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Frases de Luan Teles

74 frases

Nenhuma coisa na vida tem valor, seu não dou valor a ela.
Lembranças do tempo Já fazem alguns anos E eu no entanto ainda sinto,
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Lembranças do tempo Já fazem alguns anos E eu no entanto ainda sinto, Sinto como se ainda Conhecesse seu jeito. Eu só quero que saiba Que não deixei de pensar em você, Foram vários os conselhos Mas nenhuma vontade Talvez, Por ter sido acariciado Ter à acariciado Tenha sido tão perfeito Tenha continuado assim Foi quando eu descobri o poder de gostar, Foi quando eu descobria coisas...

Há vezes em que não quero pensar certas coisas, mas elas não saem da memória. Há vezes que quero lembrar algo, mas, não consigo. Houve vezes em que tentei esquecer momentos, apesar de não querer deslembrá-los. E houve tempo perdido, nos quais queria esquecer pessoas que estavam e…
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Há vezes em que não quero pensar certas coisas, mas elas não saem da memória. Há vezes que quero lembrar algo, mas, não consigo. Houve vezes em que tentei esquecer momentos, apesar de não querer deslembrá-los. E houve tempo perdido, nos quais queria esquecer pessoas que estavam em meu coração.

Coração sobre Pétalas Foste tu quem fez brotar Onde não havia terra.
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Coração sobre Pétalas Foste tu quem fez brotar Onde não havia terra. Como um canto de ninar Você me fez sonhar Com a flor em aquarela. Recinto Insólito e frio Que eu mesmo dessabia Que em mim mesmo existia. Tu foste sem concessão Apresentar a flor bonita. O sol agora engrandece E meu leito se aquece. A minha alma antes fria Agora suspira sadia E sorri de demasiada alegria. O medo em noites frias Já quase não me visita. Em meus pensamentos Você me cobre à noite E um beijo na testa, suscita. Acordado, vivo um sonho Sonho, de não mais acordar. Olhar a flor bonita Quem em meu coração habita sem merecer murchar.

Versos rápidos e nada revisado! Há um mar desnorteado E um sol amedrontado
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Versos rápidos e nada revisado! Há um mar desnorteado E um sol amedrontado Que vejo em dias ruins. Aparecem no final do dia. Trazendo em sua companhia A mulher sem querubins. Esta donzela muito querida Que há muito tempo habita O coração que muito à fita. De aflita a alma declina. Declina, aflita e sozinha À vida que resvala no inverno. Há uma pouquidade de compreensão Ela se faz amante e diletante da dor Ela me descobre do edredom à meia noite. A noite de sonho perdida! Talvez pelo medo da encarar a vida Talvez, por sonhar acordado com a fantasia perdida.

Mariana X Paris Miserável como a fome e vazio como o mal As lamas e o fogo dimanam alertar-nos;
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Mariana X Paris Miserável como a fome e vazio como o mal As lamas e o fogo dimanam alertar-nos; E no decorrer de dias e noites avarentas Você me aparece como morte incessante. O capital é o que mais lhe atrai, infame! A crença que te sustenta mata seu irmão; Pensei em John Lennon tocando Imagine Mas desta vez, nada ocorreu. Peito grande de mais para poucas palavras Ou seriam palavras grandes de mais para pouco peito; A cama esta pequena de mais para nós dois e o numero dois é muito, para eu e você. Os sinais de compaixão tem sido criticados Justamente pelas figueiras que não dão fruto algum; Entre Mariana e Paris eu escolho o amor A este sentimento não me cabe censurar. Quando enfim a mulher chora e derrama sua dor Por que iria eu lhe tirar o lenço? Senti o familiar se tornar desconhecido e a Ternura perturbar-se com sua irmã, Afeição. No verão, a compreensão e a bondade chegam mais tarde Como o cavalo que atrasa para o dia da batalha; Testemunhando o apocalipse que jaz neste colmeia Temo não me satisfazer novamente com gosto do mel.

'Hoje eu aceito café' Hoje eu aceito um café. Sim, hoje eu aceito!
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'Hoje eu aceito café' Hoje eu aceito um café. Sim, hoje eu aceito! Porque já me basta Toda longínqua alma, Toda amuada calma E pouco de tudo que tem. Hoje eu aceito um café. Sim, hoje eu aceito! Visto que já não agrado mais Do colóquio que o mar me traz, Nem do apelo das manhãs serenas Que aparentam apaziguar-me. Hoje eu aceito um café, Mas com pouco açúcar, por favor. Porque o doce da vida já me escorreu amargo na garganta E não teve melhor façanha De senti-la em meu peito. Hoje eu aceito um café. Ainda que seja pouco Ou até mesmo do seu gosto De gostar de café.

Homem/Máscara Um homem Uma máscara
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Homem/Máscara Um homem Uma máscara Um homem com máscara Um homem de máscara Um homem por trás da máscara Um homem por trás da máscara do homem Um homem que traz a máscara ao homem A máscara O homem A máscara com o homem A máscara do homem A máscara por trás do homem A máscara por trás da máscara do homem A máscara que traz a máscara ao homem O Homem vivendo a máscara A Máscara vivendo o homem Sem homem

Conversa a só Caro amigo, caro amigo, Gostaria que me dissesses
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Conversa a só Caro amigo, caro amigo, Gostaria que me dissesses Sobre ti e sobre o mundo, Mas, fazes a mesma coisa... Caro amigo, caro amigo, Ansiava ouvir-te dizer Sobre mim ou sobre o mundo, Mas, fazes a mesma coisa... Caro amigo, caro amigo, Necessito que digas algo, Creio que finges escutar-me, Mas, não arrisco tapear-lhe, Pois faço a mesma coisa...

