ver. Com um dela desejar;

@S Privilegiad@s, no DINHEIRO!... Tu, no dinheiro, privilegiado; Agradece a quem deves, tua sorte;
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@S Privilegiad@s, no DINHEIRO!... Tu, no dinheiro, privilegiado; Agradece a quem deves, tua sorte; Mas jamais te julgues, por tal honrado; Pois a honra, não tem no tal; um suporte! Não te julgues também, mui inteligente; Por ela nada ter a ver com tal; Cuida-te é para a tida, em ti assente; Não te transformar num vil animal! Porque o dinheiro, compra a tudo cá; Mas não pode comprar, o pertencente; A tudo o que a esta Terra, não pertença!... Por isso cuida é bem, do que em ti há; Pra seres considerado, a tal gente; Que a ele, enquanto viveu; deu boa atença. Com carinho;

Acreditarmos na existência de DEUS?!... Com tanto contar, na Terra, a se dar; Por quem de cá, já se foi; e retornou!
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Acreditarmos na existência de DEUS?!... Com tanto contar, na Terra, a se dar; Por quem de cá, já se foi; e retornou! Será pra nós, muito bom, o escutar; Do dizer, de quem; do outro lado andou. Pois muito embora, não fique provado; Viver, que existiu, no que ele prova; Pelo menos, n@ TAL, vemos gravado; Que após, seu morrer; viu A Vida Nova! Que feliz será quem acreditar; Antes deste morrer, pra nós tão certo; Que A VIDA, doutro alguém; já continuou!… Por nesse acreditar, também provar; Que não é burro, mas sim; é esperto… Por num sem ver; crer EM; Quem Tal Criou. Com a devida ponderação;

Os nossos melhores SENTIRES… Seguido do, de AMAR, em nós sentir; Está, o da em nós, paz interior;
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Os nossos melhores SENTIRES… Seguido do, de AMAR, em nós sentir; Está, o da em nós, paz interior; Por quer um, quer o outro em nós só advir; Lá dO nosso Canto Lindo, dO AMOR! Que bom, é tal sentir, em nós sentido; Devido, a tanto DAR, haver em tal; Nesse rico doar, por nós querido; Mas tão esquecido, em nosso; fazer mal! Vamos doar a tod@s, deste AMAR; Enquanto cá andámos nesta vida; Tão feita pra ver nosso semear!... Pra que quando ela, em nós cá acabar; Fiquemos VIV@s, na semente tida; No de nós, por cá tanto a tod@s DAR. Com a alegria, do por em mim, tal sentir;

Negarmos a existência de DEUS… Por parecer tão culto, esse negar; Mui facilmente, entra em nosso pensado;
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Negarmos a existência de DEUS… Por parecer tão culto, esse negar; Mui facilmente, entra em nosso pensado; Mas quando chega a hora, de a tal provar; Toda a cultura em nós, não tem chegado! Por ELE, pra nós, não ter aparência; Mais mil razões nos dá pra duvidar; Levando-nos a esquecer, que a prudência; É algo, que a nós não deve faltar! Usemos toda a nossa inteligência; Tal como a tecnologia existente; Que cá nos dá acesso a tanta ausência… Para provarmos a DELE existência; Ou tal negarmos, com provar assente; No bom rigor que existe na ciência. Com a devida prudência, que a Fé me exige;

Acabar com a fome… Nesta era da em nós globalização; Acabar com a fome e seu fazer;
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Acabar com a fome… Nesta era da em nós globalização; Acabar com a fome e seu fazer; É pra nós uma questão de intenção; É pra nós uma questão de querer! Oxalá os políticos da Terra; Se unam para a tal chaga erradicar; Trocando os maus artefactos da guerra; Por pão, para com a tal acabar! Oxalá, tais resolvam, tal fazer; Por tão fácil, ser pra os tais combinar; Esse fazer, bastando haver vontade!... Pra que em nós, pelos tais nasça um bom ver; Que nos faça a em tais ver, um precisar; Por os vermos, a inverter tal maldade. Com esperança, nessa VONTADE, unicamente POLÍTICA;

