Adoro dançar, mas confesso que não sou uma boa aluna, porém o que mais me atrai é a energia que a dança transmite. Infelizmente, não é um mundo lá muito unido.
Não estou aqui para pregar que temos que gostar de todas as nossas companheiras de grupo. Muitas vezes não temos afinidade com algumas pessoas, o que faz com que nos afastemos um pouco delas. Mas quem é generoso sabe olhar além disso e procurar o que o outro tem de melhor dentro de si. Além do que, convivemos em grupos e quando se fala em coletivo: respeito ao próximo, direitos, deveres e um pouco de educação são atitudes que pautam a boa convivência nos grupos e na sociedade como um todo, então, vamos tentar?
Sim, despertei, decidi correr em busca dos meus sonhos, só eles me conduzirão ao meu objetivo.
A vida é uma sequência de desafios, mas e daí? Tenho coragem, enfrentarei os tais desafios. Obstáculos serão ultrapassados e eu possuirei força suficiente para superá-los. Lutarei e abraçarei as oportunidades, utilizando todas as minhas ferramentas. Valorizarei cada passo, pois metas são conquistas diárias, que demandam tempo, fé, persistência, cautela, determinação e paciência.
O silêncio é oportuno e extremamente necessário, pois calar é muitas vezes a arte de falar sem falar.
Podemos ser profundamente sensatos quando sabemos a exata hora de calar. O silêncio é sempre sábio, pois podemos ouvir, refletir e dali retirar várias e várias lições, sem que para isso deixemos de respeitar a vida dos outros.
Não direcionar, manipular, criticar, controlar ou julgar nosso próximo, é uma lição que devemos seguir diariamente.
Devemos usar nosso silêncio para aprender, e deixar os demais serem o que têm capacidade de ser.
Sobre os relacionamentos interpessoais...
Vejo como um sinal de bom senso nunca compactuar com pessoas pouco confiáveis. Claro, não é preciso agredi-las, basta distanciar-se ou dar sinais inequívocos da inexistência de intimidade. Desconfie dos que afagam, elogiam, bajulam,desdenham, ou a todos criticam, sempre aproveitando qualquer chance para contar histórias, fofocas e mazelas sobre amigos comuns. Obviamente na primeira oportunidade, farão o mesmo com você.
Não, não preciso mais me rotular ou provar quem sou.
Por muito tempo me importei com a opinião dos outros, hoje porém, mais tranquila, mais madura e bem mais consciente, penso que o que me define não é o que os outros avaliam em mim, mas sim o que sou de fato, e é isso que realmente conta, é isso o que realmente importa, afinal, acredito na vida eterna, e do outro lado tudo, tudo, sempre é esclarecido.