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Frases de Ket Antonio

513 frases

As pessoas são o que elas acreditam. Quer conhecer uma pessoa? Descubra o que ela ama. O que ela ama, é o que ela acredita.
SINCERICÍDIO: MATANDO COM A VERDADE. Sabe aquela pergunta que te fazem, em que a resposta certamente vai magoar se você a disser? Você pensa rápido, tentando achar uma forma de responder com sinceridade sem que machuque, mas na pressão do “quem cala, consente” você acaba falando…
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SINCERICÍDIO: MATANDO COM A VERDADE. Sabe aquela pergunta que te fazem, em que a resposta certamente vai magoar se você a disser? Você pensa rápido, tentando achar uma forma de responder com sinceridade sem que machuque, mas na pressão do “quem cala, consente” você acaba falando o que vem na cabeça... E prefere correr o risco do “dizer a verdade ainda que doa”, ao invés de mentir. De fato, mentir não é legal. Mas matar com as palavras também não. Sincericídio é isso! É matar com as verdades. Na maioria das vezes, são apenas as nossas verdades. Nem sempre são as verdades do outro, muito menos a verdade única e absoluta. Sincericídio é um tipo de homicídio doloso, pois mata com a vaidade de falar o que o outro (talvez) mereça ouvir, ou com a vaidade de parecer sincero (qualidade de poucos), ou ainda com a vaidade de parecer sábio e correto. Diferente de ser sincero ou sinceríssimo, o sincericida é um egoísta - vaidoso e maldoso - que nem sequer pensa no efeito do que fala, pois não mede as palavras, ou as formas e momentos de se dizer (se é que é preciso dizer). Muitas vezes fala sem ser perguntado, perdendo assim a oportunidade de omitir (que é mais válido do que mentir ou dizer a verdade com sinceridício), sendo então um inconveniente, intransigente e insensível. O sincericida, além de ser homicida é, consequentemente, um suicida. “A língua é uma arma com munição infinita até que seja disparada contra o próprio dono, pois o peixe morre pela boca e o homem pela língua”. Enquanto ele mata o outro com o peso das palavras, morre a oportunidade de amizade. Com isso ele morre para quem matou. É um tiro na testa do outro e um na própria têmpora! Entre morrer entalado com as verdades que não disse ou matar por sufocamento de verdades ditas, o melhor é não se meter aonde não é chamado. Falar somente o necessário, quando necessário, se for necessário. Quem ama não mata, morre. O amor nem sempre fala, às vezes ele só escuta. A verdade dói, mas a verdade dita sem amor mata de dor.

Do que é feito o amor senão da doçura? Da leveza do toque, do carinho com ternura? De uma pitada de sal, de pimenta ou de açúcar?
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Do que é feito o amor senão da doçura? Da leveza do toque, do carinho com ternura? De uma pitada de sal, de pimenta ou de açúcar? Do sabor suave, sem exagero e nem frescura? Não tem receita, nem regra, nem lei. Amor é amor pro plebeu e pro rei. Se é coisa de mulher, de tolo, não sei. Só sei que te amarei, te amarei, te amarei.

Cheguei a conclusão de que o povo brasileiro é caridoso demais! Não contentes em bancar o luxo dos políticos, tem uns "bons samaritanos" por aí do mundo gospel que ainda bancam as "grandes obras missionárias" de TODOS os típicos líderes e artistas religiosos do evangelho da pros…
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Cheguei a conclusão de que o povo brasileiro é caridoso demais! Não contentes em bancar o luxo dos políticos, tem uns "bons samaritanos" por aí do mundo gospel que ainda bancam as "grandes obras missionárias" de TODOS os típicos líderes e artistas religiosos do evangelho da prosperidade (da prosperidade deles, não do povo). Povo caridoso? Não. Povo trouxa, frouxo, manipulável, mesquinho, individualista e preguiçoso. Povo atrasado! Povo contra o povo... Burros! Contra eles mesmos...

