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Frases de Luana María

29 frases

O que se come quando se tem fome de amor?
Ela dançava de mãos dadas com a alma Não se importava de tropeçar Pois sempre recomeçava a dançar
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Ela dançava de mãos dadas com a alma Não se importava de tropeçar Pois sempre recomeçava a dançar Nada podia interromper, Maria Quando se movimentava pela casa, Do quarto para a cozinha Em um simples passo Que acabava de criar Não entendiam porque mesmo sem música prosseguia com o seu bailado uma vez que só a moça podia escutar as batidas do seu coração Dançava o ritmo do bater Da sua existência, Movimentava-se com a música da vida Que partia de dentro.

A voz de Chico Enquanto Maria caminhava, Chico atravessa a calçada,
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A voz de Chico Enquanto Maria caminhava, Chico atravessa a calçada, e desde lá dizia: "Anda, Maria Pois eu só teria A minha agonia [agonia do amor descorrespondido] Pra te oferecer" Vai, alegria Que a vida, Maria Não passa de um dia Não vou te prender [nem se quisesse] Corre, Maria Que a vida não espera É uma primavera Não podes perder [os prazeres da vida]" Chico sabia que o coração de Maria era caxeiro viajante, Mas o cupido foi traiçoeiro E num tiro certeiro Escolheu o sujeito desatento Que vive no desalento De amar outro alguém. Maria não sabia escolher, Até parece indecisa Mesmo sendo tão decidida Nessa vida.

Cores pesadas Cores marcadas De todas elas
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Cores pesadas Cores marcadas De todas elas Na mente passam. Observo atentamente Cada passo dado teu Com o olhar. O que se passa na tua mente E que cê esconde e não conta Pra gente, quem sabe, surgir por nós Do que fica e do que se esvai Prefiro acreditar no que está sendo

Sonho Ela era cheia deles Os carregava em uma pequena sacola
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Sonho Ela era cheia deles Os carregava em uma pequena sacola E adorava compartilha-los Memória Onde guardava as suas lembranças com sabedoria Até mesmo as que não tinha O hábito de recordar Saudade Não podia (ainda) lidar com a tal Mas aprendeu a conviver Com o vazio no coração De algo que ainda não havia vivido Amor Não fazia ideia do era, Contudo, já tinha ouvido falar Algumas vezes por outras pessoas. Essas, acreditava a moça, Também não tinham noção nenhuma Do que era

Quem era Maria Maria cheia da saudade Caminhava descalça pelo parque
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Quem era Maria Maria cheia da saudade Caminhava descalça pelo parque Esperando um amor. Era bela feito o céu ao entardecer. A julgavam pelos seus inúmeros amores A coitada não era a culpada. Se gostava de namorar, o que importava? O que valia pra ela era os prazeres que eles a proporcionavam Os sentimentos inusitados, as alegrias... E as dores? Essa parte ela não fazia questão de expor Guardava pra si. Sorrateira consquistava os corações dos rapazes. Se fazia feliz. Desperdiçava, Diziam as más línguas O seu tempo com esse "tar de armô". Ah, mas não era Amélia não Parecia com a Capitu do Machado. "Com olhos de cigana obliqua e dissimulada". Maria era mulher, feita de poesia cantada. Mas poesia do que mulher.

Do amor de Maria É o que a mente pede: Guarda com carinho as coisas boas.
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Do amor de Maria É o que a mente pede: Guarda com carinho as coisas boas. E o coração, responde sempre com saudade. É a grande guerra que enfrentamos todos os dias. Entre o sentimento e a razão. Entre o ficar e o ir embora. Maria levava sua vida assim, Não amava por metade, Mas por inteiro. Já sabiam quando Maria estava amando, Ela só sabia transbordar Pelas ruas por onde passava. Era euforia da moça de coração atado na alegria de gostar do outro, Mas com a infelicidade de não pode ser um só. Um imparce tão grande Que tinha dia que a moça não aguentava De tanta gritaria que saia de dentro de si. Ficava confusa, A coitada, E pensava consigo mesma: "só queria amar, sem fórmula, nem regras, somente pelo gostinho de sentir." Mas não compreendia Que as outras pessoas Não pensavam da mesma forma que ela. E que pros outros o amor não bastava. Não desanima, Maria. Um dia, alguém há de te amar Na mesma intensidade.

"Essa mulher é um mundo!" Escreverá outrora Vinicius de Moraes. A vida lá fora não se comparava ao que havia dentro de Maria.
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"Essa mulher é um mundo!" Escreverá outrora Vinicius de Moraes. A vida lá fora não se comparava ao que havia dentro de Maria. Um turbilhão de sentimentos, pensamentos, dúvidas, certezas. Nada que não parti-se de si mesma. Coisa que só ela poderia construir... ou destruir. Ela tinha o mundo em suas mãos. E mesmo que o dono do destino resolve-se lhe afrontar, Este como um bom moço, cederia aos seus encantos.

