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Frases de Kathlen Heloise Pfiffer

46 frases

Pra você eu faria um jantar, acenderia velas e compraria um bom vinho. te levaria pra praia, te faria uma massagem, te daria um cafuné. te compraria um chocolate, te daria um beijo e diria "durma bem".
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Pra você eu faria um jantar, acenderia velas e compraria um bom vinho. te levaria pra praia, te faria uma massagem, te daria um cafuné. te compraria um chocolate, te daria um beijo e diria "durma bem". Com você eu faria planos, descobriria o novo (sem medo de me arrepender). eu seria mais flexível, mais compreensiva, mais amorosa. Eu perderia horas a fio jogando papo pro ar, imaginaria loucuras a nosso respeito, iria longe pra te encontrar. Só com você eu ficaria sem graça, perderia o rumo e mergulharia no infinito. Por você eu seria mais calma, inventaria um disfarce, mudaria meu ritmo. Eu iria até o céu, roubaria estrelas e faria nosso próprio esconderijo. Eu veria o sol nascer sem receio, perderia o medo do escuro e colocaria nossa foto num mural. E somente por você eu gostaria todos os dias da mesma pessoa. eu te entregaria minha amizade, meu coração, meu amor. te daria alegria, te daria prazer. eu te trataria bem, te contaria meus segredos, te diria qualquer coisa boba soh pra ouvir sua voz me censurando. te abraçaria pra esqucer de tudo, te faria um café forte, te traria pro meu mundo. e a única coisa que eu te pediria em troca, seria que me desse uma segunda chance. kety 15/12/2006

Há muito tempo que eu havia deixado de acreditar no príncipe encantado com seu lindo cavalo branco,em alguém que eu não conseguisse viver sem, não pensava mais em ‘’foram felizes para sempre’’. Na verdade a vida por si só tinha feito com que eu deixasse de acreditar nisso. A vida…
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Há muito tempo que eu havia deixado de acreditar no príncipe encantado com seu lindo cavalo branco,em alguém que eu não conseguisse viver sem, não pensava mais em ‘’foram felizes para sempre’’. Na verdade a vida por si só tinha feito com que eu deixasse de acreditar nisso. A vida pegou todos os meus sonhos de Barbie e de romances de cinema e jogou tudo na privada no dia em que levei meu primeiro fora. E depois de chorar litros de lágrimas eu decidi que não pensaria mais em felizes para sempre. E mesmo depois de tanto tempo, eu continuo não pensando. Não penso em contos de fadas, nem em amores eternos como no Titanic. Conforme a idade vai chegando, você acaba percebendo que a vida real é muito mais interessante. Nos contos de fadas, a princesa nunca acorda o príncipe domingo de manha e faz amor com ele escondido, o príncipe nunca discute com a princesa dizendo que tem ciúmes do vizinho, a princesa nunca fala mal da roupa do príncipe rindo da sua cara por sua calça ser grande demais pra ele. A princesa nunca obriga o príncipe a comer maionese, e o príncipe nunca obriga a princesa a comer catchup como prova de amor. No conto de fada, o pobre príncipe tem que conhecer o rei, na vida real, é só conhecer o pai mesmo (apesar de que eu acho que conhecer o rei, nesse caso, é bem mais fácil). Nas histórias, o príncipe não ri do cabelo bagunçado da princesa, e a princesa nunca fala de boca cheia. Tudo isso porque contos de fadas, são só contos de fadas. A vida é bem mais que isso. A vida é bem mais engraçada, mais divertida, mais picante também. Sinceramente, eu não troco meu homem por um engomadinho das histórias de reinos encantados. Não troco minha história com ele por um simples final feliz e viveram felizes para sempre. Que para sempre é esse? Eles brigaram? Reconciliaram-se? Viveram uma crise financeira? Discutiram sobre a comida do jantar? Vai saber... Esse viveram felizes para sempre deles não me satisfaz, e feliz de mim que cheguei a essa conclusão. Não quero passar a vida beijando sapos a procura de um príncipe.Eu tenho em casa algo muito melhor (e já me dá um arrepio na nuca em pensar que nesse momento ele está me esperando cheio de amor pra dar). Isso que ele nem vem me buscar de cavalo branco, a gente vai de ônibus mesmo. E olha, não que eu não consiga viver sem ele, é só que eu não quero viver sem. Não vejo graça em viver sem. Não quero promessas de finais felizes e de vamos viver felizes para sempre. Quero apenas o que tenho, amor de sobra, pra dar e vender. Quero apenas ser feliz, sempre.