Temos apenas um segundo para viver... O segundo que passou, virou passado. O próximo, ainda não chegou. A vida é muito curta para ficarmos deprimidos com o que passou ou ansiosos com o que há de vir. A realidade é agora, o presente nosso de cada dia. Que hora é agora? É a hora…
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Temos apenas um segundo para viver... O segundo que passou, virou passado. O próximo, ainda não chegou. A vida é muito curta para ficarmos deprimidos com o que passou ou ansiosos com o que há de vir. A realidade é agora, o presente nosso de cada dia. Que hora é agora? É a hora certa de viver!

Gente que, quando acontece uma coisa boa diz que foi Deus, e quando acontece uma coisa ruim diz que foi o diabo...É gente que nunca tem responsabilidade de nada, nunca tem culpa de nada, nunca se arrepende de nada, nunca erra em nada, nunca faz nada... É gente vazia, que não tem…
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Gente que, quando acontece uma coisa boa diz que foi Deus, e quando acontece uma coisa ruim diz que foi o diabo...É gente que nunca tem responsabilidade de nada, nunca tem culpa de nada, nunca se arrepende de nada, nunca erra em nada, nunca faz nada... É gente vazia, que não tem fé em nada, não escolhe nada, nem decide nada, não sabe nada e pensa que está vivo só porque respira. Ou seja, não passa de uma samambaia! E é a pessoa ideal para servir de marionete nas mãos erradas...

Dona do dia 'Dez de Outubro' Hoje seria seu dia se estivesse aqui... Na verdade todos os dias eram seus, pois enquanto esteve aqui tudo girava ao seu redor. Você sempre era o centro das atenções e nada acontecia sem o seu consentimento. A última palavra era sempre a sua!
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Dona do dia 'Dez de Outubro' Hoje seria seu dia se estivesse aqui... Na verdade todos os dias eram seus, pois enquanto esteve aqui tudo girava ao seu redor. Você sempre era o centro das atenções e nada acontecia sem o seu consentimento. A última palavra era sempre a sua! Você era a força, o elo, a vida e a união de toda a sua família. Tudo começou com você e terminou em você. O que fica agora é o seu legado e a saudade, para aqueles que sempre estiveram presentes e que faziam da sua companhia o melhor presente. Dona das histórias e geografias... Dona das cantorias e danças... Dona da serenata de amor do vô... Dona do doce branco... Dona da rua Maria Eugênia... Dona de onde quer que seja, em açougues e até metrô... Sempre Dona de todos os corações essa nossa Dona Con! Tenho pena dos que conviveram pouco ou quase nada; ou do quase nada que aproveitaram os que muito conviveram perto, mas não ao lado... "Como poderei viver, como poderei viver, sem a sua, sem a sua, sem a sua companhia". *Homenagem a minha querida vó, Maria da Conceição Soares Baticioto (Dona Con).

SOU BELA, RECATADA E DO LAR! SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente…
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SOU BELA, RECATADA E DO LAR! SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível. SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?). SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus. Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar. Ass: uma esposa, com orgulho!

Resumo de uma grande aula neste domingo (24/04/16) em que o "intelectual" da esquerda Zé de Abreu lecionou, de forma serena e coerente, nesta "mídia golpista e manipuladora de gado" chamada Rede Globo: 1- Se você agredir uma pessoa que "do nada e sorrateiramente planejou" te irr…
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Resumo de uma grande aula neste domingo (24/04/16) em que o "intelectual" da esquerda Zé de Abreu lecionou, de forma serena e coerente, nesta "mídia golpista e manipuladora de gado" chamada Rede Globo: 1- Se você agredir uma pessoa que "do nada e sorrateiramente planejou" te irritar, você é considerado automaticamente inocente... O lance do "quem agride perde a razão" é coisa do passado! (mulheres muito cuidado ao irritar seus maridos) 2- Se qualquer pessoa cuspir em você, será considerado injúria, crime previsto no art. 140 do Código Penal... Exceto se for um petista, pois daí seria legítima defesa; atitude impensada, de alguém que possivelmente não seja ele, apesar de ter sido. 3- Jamais se arrependa das atitudes intolerantes e criminosas que por acaso pratique. Arrependimento é para os fracos, covardes e em nada enaltece. 4- Sempre, em qualquer circunstância, tenha razão. Mesmo não tendo. 5- Lute pela democracia, impondo seus ideais antidemocráticos aos que não concordam. Mas se preciso for, converse. Parabéns pela "sabedoria" Zé de Abreu! Atitude exemplar, de total tolerância e puro amor! Petistas até largaram os livros de história do Che para finalmente assistirem a Globo. Graças a você, a partir de agora o Faustão será incluído na lista dos companheiros de luta contra o capitalismo opressor de elite branca e fascista.

