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Frases de Laércio Monteiro

227 frases

O esforço mental conduz à genialidade.
Não tenho crenças, Não tenho religião, Quanto às suas ofensas,
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Não tenho crenças, Não tenho religião, Quanto às suas ofensas, Não me farão abrir mão. Você sabe quem eu sou Porém, não me conhece Não sabe para onde vou O pouco que sabe, esquece. Estou de saco cheio dessa sina, De andar pelas ruas e observar Uma igreja a cada esquina E o lucro do pastor aumentar. Vocês me podem atacar por isto, Mas não vou ficar parado Eu não sou Jesus Cristo Para levar e virar o rosto para o outro lado.

Em certo dia, ele nasceu Sem pai e mãe, cresceu Sozinho, sempre viveu
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Em certo dia, ele nasceu Sem pai e mãe, cresceu Sozinho, sempre viveu Mas sua vontade de viver nunca morreu. Sentimentos ainda eram desconhecidos Talvez, até esquecidos Por quem, no lugar, do coração Tinha lugar apenas à razão. Quando descobriu o amor, Junto com ele veio a dor Mas dor que desatina sem doer Em fogo que arde sem se ver. Nas palavras, ele imaginava Alguém que, talvez, o amava E então, esquecia-se do mundo Quando mergulhava em outro profundo. Até que um dia ele a encontrou Apaixonou-se e muito lhe amou Para ela, entregou seu coração Dela, recebeu apenas a ilusão. Há algo que te deixa mais perdido, Sem esperanças, muito desiludido, Tudo ao seu redor não parece ter sentido Do que o amor não correspondido? Mergulhado no mar da tristeza, Turbilhões de pensamentos na cabeça Encaminhavam-no à direção oposta, Tentando encontrar uma resposta. Após curar-se, voltou a adoecer, Pois sentiu seu coração endurecer Por não querer mais amar Para não mais se machucar. Já catou outras depois dela, Mas nenhuma igual a ela Teme não encontrar em outra mulher O verdadeiro amor que todo homem quer. E assim ele permanece, Correndo e caindo, enquanto mais cresce Porque a vida não é perfeita Só espera, de você, ser feita. Saber aproveitá-la usando a inteligência Sem preguiça mental e impaciência Buscar a evolução intelectual Livrar-se dos caminhos do mal. Quanto ao tal amor? Leve-o aonde você for Sempre dê prioridade à razão, Mas também escute seu coração. O herói imaginário finaliza sua história Ora triste, ora insatisfatória Infelicidade não é o tema Para quem tem a liberdade como lema.

Dois que se vão, Dois que nessa vida não estão Dor para milhares,
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Dois que se vão, Dois que nessa vida não estão Dor para milhares, Dor maior para familiares. Amizade forte no início, Que quase cai no precipício Mas quando há irmandade, Prevalece o que é de verdade. Chorão e Champignon, Sim, esse som é bom Beat-box foi a batida, A última levou mais uma vida. Quando soube, pensei: "Não acredito" Já se foi, de novo, mais um ídolo Por quê vocês se foram assim? Essa tristeza não atinge só a mim Não atinge só a mim. Oh, no. (refrão) Quando penso que vou enfraquecer, Também penso como tudo deve ser Neste mundo, tão doente Destruído, decadente Quero esquecer todo esse mal Vou escutar Charlie Brown. Tantos anos de labuta Dias de glória, dias de luta Jamais se sinta sozinho Tropeçando em seu próprio caminho Resgate suas forças, sinta-se bem Só os loucos sabem. Quando soube, pensei: "Não acredito" Já se foi, de novo, mais um ídolo Por quê vocês se foram assim? Essa tristeza não atinge só a mim Não atinge só a mim. Oh, no. (refrão) Sou brasileiro, trabalhador Sou guerreiro, batalhador Com Charlie Brown no coração, Representando a nossa nação. Mas por quê vocês se foram assim? Por quê vocês se foram assim? (2x) Essa tristeza não atinge só a mim.

Falta de inspiração Com ar de sufocação Vontade de viver
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Falta de inspiração Com ar de sufocação Vontade de viver Quando se está a morrer. Ódio e rancor Para esconder a dor Pressa e ansiedade Tentando matar a saudade. Vendo o céu e indo ao inferno Sentindo calor em pleno inverno Não é febre ou qualquer enfermidade Apenas a dor da saudade. Mundo virtual e mundo real Em um, só observo, no outro, eu encontro E o que era doce, tornou-se sal. Vou-me livrar dessa loucura De um jeito ou de outro Mesmo vomitando poesia pura.

Muita gente não gosta de mim Devido eu ser assim E aqueles que se dizem amigos
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Muita gente não gosta de mim Devido eu ser assim E aqueles que se dizem amigos Parecem mais com desconhecidos. Sim, a solidão é minha melhor companheira Nunca me abandonou, mesmo que eu queira Fazer dela a minha companhia É um dos hábitos de meu dia-a-dia. Se ela vier para acompanhá-la comigo Abro meus braços, como seu amado e amigo Para estar ao meu lado e vice-versa. Pensam que eu me sinto infeliz E que choro igual a um chafariz Desculpem, eu vos enganei.

Na Matemática com interpretação algébrica, uma divisão de um número maior do que zero por zero tende ao infinito (Exemplo: 1/0 = Inf). É um caso particular que resulta em contradições e paradoxos quando se divide por este valor (0). Desde então, estive avaliando tal caso e criei…
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Na Matemática com interpretação algébrica, uma divisão de um número maior do que zero por zero tende ao infinito (Exemplo: 1/0 = Inf). É um caso particular que resulta em contradições e paradoxos quando se divide por este valor (0). Desde então, estive avaliando tal caso e criei uma tese na qual diz que todo número (n > 0) dividido por zero deve permanecer inalterado, isoladamente. Bom, a princípio parece loucura ou a mesma idéia de Mahavira, matemático indiano que tentou explicar esse cálculo, mas de maneira errônea. Mas deixe-me explicar. Nas calculadoras comuns (e até em algumas científicas) a divisão de um número maior do que zero por zero não é aplicável (devido usar interpretação elementar baseada na aritmética simples), resultando em um erro acompanhado de uma mensagem. Quando se consegue efetuar esta operação, obtemos o infinito como resultado. Mas, como já dito, nesta situação há contradições e paradoxos, aceitando-se, desde então, apenas a indefinição ou indeterminação. Portanto, resolvi observar as idéias e notar que, tratando ISOLADAMENTE o dividendo (1), seu valor deve permanecer o mesmo, já que há indefinição ou indeterminação efetuando-se a divisão por zero. Não estou afirmando que 1/0 = 1, mas que, a operação não deve ser efetuada por motivos de indefinição ou indeterminação do cálculo, mantendo-se, a partir de então, o dividendo, que é 1.