É um gostinho assim bem doce, daqueles que lembram o verão, o calor, a brisa do mar. Gostinho da última bolacha do pacote, do último pedaço de pizza. melhor dizendo, do último gole de Coca-Cola (assim é bem mais sincero). Um gostinho apimentado, sonhado, fantasiado. Gostinho de…
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É um gostinho assim bem doce, daqueles que lembram o verão, o calor, a brisa do mar. Gostinho da última bolacha do pacote, do último pedaço de pizza. melhor dizendo, do último gole de Coca-Cola (assim é bem mais sincero). Um gostinho apimentado, sonhado, fantasiado. Gostinho de domingos de manhã, aqueles domingos de manhã. Gostinho de escurinho, de beijinho na nuca e segredinho ao pé do ouvido. Gostinho de filme na sala, de conversa na varanda, de riso na cozinha e de... bom, o resto dos cômodos deixa pra lá. Um gostinho que arrepia o pelo, um gostinho que é 'inho' só na palavra, porque é forte, é arrebatador, é viciante. Mas, quem diria, é leve. É um gostinho de quero mais você (pra ele)

Antes normalidade do que ética. Quando o assunto é ética, todos parecem saber o que ela significa, mas na hora de verbalizar seu real significado, parece que as palavras fogem, e fica simplesmente subentendido sua definição. Ético, é algo que vem a ser aceito socialmente dentro…
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Antes normalidade do que ética. Quando o assunto é ética, todos parecem saber o que ela significa, mas na hora de verbalizar seu real significado, parece que as palavras fogem, e fica simplesmente subentendido sua definição. Ético, é algo que vem a ser aceito socialmente dentro das definições de certo e errado, funcionam como princípios permanentes e universais. Princípios que são aplicados em diversos setores da sociedade, incluindo as profissões. Em geral, cada profissão tem o que se chama de código ético, que deve ser cumprido pelos profissionais para assim terem uma conduta moral dentro de seu ramo. Partindo desses princípios, fica a seguinte questão em aberto: é possível incorporar a ética à política? Seria um tanto quanto moralista demais afirmar que o código ético político deva ser seguido fielmente por aqueles que trabalham ligados a instituições governamentais. É pura utopia, e utopias existem para ficarem em livros. Em uma analogia, pode-se comparar a ética na política com o socialismo utópico de Marx e Engels, muito bonito, muito eficaz, porém, inalcançável. A própria sociedade já subentende que política e ética são duas coisas que, desde os tempos mais remotos, não conseguem manter uma relação muito harmoniosa. Aquele que se deixa levar somente por princípios éticos, acaba sendo passado para trás por aqueles que não assim o fazem, torna-se um fraco e não tem poder suficiente para comandar um estado. Nas circunstâncias em que a sociedade contemporânea se encontra, é preciso líderes de punho firme, que consigam controlar a população e articular de forma perspicaz os jogos políticos. E se para isso tiverem que burlar o tal código ético político, que o façam. É claro, pressupõe-se que burlar o código ético não conduza a crimes hediondos, como homicídios, pois isto está à parte de qualquer código ético profissional. No século XVI, um filósofo italiano chamado Maquiavel, escreveu em sua obra prima, “O Príncipe”, que um governante não deve medir esforços para alcançar seus objetivos, se imortalizando com sua frase que diz: “Os fins justificam os meios”. Há quem discorde, e com toda certeza, há motivos morais suficientes pra fazê-lo. Todavia, para que a sociedade continue sobrevivendo, sempre haverá de existir aqueles mais fortes que conseguem dominar a situação, impondo ordem geral. Se for necessário não seguir princípios éticos para atuar na política, mas que somente dessa forma chegue-se a um nível de ordem, que assim seja. No Brasil, quem tem ética parece anormal. É preferível viver em uma sociedade onde políticos não são éticos, mas que exista ordem, do que em uma sociedade que seja comandada por fracos que sequer tem voz ativa no meio para comandar uma nação. kathlen 18/09/08

Uma eterna aprendiz; Há certos momentos na vida em que nos vemos diante de encruzilhadas, e que temos que escolher um caminho a seguir. Na maior parte das vezes, há duas ou mais escolhas a fazer; continuar na estrada já conhecida, retinha, sem perigo, ou então arriscar-se a toma…
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Uma eterna aprendiz; Há certos momentos na vida em que nos vemos diante de encruzilhadas, e que temos que escolher um caminho a seguir. Na maior parte das vezes, há duas ou mais escolhas a fazer; continuar na estrada já conhecida, retinha, sem perigo, ou então arriscar-se a tomar um novo caminho, que pode ou não ter pedras, buracos. Aí é que está uma das grandes graças de se viver, a graça de termos a chance de fazer nossas próprias escolhas. São nossas escolhas que determinam quem somos ou o que viemos a ser. São elas que podem mudar nossa vida, e a vida de muitas outras pessoas. E é graças a nossas escolhas que podemos mudar, inovar, fazer diferente. Ousar. Colorir, deixar preto e branco, sair da margem de nós mesmos. Graças a nossas escolhas que podemos nos reinventar, de sermos aprendizes de nós mesmos. Muitas vezes, é preciso que estejamos diante de escolhas para mostrar quem verdadeiramente somos, para que consigamos enxergar dentro de nós mesmos e aí então estarmos prontos para mudar. Minha vida mesmo é uma constante mudança, uma constante metamorfose. E e assim que desenvolvo meu verdadeiro eu, cheio de altos e baixos, cheio de abismos e de pedras no caminho. Que encaro e não desvio. Não escolho o caminho fácil, e também não fico choramingando por tê-lo escolhido ou talvez até mesmo por me ter pressionado a escolhê-lo. São meus medos enfrentados que me fazem forte, que constroem meu caráter. A minha vida eu levo do modo que me convém melhor, sem vergonha de mostrar o que realmente sou, do que realmente gosto, do que tenho medo. Sem esconder quando levo um tombo, sem sentir vergonha alguma de muitas vezes pedir por ajuda para levantar. Porém, levanto sempre de cabeça erguida, pronta para um novo embate, pronta para lutar novamente para melhorar o que sou. Ter medo de mudar e fazer novas escolhas é normal, mas é preciso. Ao postar-se diante de um desafio, são nossas escolhas que determinarão a que realmente viemos até aqui. A questão é: aceitar o desafio mudando e aceitando crescer emocionalmente, evoluindo em si mesmo; ou continuar ilhado em um mar de mesmice, em um mundo onde viver é sinônimo de vegetar. Eu continuo aderindo as escolhas das mudanças. As escolhas que me dão o impulso de viver, de inovar, de ousar, de fazer diferente, e “não ter a vergonha de ser feliz; cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz”. kety 08/08