Vejo gente ostentando luxos e riquezas nas redes sociais. Vejo também gente ostentando obras de caridade e se "gabando" disso. Nos dois casos vejo vaidade, muita vaidade!
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Vejo gente ostentando luxos e riquezas nas redes sociais. Vejo também gente ostentando obras de caridade e se "gabando" disso. Nos dois casos vejo vaidade, muita vaidade! Mas a vaidade que mais me assusta é a segunda. Pois nada é tão mais hipócrita quanto querer ser o que não é. Nossas atitudes mostram um pouco do que somos (ou do que nos esforçamos a ser, ou do que queremos que os outros pensem e vejam que somos). Algumas vezes "exibimos" o nosso melhor, outras vezes "deixamos escapar" o nosso pior. Mas o que mostramos não é tudo o que somos. Na verdade, o que somos é justamente o que mantemos oculto e para Deus, que sabe quantos fios de cabelo temos na cabeça, é isso o que importa. Há muitos ricos que ostentam suas riquezas e deixam ocultas suas obras de caridade. Há muitos "obreiros ou missionários" que ostentam suas "obras" e deixam ocultas suas riquezas. Cuidado! As aparências enganam os homens, mas não a Deus. E é por isso que a salvação é pessoal, intransferível e independe do que fazemos para tentar "merecer". Portanto, o melhor que podemos fazer, para nós e para os outros, é sermos o que somos: humanos. Mas humanos que amam a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Pois a riqueza pode nos afastar de Deus, mas a vaidade de se sentir um deus nos aproxima do diabo.

Não tenho nada contra as pessoas que estão, por alguma razão, curtindo essas olimpíadas aqui no Brasil. Nada contra os atletas e demais profissionais que fazem parte desse evento que nos foi imposto. Aliás, nada contra o evento que é importante para o mundo todo.
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Não tenho nada contra as pessoas que estão, por alguma razão, curtindo essas olimpíadas aqui no Brasil. Nada contra os atletas e demais profissionais que fazem parte desse evento que nos foi imposto. Aliás, nada contra o evento que é importante para o mundo todo. Minha indignação é com pessoas que acham que brasileiro reclama demais, como se não houvesse motivos para isso. Minha indignação é com brasileiros egoístas e alienados, que acham que a crise não vai chegar neles, porque se chegar a solução é fácil: mudar de país e não mudar o país. Pois a hora que a festa acaba, o mundo vai embora e sobra pra gente limpar a sujeira que estava debaixo do tapete. Quantos anos mais serão necessários para quitarmos os custos dessa festa de arromba? Calam-se mesmo! Continuem cegos, surdos e calados para as desgraças do seu país. E a hora que a água bater nos seus traseiros, corram pra "Zoropa" e de preferência não voltem, pois o país não precisa de gente omissa feito vocês que só reclama quando a injustiça bate na sua porta e acomete um dos seus.

