Sim, Eu prefiro o mundo dos sonhos, Ele é menos cruel,
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Sim, Eu prefiro o mundo dos sonhos, Ele é menos cruel, Nele não existe distância, Há esperança, Aliança, Nos entrelaçamos, Por ser Sonho meu, Não teu. Solamento.
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Sim, Eu prefiro o mundo dos sonhos, Ele é menos cruel,
Sim, Eu prefiro o mundo dos sonhos, Ele é menos cruel, Nele não existe distância, Há esperança, Aliança, Nos entrelaçamos, Por ser Sonho meu, Não teu. Solamento.
Viver é uma dor, Pra quem vive o Amor, E o vê estilhaçado dia após dia,
Viver é uma dor, Pra quem vive o Amor, E o vê estilhaçado dia após dia, Diante dos olhos, Ataca-me os nervos, Abala-me em textos, Sobrevivendo em estilhaços.
Eu Amo você, Ainda que com plena consciência do quão Platônico isso seja, Quero ser teu ninho,
Eu Amo você, Ainda que com plena consciência do quão Platônico isso seja, Quero ser teu ninho, Você é um passarinho, O mais lindo, Que eu possa observar voar, Voe, Sabendo, Que se chegar o frio, A chuva, A tempestade, Seu ninho estará aqui, Protegido na árvore da minha Alma, Enraizado, No mais profundo sentimento, Que não subtrai, Sou tua soma, Multiplico-te em meu Amor, Com todo cuidado, O chocolate mais raro, Imensurável, Sinto o prazer de degustar cada pedaço, Deixando derreter, No paladar, Eternizando cada momento, Caixa de Pandora, Um prazer, Com perigo, Que eu não exitaria em correr, Inspiração, Perco a razão, Sem compreensão.
Penso, Logo, Não gostaria de existir,
Penso, Logo, Não gostaria de existir, A vida é um fardo, Um enfado, Sigo o enredo, Luz apagada, Enxergar machuca, Macera, Caipirinha de mim, Logo eu, Tanto tempo lúcida, Agora com essa clareza esdrúxula, Tiro no pé, Ah! Mas, qual é, Neste mundo que te encorajam a ser você mesmo, Quando realmente se é ninguém acredita, Tudo máscara, Enquanto o tempo passa, Derrubo a ampulheta, Quebro a taça, Me esparramo, Viro arruaça, Em meio a fumaça, Apareço, Adormeço, Me reconheço.
O nome dessa poesia é, Ananda, Por onde ela passa,
O nome dessa poesia é, Ananda, Por onde ela passa, Em meus olhos o encanto, Linda, Sua Alma dança, Seu sorriso paralisa, Ressalta, Ressalva, Reluz, Relampeja minha sensatez, Nome com sabor de poesia, Inebria, A maneira como apoia a mão sob a cintura, Delicadamente, Perco-me em encantamento, Teu rosto, Como queria saber teu gosto, Ananda, Nome de poesia, Deve ter sabor de céu, Céu da sua boca, No dia mais estrelado que será, Ainda que em sol à pino, E se fora da janela trovejar, Faço-te em mim um refúgio, Ainda que o inverno insista em bater, Na minha cama faço e refaço-te em verão, Tu vais ver. Tu é o Labirinto onde desejo me perder, Em curvas, Toques, Retoques, Quero engarrafar cada memória, Cada micropartícula, Cada sinal de eufória, Quero ser Teu maior prazer, Me chame de Oxitocina, Tua, Oxitocina Exclusiva, Me queira, Me queima, Menina do cabelo de fogo, Te envolvo.
Posso até me atrair pelos Corpos, Mas, apenas me envolvo com Almas.
Luto, Faço de mim vestimentas de silêncio, Enterro meu velho eu,
Luto, Faço de mim vestimentas de silêncio, Enterro meu velho eu, Poupo à mim e a ti, Não queria estar aqui, Sobrevivo, As margens de um eu falido, Cigarro aceso, Queimando a brasa, Fazendo fumaça, Câncer.
Eu Amo sim, Meu Amor é sem vergonha! Amo rasgadamente,
Eu Amo sim, Meu Amor é sem vergonha! Amo rasgadamente, Não há nada de sorrateiro em mim, Intensidade é minha identidade, Sofro, Mas, prefiro sofrer por Amor, Do que por resistência, Reticências.
Eu sou a Arte, Não espero compreensão, Raramente inspiro-me em razão,
Eu sou a Arte, Não espero compreensão, Raramente inspiro-me em razão, Deixo que meus sentimentos voem, Se entrelascem em olhares, Apaixono-me com facilidade, Mas, o que faz a estadia, Somente recíprocidade, Pessoas pra mim são Almas, Almas não se "pegam", Isso é pífio, Fulo, Eu vivo é de histórias, Poetiso-te, Pinto em letras meu Amor, Amo intensamente, Como combustão incontrolável, Ainda que só por alguns instantes, Ainda que só intrínsecamente, Uma vida inexistente, Somente na mente, Simplesmente vôo, Mesmo sabendo que na maioria das vezes, Enrosco num fio, Quebro às asas, Desmorono.
