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Frases de Lucas Otavio Peres

35 frases

Experimente amar. É como se tua alma transcendesse e se voltasse só para o bem. Não falo aqui de paixões, momentos especiais.
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Experimente amar. É como se tua alma transcendesse e se voltasse só para o bem. Não falo aqui de paixões, momentos especiais. Ou amores ditos de bocas chulas que nunca souberam o que é amar. Amar é transformar espinho em flor É ouvir o balanço do mar ritmado na batida que o coração amado se dá É ter esperança onde se procurava fé Pois fé é a firme opinião de que algo é verdade Sem qualquer tipo de prova ou critério a averiguar Definido o amor verdadeiro assim está Pode ser que esse amor seja recíproco, ou pode ser que seja cíclico, Ambas são ao certo a mesma forma de amar. Mesmo com diferentes formas de se dar, Amar não destrói corações, mentes ou pede contrapartida. Amar relaciona-se a alma, o sopro da vida. O amante se deixa consumir, pelo simples fato que, Enquanto ele vive, seu coração pulsa, Enquanto ele pulsa, se recarrega, E essa recarga só se dá, Quando a “felixcidade” do amado está no ar. E com esse circulo de amor, está pago o consumo. Consome o amado o quanto do amante precisar. Para isso, é claro, há uma única regra: Ser dado direito ao amante, como já foi dito, o sorriso do amado carregar. Mas pode ser que tudo sejam rosas, mesmo que existam espinhos, Que todas as batidas, ondas do mar, mesmo que haja corais e rochedos a quebrar. Dessa forma o amor cíclico deixa seu ser, Ao uni-se a outro ciclo, Como dois prótons, com dois elétrons a circular; Os prótons são os corpos, dois, unidos no núcleo. As almas? Os elétrons, fundidas em qualquer parte desse átomo chamado amor. Que a química moderna chama-o Hélio, Nesse caso, já não é mais possível qual alma identificar. Dois, porque o amor recíproco é estável, Não há espaço para mais almas, Se assim não o for, amor deixa de ser, pois amor que é amor, Ou se autorrecarrega com a felicidade do amado Ou equilibrado e imutável? Imutável? Bem, há quem verdadeiramente viverá a dádiva demais de uma vez amar. Mas há aquela alma, que no outro extremo está, E que de ilusões, aventuras e paixões, Morrerá sem ao amor, se elevar. Abril de 2014, Minha Concepção de Amar. Lucas O.Peres “Every little thing gonna be all right” Bob Marlei

Luz da lua cheia, brilhante, que atrai que encanta. Lua que, ao contrário da nova, mostra sua face. Que, sorrateira, aproveita-se da ausência do sol
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Luz da lua cheia, brilhante, que atrai que encanta. Lua que, ao contrário da nova, mostra sua face. Que, sorrateira, aproveita-se da ausência do sol E reflete o brilho deste como se fosse seu. Em meio da mata, entorpece o brilho das estrelas Entorpecendo também aqueles que deitam sobre seu olhar Lua que abre portais, aguça a sensualidade, a intuição. E depois de embriagar-se dela, mesmo na escuridão, seus efeitos perduram Ouve-se o som da mata: os bambus conversam entre si Enquanto as águas da nascente cantam sua canção para me fazer dormir. Águas estas que ninam e despertam, que me trazem de volta a realidade A verdadeira luz, a luz da verdade, a luz do sol. Águas que também encantam, que correndo para buscar o mar Vai traçando desenhos, vai limpando seu caminho, Desenhando por entre o relevo, seu desejo de passar. Relevo que a trai... Mas quem é ele que pode pensar em assim fazer? A água cai, e quando chega ao fim da queda, vinga-se. Quebra a rocha e de quebra, dispersa a luz. Maquiada de branco, essa luz se desfaz em sete. Aí entendo o porquê até a lua, cheia, seduz quando se faz brilhar. É porque sem máscaras, sem disfarces, a luz e suas sete cores É a mais ingênua e pura forma de iluminação que o homem pode apreciar Para só então, ao som mágico da orquestra água, se apaixonar.

Exagerado ou Comedido, Verdadeiro ou Falso? Prefiro Borboletas Parafraseando Mariana Lobo, em Prefira Borboletas, “Eu sou uma menino. Eu exagero. Eu brigo. Eu subestimo. Eu penso sobre tudo. Eu sonho alto. E quando eu digo que (...) amo, eu não estou mentindo.” Enquanto todo mu…
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Exagerado ou Comedido, Verdadeiro ou Falso? Prefiro Borboletas Parafraseando Mariana Lobo, em Prefira Borboletas, “Eu sou uma menino. Eu exagero. Eu brigo. Eu subestimo. Eu penso sobre tudo. Eu sonho alto. E quando eu digo que (...) amo, eu não estou mentindo.” Enquanto todo mundo prefere o equilíbrio, eu prefiro encarecer, ampliar, ultrapassar o socialmente necessário. Nunca fui como todo mundo. Nem melhor, nem pior, apenas diferente. Prudente, moderado, sóbrio, discreto, controlado, contido, ponderado, reservado; nenhuma dessas palavras combina com meu Eu. Admiro quem seja assim, mas lamento quem esteja assim. Pode parecer um paradoxo, que se desfaz quando se aprende a diferença entre o ser e o estar, entende que suas palavras, suas ações podem indicar um estado transitório, passageiro, apenas depende dele a escolha, a busca pelo melhor caminho a seguir. Ser remete a um estado intrínseco do indivíduo. Estar, ao padecimento de alteração, onde as convenções sociais alteram sua psique, sua individualidade e suas relações sociais. O Colorido pode ser um exagero para quem aceita um mundo preto e branco; a adrenalina, para quem prefere a calmaria; o sonho, para quem tem sempre o pé no chão. Prefiro ser como Dumont, quando sonhou com o avião. Como Thomas Edison, que não se conformou com a escuridão. Como Shakespeare, que não se conformou em conter a paixão. O equilíbrio é essencial, mas não me satisfaz. Prefiro ser essa metamorfose ambulante, a ser uma alma contida pelos preceitos sociais. Posso me arrepender no segundo seguinte de berrar. Mas não carrego comigo o peso de me calar, de me conter, pelo que vão dizer. Se eu nunca mais vou respirar, se eu posso até morrer de fome, ser tudo ou nunca mais, isso só eu posso sentir e dizer. Choro Rios de lágrimas, Ligo Um milhão de vezes, Morro de Rir, Espero a Séculos. Sim, um “hiperbolado”. Antes um exagerado verdadeiro do que um comedido frustrado. Eu prefiro borboletas!

Em 20 de Julho de 1969, o homem chegava a lua e o médico argentino Enrique Ernesto Febbraro considerou esse momento como "um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis". Milhares de pessoas passarão pelas nossas vidas, centenas…
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Em 20 de Julho de 1969, o homem chegava a lua e o médico argentino Enrique Ernesto Febbraro considerou esse momento como "um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis". Milhares de pessoas passarão pelas nossas vidas, centenas deixarão alguma contribuição marcante, dezenas te seguirão por algum tempo, mas apenas alguns te acompanharão para sempre.

⁠Sou brisa leve, mas saliente Permeada por gotículas de água Que hidratam o ambiente
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⁠Sou brisa leve, mas saliente Permeada por gotículas de água Que hidratam o ambiente Dispersando a luz em prisma E também sou vendaval, Com gotas frias e dolorosas, Que remexe o material e imaterial, Bagunçando a _eco_ por cisma Mas nem todo temporal Vem pra atrapalhar sua vida Alguns limpam caminhos Revelando como a brisa é colorida