É como um filme que vai passando em minha mente. Um filme em preto e branco. O cenário muda a aparência já não engana mais. Os discursos vazios e cheios de clichês são os mesmos, acrescentados de alguns porquês a mais ou então a menos. O gosto amargo da derrota insiste em emergir…
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É como um filme que vai passando em minha mente. Um filme em preto e branco. O cenário muda a aparência já não engana mais. Os discursos vazios e cheios de clichês são os mesmos, acrescentados de alguns porquês a mais ou então a menos. O gosto amargo da derrota insiste em emergir das sombras, o gosto da decepção, do sentimento de perda, o sabor violento de uma despedida. Tudo isso nos persegue como noutra vida, noutra estação. As folhas que caem são as mesmas, todas carregadas de mentiras, de falsas promessas, de desejos não saciados, de beijos não dados, de corpos que não se tocam mais. Tudo isso se mistura num cenário escuro, exaustivo, de ar pesado. Tudo isso traz novamente aqueles dias frios, dias sozinhos, aqueles dias de que tanto eu um dia quis fugir, mas que insistem em me perseguir. São os dias em que me vejo mais uma vez sozinha.

A fé da ciência Voltaire disse que, se não houvesse um Deus, ele haveria de ser inventado. É verdade. As pessoas necessitam acreditar que existe algo maior acima delas, um ser superior, uma força indescritível, algo, ou alguém, que faça com que o mundo gire. É essa força, ao qua…
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A fé da ciência Voltaire disse que, se não houvesse um Deus, ele haveria de ser inventado. É verdade. As pessoas necessitam acreditar que existe algo maior acima delas, um ser superior, uma força indescritível, algo, ou alguém, que faça com que o mundo gire. É essa força, ao qual chamamos de Deus, que nos move, que nos dá forças para irmos adiante, que faz com que tenhamos esperança em dias melhores, é a este Deus, independente de religião ou credo, que atribuímos nossa fé. É a este mesmo Deus que recorremos quando precisamos de forças, quando o que necessitamos, vai além de qualquer compreensão humana, ou explicação científica que possa constar em livros. É a fé em uma força maior, que faz com que a cada dia que passa, o homem busque novos horizontes, tenha sede de conhecimento, tente descobrir coisas novas que ajudem a melhorar nossa vida. E por que não, é a fé que move a ciência. Se não houvesse a fé, pra que buscaríamos descobrir coisas novas? De que adiantaria tantos esforços? A falsa ciência cria os ateus, a verdadeira, faz o homem prostrar-se diante da divindade. A ciência pode sim explicar muitas coisas que acontecem por aqui, mas ainda assim, há falhas nessas explicações, há simplesmente indagações sem respostas, espaços não preenchidos. E é nessa hora, que evocamos a um Deus que preencha estes vazios, vazios que nenhum físico ou químico é capaz de preencher. A fé em Deus mora no limite aonde chega a ciência. Ciência que faz com que procuremos sim saber como tudo acontece, de que é feito nosso mundo, como viemos até aqui, para onde vamos. E quando nos cansamos de procurar por estas respostas na ciência, é novamente a Deus que recorremos. Porque o que realmente conta nessa vida é a certeza de um Deus, que, apesar da cegueira humana, é o sol de justiça e de vida, para sempre. A fé é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a fé abrange o mundo inteiro. Porém, como disse Albert Einstein, a ciência sem a religião é aleijada, a religião sem a ciência é cega. E é assim que se faz a vida. Precisamos da ciência para que possamos viver e da fé para que nos impulsione a continuar vivendo. Se é a ciência que explica como gira o mundo, é a fé que faz com que este giro valha a pena. Kathlen Heloise Pfiffer