O que seria dos missionários de hoje sem seus smartphones que possibilitam fazer selfies perfeitas - (e com filtros inusitados que dramatizam ainda mais a fotografia) - de suas obras de caridade, possibilitando ainda a postagem imediata nas redes sociais já com a localização, sem…
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O que seria dos missionários de hoje sem seus smartphones que possibilitam fazer selfies perfeitas - (e com filtros inusitados que dramatizam ainda mais a fotografia) - de suas obras de caridade, possibilitando ainda a postagem imediata nas redes sociais já com a localização, sem contar com aqueles emoticons do "sentindo-se tal coisa" pra expressar de forma completa seu sentimento de... Vaidade? Sim, vaidade... Vaidade das vaidades, como dizia o homem a quem Deus fez sábio. Porque é tudo vaidade... E depois deste homem sábio, um outro homem ainda mais sábio disse: (Mateus 6:1-4) 1 "Tenham o cuidado de não praticar suas 'obras de justiça' diante dos outros para serem vistos por eles. Se fizerem isso, vocês não terão nenhuma recompensa do Pai celestial. 2 "Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrados pelos outros. Eu garanto que eles já receberam sua plena recompensa. 3 Mas, quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que está fazendo a direita, 4 de forma que você preste a sua ajuda em segredo. E seu Pai, que vê o que é feito em segredo, o recompensará. Minha pergunta: qual parte esses "missionários" de hoje não entenderam? O que fazem não é caridade, é auto-promoção, utilizando a situação como vitrine neste marketing pessoal que chamam de missão. Jesus disse: pega a tua cruz e siga-me. Seus seguidores de hoje dizem: pega teu smartphone e siga-me no Instagram, Facebook, Twitter, Snapchat, Youtube... Tão certo e tão fácil como "uma agulha passar pelo fundo de um camelo"...

O QUE É SER CRENTE? No significado literal da palavra, é ser alguém que acredita ou tem convicção em algo. Vendo por este ângulo, até o ateu é crente... No sentido usual e até mesmo banalizado da palavra, crente é a pessoa convertida a uma “fé” especifica, mais precisamente a um…
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O QUE É SER CRENTE? No significado literal da palavra, é ser alguém que acredita ou tem convicção em algo. Vendo por este ângulo, até o ateu é crente... No sentido usual e até mesmo banalizado da palavra, crente é a pessoa convertida a uma “fé” especifica, mais precisamente a uma religião... Para tais crentes, o fato de um fulano não frequentar a sua igreja (e pior ainda, não frequentar nenhuma) faz dele um descrente, um perdido na fé, desviado, praticamente ateu ou - nos termos demoníacos da religiosidade - "do mundo". Mas o que de fato é ser convertido? É ter fé numa religião, frequentar ou até mesmo ter um cargo num templo religioso? É ter os Dons do Espírito no suposto poder de cura, de línguas, profecia, pregação, exortação, exorcismo, santidade, milagre? Nada disso! E por conta do fideísmo e da religiosidade desenfreada destes religiosos que veem Deus como um socorrista, um gênio da lâmpada, um mágico, garçom ou funcionário público, é que a fé ficou tão banalizada e praticamente irracional, radical e impraticável. Eles se apegam ao sobrenatural da fé... Querem ser super-humanos, angelicais, paranormais, divinos... Sentimentos e comportamentos luciferianos e mamônicos que não passam de pura hipocrisia, vaidade, apostasia e até blasfêmia contra o Espírito que eles dizem servir enquanto servem a outros deuses... Não entenderam e não querem entender nada sobre o Evangelho, pois a eles convêm ser como são e acreditarem no que acreditam... Convém enriquecer explorando o fideísmo alheio, convém ser visto como um “ser especial”, pois convém o “poder” e a fama, convém ter uma “fé” que reputa as responsabilidades e culpas a Deus ou ao diabo, convém a facilidade da barganha em vez do sacrifício e obediência, convém ser crente “esquenta banco” de igreja, convém ser crente “sabor de mel”, convém ser apóstolo de terno e gravata, convém ser obreiro com selfies e holofotes de Facebook e Youtube, convêm ter alguém que os diga como devem acreditar e proceder para ter uma vida que não foi a que Jesus ensinou... Porque é mais cômodo ser enganado, para depois ter quem culpar. E é muito mais confortável adaptar a fé no seu modo de vida do que adaptar a vida na Verdade da fé. Todos querem desfrutar dos Dons, ainda que teatral e ritualisticamente; mas ninguém quer provar dos Frutos, pois requer a verdadeira conversão que é a mudança de caráter, em doses diárias e constantes, que independe do dia, lugar, situação e motivo. Não se engane... Não há mais apóstolos, profetas ou intermediários (como quer que os denomine)... O Livro Sagrado já foi escrito e a nós cabe sermos o que somos: humanos, meros mortais, pecadores e dependentes da Graça e misericórdia de Deus, que continua trabalhando por nós (e não para nós). Fazer florescer a humanidade é muito mais difícil do que fingir ser super-humano. Um necessita domínio próprio, o outro necessita o domínio do próximo. Um requer esforço diário, o outro apenas ensaios. Porque um é vida real; o outro, conto de fadas em que a magia uma hora acaba e a carruagem volta a ser abóbora. A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo. (Tiago 1:27)

