O mal não pode vencer o mal. Só o bem pode fazê-lo.
Frases de Leon Tolstói
165 frases
O segredo da felicidade não é fazer sempre o que se quer, mas querer sempre o que se faz.
Aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil.
Aquilo que foi e que será, e até mesmo aquilo que é, não somos capazes de saber, mas quanto àquilo que devemos fazer, não apenas somos capazes de saber, como também o sabemos sempre, e somente isso nos é necessário.
Aos zés-ninguém é que cabe a função de propagar a espécie, aos outros, a de contribuir para o desenvolvimento intelectual, para a felicidade dos seus semelhantes.
As infelizes são infelizes cada uma de seu jeito.
Eu sou chato, até te ver triste... Eu sou insensível, até te ver chorar... Eu sou maduro, até te ver sorrir... Eu sou completo, até perceber que você é a minha metade.
Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia.
Pode se viver uma vida magnífica quando se sabe trabalhar e amar. Trabalhar por aquilo que se ama e amar aquilo em que se trabalha.
Que estranha ilusão é supor que a beleza é uma virtude.
E, de fato, se Evguêni Irtênev estava mentalmente enfermo quando cometeu seu crime, então todas as pessoas são também doentes mentais; porém, mais doentes ainda são, sem dúvida, aqueles que veem nos outros sinais de loucura que não veem em si mesmos.
A doutrina de Cristo não é uma jurisprudência que, sendo imposta pela violência, pode modificar de imediato a vida dos homens. É um novo conceito de vida mais alto do que o antigo e um novo conceito de vida não pode ser prescrito, precisa ser livremente assimilado. E só pode ser…
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A doutrina de Cristo não é uma jurisprudência que, sendo imposta pela violência, pode modificar de imediato a vida dos homens. É um novo conceito de vida mais alto do que o antigo e um novo conceito de vida não pode ser prescrito, precisa ser livremente assimilado. E só pode ser livremente assimilado de duas maneiras: uma interna, espiritual, e outra externa, experimental. Alguns – a minoria – com uma espécie de instinto profético, advinham imediatamente a verdade da doutrina e seguem-na. Outro – a maioria – não chegam à verdade da doutrina e à necessidade de segui-la senão por uma longa senda de erros, experiências e sofrimentos. A maioria da humanidade cristã chegou hoje a esta necessidade de assimilação pela via experimental externa.
Cada um viveu tanto, quanto amou.
Só há uma coisa neste mundo à qual vale a pena dedicar toda a sua vida. É a criação de mais amor entre os povos e a destruição das barreiras que existem entre elas.
Difícil é amar uma mulher e simultaneamente fazer alguma coisa com juízo.
O lugar que ocupamos é menos importante do que aquele para o qual nos dirigimos.
Se meditamos sobre a existência depois da morte, então a doença pode parecer levar-nos mais próximo à passagem de uma vida para outra, uma transferência mais desejável do que indesejável.
A nós parece que o trabalho mais importante do mundo é o trabalho visível, mas nosso trabalho invisível para o aprimoramento da alma é o trabalho mais importante do mundo, e todas as outras formas só são úteis quando o realizamos.
Pretender-se que a vida dos homens seja sempre dirigida pela razão é destruir toda a possibilidade de vida.
A única certeza absoluta que o homem tem é que a vida não tem sentido.
Parece-me que o sorriso, e só ele, faz aquilo que chamamos a beleza de um rosto.
...doentes serão todos os que nos outros vêem sintomas de loucura quando não têm um espelho em que possam ver o que lhes vai dentro da alma. (A Tortura da Carne)
A fé é a força da vida. Se o homem vive é porque acredita em alguma coisa.
Creio que o amor... essas duas classes de amor que, como te deves lembrar, Platão define no seu Banquete, constituem a pedra de toque dos homens. Uns só compreendem um destes amores; os demais, o outro. E os que só compreendem o amor não platônico, esses não têm o direito de fala…
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Creio que o amor... essas duas classes de amor que, como te deves lembrar, Platão define no seu Banquete, constituem a pedra de toque dos homens. Uns só compreendem um destes amores; os demais, o outro. E os que só compreendem o amor não platônico, esses não têm o direito de falar de dramas. Com um amor dessa classe não pode existir nenhum drama. «Agradeço-lhe muito o prazer que me proporcionou, e adeus.» Nisso consiste todo o drama. E no que diz respeito ao amor platônico, também esse não pode produzir dramas, porque nele tudo é puro e diáfano. (Anna Karenina)