Tema da redação: o Brasil melhorou, ou o mundo que piorou? Jeitinho Brasileiro O Brasil é um país engraçado, tem de tudo; Desde o trabalhador que acorda todo dia de madrugada para a sua labuta, até o engravatado que vai ao escritório na tranqüilidade de seu possante com ar cond…
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Tema da redação: o Brasil melhorou, ou o mundo que piorou? Jeitinho Brasileiro O Brasil é um país engraçado, tem de tudo; Desde o trabalhador que acorda todo dia de madrugada para a sua labuta, até o engravatado que vai ao escritório na tranqüilidade de seu possante com ar condicionado. É o pais do branco, do mulato, do índio, oriental. Aqui é o centro de tudo, tudo acontece na terra do futebol. E nessa vasta terra, onde a magia acontece, existe uma força, creio eu, que há somente aqui por essas bandas. É a força de vontade que o brasileiro carrega dentro de si. É a força de vontade de querer continuar, de não desistir, de olhar para fora e ver que ainda há um caminho, ainda há uma luz no fim do túnel. Somos considerados um país subdesenvolvido, de atraso, mas nem por isso nos escondemos em nossas casas esperando uma solução cair lá do céu. Brasileiro que é brasileiro vai á luta, tem garra, quer vencer. Sabe como é, o mundo pode estar caindo lá fora, mas por aqui, sempre vamos ter aquele nosso ‘’jeitinho brasileiro’’ de resolver as coisas. É esse nosso jeitinho que nos diferencia de qualquer outro povo, que nos faz pensar que as coisas não estão tão ruins assim, que ainda há uma brecha para continuar. É com esse mesmo jeitinho que o povo das praias lindas, das mulheres esculturais, do samba, vai à busca da felicidade, de uma vida melhor, de um futuro bom para suas crianças. É essa alegria que carregamos conosco que nos faz ver o mundo muito mais azul. É a alegria da hora de ir à praia tomar aquela cervejinha com os amigos, alegria na hora de trabalhar e de falar de assunto sério, aquela alegria meio triste (se é que isso existe) até mesmo na hora em que o mengão perde (afinal, sempre temos os títulos antigos para nos vangloriar). Brasileiro é assim. Sempre tentando melhorar, sempre com aquele tom de bossa nova, com aquele sorriso na cara, e com o balanço que só ele tem. Pode ser o baiano do sossego, o paulista da agitação, o gaúcho do chimarrão, o mineirinho do trem bom, ou tantos outros ainda. Brasileiro que é brasileiro não desiste, tem fé em dias melhores e acredita que há de ter um meio para tudo. E se não houver, ele usa aquele seu jeitinho brasileiro. 04/2008 kety

Pior que a tristeza de um nunca, ou a incerteza de um talvez, é a agonia de um quase. Com o nunca a gente lida, fica ligado que é melhor nem pensar mais no assunto. Entende que é melhor procurar por outra coisa, outro alguém, outra cidade. Com o talvez, a gente convive. Dá-se um…
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Pior que a tristeza de um nunca, ou a incerteza de um talvez, é a agonia de um quase. Com o nunca a gente lida, fica ligado que é melhor nem pensar mais no assunto. Entende que é melhor procurar por outra coisa, outro alguém, outra cidade. Com o talvez, a gente convive. Dá-se um jeitinho sempre, afinal, por traz de um talvez sempre tem um não e um sim, ainda resta uma luz no fim do túnel, resta algo ou alguém a quem se prender. Mas o quase, apenas o quase é complicado, é doído. Com o quase, a gente vê nossos sonhos indo embora, a esperança acaba, a luz se apaga, falta energia na hora do mocinho finalmente ficar com a mocinha. Um quase, na vida de qualquer pessoa, é de se desanimar. A gente sempre se sente incapaz, incompleto, inseguro, insatisfeito. Um quase não traz vitórias, não deixa o nome gravado na história, ou você já viu uma rua com nome do segundo colocado para presidente?É constante ouvirmos pessoas dizerem que quase chegaram lá, mas assim, foi por pouco sabe? Mas então eu pergunto: teve resultado, o seu quase fez diferença, ou alguém conseguiu fazer mais que você? Óbvio, não conseguimos ser 100% em nossa vida o tempo todo, nós somos humanos, somos seres errantes, aprendizes, o quase faz parte sim da nossa vida. Mas não se nega que ele é doido. Quase passei no vestibular, quase ganhei na mega-sena, quase cheguei na hora certa, quase consegui aquela garota, quase que tive coragem para convidá-lo para sair... Quase, quase, quase... De quantas falsas esperanças e quase’s é feita nossa vida? Vou dizer-lhes uma coisa. Uma vez, quase consegui ter alguém especial perto de mim. Sabe, estava tudo muito certo, muito bem, bem demais. A gente se completava, ele era o que eu queria, eu via nele alguém interessante, inteligente e bonito, carinhoso e com uma energia contagiante. O que ele via em mim? Boa pergunta, eu quase cheguei a descobrir sabe? Não deu tempo. Eu quase o tive, mas não achei coragem suficiente pra dizer que era isso que eu queria. Eu quase contei a ele sobre o medo que eu tinha de sua partida, mas não o fiz. Eu deixei que ele saísse da minha vida, o deixei sair por aquela porta sem nem ao menos tentar impedi-lo, tentar dizer como seria bom se ele ficasse. Eu quase tive amor, um companheiro, um amigo. Disse bem, quase. É nessas horas que eu preferiria um nunca. Nunca mais vamos nos ver, nunca mais vou fazer isso, nunca mais vamos passar por uma despedida. Ou quem sabe um talvez, talvez ele volte, talvez ele ligue, mande um e-mail, talvez apareça numa terça feira pra dizer que não vai embora. Mas esse quase, esse quase é terrível. Dá uma sensação de incapacidade, de falta de coragem, de falta de competência. Um quase na vida de alguém é como uma tempestade negra que chega aos poucos, que não te deixa sair de casa por medo de pegar chuva. Um quase é o tipo de lembrança que você carrega consigo pro resto da vida, mas que não faz diferença alguma na vida da outra pessoa, afinal, foi apenas quase. Kety (21/04/08)