A fome… Não há chaga maior entre nós humanos; Que a que é tida na maldita fome;
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A fome… Não há chaga maior entre nós humanos; Que a que é tida na maldita fome; Devido a seus factos tão desumanos; Nos permitirem consentir tal nome! Que pena, os tantos milhões, que estragamos; Não sejam aplicados pra acabar; Com a maldita chaga que criamos; Com o nosso tanto, pra o lado olhar! Andamos à procura de outras vidas; Tal como, a procurar outro habitar; Não vendo as que em nós temos, a morrer!... Não vendo que pra consolar, tais tidas; Bastar-nos-ia, tão só, não estragar; Pra essa chaga, cá da Terra varrer. Com mágoa, por assim sermos;

@ narcisista… É um ser daqueles, que a si ama tanto; Que em si não tem vagar, pra amar ninguém;
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@ narcisista… É um ser daqueles, que a si ama tanto; Que em si não tem vagar, pra amar ninguém; Que não seja, ao pobre, por si encanto; Que não seja, a pobreza; que em si tem! É pobre que em si vê tanta riqueza; Que a nada, em seu mau ver, tal se compara; Devido a em tal ver ter tanta pobreza; A cujo tal, por tal; tão se equipara! Coitados desses pobres narcisistas; Que por tanto a si amarem nesta vida; Não conseguem, AMAR, a mais ninguém!... Por seu mau ver, tão lhes cegar as vistas; Que só conseguem ver na tal perdida; Todo esse AMAR, que deviam ter a outrem. Com mágoa por tais;

Que pena, de cá; tod@s termos que morrer! Que pena, tod@s termos que ir morrer; No dia em que pra nós foi decidido;
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Que pena, de cá; tod@s termos que morrer! Que pena, tod@s termos que ir morrer; No dia em que pra nós foi decidido; Por quem em nós colocou, um outro ser; Pra do morrer, por nós ser defendido! Que pena este viver seja tão curto; Quando comparado ao outro viver; Por ir fugir de nós, como por furto; Nos foge a tal vida, a tanto correr! Que pena, em nós tão falte o tal conter; Tão tido no viver que alimentamos; Na tida, e a todos cá oferecida!... Pois tal, iria permitir-nos ver; O quão afinal, foi bom por cá andarmos; A viver, nessa vida; tão querida. Com mágoa por tal;

AMAR, mas como manda O AMOR! Se queres o teu AMAR, em ti testar; Espero que em ti tenhas este Ter;
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AMAR, mas como manda O AMOR! Se queres o teu AMAR, em ti testar; Espero que em ti tenhas este Ter; Que pra tal Ser, terá que mais gostar; De outrem, que o maior gostar; pra teu ser! Espero que em ti tenhas o Poder; Do sentir, sentido no LINDO AMOR; Por em teu interior, Tal se esconder; Como em nós tão se esconde, O CRIADOR! Pois se isso em ti tiveres, pra entregar; A outrem, com um dobrar, pra ti querer; Então, em ti; tens esse tão bom VALOR!... Que entre todos nós, te permite AMAR; Por em ti existir, tão Lindo VALER; Como em Si Tem JESUS, nosso SENHOR. Com uma permanente vontade e querer, de em mim, TAL cultivar;