Um Pouco Daquilo São destes carnavais e penumbras Com voz amiúde a fraudulenta,
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Um Pouco Daquilo São destes carnavais e penumbras Com voz amiúde a fraudulenta, Destas que enganaram o coração e alma E tudo de toda carcaça. São destas marginais e linhas retas, paralelas ou curvadas Que corri, andei, saltei e caí Ou até mesmo fiquei, vezes outras. Já ouvi dizer bastante: “quem cai sete levanta oito”, Você não vira quem foi empurrado E depois bastou-se de rastejar. É que a chuva não acalma todo dia E a nuvem nem sempre é branca, Melhor se fosse sempre cinza E não nos enganasse nunca. Se as montanhas não foram dadas prontas Pena de mim que não era, ou serei sempre. O que me resta é cuspir palavras E rezar para que o chão não as seque. Pois estou a matar-me com boa intenção Como muitos já fizeram antes de mim, Com a má fé de que possa haver vida Logo após o sacrifício. Sacrifício que Severino conhecia bem Que o fizera perder norte e sul. Mas o leste solva o sonho do homem De lá, todos os dias, nasce o sol.

Há quem saiba saber Há quem vê a vida assim, Meio preto e meio branco.
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Há quem saiba saber Há quem vê a vida assim, Meio preto e meio branco. Há quem sente a vida assim, Como se fosse o preto no branco. Houve quem sentia a vida assim, Meio triste e meio feliz. Há quem notou a vida assim, Como se fosse a tristeza na felicidade. Talvez haja quem sinta isto aqui, Parecido com o que carrego no peito. Quem sabe alguém note o meu profundo ser, Que anda meio assim, assim...

Grande MISS Ao tocar meu peito Percebo algum estranhamento,
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Grande MISS Ao tocar meu peito Percebo algum estranhamento, Não sinto eu, aquilo que sinto Apenas entendo o que toco. Se não toco o que sinto Fica uma grande confusão, É sentimento de sentir Intocabilidade de tocar. Não sei se me confundo Não sei se me confundem, Não sei aquilo que toco Não sei aquilo que sinto. Ao sentir meu peito Não toco o vazio que sinto, Ao tocar meu peito Não toco o buraco que me toca. Não sei se o vazio é vivido, Quem sabe o vazio é da vida? Talvez, é pesar do vazio Ou, quem sabe, é o vazio que pesa.

Como é difícil ser Fulano... Do lugar que te vejo Sem beleza no olhar,
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Como é difícil ser Fulano... Do lugar que te vejo Sem beleza no olhar, Sem sequer me comportar De maneira eloquente. Sou produto da divisão De resultado negativo, Falta apenas um traçado Do lápis que não encontrei. Sobre toda diferença Permaneço todo igual, Observando no espelho Outra imagem de mim. Mas há que um dia Obterei sua resposta, Parece estar no mundo Mas no interno é revelado. Todo julgo se volta Para a face do pecado, Sem saber contudo Que pecar não é fácil. Diferente do bem O mal é do difícil Que todo coração aflito Se reconhece abatido. Fulano volta a repetir O que jamais teria feito, O que jamais teria sido Se não fosse Fulano.

Caríssimos amigos e colegas do facebook, abaixo desta introdução irão encontrar alguns versos que dizem de como percebo uma das dores emocionais mais comuns e correntes das últimas décadas. Busquei atribuir aos versos uma "confusão" comum e corrente que pessoas, com tais dores,…
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Caríssimos amigos e colegas do facebook, abaixo desta introdução irão encontrar alguns versos que dizem de como percebo uma das dores emocionais mais comuns e correntes das últimas décadas. Busquei atribuir aos versos uma "confusão" comum e corrente que pessoas, com tais dores, trazem no peito. Busquei também colocar nos versos a mesma forma de falar, buscando atribuir uma certa concretude e de enorme coerência no - íntimo - . No mínimo, busquei descrever a forma mais próxima com que escuto este desajeito da pessoa consigo mesm@. Você já guardou algo de uma forma tão segura que você mesm@ não conseguia reencontrar? Ou, já criou uma senha tão segura para um e-mail ou qualquer outra coisa que teve de pedir ao Deus (esqueci minha senha) para lhe relembrar? Quer um conselho? Não guarde o fundamental de si mesmo em um lugar tão escondido assim... Eu sempre digo que compreensão é saúde! Por isso, venho apresentar aqui alguns versos que possam nos ajudar a compreender qualquer coisa de nós mesmos, nem mesmo que seja: -- "Eu não quero tentar algo assim". Aliás, às vezes, é melhor compreender observando o outro do que passar pelo mesmo caminho. Seguem os versos abaixo e bom dia a todos! *Quando me falta a mim Não sei tudo que tenho. “Não sei tudo”, eu tenho! Não sei tudo, mas sei, Que não tenho. Sei dizer daquilo que não gosto. Gosto de coisas que não sei dizer. Gosto de evitar coisas que não gosto. Desejando não encontrar desgosto. Atento-me a tudo que não tenho. “Atento-me a tudo”, eu tenho! Mas nem atento, eu tenho tudo. Atento ao que não tenho eu tenho tudo, Que não tenho. Sei dizer daquilo que não gosto. Gosto de coisas que não sei. Gosto de evitar coisas que não gosto. Desejando encontrar o gosto. Não sei tudo que tenho. “Não sei tudo”, eu tenho! Não sei tudo, mas sei, Que não tenho tudo. Sei que não tenho aquilo que me falta. A falta tem sido tudo que tenho. É incrível que evitar desgosto, não tem gosto. O gosto está naquilo que falta, na falta. Não sei tudo que tenho. “Não sei tudo”, eu tenho! Não sei tudo, mas sei, Que não tenho tudo que tenho. Atento ao que não tenho, tenho toda falta!