Eu preciso de... Eu preciso de tudo. Preciso da inspiração do poeta, da criatividade do autor, da imaginação do desenhista e do sofrimento do desconhecido. Preciso do cafezinho da padaria, da versatilidade do humorista e da coragem do salva-vidas. Necessito urgentemente da seri…
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Eu preciso de... Eu preciso de tudo. Preciso da inspiração do poeta, da criatividade do autor, da imaginação do desenhista e do sofrimento do desconhecido. Preciso do cafezinho da padaria, da versatilidade do humorista e da coragem do salva-vidas. Necessito urgentemente da seriedade do jornalista e da compreensão do vovô. Decididamente eu preciso do abraço maternal, da comidinha caseira, da brincadeira de criança. Ainda que restrita, preciso da promessa de paz, do sonho de um futuro bom, mas isso deixa pra lá... Estou dispensando o olho gordo! Disso, pode ter certeza que eu não preciso. E que se vá também a agonia do fim, a tristeza da saudade, a cara amarrada da manhã de segunda feira; que vá para onde o vento faz a curava e que esqueça do caminho de volta. Falando em dispensa, não dispenso o “Bom dia” ao porteiro, lembro do obrigada e do “não há de quê” até mesmo ao estranho que me deixou entrar antes no elevador. Bons modos, nossa! Como eu preciso disso! Eu preciso disso e de muito mais. Busco sempre o desconhecido, entretanto, não largo mão do convencional. E nessa incessante busca, sei que preciso, todo o tempo, da alegria em que consiste a vida. Preciso do amor que preenche a alma, preciso da serenidade que acalma o coração. E por aí vai. Aliás, esse por ai vai bem longe. É, eu preciso de tudo.

A vida é uma coisa muito complicada de se entender. Nós passamos por tanta coisa de uma vez só, passamos por tantos momentos, que quando para os pra pensar em tudo que aconteceu, percebemos o quão rápido nossa vida passou. Parece até comum quando chega o final do ano, escutar co…
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A vida é uma coisa muito complicada de se entender. Nós passamos por tanta coisa de uma vez só, passamos por tantos momentos, que quando para os pra pensar em tudo que aconteceu, percebemos o quão rápido nossa vida passou. Parece até comum quando chega o final do ano, escutar coisas do tipo “Nossa como o ano passou rápido; parece que foi ontem que ele começou...” E é nessas horas, que percebemos que o tempo está passando, que os anos estão correndo, que o mundo está mudando, que a nossa vida está diminuindo. Dizem que quando estamos morrendo, passa em nossa mente um filme de nossas vidas, com todas as horas que foram importantes pra nós, os momentos bons, os momentos ruins. Mas me pergunto uma coisa: será que é nessas horas que nos arrependemos do que fizemos, ou pior ainda, do que deixamos de fazer? É freqüente ouvirmos pessoas mais velhas falando: ”Ah se eu pudesse voltar no tempo e ter minha juventude de volta, seria tudo tão diferente...”. Parece que as pessoas, quando ficam mais maduras, começam a pensar mais nessa história de juventude. Pra nós, jovens, essa juventude vai durar pra sempre, vai ser eterna. Às vezes deixamos de fazer algo porque achamos que ainda temos uma ‘’vida toda pela frente’’ Mas é ai que cometemos nosso maior erro. Não podemos perder uma chance, uma oportunidade. A vida é uma só, por isso precisamos aproveitar cada momento, cada risada, cada lágrima, cada pôr do sol e cada dia de chuva. Se você deixou de fazer algo que queria muito, corra atrás! Faça de tudo para conseguir alcançar seu objetivo. Não deixe que a vida passe sem ter feito tudo que você podia ter feito. Aproveite seu tempo. Pois quando o filme de sua vida estiver passando diante de seus olhos, tenha a certeza de que o que você ver vai deixá-lo satisfeito. Vai perceber que mesmo o tempo tendo passado, os anos terem corrido, o mundo tendo mudado e a vida tendo diminuído, tudo valeu a pena. E mesmo sabendo que a vida é complicada demais para se entender, nós entendemos, que o que importa mesmo, é viver. (kety 01/12/07)