Corrermos, ao encontro de quem AMAMOS… Como é bom, o correr de corpo e Alma. Pra nos encontrarmos com quem AMAMOS;
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Corrermos, ao encontro de quem AMAMOS… Como é bom, o correr de corpo e Alma. Pra nos encontrarmos com quem AMAMOS; Por esse correr nos dar tanta calma; Que nem sentimos, o quão tanto andamos! Que bom, é lá chegarmos, após tal; Que bom, é vermos lá o nosso AMOR; Que bom, é tal sentir, por nada igual; Ter pra nós, o sabor, do tal sabor! Que bom, é tal correr, por ter sabor; A vida, bem vivida, nesta vida; Devido a não ter nela, um perder tempo!... Por nada haver, como o sentir do AMOR; Que nos vai permitir, essa querida; Com ida a tão correr, pra tanto alento. Com o desejo apressado, de um correr para TI, AMADA Linda;

Cartomantes/ tarólog@s/ videntes/ mentiros@s… Mas que grande cambada de aldrabonas; São essas pseudo-bruxas, ou cartomantes;
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Cartomantes/ tarólog@s/ videntes/ mentiros@s… Mas que grande cambada de aldrabonas; São essas pseudo-bruxas, ou cartomantes; Que por cá apanham tantas morconas; Nas suas teias más, tão conspurcantes! Armam-se em adivinhas essas rascas; Mas nada adivinham essas tais falsas; Sendo é na verdade umas enrascas; Que a tod@s cá roubarão, até as calças! Foge das tais, enquanto tens tostões; E não te esqueças que se adivinhassem; Essas más bestas, não iam cá andar; Porque acertariam no euro-milhões; Tantas vezes, quantas, nele jogassem; Indo perder vagar, pra te roubar. Com prudência;

O sorriso de escárnio… É o de todos nós, sorrir mais pobre; Por ser sorriso, a troçar de outro ser;
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O sorriso de escárnio… É o de todos nós, sorrir mais pobre; Por ser sorriso, a troçar de outro ser; Por demonstrar, não haver nada de nobre; Em quem for capaz, tal troçar, tão ter! Cuidemo-nos, dos parvos, que o usam; Por serem, incapazes de o tal ver; Em tais terem, daí dele abusam; Por nada de bom neles já haver! Porque esse escarnecer, que em tais persiste; Nada mais é que um bom, a nós mostrar; Do pobre interior, nos tais, patente!... Pelo tão mal fazer, que em tais existe; Por nada de bom neles, se encontrar; Nessa tanta maldade, em tais latente. Com mágoa;

Confortarmos os moribundos… Que bom é os que sofrem, confortarmos; Nesta vida em suas últimas dores;
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Confortarmos os moribundos… Que bom é os que sofrem, confortarmos; Nesta vida em suas últimas dores; Por ser parecido com lhe acartarmos; A cruz, carregando os seus dissabores! Que bom, é isso por alguém fazermos; Nesta vida tão cheia de amargura; Por ser dar a alegria que trazemos; A esses pobres seres, sem qualquer cura! Que bom, é podermos ver a sorrir; Quem tem tanta vontade de chorar; Por sentir, que em breve nos vai deixar… Que bom, é desses tais poder ouvir; Nem que seja a nós um deles ralhar; Por sentirmos, nisso um; aliviar! Com esse de agora, sentir;

A estupidez… Que pena ela a nenhum de nós poupar; Devido a tanto mal, a nós fazer;
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A estupidez… Que pena ela a nenhum de nós poupar; Devido a tanto mal, a nós fazer; Por tanto em todos nós, tão se encontrar; Tão só, para a nós desmanchar prazer! Que pena essa sacana, a nós apanhe; Que pena a sacana a ninguém poupar; Que pena essa sacana, tão se entranhe; Em nós, por cá tanto em nós, tão morar! Por isso, a ela estamos cá condenados; Tão mais, quão maior for nosso actuar; Em tudo o que fizermos e dissermos!... Só não se reflectindo nos coitados; Que cá, não são capazes de amostrar; Seu fazer, pelo medo; de os tais vermos! Com prudência;

