Guardo-te em gavetas que ocultei na sala da minha mente, em cantos da minha alma...de ti tenho lembranças ocultas, escondidas em mim !
Frases de Leônia Teixeira
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A loucura me abraça, me aperta com jeitinho...me entrego, me dou ! Me viro de todos os lados, me deixo fazer chamego, dengo... a loucura é cúmplice de mim e aliada do meu jeito.
És moldura que habita a parede do meu quarto e reside na mesma morada de mim. Somos nós no mesmo espaço, habitando a mesma casa, porém, não dormimos na mesma cama, não comemos no mesmo prato nem bebemos na mesma taça. Não brindamos com o mesmo vinho, não cantamos a canção de nós…
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És moldura que habita a parede do meu quarto e reside na mesma morada de mim. Somos nós no mesmo espaço, habitando a mesma casa, porém, não dormimos na mesma cama, não comemos no mesmo prato nem bebemos na mesma taça. Não brindamos com o mesmo vinho, não cantamos a canção de nós nem vivemos os mesmos sonhos !
Disseram-me que estou brega, ultrapassada...que amar tá fora de moda, que o papo agora é ficar, da um rolé, se enroscar e só. Cair na gargalhada, escancarei...se amar tá fora de moda, deixa eu com minha breguice. Prefiro ser taxada de já era que não senti arrepios, que não viaja…
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Disseram-me que estou brega, ultrapassada...que amar tá fora de moda, que o papo agora é ficar, da um rolé, se enroscar e só. Cair na gargalhada, escancarei...se amar tá fora de moda, deixa eu com minha breguice. Prefiro ser taxada de já era que não senti arrepios, que não viajar olho no olho, pele na pele...meu corpo não é qualquer coisa nem se dá bem em qualquer lugar: meu corpo tem alma, coração, espirito...é deposito de sonhos, de paixão, de vida...de amor !
..brindo a loucura de amar um sonho...
Tudo que em mim tem de você e quero de você estão nos meus olhos. Meu olhar reflete meus sentimentos, me mostram...me entregam em taças e bandejas !
Seriam nossos olhos vilões? Seriam nossas bocas cúmplices, de mim, de tu...
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Seriam nossos olhos vilões? Seriam nossas bocas cúmplices, de mim, de tu... ou seriam compassas de nós?
Quase me toca. Segundos nos separaram, respirei fundo...não olhei de lado. Medo, receio de da de cara com você, medo dos meus olhos, da minha pele... que me traem, me entregam sempre que chega perto. Não há disfarce, não tem máscara...me dou !
Muitas vezes se pinta mentiras em sorrisos, gargalhadas...e esconde-se verdades em silêncios, palavras !
Jogo taças, tomo vinho...tento apagar das minhas digitais o desejo de tocar teu corpo, abraçar tua pele, senti...
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Jogo taças, tomo vinho...tento apagar das minhas digitais o desejo de tocar teu corpo, abraçar tua pele, senti... cheiros, dos teus lenções. Acalmar meus medos, vontade do teu corpo, saudade ! Saudade dos teus olhos, tua voz... voz que me envolve, me leva em canções. Saudades...de tudo do nada, tim-tim brindo a loucura de amar um sonho querer o impossível, cantar minhas vontades de nós !
E por ser assim... que tem que ser, amores se vão, se perdem
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E por ser assim... que tem que ser, amores se vão, se perdem ficam parados no tempo em estradas guardados em versos, em rimas. E por ser assim a vida, os dias... tudo passa sem cores adormecem e se vão no vento, no tempo. Se perdem em caminhos palavras escondidas, caladas. Ficam as poesias, guardam-se os sonhos E por ser assim se vive a lucidez por medo, não se é feliz.
Se importa não: sou meia tam tam mesmo ! O silêncio é batuque, som pesado aos meus ouvidos. Deixa pra lá, logo me acostumo. Se não me acostumar, que meus ouvidos explodam...porque da minha boca não saíram mais loucuras para tirar teu juízo, te perturbar...bagunçar tua mente !
Me abrigo em teus olhos a procura de um aconchego, um aperto...um abraço sem fim.
