Não adianta se negar, negar seus instintos. Ser inferior é abdicar de quem você é pra refletir em quem você nunca será.
Frases de Leandrah Caramori
41 frases
Dona da casa dos pesares que faz feira na segunda, a primeira não se lembra, a quarta vai pra quinta dos infernos. Sexta dos sentidos, das garrafas ao pé da mesa, não há comentário que espere, não há oração que o guarde, não há sentido que o disserte, não há sapato que a calce.
Se tratando de aborto, o assunto não é subjetivo e não digo isso pela aquela velha história de “vida interrompida, é assassinato e ninguém pode contestar”, digo por envolver questões políticas, éticas, morais e principalmente teológicas.
Mesmo que os hábitos mudem, mesmo que um ou outro se destaque, ainda é incontestável a idéia de que a mulher vai ser sempre inferior. Digo inferior por causa das prioridades da nossa sociedade, na onde o mais forte tem o poder, na onde quem tem o poder define as forças.
A insistência bruta da imobilidade mostrando tudo que eu não sou capaz: Ser apenas uma imagem.
Imoralidade escorrerá por minhas pernas e forrará o chão, rolarei em baixo da mesma chuva. Enxergando o que só se vê no escuro. Sentindo o que só se percebe com os olhos fechados.
Sua boca pintará a despedida A partida é feita de batom O caminho carimbado com pegadas de semi-neve
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Sua boca pintará a despedida A partida é feita de batom O caminho carimbado com pegadas de semi-neve A próxima estação é a parada que eu não lembro o nome...
Quanto as minhas influências, isso já é papel pra outro papel. Talvez um de folha grossa onde eu possa desenhar com minha mão densa sem correr o risco de rasgá-la. Cores, mais cores e nada mais que uma fotografia novamente. Na onde tudo se contrai em uma idéia fixa de imortalida…
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Quanto as minhas influências, isso já é papel pra outro papel. Talvez um de folha grossa onde eu possa desenhar com minha mão densa sem correr o risco de rasgá-la. Cores, mais cores e nada mais que uma fotografia novamente. Na onde tudo se contrai em uma idéia fixa de imortalidade, na onde tudo se dilata nos extremos das possibilidades.
Hoje, qualquer boca tem tudo a ver com isso Umbigo em forma de abrigo Coberta pra pele de mendigo
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Hoje, qualquer boca tem tudo a ver com isso Umbigo em forma de abrigo Coberta pra pele de mendigo Pesar de algum presente antigo Tiq, tic, tic, o Tac já não faz sentido Esconda o ouvido da madrugada e sinta aquele som invadindo Instinto Sucinto Extinto Há, sinta, sinta... É hora de dançar comigo!
As vezes chego a pensar, por intervenção de raciocínio subconsciente, que se fossemos todos hermafroditas, o aborto nunca teria sido proibido e não pelo motivo maior de sobrecarga do mundo, mas por motivos em que a censura do sabor não existiria por saber que o modo de degustar s…
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As vezes chego a pensar, por intervenção de raciocínio subconsciente, que se fossemos todos hermafroditas, o aborto nunca teria sido proibido e não pelo motivo maior de sobrecarga do mundo, mas por motivos em que a censura do sabor não existiria por saber que o modo de degustar seria o mesmo.
Eu não rezo, eu viro mais um copo.
O mundo é de quem sabe transitar entre suas estações, ele é tão singular, não necessita de quem sabe amar. Ele só quer influenciar, multiplicar as gerações.
Me desculpem, eu não consigo ser mais clara que isso, na verdade, eu não quero ser mais clara que isso.
Arrume outras meias, retoque mais uma vez seu batom. Bobagens ... São lembranças que pesarão no bolso de dentro do agasalho marrom.
Certo dia, como um dia. Bem certo que seria dia. Incerto num furo de tempo. Temporariamente certo, de certezas parciais. Imoralidade me subiu à cintura, agarrei pelo seio e a mente sobrou. Sabotou a noite que se fez o dia, na inflexibilidade da agonia de um dia desbotado... Chove…
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Certo dia, como um dia. Bem certo que seria dia. Incerto num furo de tempo. Temporariamente certo, de certezas parciais. Imoralidade me subiu à cintura, agarrei pelo seio e a mente sobrou. Sabotou a noite que se fez o dia, na inflexibilidade da agonia de um dia desbotado... Choveu. Eram as mesmas nuvens que eu costumava descansar, que depois de muito voar, parava e tomava ar com limão e gelo. Ignorou o meu apelo. Chegou clareando com a certeza que me ofuscaria. Ofendendo as minhas pupilas, lubrificando com água do fundo do poço.
Hoje eu bebi demais... A ressaca de amanhã só é importante pra algum cientista louco.
Deixar que meu maxilar defina a direção do meu sono e me ver como uma caverna inabitável, na onde o único lobo que me apavora, me deixando sempre desperta para as minhas insanidades, é o que uiva rente aos meus tímpanos, com hálito quente nos meus ouvidos... De dentro pra fora.
Não adianta sonhos normais; Eu quero esquecer o que tenho de viver e não vou lembrar mais.
Não preciso saber o limite da minha voz pra poder gritar, não preciso consentir com o clima da tarde pra deixar de me suspender em sentimentos estrangeiros. É verdade clandestina que me intriga, é mentira clichê que me surpreende.
Eu não procuro direção, eu me entrego a mim mesma.
É tão pequeno o presente quando avaliado o que já é passado...
Ei, moço da tequila no umbigo! Você é lindo assim mesmo promiscuo. Ei, moço da tatoo no pescoço! É mais fácil se formos amigos. Ei, moço do cabelo amarelo! Seu cheiro é tão bom quanto seu gosto.
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Ei, moço da tequila no umbigo! Você é lindo assim mesmo promiscuo. Ei, moço da tatoo no pescoço! É mais fácil se formos amigos. Ei, moço do cabelo amarelo! Seu cheiro é tão bom quanto seu gosto. Ei, moço da voz grave! Simplicidade nada tem haver com o que é oposto. Ei, moço da poesia! Pornografia não é “por na grafia”. Ei, moço branquelo! Ausência não dá saudade, distancia. Ei, moça insistente! Não precisa ser tão insegura Ei, moço do disco voador! Existe outro lugar que não seja a lua? Ei, moço da pele de café! Foi bom mesmo na hora errada Ei, moço da mente aflita! Que facilidade tem em me manter acordada Ei, moço encima do skate! Sua condição física já foi mais útil. Ei, moça do cabelo vermelho! Pára de ser essa apaixonada fútil.
Assim como o choro, que expele os excessos do ego de forma liquida, as palavras brincam com uma forma de chorar a seco pra não molhar o papel.
Cada vez que eu me mostrasse, seria ainda mais belo pela persistência de permitir o tempo bronzear o meu papel. Ele jamais passaria em branco.