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Frases de Luiz Carlos Guglielmetti

622 frases

Palavras e atitudes Palavras grafadas são meros arranjos de letras; pronunciadas, apenas vibrações das cordas vocálicas. Ambas não passam de promessas vazias que dependem das atitudes para se tornarem realidade.
Lembranças Hoje é o dia de recordar os que partiram e, por costume, temos o dia das crianças e os dias dos adultos (pais, mães, avós, etc.). Tem um santo pra cada dia e até um dia pra todos os santos. Talvez falte mesmo é o dia do perdão e do esquecimento das coisas insignifican…
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Lembranças Hoje é o dia de recordar os que partiram e, por costume, temos o dia das crianças e os dias dos adultos (pais, mães, avós, etc.). Tem um santo pra cada dia e até um dia pra todos os santos. Talvez falte mesmo é o dia do perdão e do esquecimento das coisas insignificantes. Se é pacífico que não trouxemos nada e nada levaremos, realmente não faz sentido brigarmos tanto por estas coisas. Talvez falte o dia de falar com os pais e se não tiver assunto, basta dizer que sente falta. Nada é realmente tão importante quanto aquilo que perdemos e não faz sentido pedir perdão para os mortos.

A beleza gera a atração, a atitude nutre o amor É a beleza que atrai e chama a atenção, mas ela não sustenta a relação. Se somos atraídos pelos olhos, através da aparência física e até de um sorriso, não é isso que nos toca a alma e o coração, não é isso que mantém o relacionam…
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A beleza gera a atração, a atitude nutre o amor É a beleza que atrai e chama a atenção, mas ela não sustenta a relação. Se somos atraídos pelos olhos, através da aparência física e até de um sorriso, não é isso que nos toca a alma e o coração, não é isso que mantém o relacionamento. O que mantém o sentimento são as atitudes, são elas que nutrem o que sentimos. Nós nos apaixonamos pelo convívio, por quem enxerga além da aparência, por quem tem prazer em compartilhar, somar e estar por perto. Maior que a atração física é o sentimento de amizade e cumplicidade que se demonstram com afeto, ternura e carinho.

Ela pode representar um desarranjo, um descompasso ou uma bagunça. Pode chegar sem avisar e partir de uma hora para outra, e retornar, novamente, como se fosse a primeira vez. Mas trará sempre a leveza nos gestos, a suavidade na voz e a força de vontade para realizar todos os pró…
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Ela pode representar um desarranjo, um descompasso ou uma bagunça. Pode chegar sem avisar e partir de uma hora para outra, e retornar, novamente, como se fosse a primeira vez. Mas trará sempre a leveza nos gestos, a suavidade na voz e a força de vontade para realizar todos os próprios sonhos.

Nós deveríamos economizar a frase "eu te amo", sem repeti-la quando não fosse preciso. Parece absurdo, mas quando realmente precisamos, ela nos faz falta: quando as coisas vão mal, quando nos desentendemos, quando estamos fragilizados. Se economizássemos, teriam muitos "eu te amo…
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Nós deveríamos economizar a frase "eu te amo", sem repeti-la quando não fosse preciso. Parece absurdo, mas quando realmente precisamos, ela nos faz falta: quando as coisas vão mal, quando nos desentendemos, quando estamos fragilizados. Se economizássemos, teriam muitos "eu te amo", para dizer quando o outro realmente precisasse ouvir.

Nós podemos morar num lugar que são seja o ideal, ter as coisas que apenas nos satisfaçam as necessidades básicas ou ter os meios de vida que nos seja possível, e temos que nos conformar com isso. O que não podemos é acreditar, sonhar, ter fé ou amar apenas parcialmente, sob pena…
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Nós podemos morar num lugar que são seja o ideal, ter as coisas que apenas nos satisfaçam as necessidades básicas ou ter os meios de vida que nos seja possível, e temos que nos conformar com isso. O que não podemos é acreditar, sonhar, ter fé ou amar apenas parcialmente, sob pena de deixarmos de viver a plenitude que merecemos.

O recomeço do fim Não temos o luxo de nos darmos por satisfeitos ao término de um relacionamento. Claro, que não dá para insistir em algo que não vem dando certo, mas além de encerrarmos um ciclo, temos que reconhecer a falência de algo em que, ainda que por um momento, acredita…
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O recomeço do fim Não temos o luxo de nos darmos por satisfeitos ao término de um relacionamento. Claro, que não dá para insistir em algo que não vem dando certo, mas além de encerrarmos um ciclo, temos que reconhecer a falência de algo em que, ainda que por um momento, acreditamos ser a realização de um sonho e de um encontro de almas. Mais do que encerrar uma etapa, reconhecemos que não nos empenhamos o suficiente, não demos tudo o que estava ao nosso alcance, não nos esforçamos o necessário, assim como, também, não fomos totalmente correspondidos. Reconhecemos o fracasso, sucumbimos ao egoísmo, ao individualismo e não fomos humildes o suficiente para cedermos, para descermos de um falso pedestal que nos coloca acima do outro, quando somos exatamente iguais, todos sujeitos aos mesmos erros e paixões. Não deve haver satisfação alguma no fim, nem mesmo pela possibilidade de um novo recomeço. O fim é algo lamentável, como a morte de um sonho, e não deve haver orgulho em colecionarmos esqueletos, dentro ou fora do armário.