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Frases de Karla Fioravante

43 frases

Valorizo pessoas que valorizam valores! É, valores: Singularidades!
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Valorizo pessoas que valorizam valores! É, valores: Singularidades! Sinceridades! Cumplicidades! Atitudes nobres! Gestos! Gentilezas! Plurais... E isso não há dinheiro que pague.

Karla Fioravante (foto) é paulista, nasceu no dia 13 julho de 1976 na cidade de Mirandópolis (SP), a 596 quilômetros da capital, São Paulo. Canta há mais de 20 anos. Em 2012, completa 15 anos de caminhada com o grupo Cantores de Deus. Além da música, trabalha como terapeuta, é fo…
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Karla Fioravante (foto) é paulista, nasceu no dia 13 julho de 1976 na cidade de Mirandópolis (SP), a 596 quilômetros da capital, São Paulo. Canta há mais de 20 anos. Em 2012, completa 15 anos de caminhada com o grupo Cantores de Deus. Além da música, trabalha como terapeuta, é formada em musicoterapia, psicanálise e especialista em psicopatologia. Quando não está nos palcos, gosta de ler, ouvir música, malhar e escrever crônicas. Já trabalhou em direções de voz de cantores renomados da música católica e faz produções na área e backings vocal em vários CDs ca-tólicos. Conheceu o padre Zezinho, scj, desde a infância e seu objetivo sempre foi cantar evangelizando. “Desde muito jovem eu já cantava nas paróquias da cidade onde nasci. Sempre tive o desejo de ir além. Até que um dia fui a um show do padre Zezinho e expus a ele meu desejo de evangelizar por meio da música. Passei a viajar com ele em 1997. Não foi fácil no iní¬cio, e, como todo trabalho, exigiu muita dedicação. É um exercício de fé perserverar naquilo que se almeja. Antes de seguir exclusivamente a trajetória com o gru¬po Cantores de Deus, eu estudava, trabalhava como digitadora e cantava nos fins de semana em barzinhos da região onde eu morava.” “Vamos viver sem nos acomodar. É preciso ter força para ir além quando o coração pedir e saber conquistar seu espaço com ternura e fé.” Karla Fioravante

Sei tão pouco sobre a vida que às vezes penso que minha lucidez precisa de recall. Ou vejo de mais ou de menos. Não sei... Sei apenas que algumas atitudes diárias que vislumbro, me fazem acreditar (ainda) em um mundo onde a delicadeza possa vencer a agressividade.
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Sei tão pouco sobre a vida que às vezes penso que minha lucidez precisa de recall. Ou vejo de mais ou de menos. Não sei... Sei apenas que algumas atitudes diárias que vislumbro, me fazem acreditar (ainda) em um mundo onde a delicadeza possa vencer a agressividade. Onde o respeito possa vencer a mentira... Onde o amor exista sem exigir perfeição. Onde a coragem vença medos internos. Onde permitamo-nos viver o hoje com intensidade, pois o amanhã pode ser saudade. Onde olhares se comuniquem sem palavras e onde as palavras descansem quando os gestos falarem. Onde existam amizades desinteressadas. Onde o poder não seja usado como arma. Onde talentos sejam aplaudidos sem inveja. Onde o reconhecimento seja legítimo... Onde um abraço possa ser morada da paz... Seria um mundo alienado? Será que estamos tão insensíveis e engessados à vida que tudo passa a ser mais importante que viver?

Tenho medo da porta que não mais se abre... Tenho medo da maldade... Medo da ignorância;
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Tenho medo da porta que não mais se abre... Tenho medo da maldade... Medo da ignorância; Medo do nunca mais... Tenho medo da má fé... Da injustiça; do olhar entre os dentes... Temo não ser amada; ser rejeitada; errar mais que acertar... Tenho medo das expectativas; Medo daquela primeira impressão que nunca se apaga... Temo a covardia; Tenho medo de deixar o tempo passar e não viver o hoje... Perder o tino... O time, a hora... Temo gritos; grosserias; ausências... Tenho medo das não voltas!... Medo do que nunca vai acontecer... Tenho medo de promessas, medo de me iludir... Medo de não perceber o caos instalado!... Temo as perdas... Temo a indiferença... Temo a discórdia!... Tenho medo da insensibilidade... Medo de não dizer o que sinto... Tenho medo dos dedos que apontam sem conhecer... Medo de feridas que não cicatrizam... Medo de não olhar nos olhos... Tenho tantos medos... Que saem de mim e que talvez involuntariamente atinja pessoas que amo, que não conheço, que apenas me "conhecem"... Tenho medo do medo... E sentir que é maior que eu, num mundo de tanto medos externos a mim!... O medo só é superado com enfrentamento e fé!... Na minha zona de conforto mora o medo e todo medo é um risco!... Pausa... O meu medo é o meu maior estímulo para superá-lo.