Parece até comum quando chega o final do ano, escutar coisas do tipo “Nossa como o ano passou rápido; parece que foi ontem que ele começou...” E é nessas horas, que percebemos que o tempo está passando, que os anos estão correndo, que o mundo está mudando, que a nossa vida está d…
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Parece até comum quando chega o final do ano, escutar coisas do tipo “Nossa como o ano passou rápido; parece que foi ontem que ele começou...” E é nessas horas, que percebemos que o tempo está passando, que os anos estão correndo, que o mundo está mudando, que a nossa vida está diminuindo. Dizem que quando estamos morrendo, passa em nossa mente um filme de nossas vidas, com todas as horas que foram importantes pra nós, os momentos bons, os momentos ruins. Mas me pergunto uma coisa: será que é nessas horas que nos arrependemos do que fizemos, ou pior ainda, do que deixamos de fazer? É freqüente ouvirmos pessoas mais velhas falando: ”Ah se eu pudesse voltar no tempo e ter minha juventude de volta, seria tudo tão diferente...”. Parece que as pessoas, quando ficam mais maduras, começam a pensar mais nessa história de juventude. Pra nós, jovens, essa juventude vai durar pra sempre, vai ser eterna. Às vezes deixamos de fazer algo porque achamos que ainda temos uma ‘’vida toda pela frente’’ Mas é ai que cometemos nosso maior erro. Não podemos perder uma chance, uma oportunidade. A vida é uma só, por isso precisamos aproveitar cada momento, cada risada, cada lágrima, cada pôr do sol e cada dia de chuva. Se você deixou de fazer algo que queria muito, corra atrás! Faça de tudo para conseguir alcançar seu objetivo. Não deixe que a vida passe sem ter feito tudo que você podia ter feito. Aproveite seu tempo. Pois quando o filme de sua vida estiver passando diante de seus olhos, tenha a certeza de que o que você ver vai deixá-lo satisfeito. Vai perceber que mesmo o tempo tendo passado, os anos terem corrido, o mundo tendo mudado e a vida tendo diminuído, tudo valeu a pena. E mesmo sabendo que a vida é complicada demais para se entender, nós entendemos, que o que importa mesmo, é viver. (kety 01/12/07)

nos últimos tempos, eu tive andado meio que 'dormindo'. dormindo num sono profundo, e com noites perturbadas. já estava me perguntando até quando isso tudo ia durar. essa falsa sensação de descanso já estava me consumindo, e eu precisava muito acordar. mas acontece que eu não con…
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nos últimos tempos, eu tive andado meio que 'dormindo'. dormindo num sono profundo, e com noites perturbadas. já estava me perguntando até quando isso tudo ia durar. essa falsa sensação de descanso já estava me consumindo, e eu precisava muito acordar. mas acontece que eu não conseguia achar um modo de fazer isso. todas as minhas tentativas terminavam em um total fracasso. tentei primeiro fingir que conseguia ficar acordada, fingir que conseguia dormir e acordar a hora que quisesse. mas foi em vão, pois eu sempre acabava nesse sono profundo. então resolvi não fingir, mostrar que meu sono era perturbado, e que era assim que as coisas eram. pra que né? só serviu pra mim cair mais ainda naquele sono... e a escuridão se tornava cada vez maior. mas então, quando eu já estava sem esperança nenhuma, quando meu corpo já estava cansado... a cabeça se distraiu e a 'sorte' veio. uma luz, vinda de algum lugar, despertou-me, fez com que eu acordasse daquele sono profundo e perturbado. essa luz tem um nome, e um nome especial. e eu tenho agradecido todos os dias por tê-la encontrado. e agora, eu deito em meu travesseiro todas as noites, com a certeza de que o sono será leve, que irei sonhar, e que quando acordar, tudo vai ter valido a pena. (kety)

Parar de fumar, fazer ginástica, emagrecer. Trabalhar menos, não trabalhar, arranjar um trabalho. Estudar inglês, espanhol, francÊs, italiano, alemão, japonês.
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Parar de fumar, fazer ginástica, emagrecer. Trabalhar menos, não trabalhar, arranjar um trabalho. Estudar inglês, espanhol, francÊs, italiano, alemão, japonês. Comer melhor. Aprender a dizer sim, aprender a dizer NÃO. Guardar dinheiro, ir ao dentista, terminar o tratamento. Cortar doces, massas e frituras. Viajar mais. Amar, se apaixonar, se desapaixonar. Morar sozinho, morar com alguém, deixar de morar com alguém. Trocar de carro, comprar um apartamento, uma bicicleta. Andar mais a pé. Sair para dançar, sair com os amigos, ficar mais em casa. Fazer um check-up, arrumar o armário, ir ao cinema. Casar, casar de novo, casar mais uma vez. Ter um filho. Mudar de emprego, mudar de escola, mudar de vida. Não importa o que você queira mudar, mude; mudar é bom, mudar faz parte da vida. (kety)

