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Frases de Leandro M. Cortes

1.061 frases

Não descreio do amor, apenas não creio mais no ser humano e suas boas intenções.
Poeminha do amor De todos os olhares, no teu é onde Me encontro e me perco.
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Poeminha do amor De todos os olhares, no teu é onde Me encontro e me perco. Dentre todos os sorrisos é o teu Que me faz prisioneiro. De todos os meus pensamentos. O que me foge é o que procuro. O que me desobedece e se faz Rebelde é o que me preocupa. Não o culpo por tal ato. Tal delito. Se é que amar-te é um pecado, Que me prendam dia e noite E me julguem a revelia, ante minha Ausência, que me faz réu confesso do meu amor por ti. Que me Condenem a solidão eterna, Pois, amar-te-ei mesmo sem Teu consentimento. E quem é Que manda no coração?

Ser criança Ser criança é não saber. Não saber sobre a dor,
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Ser criança Ser criança é não saber. Não saber sobre a dor, Mas saber sobre o amor Materno e paterno sem Nem saber de onde vem Esse sentimento que o Alimenta desde o cordão Umbilical até o seu fim. É não saber que o tempo Que ontem engatinhava, Hoje corre. Ser criança É sorrir com a inocência Inerente ao seu não saber. Não saber que a imaturidade Logo amadurece diante da Árvore da vida. Ser criança É brincar com tempo e Brindar com a vida A juventude que logo Tornar-se-á adolescente E mais tarde irá se vestir Como adulto que será. Ser criança é olhar para O relógio preso a parede Sem a pressa vindoura. Ser criança é não saber o Que fazer com os dias que Ficaram mais longos. Ser Criança é um não saber Tão cheio de dengos, mimos E doçuras. Ser criança, quem Dera se Deus por um descuido Tivesse eternizado esse não Saber que o tempo passa Levando essa criança que Um dia fomos sem saber.

Ela é um furacão, poço de calmaria. É orgulhosamente humilde demais. É demais para quem não chega aos seus pés. É menina sonhadora, mas que vive sua realidade. É docemente cheia de manias, neuras e tiques. É madura dentro da sua imaturidade. Já disse não querendo dizer sim. Já si…
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Ela é um furacão, poço de calmaria. É orgulhosamente humilde demais. É demais para quem não chega aos seus pés. É menina sonhadora, mas que vive sua realidade. É docemente cheia de manias, neuras e tiques. É madura dentro da sua imaturidade. Já disse não querendo dizer sim. Já sim querendo dizer não. Já se arrependeu, voltou atrás, mas também já partiu sem olhar para trás. É menina-moça-mulher corajosa, mas que vive seus medos. Desistir? Jamais. É fria, menina séria, mas que vive suas farras interiores, uma criança na essência. É só uma menina-moça-mulher aprendendo a viver.

Identidade perdida Já fui tantos nesta vida, Que nem sei mais quem sou.
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Identidade perdida Já fui tantos nesta vida, Que nem sei mais quem sou. Ainda pouco era amor, mas já Fui esperança que me Roubaram. Fui a dor de um Parto que me trouxe Felicidade. Fui saudade, Que se perpetuou. Fui Sorrisos intermináveis Que se extraviaram e Abraços dos quais fui Privado pela vida num Ato de covardia extrema. Sou feito de memórias E lembranças de outrora. Do que o tempo me furtou E não tornou a trazer. Quem sou agora ? Sou mendigo, Sou humilde, sou um Catador de sentimentos E emoções perdidas. Se Por acaso você encontrar Esse tal alegria por aí, Me avise, pois, é a minha Identidade perdida.

Amores por conveniência nunca me fizeram a cabeça. Vivo minhas carências, mas não me doo a qualquer amor. Não. Eu me nego a chegar a um desconhecido e num ato de desespero dizer: Toma, meu coração é teu! Estou atravessando meus dias assim, livre, leve e solto, sem a pressa de ren…
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Amores por conveniência nunca me fizeram a cabeça. Vivo minhas carências, mas não me doo a qualquer amor. Não. Eu me nego a chegar a um desconhecido e num ato de desespero dizer: Toma, meu coração é teu! Estou atravessando meus dias assim, livre, leve e solto, sem a pressa de renunciar a solidão.

Linha do tempo Nessa tênue e frágil Linha da vida, Ora
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Linha do tempo Nessa tênue e frágil Linha da vida, Ora Somos dor, ora somos Amor. Ora somos tudo, Ora somos nada. E quem dera Se pudéssemos tecer A eternidade além Do que nos é previamente Concebido pelo destino, O qual ousa romper Nossos laços sem Aviso prévio. E colocamos Um ponto, onde deveria Haver continuidade. Somos inocentes diante da Morte, já que sábio é o Tempo.

Todo crítico no fundo é um pouco ou muito infeliz de alguma forma. A felicidade alheia sempre incomoda aqueles que dela são privados ou se negam a conviver com ela. O crítico é no fundo um egoísta insatisfeito com a própria vida que leva. Ele critica a roupa que o outro veste,…
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Todo crítico no fundo é um pouco ou muito infeliz de alguma forma. A felicidade alheia sempre incomoda aqueles que dela são privados ou se negam a conviver com ela. O crítico é no fundo um egoísta insatisfeito com a própria vida que leva. Ele critica a roupa que o outro veste, o modo como se portam as pessoas, o modo como falam, o que comem o que possuem e o que não possuem. O que fazem e o que não fazem. O crítico não anseia por uma convivência pacifica é um e esfomeado com ânsia de denegrir a imagem do outro. É um eterno fanfarrão que fala o que quer e por vezes ouve o que não quer.