Agradeço... À incompreensão daqueles que não compreendo. Àqueles que apagam as luzes das quais eu ainda não acendi.
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Agradeço... À incompreensão daqueles que não compreendo. Àqueles que apagam as luzes das quais eu ainda não acendi. Àqueles que sorriem de frente e, ao primeiro passo, apontam-me armas. Àqueles que nunca conversaram comigo, mas idolatram a minha imagem e tiram suas próprias conclusões. Aos esperançosos, porque são aqueles que mantêm o caos das esperas. Aos otimistas, porque são eles que, na primeira frustração, mudam seus pontos de vista. Aos que olham a alma alheia e baseiam a vida do outro na sua, inclusive, generalizam-na. Aos que vislumbro no cotidiano e que, com a distância, desconheço. Aos que se aproximam com interesse e logo desencantam... (...) Aos que navegam, pois há portos. Aos felizes, pois há momentos que não cabem em palavras e, muito menos, em denominações... (...) Àqueles que apontam sem ver, concluem sem pensar, insistem em conceituar. Aos falsos humildes, pois, em algum momento, vão demonstrar sua pretensão. Aos ricos, que só ostentam e que se desmoronam em suas fragilidades. Aos pobres, porque percebem os valores e significados. Aos ignorantes, porque se acomodam em seus quadrados e preferem a cegueira, a respirar o insuportável saber do outro, ou a sua própria capacidade de ver além dos seus preconceitos. Aos pseudo-amigos, porque em suas ausências consegui ver os que importam. (...) Aos do bem, aos do mal, pois só assim saberei a diferença. Aos que partem, porque me levam onde nossos pés não alcançam. Aos que ficam, porque me ensinam a continuar. (...) De tudo algo se tira. Tudo é muito, nada é pouco. Os extremos me deturpam a visão e continuo agradecendo à vida, porque só assim é possível olhar para as minhas marcas e reconhecer que sou humana. Fragmentos do livro: Entre Pausas e Reticências, pág 111.

Gosto de gente simples nos gestos, complexa nos pensamentos... Gosto de gente que erra, que tenta, que tem coragem de dizer a verdade sobre si. Que não esconde fragilidades, que se mostra capaz de compreender, ouvir, calar, falar...
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Gosto de gente simples nos gestos, complexa nos pensamentos... Gosto de gente que erra, que tenta, que tem coragem de dizer a verdade sobre si. Que não esconde fragilidades, que se mostra capaz de compreender, ouvir, calar, falar... Gosto de gente incomum nos detalhes, comum no dia-a-dia... Gente que ri de si e que gosta de se arriscar para colher uma flor de um jardim no meio do caminho. Gosto de gente que ama devagar, que observa minúcias... Gente que acorda de madrugada para dizer que tem saudade... Gosto de gestos imprevisíveis, de abraços desarmados, gosto de olhares tímidos... Gosto da fresta na janela anunciando um novo dia com uma música aos meus ouvidos... Gosto de trilhas sonoras... Gosto do cheiro da noite, das flores regadas, de terra molhada e pés descalços... Gosto de ouvir gargalhadas... De sorrir junto! De mau humor pela manhã... Gosto de mãos que se afagam!... Gosto de aconchego, do silêncio que acolhe, das palavras compreendidas, dos minutos que sucedem o perdão... Gosto da humanidade, da compaixão, da empatia... Gosto do gosto, do sentido, do intuitivo, do instintivo... Gosto do toque, da sutileza... Gosto da força, da atitude... Gosto de gente que tem defeitos, virtudes, dons... Gosto da imperfeição do ser, do tempo que alinha as almas, dos gestos que transcendem as regras... Gosto de saber que caminhos se cruzam, e que pela arte do encontro nossa vida pode nunca mais ser igual...