E o destino prega peças... bate à porta, parece que tou girando em montanhas
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E o destino prega peças... bate à porta, parece que tou girando em montanhas falta a cor, esfrio... tudo roda ao meu redor, gela sem lugar pra me esconder me afastar, minha casa falta espaço fico sem chão sem ar a mil dispara o coração emoção acelera, e ai, não tem como fugir olho, me espanto... dou de cara com você.
Pode ser mimo pode ser birra pode ser até vontade, sei lá...
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Pode ser mimo pode ser birra pode ser até vontade, sei lá... pode ser talvez... desejos incontidos, querer bem ser cheia de vontade, querer quem não me quer. Será brincadeira de criança ou desejo de mulher ?
A noite atormenta-me de um lado para o outro me viro e reviro no avesso de mim
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A noite atormenta-me de um lado para o outro me viro e reviro no avesso de mim tentando arrancar apagar, momentos desejados sonhos perdidos loucos... são quentes desejos nas veias do meu corpo na pele, em caminho proibido oculto guardado, escondido. São arrepios que tocam prazeres sentidos, tudo juntos sonhados, em um mesmo lugar.
E se eu me esconder perdoa, minha falta.
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E se eu me esconder perdoa, minha falta. Preciso me dá um tempo acalmar minhas vontades, desejos...
Que me perdoem os lúcidos, normais... mas são aos olhos meus
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Que me perdoem os lúcidos, normais... mas são aos olhos meus desprovidos de sonhos, de vida !
Que em mim chuvas caiam como rios de alegrias e que a felicidade caia feito águas em jatos de sorrisos.
E se eu disser adeus que seja por segundos segundos sem teus olhos são suficientes para perturbar meus sentidos, sangrar minha alma.
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E se eu disser adeus que seja por segundos segundos sem teus olhos são suficientes para perturbar meus sentidos, sangrar minha alma. Que sejam só segundos e só, porque a saudade é faca que corta e apunhala minha mente.
Porque os olhos de quem ama é poesia, beija flor. É primavera, sol de tardes
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Porque os olhos de quem ama é poesia, beija flor. É primavera, sol de tardes quentes, é roda de samba no morro música, pagode no ar. Porque os olhos de quem ama tem chamego, gingado... É azul de mar, de água doce é verde de mato e campinas tem gosto, sabor... Porque os olhos de quem ama. Trás paixão que alucina derrete, sedução faz morada encanta e canta violas, violeiros... Porque os olhos de quem ama é doce feito mel bebida, aguardente... são tardes no sertão chuvas...verão ! Porque os olhos de quem ama dança, é festa, folia tem brilho furta cor gosto, tempero... pimenta, queima feito fogo é brasa, Porque os olhos de quem ama tem pecado toca, violão e violino tem... mistérios de amor !
Eu me toco em versos, me faço flores...danço em rosas e mar. Me olho displicente e me vejo no tempo parada sem rumo em estradas vazias, caladas...vez em quando me vejo em rios
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Eu me toco em versos, me faço flores...danço em rosas e mar. Me olho displicente e me vejo no tempo parada sem rumo em estradas vazias, caladas...vez em quando me vejo em rios nado em sonhos, deságuo em passados parados no tempo, tempo em que sorrisos me consumia, me abraçava... tempo em que músicas me cantavam poesias, me abraçava a alma me levava em águas correntes, cristalinas...me entregava em cores olhares quentes...acalmava meu frio, aconchegava meu corpo beijava minha pele, arrepiava. Lembro com vinhos, taças geladas...noites enebriantes, envolventes. Me envolvem em lembranças, me aconchegam na saudade... Porto seguro, ondas calmas...poemas despertam minhas vontades, memórias me levam, me carregam pra junto de ti.
Entre um sorriso e outro fica um espaço de olhos lacrimejando, são saudades batendo no coração.
E se eu cantar que seja a canção dos sorrisos os versos dos sonhos...que o amor, seja o toque mais forte que a música fale a linguagem da alma e que meus olhos
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E se eu cantar que seja a canção dos sorrisos os versos dos sonhos...que o amor, seja o toque mais forte que a música fale a linguagem da alma e que meus olhos te abracem em beijos floridos, perfumados...que marquem, que pra sempre nossos olhos adormeçam um dentro do outro e que nossas bocas se colem, se calem...no infinito e doce abraço.