A única pessoa que me fazia sentar e parar pra escutar - sempre com toda atenção e carinho - sobre História do Brasil e Mundial era a minha querida avó materna, Maria da Conceição Soares Baticioto - a Dona Con. Sem ter formação, pois casou cedo e precisou trabalhar desde muito n…
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A única pessoa que me fazia sentar e parar pra escutar - sempre com toda atenção e carinho - sobre História do Brasil e Mundial era a minha querida avó materna, Maria da Conceição Soares Baticioto - a Dona Con. Sem ter formação, pois casou cedo e precisou trabalhar desde muito nova, ela dedicava-se aos estudos em casa, a partir de sua pequena biblioteca com os mais diversos livros de História e Geografia que ganhava dos filhos e netos. Quando tínhamos alguma dúvida na escola, sabíamos imediatamente pra qual “universitário” recorrer. Bastava falar: “Vó, tenho uma prova de História (ou Geografia) e estou com uma dúvida, a senhora me ajuda?”... Ela parava tudo o que estava fazendo (isso se já não estivesse com algum livro na mão), pegava seu globo terrestre que sempre lustrava com todo cuidado e não deixava ninguém mexer sem sua supervisão, pedia pra gente abrir a portinha da estante onde guardava “seus tesouros” e começava a lecionar; melhor que muitos professores, diga-se de passagem. Perdi as contas de quantas foram as vezes que um professor ia explicar alguma coisa sobre história que eu já sabia, e com orgulho dizia: minha vó me ensinou! Tudo ela explicava mostrando no mapa, apontando os locais com o dedo indicador de suas mãos macias e unhas sempre bem cuidadas. Às vezes era difícil concentrar-se na explicação, de tanta fofura que era vê-la fazendo isso com o esmero que só ela tinha. E hoje é difícil recordar sem sentir o aperto no peito e a vontade de trocar qualquer coisa por mais uma aula da melhor professora que podíamos ter. Desde que eu me conheço por gente, chegava à casa da minha vó e me deparava com pelo menos duas cenas: ela dançando e cantando suas músicas favoritas ou então sentada no sofá com seu óculos (no meio do nariz) lendo seus livros e ao mesmo tempo assistindo programas sobre História na TV. E ela contagiava a todos que se deixavam contagiar e, quando nos dávamos conta, estávamos dançando e cantando com ela suas músicas favoritas ou então sentados no sofá prestando atenção em mais uma explicação, ainda que já estivéssemos escutado outras vezes. E ela era “exibida”... Bastava chegar algum integrante novo na família que ela já queria mostrar seus talentos: seja sua afinação cantando Ângela Maria ou Roberta Miranda, seja sua memória desenhando o Mapa-Múndi no ar com o dedo, seja sua sabedoria fazendo prova oral com os netos (eu muitas vezes fingia não lembrar a resposta para ficar olhando cada detalhe da sua explicação e sua carinha de satisfação ao dar seu show... Era o momento dela! No final, ela fazia um biquinho impagável, com aquele ar de “prepotência”, tipo: eu sei que sou demais). As pessoas sempre falavam: “sua vó é muito inteligente e é uma figura!”... Quem nunca escutou da minha vó: “já tomou café fio?”, não sabe nada sobre a Dona Con. Não gostar dela era impossível, para os que sabiam admirar e explorar o seu melhor... Os que não sabiam, ficaram somente com o lado “não tão bom” dela, pois como libriana que era, ela sempre sabia quem de fato gostava e quem somente a tolerava. Alguns não sabiam respeitar seu jeito sistemático de ser e mal se sentavam ao seu lado para escutar suas histórias e tentar entender o motivo de ela ser assim. Ela ralhava com suas louças mal lavadas ou fora de lugar (por essa razão muitas vezes preferia fazer a deixar alguém ajudar)... Ralhava com algumas pessoas que entravam em casa sem limpar os pés no tapete e marcavam o chão que ela encerava todos os dias com o vermelhão... Ralhava com os homens que ficavam falando de futebol perto dela, pois sempre saía palavrão ou mesmo discussão e ela odiava... Ralhava com os netos que mexiam em suas coisas sem sua autorização e supervisão, e depois deixavam fora do lugar (ou perdiam ou estragavam), em especial seus livros, seu globo, sua balança e suas canetas... Ralhava com as filhas que tiravam o pó da estante e trocavam as coisas de lugar (ela sempre tinha que arrumar alguma coisa depois, tipo: um porta-retrato colocado no lugar errado, o elefantinho que não estava com o bumbum virado pra porta)... Ralhava com o açougueiro que mandava a carne errada ou o troco errado, com alguém que espirrava no transporte público sem colocar a mão na boca, com as vizinhas que ficavam fofocando ou querendo saber de mais da sua vida... Mas apesar de tudo isso, eu nunca vi minha vó, sabendo que alguém precisava de ajuda, se negar de fazer alguma coisa. Se fosse preciso, ela tirava dela pra dar pra alguém, sem fazer alarde, sem nem querer que a pessoa soubesse que ela estava ajudando. É impossível contar a quantia de dinheiro que ela tirava da sua pequena aposentadoria sempre que recebia e colocava na bolsa das filhas ou netas sem elas saberem. Quando achávamos uma nota na bolsa que não estava lá, sabíamos que era “arte” da Dona Con... E ai da gente querer devolver... Ela ralhava! Tínhamos que colocar, escondido, de volta na bolsinha dela, o que muitas vezes também não adiantava, pois ela sabia exatamente cada centavo que tinha lá. Essa era a minha vó! Uma guerreira, batalhadora, que lutava sempre com batom nos lábios e os cabelinhos grisalhos bem escovados. Sempre alegre, gentil, educada, amorosa com os filhos, netos, bisnetos e tataranetos que pode conhecer; e fiel até o fim ao único homem de sua vida, que a deixou precocemente, no entanto ele nunca a perdeu. Só quem desfrutou plenamente da sua companhia tem a Dona Con tão viva em suas lembranças, como se ela ainda estivesse aqui falando: “fia, escova os cabelinhos da vó”... E ela dormia, sorrindo...

