Me pego gostando do sabor dos teus olhos, do tom da tua boca... me delicio,
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Me pego gostando do sabor dos teus olhos, do tom da tua boca... me delicio, água na boca, morango no olhar.
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Me pego gostando do sabor dos teus olhos, do tom da tua boca... me delicio,
Me pego gostando do sabor dos teus olhos, do tom da tua boca... me delicio, água na boca, morango no olhar.
Já senti mil vezes fome dos teus olhos e milhões de outras, sede da tua boca.
Tua pele me deixa no cio, teus olhos me jogam no mar.
Sol e lua se buscam se procuram, sol e lua sabem não poder
Sol e lua se buscam se procuram, sol e lua sabem não poder não ser. lua e sol mundos distantes diferentes, lados opostos contrários. Sol e lua amanhecem, adormecem sem se ter.
Fiz versos, fui prosa, poetizei! Xeque-mate: se não agora, talvez...
Há sonhos que escondi, ocultei...há sonhos que guardei só pra mim. Deixei nos escombros, nas gavetas. Porque sonhos se perdem, por vezes...porque sonhos nem sempre se dividem, se entregam. Sonhar são adjetivos subentendidos, são flores em jardins de ilusões.
Que não se transforme em poeira os sonhos, que não morram. Em mim, vives...e se vamos vivê-los ou não, não cabe a mim. São destinos que foram escritos e o final é parte da história.
Já não sou dama nem dona, só uma mulher !
O pecado tem cor, tem cheiro. Tem olhos de encanto, tem voz, tem vez.
O pecado tem cor, tem cheiro. Tem olhos de encanto, tem voz, tem vez. O pecado pode esta do lado em frente, pode ser homem ou menino. O pecado é mel doce, céu... ser silêncio, ser palavra. Pode mentir, se esconder... pode sorrir, pode falar o pecado pode trair, não trai. O pecado anda calado triste, anda querendo não quer. Vive na dúvida, no meio é errado, certo. O pecado é ouro as vezes brilha, reluz. Ah, o pecado seduz !
Que me levem as pedras. Que em mim, fiquem somente sonetos e sonhos.
De onde vem este rosto que consome de mim todos os pensamentos
De onde vem este rosto que consome de mim todos os pensamentos sentimentos, de onde vem ? De onde vem esse riso que se esconde esse olhar que foge, essa boca que cala ? De onde vem esse ser tão só tão silêncio, tão...tantos tãos ? Que parece querer não querer não ser capaz ou capaz demais de amar, de se controlar de não se envolver. De onde esse cara diferente inocente, Pecado doce, veneno... que me adocica, que me envenena que rouba, tira paz. De onde vem ? Tão maroto, tão de jeito sem jeito, não me diz que sente não me fala, vou me enganando, revivendo sonhando, querendo. De onde vem, pra onde sem mim, em mim fica e vai. De onde vem ?
Se eu te esquecer na praia, perdoa. É que não faz mas sentindo naufragar nas ilusões.
Outrora flores reguei, outrora cantei versos...joguei rosas e sonhos no ar.
Mergulho nas cores e descubro que viver são passos dados um a um no caminho da alma.
Trafiquei sonhos, roubei...te trancafiei em mim. Perdoa por ser meu vicio, baseado !
Moço não me peça explicações, deixe apenas que eu sonhe ! Juro te devolver por inteiro mesmo me repartindo em mil pedaços.
Se a gente tiver que ser, será. Não importam as ruas, estradas... desconhecidas, dobradas,
Se a gente tiver que ser, será. Não importam as ruas, estradas... desconhecidas, dobradas, o que for será: hoje, amanhã ou depois. O que foi escrito nem o tempo nem becos, nem caminhos tortos, diferentes... são capazes de evitar o que vai, ou vem para ser!
Chuvas e sonhos de mãos dadas no fim de tarde, caem: pingos de olhares, palavras...pingam desejos, vontades. Aos céus graças pelas águas, a ti graças por existir.
ser saudades, ser lembranças. O tempo não perdoa
ser saudades, ser lembranças. O tempo não perdoa os dias passam só, só passam !
Fim de tarde fins, rola, deságua...águas.
Fim de tarde fins, rola, deságua...águas. Bate saudade, fica de você tudo um bocado em mim. Disfarço finjo, faço que não tou nem ai não vejo: camisa vermelha, jeans. Me engano, engano... fingir é a saída, o preço pago !
Que nesse encontro de mim comigo mesma, que eu me descubra.
Taça, vinho... tragos, músicas rolam, saudade.
Taça, vinho... tragos, músicas rolam, saudade. Vejo olhos claros, longe distantes, sinto vozes escuto, vem cheiros bate em mim desejos escorre, vontade de um sorriso abraços. Fico no ar, pelo avesso peço abrigo, colo. Carros passam, pessoas... só não tu, vem!
Passei de lado vi jardins atravessei ruas
Passei de lado vi jardins atravessei ruas pulei calçadas, dei de cara com o sol, chuvas corri, brinquei na água, sorri. Badernei, me fiz menina moleca dancei rodopiei com o vento gargalhei. Lembrei infância: fiz teatro, mor meu fiz drama, fui Julieta, tu Romeu.
Minha alma não desgruda da poesia, nem se esconde dos sonhos.