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Frases de Lucas Martins

33 frases

O Homem que queria comprar a felicidade Havia ali um homem elegante, Ele entrava numa loja de doces
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O Homem que queria comprar a felicidade Havia ali um homem elegante, Ele entrava numa loja de doces Com um belo sorriso e uma alegria contagiante Olhou pro espelho e arrumou-se. Ao entrar viu doces de todo tipo A atendente dizia: - Posso lhe ajudar? Então respondeu: - Procuro algo bonito, -Algo para me alegrar. -Doces nem sempre trazem alegria – dizia a atendente -Não quero doces, quero a felicidade – disse ele Pensou ela: - Talvez seja loucura dele! -Acho que não a vendemos aqui – disse de modo convincente -Como podem então saírem as pessoas daqui, felizes? – o homem disse -Porque talvez doces sejam sua alegria -Então, porque ao ver isso me sinto triste? -Essa não é a verdadeira felicidade – a atendente dizia -Onde posso comprar a verdadeira felicidade? -Esta não se compra – a moça respondeu -Como posso achá-la então? – perguntou com certa complexidade -Tente isso – puxou um livro do bolso e lhe deu O homem se virou, agradeceu e foi caminhando No caminho pegou o livro que do seu bolso caia, Então, foi de certo modo, se encantando, O livro que segurava se chamava Bíblia

Então, tudo começou a ficar escuro; lentamente, eu via imagens se destroçando na minha frente, coisas que estavam lá, e coisas que não estavam. Palavras soltas rodavam a minha volta, números e relógios me acertavam com pancadas fortes na cabeça. Eles se destroçavam enquanto fazia…
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Então, tudo começou a ficar escuro; lentamente, eu via imagens se destroçando na minha frente, coisas que estavam lá, e coisas que não estavam. Palavras soltas rodavam a minha volta, números e relógios me acertavam com pancadas fortes na cabeça. Eles se destroçavam enquanto faziam suas funções tortuosas. As pancadas dos relógios eram fortes, não era como sentir um relógio simplesmente batendo na sua cabeça, era bem mais profundo que isso, eles tentavam entrar em meus neurônios, roubar informações, com pancadas. Chacoalhei minhas mãos em volta de minha cabeça, mas os relógios continuavam a me bater, os números continuavam a girar e as palavras continuavam a aparecer. Após essa tentativa em vão, tentei me levantar da cama, então o chão se desmontou na minha frente, os móveis do meu quarto começaram a andar pra traz na tentativa frustrada de fugir do desabamento, então resolvi tomar a mesma decisão. Tentei me afastar do buraco que se abria, mas parecia que quanto mais eu andava pra traz, mais ele me seguia e se abria como um vulcão em erupção. O fundo do buraco não era preto, não era branco, ele não tinha uma cor definida, eram várias cores misturadas, jogadas aleatoriamente naquele buraco, elas formavam algo como uma sinfonia, as cores eram tão surreais que podiam se transformar em som, não um som desordenado, mas uma sinfonia, não uma sinfonia qualquer. O hino de Aletunia! O som se propagou pelo meu quarto em forma de cores e números, tentei escapar, mas eles tentavam me devorar, como se eu fosse uma presa de um caçador. As cores foram se transformando em líquido, um líquido colorido e aleatório, que ia enchendo o meu quarto, com os relógios batendo em minha mente, tentei jogar o líquido pra fora de meu quarto, mas não era possível. Era como se o líquido não estivesse ali, mas ele estava me afogando, estava alcançando o meu joelho. Era possível ver a parede descascando e se transformando no líquido que subia em meus joelhos, olhei a minha volta, aquilo não parecia meu quarto, não era mais meu quarto. Eu estava em algum pedaço aleatório de uma galáxia distante, em alguma fenda de tempo desconexa à dimensão em que vivemos. As cores continuavam subindo, agora estavam em minha barriga, eu podia senti-las, sentir seu cheiro e até ouvi-las. Não ouvir elas em si, mas sim o hino de Aletunia. Peguei as cores na mão, e elas foram seguindo pelo meu braço e tomando conta de mim, logo percebi que os relógios não me batiam mais, eles estavam se derretendo e entrando em minha pele, eu sentia ponteiro por ponteiro no meu braço. As palavras em latim agora estavam soltas no meio do líquido, dando mais cores a ele. O líquido foi me afogando, lentamente. Lentamente fui perdendo a respiração... Lentamente perdi a consciência... Lentamente me perdi...

