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Frases de Luiz Carlos Guglielmetti

622 frases

⁠Poesia sacra e literalidade De Gênesis à Apocalipse, a poesia sacra descreve pedras que falam; árvores que batem palmas; ventos que cantam; lírios que se vestem de beleza e águas que têm vida. As palavras mais belas não têm o condão de modificar as circunstâncias, mas podem de…
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⁠Poesia sacra e literalidade De Gênesis à Apocalipse, a poesia sacra descreve pedras que falam; árvores que batem palmas; ventos que cantam; lírios que se vestem de beleza e águas que têm vida. As palavras mais belas não têm o condão de modificar as circunstâncias, mas podem despertar o desejo de mudança que permite criar as condições para alterar a nossa realidade.

⁠Nós somos como um rio poluído pelas impurezas que encontra no seu percurso. O pensamento que antes fluía intensamente, agora se arrasta lentamente, carregado dos males, inquietudes e incertezas, que os esgotos e as águas de outros rios,despejam na correnteza.
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⁠Nós somos como um rio poluído pelas impurezas que encontra no seu percurso. O pensamento que antes fluía intensamente, agora se arrasta lentamente, carregado dos males, inquietudes e incertezas, que os esgotos e as águas de outros rios,despejam na correnteza. Se não podemos ser como o mar que, pela imensidão, nem se importa com a sujeira que despejam nas suas águas, podemos, como o rio, mudar o curso ou o trajeto, para não represarmos todos os males, que um dia transbordam, na enchente.

⁠Dentro de você tem um coração que não envelhece e, por mais que tenha sofrido,
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⁠Dentro de você tem um coração que não envelhece e, por mais que tenha sofrido, ele está apenas adormecido, pronto para ser desperto e amar novamente, com a mesma intensidade da tua juventude. Os seus desejos não desapareceram, apenas se retraíram quando reprimidos, e criaram, dentro de você, um vulcão inativo, pronto para entrar em erupção.

⁠A vontade insaciável da presença um do outro, está em desvendar
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⁠A vontade insaciável da presença um do outro, está em desvendar um universo desconhecido, onde a fome e a sede da curiosidade, se materializam na admiração que embriaga e contagia. É preciso descobrir qual o combustível mantém acesa a chama da lamparina, e como reabastecê-la, ao longo da vida, para sustentar a convivência e o relacionamento perpetuamente.

⁠Causar, que antes era só um ato de ser a razão, o motivo ou a ação de algo, como o vento que causa a tempestade, no contexto atual, pode ser involuntário, como o que você provoca, só por existir e, por onde quer que passe, causa desejo para os admiradores ou inveja, para quem go…
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⁠Causar, que antes era só um ato de ser a razão, o motivo ou a ação de algo, como o vento que causa a tempestade, no contexto atual, pode ser involuntário, como o que você provoca, só por existir e, por onde quer que passe, causa desejo para os admiradores ou inveja, para quem gostaria de ter o brilho dos teus olhos, o sorriso dos lábios ou apenas a suavidade dos teus movimentos.

⁠Todos somos, de alguma forma, prisioneiros dos nossos próprios preconceitos, dogmas, crenças ou costumes. Estamos aprisionados numa caverna e tememos sair e ver a luz, porque nos acostumamos a escuridão. Tememos que, ao nos libertarmos, sejamos excluídos das promessas que nos…
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⁠Todos somos, de alguma forma, prisioneiros dos nossos próprios preconceitos, dogmas, crenças ou costumes. Estamos aprisionados numa caverna e tememos sair e ver a luz, porque nos acostumamos a escuridão. Tememos que, ao nos libertarmos, sejamos excluídos das promessas que nos foram feitas por aqueles que também não viram a luz.

⁠Somos todos instantes de um tempo infinito, fragmentos de um universo desmedido, tão importantes quanto um grão de areia numa praia ou deserto, que a água ou o vento leva pra onde quiser, mas seremos imortais, se tivermos a grandeza de nos vermos, não em nós mesmos, mas no outro…
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⁠Somos todos instantes de um tempo infinito, fragmentos de um universo desmedido, tão importantes quanto um grão de areia numa praia ou deserto, que a água ou o vento leva pra onde quiser, mas seremos imortais, se tivermos a grandeza de nos vermos, não em nós mesmos, mas no outro.

⁠Para amar ao próximo temos que, antes, amar a nós mesmos. Reconhecendo a jornada que percorremos para chegar onde estamos e aceitando as escolhas que fizemos. Cada um tem o seu próprio universo, em constante evolução. Ninguém precisa se diminuir, nem sacrificar seus sonhos, para…
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⁠Para amar ao próximo temos que, antes, amar a nós mesmos. Reconhecendo a jornada que percorremos para chegar onde estamos e aceitando as escolhas que fizemos. Cada um tem o seu próprio universo, em constante evolução. Ninguém precisa se diminuir, nem sacrificar seus sonhos, para caber no mundo alheio, mas dois universos não se juntam, sem uma gigantesca transformação.