A noite que se encarregue da queda de seus impérios, pois nada foge a sombras, nem se omite aos olhos dos loucos...
Frases de Magaiver Welington
394 frases
Eu sou uma alma noturna,que dança sob a sombras, entre boêmias paixões e olhares ciganos...
(...)Em meio as suas eternas pernas inquietas, Paris adormece , ó carne febril.
Soam os sinos, incendeiam-se os olhos, a carne se esmaga sob a carne.Pele contra pele, lábios contra lábios, entre beijos e caricias nossos corpos se tocam e se consomem...
E então quando não existirem mais palavras para expressar a poesia, verás que os mais belos poemas estavam contidos no corpo de uma mulher.
Embriago meus olhos em uma garrafa de whisky qualquer, para não ver o mundo se esconder atrás das nuvens quando a verdade chegar...
Baby é tão sem sal ser normal Prefiro as luzes da noite E um amor de verão com um belo final
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Baby é tão sem sal ser normal Prefiro as luzes da noite E um amor de verão com um belo final Alguns cigarros e umas boas risadas Ardentes amasso entre vazias garrafas...
Atraz de uma vitrine ela suspira Ela tem sorriso de sol e olhos de luar Voz de deusa e lábios de mar
Nossos olhares se cruzam todos os dias Apenas um oi surje no vazio cruel Mas minha mente diz: Eu te quero
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Nossos olhares se cruzam todos os dias Apenas um oi surje no vazio cruel Mas minha mente diz: Eu te quero Meus lábios desejam os teus Sem medo ou pudor Você sentada ao lado de um balcão qualquer Eu a provocar nossos comprimeitos Não resisto a tua beleza Quase enlouqueço de tanto desejo Eu cruzaria os céus apenas para provar teu mel Boa noite é o que dissemos no nosso ultimo confronto queria eu morrer no calor de seu corpo
Sob o ventre dourado ouviu-se uma voz ecoar Meus olhos desceram então sobre tua beleza Como dois voyotes ébrios pela madrugada
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Sob o ventre dourado ouviu-se uma voz ecoar Meus olhos desceram então sobre tua beleza Como dois voyotes ébrios pela madrugada Entreguei-me ao caos Beijei com ardor a morte Me saciei em teu inferno Tornei-me visceral...eterno Vamos marinheiros O que esperam? Cruzaremos as estrelas E navegaremos até o útero da noite Pois só ela tem o poder de nos consolar
Ó entranhas Que me arrebatas Ao fim de cada noite
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Ó entranhas Que me arrebatas Ao fim de cada noite Já absorvi seus socos garrafais Os vomitei em papel Em forma de licores baratos Expeli seu maldito odor De contra o espelho Ó frascos vazios De coragens baratas Que pelo chão dormem espalhadas Neste lapso tardio Este amuntuado de carne magra Palhaço assustado De olhar vazio, pálido De sorriso quebrado Não aguento mais olhar nos olhos dele Tirem ele daqui Vamos, tire-me daqui...
Malditos sejam os poetas, malditos sejam, por possuírem tal magia.Eu os amaldiçoou.
A poesia tem em seus versos a fúria dos ventos e a beleza de um anjo de seios fartos.
A imaginação e os sonhos são uma espécie de fuga da realidade.Um processo de purificação e preparo ao qual a alma precisa passar para filtrar todo os horrores do mundo e se preparar antes de se entregar a beleza.
Já era tarde, pouco se ouvia o som das almas.Olhei para lua, acendi meu ultimo cigarro e tomei um senhor gole de veneno, cujo os antigos poetas costumavam tomar em noites más.Guardei meus gritos em uma caixa escura, enterrei meus silêncios no porão de minha alma, fiz de meus olho…
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Já era tarde, pouco se ouvia o som das almas.Olhei para lua, acendi meu ultimo cigarro e tomei um senhor gole de veneno, cujo os antigos poetas costumavam tomar em noites más.Guardei meus gritos em uma caixa escura, enterrei meus silêncios no porão de minha alma, fiz de meus olhos meu único escudo, inerte e mordaz...
Abriu-se as asas a beleza diante de meus olhos, quase ceguei-me de tanta poesia.
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Abriu-se as asas a beleza diante de meus olhos, quase ceguei-me de tanta poesia. Trancafiei o ar em meus pulmões, paralisei, congelado com o eclipse de seu corpo, seus olhos de serpente. Ó tormento dos poetas, naquele instante não havia mais nada a se fazer a não se admira-lá, ama-lá...
Uso palavras para descrever meu silêncio.
Não há poetas, apenas loucos apaixonados demais para manter seu amor em silêncio.
O poeta é um alquimista das palavras.
E como num aquário sobre a noite me vi perdido em meio aos lobos, escalando meus próprios ossos, degustando os últimos versos que restavam no copo...
A aranha tece a teia, o poeta, a beleza.
O ladrão de fogo teve o coração roubado, mas da forma mais bela que se pode imaginar.
Teu mar que tesse a teia Leva e lava minha a alma Me cega e me incendeia
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Teu mar que tesse a teia Leva e lava minha a alma Me cega e me incendeia Em teu ventre me acalma Na noite tua beleza se refaz Em sorrisos e olhares Porém tua mente mordaz Arrasta consigo estrelas e luares
O amor e o inferno devem ser reinventados.Ambos pelo mesmo motivo.