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Frases de Magaiver Welington

394 frases

A noite que se encarregue da queda de seus impérios, pois nada foge a sombras, nem se omite aos olhos dos loucos...
Nossos olhares se cruzam todos os dias Apenas um oi surje no vazio cruel Mas minha mente diz: Eu te quero
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Nossos olhares se cruzam todos os dias Apenas um oi surje no vazio cruel Mas minha mente diz: Eu te quero Meus lábios desejam os teus Sem medo ou pudor Você sentada ao lado de um balcão qualquer Eu a provocar nossos comprimeitos Não resisto a tua beleza Quase enlouqueço de tanto desejo Eu cruzaria os céus apenas para provar teu mel Boa noite é o que dissemos no nosso ultimo confronto queria eu morrer no calor de seu corpo

Sob o ventre dourado ouviu-se uma voz ecoar Meus olhos desceram então sobre tua beleza Como dois voyotes ébrios pela madrugada
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Sob o ventre dourado ouviu-se uma voz ecoar Meus olhos desceram então sobre tua beleza Como dois voyotes ébrios pela madrugada Entreguei-me ao caos Beijei com ardor a morte Me saciei em teu inferno Tornei-me visceral...eterno Vamos marinheiros O que esperam? Cruzaremos as estrelas E navegaremos até o útero da noite Pois só ela tem o poder de nos consolar

Ó entranhas Que me arrebatas Ao fim de cada noite
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Ó entranhas Que me arrebatas Ao fim de cada noite Já absorvi seus socos garrafais Os vomitei em papel Em forma de licores baratos Expeli seu maldito odor De contra o espelho Ó frascos vazios De coragens baratas Que pelo chão dormem espalhadas Neste lapso tardio Este amuntuado de carne magra Palhaço assustado De olhar vazio, pálido De sorriso quebrado Não aguento mais olhar nos olhos dele Tirem ele daqui Vamos, tire-me daqui...

Já era tarde, pouco se ouvia o som das almas.Olhei para lua, acendi meu ultimo cigarro e tomei um senhor gole de veneno, cujo os antigos poetas costumavam tomar em noites más.Guardei meus gritos em uma caixa escura, enterrei meus silêncios no porão de minha alma, fiz de meus olho…
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Já era tarde, pouco se ouvia o som das almas.Olhei para lua, acendi meu ultimo cigarro e tomei um senhor gole de veneno, cujo os antigos poetas costumavam tomar em noites más.Guardei meus gritos em uma caixa escura, enterrei meus silêncios no porão de minha alma, fiz de meus olhos meu único escudo, inerte e mordaz...