Nem sempre é possível acertar todas questões da vida, e as vezes alguns erros não tem concerto, mas tudo que buscamos aqui é alguém que nos aceite simplesmente pelo o que somos, mesmo sendo bobo, estressado, bagunceiro ... Tudo o que temos é a capacidade de amar e nos entregar e…
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Nem sempre é possível acertar todas questões da vida, e as vezes alguns erros não tem concerto, mas tudo que buscamos aqui é alguém que nos aceite simplesmente pelo o que somos, mesmo sendo bobo, estressado, bagunceiro ... Tudo o que temos é a capacidade de amar e nos entregar e mostrar o que somos. Encontrando alguém que possa nos dizer que é feliz só pelo nosso sorriso.

Desistir da igreja por não ter sido 'prazerosa' é como sair de uma sorveteria porque ela não vende dicionários de alemão. Nenhuma pessoa deveria seguir a Cristo na expectativa de parar de sofrer. Algumas igrejas iludem os fiéis dizendo que eles não vão ter mais problemas financei…
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Desistir da igreja por não ter sido 'prazerosa' é como sair de uma sorveteria porque ela não vende dicionários de alemão. Nenhuma pessoa deveria seguir a Cristo na expectativa de parar de sofrer. Algumas igrejas iludem os fiéis dizendo que eles não vão ter mais problemas financeiros ou de saúde. Tudo mentira. O sofrimento é inevitável para o mundo e até previsível para os discípulos de Jesus. A gente luta pelo Evangelho não porque ele é confortável, mas porque é verdadeiro, o único caminho disponível para a alegria eterna com Deus.

"Se você se identifica com a esquerda, já deve ter conhecido a técnica centenária de culpar os outros pelos problemas do mundo. Culpam os ricos por toda a opressão existente no universo, responsabilizam a igreja pelo embargo dos supostos avanços culturais, incriminam o conservado…
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"Se você se identifica com a esquerda, já deve ter conhecido a técnica centenária de culpar os outros pelos problemas do mundo. Culpam os ricos por toda a opressão existente no universo, responsabilizam a igreja pelo embargo dos supostos avanços culturais, incriminam o conservadorismo por tudo que não presta etc. Como o sonho socialista quase sempre precisa matar gente de fome ou de fuzil, esperamos que eles um dia admitam o erro, mas não: o discurso vira "eles deturparam Marx". A cegueira é sempre no olho dos outros. A culpa é dos outros. O Evangelho diz que a culpa é nossa (preciso ler muito ainda, mas ainda não vi essa apropriação da culpa na esquerda, e parece que esse senso penitencial é coisa de cristão mesmo). Quanto mais eu me percebo culpado, mais entendo o que Jesus fez por mim e mais desejo uma mudança significativa em mim mesmo, bem antes de querer mudar os outros. Antes de irem inventar soluções para o mundo, discípulos são chamados à autocrítica. A gente tem falhado nisso, mas precisamos lembrar de Jesus: quem pode tirar o cisco do olho alheio sem ter tirado a trave do próprio olho?"

Eu já nasci pronto. Faltava o mito da caverna, certo? Simples e direto.
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Eu já nasci pronto. Faltava o mito da caverna, certo? Simples e direto. O mito da caverna é um ser humano que é uma presa social. Uma presa psíquica. Uma presa psicológica. Uma presa moral. Uma presa da natureza humana capitalista. Só a liberdade social, psíquica, psicológica, moralista e capitalista. Desfaz o ser humano da caverna e o torna liberto de seus próprios paradigmas.

O físico é real, comprovado, de um microscópio da pra ver a formação das células e suas relações, ao mesmo tempo a relação dos órgãos... Os impulsos que geral pensamentos são formados por descargas elétricas, entre receptores, onde existe apenas teorias sobre, e ultrapassa a cap…
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O físico é real, comprovado, de um microscópio da pra ver a formação das células e suas relações, ao mesmo tempo a relação dos órgãos... Os impulsos que geral pensamentos são formados por descargas elétricas, entre receptores, onde existe apenas teorias sobre, e ultrapassa a capacidade humana de compreender... Se você não sabe, pela metodologia científica, o que te impulsiona a agir, de onde vêm essas cargas elétricas, o seu caminho, os neurônios e seus receptores, como você vai saber o por que você age ? Pense...