Na falsa democracia o povo somente atua como figurante.
Frases de Léo da Silva Alves
163 frases
É sempre igual: as esperanças do povo são atropeladas pelas imagens fabricadas, pela desfaçatez de quem promete a alma e, por pragmatismo, é capaz de aliar-se aos abutres da pátria e aos bandoleiros de piores perfis.
O Brasil possui artistas sem palco, cientistas sem laboratório, professores sem escola e empreendedores sem recursos. Deem-se as condições e eles farão história.
A pior escravidão é a da mente. De forma sorrateira, retiram a tua liberdade de pensar e te põem a repetir asneiras como se fossem verdades.
Pessoas honradas, constrangidas pelo lamaçal de tramoias, recolhem-se aos seus credos sem oferecer contributo à política nacional; não querem a mínima proximidade com os hábitos rasteiros, com o universo das intrigas, com as ofensas gratuitas saídas do regurgitar de impostores.
O costume de manipular pessoas, convencer eleitores com mentiras, distorcer estatísticas e conquistar mandatos e cargos a qualquer custo é uma fórmula que os ventos da democracia ainda não conseguiram enterrar nos buracos da história.
O Brasil contribui em 2018 com 54 milhões de pessoas na miséria. No mundo, são 750 milhões, Como pobres, outra classificação, são tantos milhões iguais. A causa dessa catástrofe humanitária é a relação direta com a corrupção e a decadência da democracia.
O direito é uma ciência humana e, portanto, somente será útil se servir às pessoas com dignidade e justiça. Quando os tribunais humilham os pobres e acarinham os ricos, não praticam ciência e não têm serventia para os cidadãos e para a humanidade.
A miséria não é da natureza. Os animais, como regra, são solidários entre si. Por que os homens admitem a pobreza extrema, a morte de crianças por inanição, criaturas a revirar lixeiras para continuarem a respirar mais um dia na vida? É certo que não há falta de comida: há ausênc…
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A miséria não é da natureza. Os animais, como regra, são solidários entre si. Por que os homens admitem a pobreza extrema, a morte de crianças por inanição, criaturas a revirar lixeiras para continuarem a respirar mais um dia na vida? É certo que não há falta de comida: há ausência de amor.
Por que admitimos a pobreza extrema, a morte de crianças por inanição e a humilhação de adultos a comer alimentos putrefatos? Como conseguimos sentar à mesa e, depois, dormir com serenidade deixando para trás, como se fossem nada, esses irmãos em súplica?
O melhor do Brasil ainda é a sua gente. Um povo que tem um perfil alegre. Mesmo sofrido na pobreza e a cruzar com dor pelas dificuldades da vida, a regra é a generosidade.
Se for para fingir, não se deve participar de eleições; a gente reúne os amigos e vai jogar truco.
Os meus olhos não enxergam a ostentação dos palácios, enxergam o Brasil na sua inteireza e a gente brasileira na sua dignidade.
É preciso desprendimento para combater os corruptos que continuam e continuarão a sustentar seus egos com dinheiro espúrio; é necessário ter um túmulo no coração, para sepultar a incompreensão dos omissos, que não fazem e não deixam fazer; é imprescindível tolerar a arrogância do…
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É preciso desprendimento para combater os corruptos que continuam e continuarão a sustentar seus egos com dinheiro espúrio; é necessário ter um túmulo no coração, para sepultar a incompreensão dos omissos, que não fazem e não deixam fazer; é imprescindível tolerar a arrogância dos que se imaginam proprietários de todos os saberes.
Teremos voto com responsabilidade no dia em que os eleitores escolherem corretamente entre a pátria e a mentira.
Sempre cabe um apelo à serenidade. Não deixemos que o que há de melhor dentro de nós seja substituído pelo rancor de qualquer espécie.
Em uma democracia sólida não haveria essa encenação: o candidato visita asilo, beija ancião; finge que come bolo e a equipe divulga imagens na propaganda eleitoral. Espero que um dia esses atos fiquem reduzidos ao teatro da história.
Fazer o possível qualquer bobo faz. O Brasil precisa de nós exatamente porque temos a qualificação para desafiar limites.
A democracia só se convalida com eleições honestas; e eleições honestas são aquelas que expressam a vontade do povo, não a vontade dos que compram o Parlamento, curvam o Judiciário, manipulam o mercado e sangram a economia popular.
Política – como o Brasil reclama – é para homens ou mulheres de coragem cívica; não é para cérebros de minhoca formados na escola da hipocrisia e do sorriso falso.
A confiança é uma construção lenta, a desilusão é um vendaval, que chega de repente e devasta tudo.
Ser nacionalista é defender a empresa brasileira, a tecnologia local, o talento da nossa gente; é colocar a economia a serviço da segurança, da educação, da saúde e do trabalho dignos para essa grande nação.
Somos um país a reboque do mercado financeiro e de grupos internacionais. Eles patrocinam os programas de televisão, alugam consciências no governo e no parlamento, dizem o que deve ser feito com os juros, com os direitos trabalhistas e com a aposentadoria dos brasileiros.
Acusar é uma escolha; defender é uma obrigação. É na defesa do injustiçado, na proteção do direito que alguém nega, no clamor público da justiça que realizo o meu dever social.