todas as criações, onde mora a perfeição? No tempo
O tempo, dono de todas as respostas
Senhor de todos os paradigmas,
Inabalável, mesmo quando caímos por terra de exaustão e incertezas, lá está ele… tic tac tic tac… ainda não… é hora de levantar…. e vencer… tic tac tic tac
O tempo… meu bom e velho tempo.
Somos um, eu e o tempo, o tempo sou eu…
Onde estiver a tua liberdade finque estaca, crie raizes.
Onde te podam as asas, voe alto
Onde não há reciprocidade, fuja
Onde tens que insistir, dê meia volta
Onde não há respeito, diga adeus
A necessidade de falar e não calar mesmo diante da incredulidade do ouvinte
Já dizia o sábio; há mais mistérios entre o céu e a terra do que pode supor a nossa vã filosofia
Falo porque a mim não pertence a mensagem, assim como não pertence ao carteiro as cartas lhes caem na mãos
Cabe-me a triste sina de por vezes aparentar-me louca, e também eu as vezes duvido da minha sanidade, por ver e ouvir aquilo que ninguém vê ou ouve..aí de mim … que não tenho pacto com o silêncio… aí de mim
Amigo inseparável
Faz-se presente até quando lhe quero ausente
Trás consigo todas as respostas, todas as soluções
Leva paixões, trás amores
Leva amores, trás razões
Leva razões, trás perdões
Leva perdões, trás a indiferença
Leva indiferenças e preenche com o que realmente importa; o presente, e no presente não cabe o passado.
Viva eu! Viva o tempo, o bom e velho tempo!
O tempo e o silêncio
O tempo perguntou para o silêncio porquê ele estava tão calado.
Não obteve resposta e seguiu adiante.
O silêncio vendo o tempo ir-se colocou-se a pensar no porquê insistia em não falar e tão somente pensar.
Então, pensando bem, o silêncio levantou-se e começou a caminhar ao invés de só pensar ali no canto sozinho, sentiu o sol, aproveitou a primavera e todos os seus encantos. Inebriou-se com o perfume das flores …
Ao reencontrar o tempo, o silêncio lhe dá um demorado abraço e pela primeira vez sussurra em seu ouvido: o tempo é o elixir de todos os males.
Ser forte
Ser resiliente
Ser determinada
Ser persistente
Ser resistente
Ser consciente de sou eu por mim mesma e que os outros são apenas transeuntes que encontrei e encontro no caminho
É sobre mim e a minha jornada.
É sobre o que eu quero e onde pretendo chegar.
Errei e acertei mas nem os erros e acertos determinam quem sou eu são apenas escolhas felizes e infelizes que deram certo ou não e tá tudo certo, afinal, eu sou eu e posso fazer novas escolhas e trilhar novos caminhos e é exatamente o que pretendo fazer.
Chove lá fora e aqui o barulho é intenso, quase nem posso ouvir o som da chuva no telhado ou o canto do sabiá.
Meu submundo está bagunçado, barulhento e desalinhado.
Neste mergulho sem fim estou me questionando quando foi que eu me tornei tão anti social… será minha culpa?
Sim, eu sei, é essencial conviver com as diferenças… mas os gritos, a voz alta, isso me enlouquece, me tira do prumo
Eu amo o silêncio, a chuva e o céu nublado … meu esconderijo foi invadido, estou feito criança perdida na rua…
Nem sempre é perda, quando o tempo passa e você olha para trás, tem certeza que foi livramento…
Os mesmos gestos, as mesmas ladainhas, a mesma falsa solidão, a mesma teia enganosa que a caranguejeira tece minuciosamente para atrair, prender e sufocar suas vítimas. Assim como as caranguejeiras, é assim que o Narcizista patológico faz, ele prende e se alimenta da dor e do sofrimento alheio, fazendo com que a sua vítima morra um pouquinho a cada dia, enquanto ele observa a vida esvair-se do corpo de suas vítimas.
Não engano ninguém, apenas sou feito de partes à mim intransponíveis que vão se juntando a cada passo que dou para a frente sem que eu nem mesmo note o exato momento em que se juntou, o que faz o quebra- cabeças evoluir e crescer
Não existem regras ou objetivos é apenas sentir….
Tudo tem que fazer sentido, não se come por comer ou vive por viver. Viver é uma experiência incrível, gigante.
Eu sei que eu desejei estar aqui. Eu sei que também desejei sumir daqui e o desejo de estar aqui falou mais alto.
Tudo tem que fazer sentido e agora faz
Eu não tenho ou não posso ter? Então eu destruo.
O amor é caro, em alusão ao investimento financeiro que se faz durante os encontros.
A vida é um bumerangue!
Quando acontece uma padronização no mapa mental do indivíduo ele aparentemente se transforma em uma espécie de polo oposto, atraindo mais relacionamentos sofridos e abusivos e quando mais a pessoa foge mais ela atrai, por que ela busca reparação da falta de atenção e de afeto, ela vive da validação do outro e por isso quer agradar o tempo todo e se submete para ser aceita, mesmo que não seja acolhida e amada. A pessoa em questão vai fazer de tudo para conquistar. Essa conquista representa um pedido inconsciente para a sua mãe/pai; aceite-me, ame-me, proteja-me…
Eu estou aqui…eu me submeto à você se você prometer me amar…