Em tristezas, não te deixes afundar!... Sempre que a má tristeza em ti, se entranhe; Agarra-te às memórias felizes;
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Em tristezas, não te deixes afundar!... Sempre que a má tristeza em ti, se entranhe; Agarra-te às memórias felizes; Para a expulsares, sem que ela a ti apanhe; No mau afundar das dela, más raízes! Porque as memórias da felicidade; São força que em nós temos, para usar; Em todos os momentos, que a maldade; De nós, tão se prepare pra abusar! Por isso, agarra a tal felicidade; Que em ti, tens lá guardada nessas tais; E desfruta o teu restante viver!... Jamais deixando entrar, em ti maldade; Pra te trazer tristeza e nada mais; Por nada, nela de bom; pra ti haver. Com Carinho;

60 anos… Que sorte eu estou a cá ter, neste morrer; Por a sessenta, vivo, ter chegado;
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60 anos… Que sorte eu estou a cá ter, neste morrer; Por a sessenta, vivo, ter chegado; Devido a haver por cá tanto viver; A pela má morte, ser apanhado! Que felizardo sou por tal viver; Em mim cá se encontrar, por ter fintado; A sacana da morte e seu querer; Ao tanto a ela, já ter escapado! Obrigado meu DEUS, pois sei que EXISTES; Pois vi-O nas vezes que, já me SALVASTE; Dessa peste que me vinha apanhar!... Mas que a levar-me, TU não PERMITISTE; Talvez pra que eu, por cá mais tempo gaste; A TI, em meus poemas; cá tão espalhar. Com alegria, por tal; 02-11-2019

Correr para o cemitério… Que pena haver tanta gente a correr; Pra o cemitério, uma só vez por ano;
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Correr para o cemitério… Que pena haver tanta gente a correr; Pra o cemitério, uma só vez por ano; Com intuito de a todos fazer crer; Um sentir, que em tal tão tem, para engano! Engano, por só ter em si, querer; De se amostrar a quem, lá vivo está; Esquecendo, o seu sepultado ser; Durante esse tempo, que num ano há! Que pena, esse seu tão fraco desejo; De a todos se amostrar, como bonzinho; Tão cego o ponha, até para seus entes!... Pela hipocrisia, que em tal, tão vejo; Nesse visitar, quem está sozinho; Um ano, sem sentir quaisquer parentes. Com mágoa por tal;

⁠Quando A ALMA também canta!!!!!! Apreciarmos este cantador; É pormos a nossa Almita feliz;
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⁠Quando A ALMA também canta!!!!!! Apreciarmos este cantador; É pormos a nossa Almita feliz; E a nós desde o cabelo, à raiz. É sentirmos da cantiga: o sabor! Sabor havido nesse tudo dar; De alguém, só para a nós tanto animar; Com um: todo em si tal, saber cantar; Tão puro, daí ter tanto encantar. Que bom, em nós haver desta IRMANDADE; Espalhada por cantos desta Terra; Com intuito, de a todos prazer dar! Nesta nossa vida, em que o: tão chorar; A tantos atormenta, que nem guerra; Por em nós, tanto FALTAR: A HUMILDADE. Com uma especial alegria, transmitida pelo cantador;

⁠O Respeito e o dinheiro… Por em ambos, a IMPORTÃNCIA, tão estar; Sendo num em valor, noutro em valer;
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⁠O Respeito e o dinheiro… Por em ambos, a IMPORTÃNCIA, tão estar; Sendo num em valor, noutro em valer; Haja em nós de ambos, saber escolher; Como em nós, deva ser o seu guardar! Haja em nós bom de ambos, acumular; Por em tais, tanto haver enriquecer; Do de cá todos nós, bonito Ser; Tal como ao haver, que iremos deixar! Por ambos serem pra todos, bons chãos; Que pena, ambos em nós, cá faltem tanto; Por dos tais, tão sermos nós inventores!... Que pena em tais, que tão somos senhores; Tão haja, em nós um faltar de ambos: em manto; Pra nos cobrimos todos, como IRMÃOS. Com uma profunda mágoa;