A mãe que me deu a vida
Na vida me conduziu,
Maio, tem seu belo dia
E só sabe quem sentiu,
O amor lhe envolvendo
No amar nós aquecendo,
Naquela paz preferida.
A mãe com sua bonança
Nós faz sentir-se criança
Pro resto de nossa vida
Eu não vou mudar meu ser
Apenas pra te agradar,
Tudo aquilo que eu sou
Eu não preciso provar.
Deus me fez só para eu,
Então cuida do que é seu
Ou então tú vais perder.
Quem se auto empodera
Circula numa esfera
De si sem se perceber.
Fiz um acordo bem feito
pra não sofrer de saudade,
toda vez que ela me invade
Se alojando no meu peito,
Na hora já dou um jeito
De ficar bem animado,
Pra não ser incomodado
Com dores do sentimento.
Pus no mar do esquecimento,
As coisas do meu passado.
Os dados de nossa história
A gente salva em massa,
Do jeito que a vida passa
Eles ficam na memória.
Se tem perda, tem vitória
São partes do resultado,
Que a gente deixa guardado
No HD do sentimento
Pus no mar do esquecimento
As coisas do meu passado
Na minha simplicidade
Eu pouco exalto o que faço,
Mas garanto o meu espaço
Com muita sinceridade.
Um Poeta de verdade
Não ver no outro um rival,
Ele o traz como um igual
Jamais um beligerante.
Todo Poeta arrogante,
Cria o próprio pedestal.
MOTE: "Fiz meu poema de amor, com rimas do sentimento."
(Léo Poeta)
Quando a saudade apertou
Peguei caneta e papel,
Uma tela e um pincel
Que a mente imaginou,
O coração disparou
Lembrei aquele momento
Que fizemos juramento,
Na presença do senhor,
Fiz meu poema de amor,
Com rimas do sentimento.
Toda vez que o dia nasce
E o sol começa aquecer,
O espelho do orvalho
Faz tudo resplandecer.
Cada pássaro entoa
Uma canção que ecoa
E o vento fazendo açoite.
A lua em seu arrebol
De manhã devolve ao sol
A luz que pegou de noite.
Num ato só de bondade
Exemplo de puro amor,
Ele fez tudo que existe
Foi o nosso criador
Fez tudo com perfeição
E deu a população,
Que reclama e faz besteira.
E o criador sem atalho
Fez o primeiro trabalho,
Sem ter registro em carteira
O despertar nordestino
Começa de madrugada,
Faz a gente se envolver
Com está festa animada.
O comunicador Zezinho
Apresenta com carinho
Forró, aboio e toada.
Uma festa organizada
Recheada de alegria,
Zezinho de Garanhuns
Logo no romper do dia,
Vai tocando os contadores
Respeitando seus valores,
Declamando poesia.
Houvi um sino tocando
E uma canção divinal
Escutei a voz de um anjo,
Numa lira magistral,
O mundo em acolhimento,
Num clima de nascimento,
Pelo dia do natal.
(Léo Poeta)
A cultura nordestino
Eu trago no coração,
Escutando o Musicamp
Eu relembro meu sertão.
Ouvi vaqueiro aboiando
Zezinho comunicando
Ao som do rei do baião.
Quando a mente te pede pra parar
É jesus cutucando a conciência,
Se você insistir, por resistência
Estarás a um passo de pecar.
Seu desejo não pode dominar
Pra não seres escrevo do pecado,
Feche a porta do mal a cadeado
Entregando a chave a ao criador,
Diga sim para o bem, pregue o amor,
Para ter redenção ao ser jugado.
Quem conhece o estado da Bahia
Fez pesquisa, esforços ou estudos,
Entedeu que a guerra de canudos
Pra o baiano foi pura covardia.
Quem viveu este inferno pressentia
O poder da ganância e insistência,
Extermínio, massacre e Incoerência
Morreu homem, mulher também menino;
É por isso que o povo nordestino,
Tem no sangue o poder da resistência.
Quando a mãe da gente morre
Deus prepara um banquete,
Pra receber esta santa
Em seu lindo palacete.
É recepcionada
De amor tão iluminada
Que se torna anjo guerreiro.
E ao lado do criador
Ela utiliza o amor
Pra cuidar do mundo inteiro.
Quem consegue manter-se conciente
Seu caminho se torna iluminado,
Cada passo é sempre preparado
Pela força do Deus onipotente;
Inimigo que passa em sua frente,
Sente o cheiro de um servo bem ungido,
Pelo amor, pela fé está munido,
E com isso até vence uma guerra
Todo servo de Deus aqui na terra,
Pelo próprio Deus pai e protegido.
(Léo Poeta - 28-09-2023 - inspirado no trabalho do meu amigo Pastor Daniel Checchio)
Depois que o dia começa
Pre que a noite se aquete,
O sol começa aquecer
Novo dia que promete.
O padeiro faz torrada
E o chofer faz a parada,
pra pegar um novo frete.
(Léo Poeta)
Quem viu as diretas já
Desejava uma abertura,
Com fim da ditadura
Fábrica de marajá,
Desde o sul ao Amapá
Havia o mesmo clamor,
Democracia e amor
Justiça sem pistoleiro,
Como todo brasileiro
Eu também sou lutador