Sabemos que somos abençoados quando temos muito mais a agradecer do que reclamar... Quando Deus, em Sua Grandiosa Misericórdia, interfere em nossas vidas e altera o rumo das coisas... Passamos, sim, por caminhos de pedras, mas Deus calça nossos pés para que a dor seja suportável…
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Sabemos que somos abençoados quando temos muito mais a agradecer do que reclamar... Quando Deus, em Sua Grandiosa Misericórdia, interfere em nossas vidas e altera o rumo das coisas... Passamos, sim, por caminhos de pedras, mas Deus calça nossos pés para que a dor seja suportável e o trajeto suave. Ele não nos tira dos problemas, mas nos fortalece e conforta para que possamos enfrentá-los encorajados. A GRAÇA DIVINA não está nos finais felizes e sim em toda a trajetória. Pois o Deus do Eterno não é Deus de pontos finais, é Deus de reticências... E a maneira que Ele nos faz compreender isso chama-se: RECOMEÇO. Recomeçar é como nascer de novo... É retomar o fôlego e prosseguir com as esperanças renovadas em nossos pulmões. É caminhar a passos serenos, confiantes em descobrir novas rotas, alegrando-nos com cada pequeno milagre que acontece no trajeto de forma que o fim da estrada não mais nos preocupe... Porque Deus está no controle e Nele confiamos... Porque Deus é bom, Deus é muito bom!