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Frases de Lina Marano

273 frases

⁠A dança das cadeiras Ciranda da vida, a dança das cadeiras, Cada volta um ciclo, destino que desenrola.
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⁠A dança das cadeiras Ciranda da vida, a dança das cadeiras, Cada volta um ciclo, destino que desenrola. A música soa, novos ritmos, novas brincadeiras, E à cada parada, permanecer na dança, nos consola. Na orquestra do tempo, novas melodias incluídas, Cada reinício, um novo interesse, uma nova paixão, Novos rostos, de velhas presenças desapercebidas. Neste jogo de estar, uns ficam, outros se vão. A cada parada, um adeus, uma despedida, Como folhas que ao vento partem, vida após vida. Mas há o encontro, na pausa, uma nova mão estendida, Em cada assento vazio, uma história nova, uma ferida reaberta, uma ferida esquecida. Assim gira a roda, na aproximação da distância, A cada ciclo, a vida nos ensina a resiliência, a importância, De saber dançar mesmo quando a música parece incerta, Pois a cada volta, novo desafio, uma nova descoberta. E quando a música finalmente parar, o que nos resta? O eco dos passos, as memórias desta Festa. Com suas perdas e ganhos, cada momento, uma chegada. Na dança das cadeiras, da vida, o prêmio maior é a jornada.

⁠borboleta voa, em cadência rápida esvoaça e carrega
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⁠borboleta voa, em cadência rápida esvoaça e carrega o olhar que enlaça sussurra na brisa o ritmo encanta baila e desliza desafia e levanta poesia viva, paira e flutua, um ballet que motiva de ousadia e punjança entre fendas de luz, ela se lança, dança e avança na ilusão que produz (Ritmo de Borboletal

⁠Meu celular, seguro mais que barra de chocolate. Dele espero tuas palavras doces, que há muito ficaram poucas, mas quando chegam, adoçam minha alma, pois te amo desde de antes de nascer. Meu amor, meu chocolate, meu vício bendito e maldito, que me distrai das amarguras da vida,…
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⁠Meu celular, seguro mais que barra de chocolate. Dele espero tuas palavras doces, que há muito ficaram poucas, mas quando chegam, adoçam minha alma, pois te amo desde de antes de nascer. Meu amor, meu chocolate, meu vício bendito e maldito, que me distrai das amarguras da vida, que me aquece nas finitas noites sem fim. No teu peito entorto meu pescoço, e indireito meu coração machucado que não desisite de ti.

⁠A Chocolatelência de Van Gogh Só pela arte, poderia a mulher chocolate, Posar para o mestre Van Gogh.
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⁠A Chocolatelência de Van Gogh Só pela arte, poderia a mulher chocolate, Posar para o mestre Van Gogh. Imagine, um belo final de tarde à beira mar, O sol ainda quente, derretendo o avatar. A modelo, graciosamente, pingando sem graça, gotas de chocolate, sob o olhar de lince do pintor, pincelando cada gota, um verso, um suspiro, uma rima, abrindo a cortina, na tela molhada de leite e cacau, obra prima. Apenas o sol espectador silencioso, de um encontro indecoroso, um milagre, onde o pintor e sua musa, sua admiradora, sua amante, é mera fantasia.

⁠5 Elementos Não te nego o AR Quando retornas das marginais empoeiradas do teu dia.
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⁠5 Elementos Não te nego o AR Quando retornas das marginais empoeiradas do teu dia. Não te nego a ÁGUA, Quando buscas a nascente dos teus sonhos. Não te nego o FOGO, Quando deixas cair a couraça de gelo de tua guerra pessoal. Não te nego a TERRA, Que conquistas a cada palmo, aconchegando o corpo e semeando esperança, para, enfim, não te negar a ALMA.

⁠Naufrágio Não nego no leito
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⁠Naufrágio Não nego no leito um trago te entrego na palma da mão a alma sossego no peito me acalma no leito da palma da mão um afago com calma Naufrago no lago da alma e apago.

⁠Quem é ela II Quem é ela? pedra e tempestade Com a fúria do trovão me invade
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⁠Quem é ela II Quem é ela? pedra e tempestade Com a fúria do trovão me invade Na leveza da brisa me conforta E na mesma dança minha alma corta Seu olhar, um abismo sem fim Me perco nela como num confim Dura como rocha desafiadora Mas na voz, Um tom que me devora Me rasga com a faca da paixão, Desenha meu destino com precisão Quem é ela? meu tormento e cura Seu rastro queima como a lua mais pura É o silêncio antes da explosão Me pega, me solta em pura aflição Tão feroz quanto um animal selvagem Mas serena Conduz minha miragem Na ponta das sombras ela flutua Entre o breu e a luz sua dança atua Me tatuou com fogo e solidão Seu nome ecoa, dilacerando meu chão Me rasga com a faca da paixão Desenha meu destino com precisão Quem é ela? meu tormento e cura Seu rastro queima como a lua mais pura