ás vezes a lembrança é meio que, inevitável. é aquele tipo de pensamento que te pega num dia comum, ao arrumar o armário e encontrar uma foto, um objeto, um bilhete. dá saudade, o coração aperta, a gente pensa no porquê de ter sido como foi. mas então o céu lá fora tá azul, o ven…
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ás vezes a lembrança é meio que, inevitável. é aquele tipo de pensamento que te pega num dia comum, ao arrumar o armário e encontrar uma foto, um objeto, um bilhete. dá saudade, o coração aperta, a gente pensa no porquê de ter sido como foi. mas então o céu lá fora tá azul, o vento sopra, e a esperança se renova. e nessa hora você guarda a foto, ou o objeto na caixa novamente, e continua. continua porque sabe que a vida não vai te esperar, que o mundo tá girando, e que isso tudo aqui é bom demais pra ser disperdiçado em vão. que você é bom demais pra se dar em vão. e então você vai a luta, e que venha o futuro! (11/11/07) kety

Em cada pensamento meu, tem um espírito que vibra, um sol que aquece, um anjo azul, um filme de amor, um sorriso eterno, um desafio. Em cada momento meu, tem um poema escrito, uma foto rasgada, uma música lenta, um bilhete de eu te amo, um carro chegando. Em cada sentimento meu…
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Em cada pensamento meu, tem um espírito que vibra, um sol que aquece, um anjo azul, um filme de amor, um sorriso eterno, um desafio. Em cada momento meu, tem um poema escrito, uma foto rasgada, uma música lenta, um bilhete de eu te amo, um carro chegando. Em cada sentimento meu, tem o aniversario de um amigo, um colar colorido, uma gota de chuva, um número de telefone, um sussurro no ouvido. E em cada movimento meu, existe um carnaval em setembro, um arco-íris, uma tempestade em copo d'água, um amor explosivo, uma vontade de voar, uma alegria eufórica, e uma imensa vontade de VIVER.

Sou o que sou, e ninguém vai mudar isso. Posso não ser sempre a mesma, mas serei sempre eu mesma. O que eu acho certo, eu digo e defendo, e reprimo o que acho errado. Meu amor eu ofereço pra quem merecer, e minha alegria divido com quem me faz bem. Meus amigos, minha família, meu…
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Sou o que sou, e ninguém vai mudar isso. Posso não ser sempre a mesma, mas serei sempre eu mesma. O que eu acho certo, eu digo e defendo, e reprimo o que acho errado. Meu amor eu ofereço pra quem merecer, e minha alegria divido com quem me faz bem. Meus amigos, minha família, meus amores, eu defendo com dentes arreganhados, e ai de quem se intrometer nisso. Minhas decisões eu tomo por impulso, tomo por sabedoria, ou às vezes não tomo decisão nenhuma, como vier a calhar, eu faço. Se vier a calhar. Guardo dentro de mim uma menina brincalhona, meiga e com sonhos a realizar, mas minha carapaça é forte, resistente a quedas e com um senso de se reerguer que só eu mesma consigo ter. Do passado eu trago aprendizados, do presente, eu faço valer a pena, e do futuro, bom, do futuro eu carrego a esperança e a vontade de viver. Porque a melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo!