Lar de chuva Sabia lidar até você resolver chegar. Um desconhecido em meu sofá pra bagunçar a casa que parecia até então arrumada. No dia chuvoso bateu a dúvida, deixar-se molhar ou se confortar em baixo do telhado. Mas quem nunca se sentiu atraído pela água da chuva? Que caí so…
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Lar de chuva Sabia lidar até você resolver chegar. Um desconhecido em meu sofá pra bagunçar a casa que parecia até então arrumada. No dia chuvoso bateu a dúvida, deixar-se molhar ou se confortar em baixo do telhado. Mas quem nunca se sentiu atraído pela água da chuva? Que caí sorrateiramente pelos cantos da parede pelas brechas que um dia deixaram, e não se pode concertar. São as marcas que toda casa carrega depois de tanto tempo que se mora. Uns batem a porta mais cedo, outros mais tarde. O que conta é a intensidade, de quem está por trás dela, quando a bate. Você bateu e eu abri. Me convidou apenas com um olhar, não tive dúvidas, e logo percebi, que me chamará pra nos molhar. O guarda-chuvas ficou. E eu fui. Apenas senti, as gotas da vida transpassar a pele. Não tinha mais sentido querer se enxugar. Por mais que tentássemos estávamos completamente encharcados de sensações. Olho pro sofá e você não está mais lá. Percebo a chuva cair, com mais intensidade, pelas brechas do telhado que agora pareciam maiores. Somente as marcas do conforto e das lágrimas que acompanhavam as gotas da chuva, inundando agora, a casa desordenada.

Conselhos para Maria II - O palhaço do amor O amor é uma graça, Para os que não sabem amar.
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Conselhos para Maria II - O palhaço do amor O amor é uma graça, Para os que não sabem amar. Por isso Maria, Não ligue para os que sorriem dos seus sentimentos. Eles definitivamente não sabem o que eles significam, Nem a força que possuem. Siga em frente. Seja livre para fazer suas próprias escolhas Para sentir o que quiser E quando quiser.

Dona Maria Maria de Jesus, Maria José, Maria Helena, Maria Caetana, até mesmo eu, Maria. De todas elas, tu és a que possui mais sabedoria. Seja pelo tempo de vida, seja pelas experiências vividas, por tudo que passou e ultrapassou. Jovem ainda, quis se casar pra se criar na vid…
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Dona Maria Maria de Jesus, Maria José, Maria Helena, Maria Caetana, até mesmo eu, Maria. De todas elas, tu és a que possui mais sabedoria. Seja pelo tempo de vida, seja pelas experiências vividas, por tudo que passou e ultrapassou. Jovem ainda, quis se casar pra se criar na vida. Era o Severino da Maria. Onze sairam de seu ventre, e se criaram com enchada e feijão. Pra ela, era o que tinha mais de precioso, sua família, guardava no coração. Casa grande, pra muita gente. Sempre cabia mais um. Tinha netos, e agora bisnetos. No auge da velhice, sempre forte e resistente, nunca deixou de pegar no batente. Se de todas as coisas que mais gostara que aqui posso citar, era passar a manhã na cozinha, pra mais tarde a família reunida, junto se sentar. O sofá de frente ao jardim, passava horas a apreciar, falava das histórias e do que podia lembrar. Apontava cada planta e pronunciava os seus nomes com amor, observava o céu, e alimentava os pássaros. Com o tempo, a força foi se perdendo. E as plantas não podia mais agoar. Mas Deus sempre foi bom, e a água não deixava faltar. E agora, cadê a tua força, Maria? Há dias não mais cê vê, nem plantas, nem pássaros, nem família. Pra quê? Se a memória também se vai, e a gente que aqui fica, sente também a tua fraqueza. Quem contará as histórias, das quais não me lembro mais. Quem dirá os nomes das plantas, agora, tanto faz. E o sofá, que não abriga mais ninguém e não ouve mais, teus risos. Ninguém pode cobrar, não agora, o teu esforço. Teu corpo pede repouso, da vida tão sofrida. Mas fica tranquila, que os teus tão crescidos. E mesmo os pequeninos, vão ter quem cuidar. Dona Maria, dona da minha vida. Não sei quando será a minha última a benção.

"O amor a não ser o próprio, é para dois." Ela estava sempre de prontidão! Pronta para amar,
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"O amor a não ser o próprio, é para dois." Ela estava sempre de prontidão! Pronta para amar, Para realizar algo de extraordinário Ou até as coisas mais simples. Porém não compreendia Que em um ato que exigia dos dois, Ambos deveriam estar prontos, E que não podia carregar sozinha O peso do amor. Menina, Quando colocado na balança E dividido por dois ele se torna muito mais leve! Há um equilíbrio que quando os dois se encontram Ele se torna inteiro novamente. Isso se chama reciprocidade, Maria!

Ministério da saúde adverte: misturar razão e amor pode não dar bons resultados. Nessa balança um lado sempre penderá mais que o outro. Apresentando várias reações dependendo do coração de quem ousar utilizar. Recomenda-se quando tratar-se de um "nós" escolher apenas uma das sub…
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Ministério da saúde adverte: misturar razão e amor pode não dar bons resultados. Nessa balança um lado sempre penderá mais que o outro. Apresentando várias reações dependendo do coração de quem ousar utilizar. Recomenda-se quando tratar-se de um "nós" escolher apenas uma das substâncias, e de preferência o amor, porque o resto, o teu coração vai saber pra onde te levar.