Dias na caixa,
asfixiado,
espero,
cansado!
Num instante,
a chuva que passou,
o vento carregou,
no qual agitou minha mente!
Desespero eminente!
Descrente na chuva que vinha,
rendeu meras lembranças!
Por um minuto o ar se distanciou,
o senhor vácuo chegou!
Oh, senhor vácuo!
Por que faz isso senhora chuva ?
Deixaste parar por um mero vento;
que falta de maestria!
Deixa cinza,
vira e se espanta com o vácuo.
Sem vento, não a chuva que se move...
E o mar observa,
enquanto beija a terra com suas ondas...
E escuto sua lamentação de um eterno grito mudo ao eco.
Há você menina meiga;
provém o meu querer,
do que eu quis!
Um dia pensei em sentir saudades,
saudades do que você esqueceu,
nem sequer que eu existi;
E o meu único sentir era saber que estava ali!
É querer te encontrar, mesmo que não queira me ver;
Talvez eu ame você, sem mesmo me reconhecer!