Tudo o que é belo morre no homem, mas não na arte.
Frases de Leonardo da Vinci
103 frases
As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.
O mais nobre dos prazeres é o júbilo de quem compreende.
A pintura deve parecer uma coisa natural vista num grande espelho.
Assim como a coragem põe a vida em perigo, o medo protege-a.
Por que vê a vista as coisas mais claramente em sonhos do que a imaginação quando acordada?
A lei suprema da arte é a representação do belo.
Os que se encantam com a prática sem a ciência são como os timoneiros que entram no navio sem timão nem bússola, nunca tendo certeza do seu destino.
Melhor do que ter uma grande beleza, é ter um grande coração.
Quando eu pensar que aprendi a viver, terei aprendido a morrer.
Onde há muito sentimento, há muita dor.
Não prever, é já lamentar.
Repreende o amigo em segredo e elogia-o em público.
Para estar junto não é preciso estar perto, e sim do lado de dentro.
O tempo dura bastante para aqueles que sabem aproveitá-lo.
Tal é o prazer e a dor... saem de um tronco único porque têm uma só e mesma base, eis que cansaço e dor são a base do prazer e os prazeres vãos e lascivos estão na base da dor.
PALAVRAS DE AMOR. "As mais belas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar". autor: Leonardo da Vinci
Não se volte, se a meta for as estrelas.
Se escolheres o prazer, conscientiza-te que atrás dele há alguém que só te trará atribulações e arrependimento.
Se o corpo parecer para você como algo maravilhosamente construído, lembre-se que não é nada em comparação com a alma que mora dentro dele e que é uma coisa divina.
É melhor ter um inimigo reconhecido do que um aliado forçado
Embora eu acreditasse estar aprendendo a viver, estava aprendendo a morrer.
Quanto mais conhecemos, mais amamos.
A Borboleta e a Chama Uma borboleta multicor estava voando na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita!
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A Borboleta e a Chama Uma borboleta multicor estava voando na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita! Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu fazer o mesmo que fazia com as flores perfumadas. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama e passou rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas. “Que aconteceu comigo?” – Pensou ela. Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto a chama pudesse causar-lhe mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou vôo novamente. Rodou em círculos e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu, queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama. - Maldita luz! – murmurou a borboleta agonizante – Pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa. - Pobre borboleta! – respondeu a chama – Eu não sou o sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela, são queimados. Esta fábula é dedicada àqueles que, como a borboleta, são atraídos pelos prazeres mundanos, ignorando a verdade. Então, quando percebem o que perderam, já é tarde demais