Acredite na vida.
E em tudo de bonito
Que há dentro de você!
Acredite...
Não no que pode te diminuir
Mas naquilo que te impulsiona
A seguir!
Acredite...
Na força que não cala o teu coração
Mas naquela que te tira da solidão!
Acredite...
No teu perseverar
Pois será a força do teu caminhar!
Acredite...
No teu querer
É ele quem te empurrará a vencer!
Acredite...
Porque o que esperas
Não mora dentro dos outros
Mas na busca do que almeja o teu ser!
Acredite...
Deus está sempre sondando
Com um laço de fita a entregar
Mas não acorda
Aquele que não se levanta
E não se faz presente para agarrar!
Acredite...
Que tudo florescerá
Para quem sabe desatar o nó da vida
E admite se abençoar.
Trazer de volta o tempo que se gasta tentando fazer com que alguém lhe escute, é como ligar para o número de uma pessoa várias vezes sem se dar conta que o mesmo está errado. Trazer de volta o tempo que se gasta fazendo com que alguém lhe perceba, é menosprezar o sentido de existir. O tempo é o andamento onde tudo muda, não mendigue dele um pouco de atenção para esperar uma coisa pouca; o tempo é o período onde tudo acontece, onde tudo se cria, e enaltece. Faça do seu tempo um apetecer; o presente para cria, se encontrar, e ser percebido. O tempo é pra ser vivido de olhos abertos. Trazer de volta o tempo que se gasta tentando arrancar um olhar de alguém, é se perder de si mesmo.
Quando criança tive medo;
medo não-sei-de-quê!
No decorrer do tempo
Me aliei ao medo;
fiz dele meu escoteiro;
Entretanto cresci e descobri
Que todos os medos;
Me formaram como pessoa.
Flores, pra que flores?
Se as mesma não duram!
Flores, pra que flores?
Se a tempestade a destrói!
Flores, pra quem flores?
Se as mesmas murcham!
Flores, pra quem flores?
Se as tuas pétalas caem!
Flores, pra que flores?
Se tua beleza se vai!
Flores, pra que flores?
Se teu encanto é fugaz!
Flores, pra que flores?
Se o teu buquê apodrece!
Flores, pra que flores?
Se pro lixo do se vai!
Flores, pra que flores?
Se o teu tempo na terra
É curto demais!
Flores, pra que flores?
Se o vento não as trazem mais!
Flores, pra que flores?
Se no mundo em que estás
Existe ódio, intolerância e tanto faz!
Flores, pra que flores?
E tua beleza pra ele tanto faz!
Flores, pra que flores?
Se tua semente é plantada
E germina em uma terra sem paz!
Flores, pra que flores?!
Se os governantes não desse ouvido a voz da ganância, e olhassem para a magia de uma ação, iriam perceber que uma pequena atitude, alegra o coração dos mais humilde, dos desprovidos. Daqueles que não têm recurso nenhum para crescer intelectualmente, e formar sua opinião como cidadão.
Toda criança que é submetida aos mal tratos; carrega consigo um cesto de sementes machucada em sua alma, que ao seu ver não germinarão. E se por acaso um dia chegarem a germinar, ela jamais poderá sentir de fato a beleza que florescerá delas. porque nelas ainda sentirá a essência de suas dores.
A minha alma é um albergue que tenta abrigar a tolerância. Para afagar as indiretas e ninar até pegar no sono os deboches...Ela é a chave que tranca a janela do meu espírito para não se molhar com enveneno infecto e maldoso...E poder no dia seguinte se espreguiçar, afastar a cortina da vida, abrir a janela e enxergar a luz de um novo amanhecer.
Não quero nada em troca
Só quero aliviar o que sinto
Poder falar a "GO" que não consigo
Que fica preso dentro do peito me corroendo
E pra ludibriar a voz do "GOES"
Escuto, olho, finjo.
Amor...
Gancho onde se pendura os retalhos...
O amor é quadrado...
O amor é máquina...
Aonde se costura todos os pedaços...
O amor é manta...
O amor é embrulho...
O amor é laço...
O amor não é canto...
O amor é meio...
O amor é o que faço.
Vamos aproveitar a vida
Se foi nos dada por Deus
Pra gente sonhar
Pois o tempo que temos
Aqui na terra é muito pouco
Pra vivermos de rancores
E deixar o ódio nos matar
Ontem...
Precisei de um amigo...
Que me ouvisse...
E me deixasse falar...
Mas no momento...
Não o encontrei...
E meio a bochicho...
Me deparei...
E entre olhares inquietos...
No meu canto fiquei...
E no meu silêncio...
Não me vi tão perdida...
Tinha alguém...
Com quem conversar....
Deus!
E com os meus olhos...
Vagueando...
Olhando para os horizonte...
Ele me pôs a pensar...
Que amigo é bom!...
Mas nem todos...
Podem te ver chorar...
E se algum...
Te viu...
É porque tu confias nele...
Pra desabafar!...
Fiquei serena...
Não me exaltei...
Tentei ser mais silêncio do que eu desejara...
Fria? Não me considerei!
Sentada...
Respirei...
E com os pés debaixo da mesa...
Freei os meus monstros...
Que como humano os tenho...
Não me igualei...
Usei o timbre de voz mais suave...
Como a de um enfermo...
Que estar no leito de um hospital..
A espera da morte...
Retruquei...
Bem mais suave do que o oponente...
Que viera me cutucar...
Sorri...
Balancei a cabeça...
E suave...
Me levantei da mesa...
E com um semblante estarrecido...
Deixei a expressão no ar...
Que posso ser eu mesma...
Sem me assemelhar!
Eu não quero ter uma única religião,
Sem respeitar o meu semelhante.
Eu não quero crer em Deus,
Sem fazer jus a sua palavra.
Eu quero acreditar!
Seguir o meu credo.
Eu quero simplesmente,
Ser humana.