O problema do amor (por Kathlen H.P. 02/11/07). Hoje de manhã, estava no ônibus, e ouvi a conversa de duas mulheres de meia idade. Uma delas dizia que descobrira que seu marido, com quem estivera casada há oito anos, a havia traído. Podia sentir todo o rancor e tristeza possível…
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O problema do amor (por Kathlen H.P. 02/11/07). Hoje de manhã, estava no ônibus, e ouvi a conversa de duas mulheres de meia idade. Uma delas dizia que descobrira que seu marido, com quem estivera casada há oito anos, a havia traído. Podia sentir todo o rancor e tristeza possível na voz daquela mulher. A outra a consolava, dizendo que ele não a merecia. E disse em bom tom, que o amor a dois é o desperdício da vida, que ele só serve para construir decepções cada vez mais dolorosas. Senti-me perplexa com aquele comentário, e não consegui parar de pensar naquilo o dia todo. Sempre acreditei no verdadeiro amor entre dois. E pode ter certeza, que nos últimos meses, tive motivos de sobra para deixar de acreditar. Porém, sempre tive fé de que o verdadeiro amor existia sim. Vejo tantas relações de anos, de casais que se amam em plena terceira idade, com a mesma intensidade de que se amavam quando se conheceram. Vejo cumplicidade explicita entre casais amigos, desde aqueles que ainda namoram, até aqueles que já construíram uma vida juntos. Horas, o amor está em todo lugar, o amor é a essência da vida. Como pode ser ele, um arquiteto de decepções? Refletindo sobre isso, lembrei-me de uma música, de Renato Russo, que diz: "quem inventou o amor?” Certamente, se essa pergunta fosse feita a uma das senhoras do ônibus, elas diriam que foi alguém que teve uma enorme decepção amorosa, e para dar um nome a toda àquela agonia passada, escolheu amor. Mas, eu não diria isso. Quem inventou o amor, foi sim, alguém que sofreu, que perdeu noites de sono, que derramou lágrimas, que fez loucuras, que gritou, que se arrependeu, que sentiu dor no coração. Mas este alguém com certeza sentiu uma felicidade além da conta. Sentiu o peito explodir de uma alegria indescritível, sentiu sabores, cheiros, toques de inimaginável esplendor. Sentiu-se completo, viu como o mundo pode ser belo, e como ainda vale a pena sonhar. A este turbilhão de sensações, deu-se o nome de amor. Pensando mais um pouco (é, hoje estou pensativa pra caramba), cheguei à conclusão, a uma difícil conclusão, (especialmente para mim, podem acreditar); o problema não está no amor, e sim, a QUEM damos nosso amor. Todo ser humano é provido da capacidade de amar, nem que seu único amor seja o amor próprio, mas ele é capaz de amar. O problema maior está em quando resolvemos dividir nosso amor. Aí é que se encontra o 'x' da questão. Achar a pessoa certa para compartilhar tão indefinido sentimento. Quando a achamos, o mundo fica 'blue'. Tudo são rosas, a sintonia é perfeita, o encaixe é surreal. "Ah, como o amor é bonito!" Se não achamos esta pessoa, pensamos que o amor não passa de uma lenda, que é uma propaganda enganosa, e que estamos muito bem sozinhos, obrigada. (este caso é raro, mas acontece). Mas o pior de tudo é quando pensamos ter encontrado a pessoa certa, a pessoa para dividir cumplicidade. Até ai tudo bem. Mas então o mar de rosas se transforma num vendaval, a pessoa que julgávamos a 'certa' não está mais nem ai. Talvez porque surgiu uma terceira pessoa, talvez porque o fogo da paixão terminou, ou vai lá saber o porquê (o amor tem razões que a própria razão desconhece). E nós, que demos todo nosso amor, que investimos toda nossa energia em uma relação, ficamos ali, parados, sofrendo, perguntando-nos onde foi o erro. Procurando uma palavra mal interpretada, um gesto não entendido. Esperando uma ligação que não vem. Um e-mail que não chega. Um beijo que sabemos que não será dado. E sofremos. Sofremos e juramos nunca mais passar por isso, juramos nunca mais se entregar de tal modo, juramos nunca mais nos deixar ser enganados por alguém. Mas isso passa. Um dia, Drummond escreveu algo como “Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz." Ele tinha razão. Acredito que somos seres amáveis, no sentido literal da palavra. Nós somos o amor. E somos corajosos. Muito corajosos. Porque mesmo depois de sofrer tanto por amor, ainda amamos. E amamos de novo, e mais uma vez. Mesmo sabendo de todos os riscos, nos aventuramos procurando o que só este sentimento pode nos dar. Então aqui vai uma dica de uma verdadeira 'amante'; não deixe de amar, o amor vale a pena. Porém, tenha a certeza de que você está entregando seu amor pra pessoa certa, para alguém que goste de você, não que só goste do amor, porque gostar de amor, todo mundo gosta. Dê amor a alguém que te complete de verdade, que te dê a chance de dividir sua vida com ele, mas que te dê o espaço para ter sua própria vida. E se não der certo da primeira vez, continue na busca! Não se deixe abalar pelo fato de um dia ter demonstrado seus sentimentos para quem não soube valorizá-los; o que importa é que você soube assumi-los, sem medo. E essa pessoa um dia vai ver o que perdeu. Alguém disse uma vez que “às vezes, construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o tempo percebemos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas eram pequenas demais para eles”. É a mais pura verdade. Mas nem por isso devemos deixar de sonhar.

Não são vilões que eu incorporo. Tudo isso faz parte da estrutura desse vaso ruim aqui. Que diferente do ditado, já caiu e quebrou. Hoje usa materiais inquebráveis e aderiu ao super-bonder. É assim que funciona. Eu não fiz por mal, mas foi um grande equívoco eu acreditar que pude…
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Não são vilões que eu incorporo. Tudo isso faz parte da estrutura desse vaso ruim aqui. Que diferente do ditado, já caiu e quebrou. Hoje usa materiais inquebráveis e aderiu ao super-bonder. É assim que funciona. Eu não fiz por mal, mas foi um grande equívoco eu acreditar que pudesse viver de médias expectativas e sensações. Eu pra sempre serei a melhor amante, a pior inimiga, a maior injustiçada, a mais apaixonada, o teu mais terrível pesadelo, ninguém no mundo sofrerá mais do que eu e tão pouco poderá ser mais feliz. Desse jeitinho mesmo. Potencializado e cheio de exagero. (fragmento de um texto longo demis, mas eu gosto dessa parte)