Só se vê de verdade quem tem olhos para enxergar além da retina, O olhar de Alma, Desnuda,
Só se vê de verdade quem tem olhos para enxergar além da retina, O olhar de Alma, Desnuda, Despe qualquer sombra de futilidade, Só consegue-se entender, Completamente a beleza de um ser, Quando realmente se compreende, Que, O corpo é apenas um instrumento temporário da Alma.
Com o tempo percebi, Que não só a droga entorpece, Não só a bebida embriaga,
Com o tempo percebi, Que não só a droga entorpece, Não só a bebida embriaga, A fumaça do cigarro, Não é a única à intoxicar, O THC não é o único à fazer viajar, Sentimentos são assim, Tanto quanto ilusão pra mim, Balão de gás hélio, Em seu mais alto vôo, Estourou, Tornando-se em partículas, Sopradas pelo vento, Parte à parte, Entre aprendizados e tormentos, Sigo adquirindo conhecimentos, Inebriantes, Escaldantes ou congelantes? Que seja.
Almejo nosso encontro de Alma, Mergulhar-me-ei na profundidade dos teus olhos, Pintar-te-ei em meus versos.
Eu preferia que as pessoas fossem feitas de palavras, Aparência, Oxida,
Eu preferia que as pessoas fossem feitas de palavras, Aparência, Oxida, A Alma não, Mostre-se intrínsecamente, Para que eu te veja, E mantenha-se, Para que eu não me arrependa.
O silêncio pode ser a melhor, Ou a pior resposta, Tudo depende do aplicante,
O silêncio pode ser a melhor, Ou a pior resposta, Tudo depende do aplicante, E do receptor.
Sei, é utópico pensar num mundo com igualdade de pensamento, e nessa minha utopia, pessoas não seriam caracterizadas por gênero, cor ou credo, a verdade é que se o respeito existisse, poderia todo mundo andar pelado e de boa, cada um se relacionar com quem quiser e da maneira e h…
Sei, é utópico pensar num mundo com igualdade de pensamento, e nessa minha utopia, pessoas não seriam caracterizadas por gênero, cor ou credo, a verdade é que se o respeito existisse, poderia todo mundo andar pelado e de boa, cada um se relacionar com quem quiser e da maneira e hora que quiser, desde em que comum acordo, beleza, mas, é utópico, porém, para que se passe do utópico para o real, temos que entender que cada um é um mundo em particular, então, começamos a mudança intrínseca e mudando o nosso próprio mundo que é nosso eu, começamos a trazer à tona a revolução dos outros eus, escondidos na capa da hipócrisia.
O meu ser, Não cabe dentro de mim, Divido-me em versos,
O meu ser, Não cabe dentro de mim, Divido-me em versos, Espalho-me, Como pétalas ao vento, Que com o tempo, Secam, Se esmigalham, Morrem.
O princípe encantado virou dragão, Cuspiu fogo, Queimou nossos sonhos,
O princípe encantado virou dragão, Cuspiu fogo, Queimou nossos sonhos, Desapareceu.
Quanto mais a arte me entope, Mais meu mundo real se esvai.
Sou um composto de Alma, Esculpido em versos.
Quem sou eu agora? Além de um grito de desejo contido na imensidão da madrugada, Em resposta o silêncio,
Quem sou eu agora? Além de um grito de desejo contido na imensidão da madrugada, Em resposta o silêncio, Tão profundo, Que desaguar-me-ei, Em transbordar-me Ao meu próprio espectro, Invenção de mim, Sombra amargável, Como o próprio amargo, Opróbrio, Fel, Rasguei o dia, Amanheci, Leito frio, Cama vazia, Saudade da história infinda, Nunca vivida entre você e eu.
Nem meus versos, Nem meu ser, Eu só existo no meu mundo.
O que me ganha, São as idéias, Enquanto o físico se deteriora,
O que me ganha, São as idéias, Enquanto o físico se deteriora, Oxida, A Alma se aviva, Criativa as palavras, Despe em versos, Se acalora, Palavras inexistentes, Tornam-se livres, Liberto-as, Que se dane o Aurélio, Que é físico, Sou um composto de Alma esculpido em versos.
A solidão, Não é o físico, Posso estar em meio à multidão e estar só,
A solidão, Não é o físico, Posso estar em meio à multidão e estar só, Companhia tem conexão com recíprocidade, Só.
Mistério, O silencio é um mistério, Ou será que eu quero descobrir?
Mistério, O silencio é um mistério, Ou será que eu quero descobrir? ou só sentir?