Era uma menina que brincava no fundo do quintal. Fazia comidinhas e era professora na escolinha imaginária. Fora noiva caipira nas festas do colégio. Não se recorda muito bem de quando percebeu suas asas, apenas que havia dentro de si uma força para não acomodar-se. Em outras pal…
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Era uma menina que brincava no fundo do quintal. Fazia comidinhas e era professora na escolinha imaginária. Fora noiva caipira nas festas do colégio. Não se recorda muito bem de quando percebeu suas asas, apenas que havia dentro de si uma força para não acomodar-se. Em outras palavras poderíamos denominar esse impulso de sonho. Ainda sem ter meios para buscar, ela esperava o tempo e a hora. Dentro do seu coração a gentileza era sua expertise, vinha dos pais a educação de nunca passar por cima de ninguém, não agir com maldade, respeitar o próximo e ser íntegra. Sim, caráter! Suas notas iniciais foram junto a um violão, presente do pai, com o intuito que seguisse a arte da sua alma. Com poucos recursos começou a escrever diários nunca lidos a não ser por si mesma. E nas entrelinhas daquelas linhas o tempo passou, a voz entoou, as palavras criaram asas. Hoje agradece na simplicidade, por ser um pontinho eterno na humanidade. A música e as palavras fizeram sentido... (...) Minha gratidão à todas as pessoas que cruzaram a minha vida, que permanecem, que a deixam mais feliz e bonita. Àqueles que me ensinaram pelo amor e pela dor... Agradeço a Deus! Agradeço a vida! Agradeço!

"Eu avisei"; "Leva blusa de frio, vai esfriar."; "Pegou uma sombrinha?";
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"Eu avisei"; "Leva blusa de frio, vai esfriar."; "Pegou uma sombrinha?"; "Filha, você comeu?"; "Mas... você anda com umas roupas..."; "Que cabelo é esse?"; "Você tá muito magra!"; "Vai, teimosa!!"; "Você precisa se cuidar!"; "Karla Lícia!!"; (Suspiro) Mãe, obrigada! Sua força, coragem, determinação, honestidade, me ensinaram que gestos valem muito mais que aparência, que olhar tem o peso da verdade, que amor é valioso sentimento de respeito, que educação é cuidado singular!... Assim eu sigo e assim sua voz ecoa em mim! Mãe de todos os dias, que seja seu dia! Que seu dia seja!!...

Não pergunte "como vai você?", se não estiver disposto (a) a ouvir a resposta. Notem... A frase: "Oi, tudo bem?" - além de uma habilidade social, deveria ser respeitada, ao menos ouvida e respondida.
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Não pergunte "como vai você?", se não estiver disposto (a) a ouvir a resposta. Notem... A frase: "Oi, tudo bem?" - além de uma habilidade social, deveria ser respeitada, ao menos ouvida e respondida. Nós prontamente respondemos como robôs: Tudo bem e você? Mas, na maioria das vezes não ouvimos, não dialogamos, não queremos ouvir o que o outro quer dizer, muito menos "perder tempo" com diálogo. Estamos cada dia mais indiferentes, pensando nas nossas questões, naqueles mil problemas que temos a resolver, ou na verborragia de falar de si sequer percebendo a presença do interlocutor. Falamos! Falamos! Ou ficamos mudos ao mundo, ao outro... Sinto como se nosso medo tem sido encoberto por interações sociais. E, por vezes nossas máscaras são maiores que nossa própria identidade. Não sei se estamos adaptados, intolerantes, estressados, impacientes... Ou se realmente nos falta o desejo espontâneo, gratuito, despretencioso de ouvir o outro com carinho, atenção. - Vamos logo ao que interessa, não tenho tempo de ouvir se está bem ou não. É... Estamos cada vez mais evoluídos e cada vez mais isolados.

O outono se foi. Deixou a beleza no chão para de novo fecundar. Meus olhos se recolhem na saudade do que foi. Da delicadeza quase abandonada das folhas, flores que se somam à terra vermelha. A força do que se renova. Foi nesse parque que conheci a gangorra, o balanço, o escorre…
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O outono se foi. Deixou a beleza no chão para de novo fecundar. Meus olhos se recolhem na saudade do que foi. Da delicadeza quase abandonada das folhas, flores que se somam à terra vermelha. A força do que se renova. Foi nesse parque que conheci a gangorra, o balanço, o escorregador. E depois de tanto tempo as flores caem igual a cada novo outono. A gente muda e a natureza é fiel à beleza do que precisa permanecer para poder continuar gerando vida. Que seja mais uma estação...

Não sei que perfume é esse, que transcende as linhas, que grudou nas minhas entranhas e que faz os dias só terem sentido se você estiver e se forem com você. Se caminhar ao seu lado. Onde meu coração só palpita em paz quando você chega, ou quando me avisa que está bem. Será que…
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Não sei que perfume é esse, que transcende as linhas, que grudou nas minhas entranhas e que faz os dias só terem sentido se você estiver e se forem com você. Se caminhar ao seu lado. Onde meu coração só palpita em paz quando você chega, ou quando me avisa que está bem. Será que o amor está além disso? Às vezes, não sei o que fazer com tanto sentimento e disfarço para mim mesma que tudo bem, você já sabe. Na verdade, eu quero te relembrar. Quero que olhe aquele relógio e saiba que te espero. Quero que veja as flores e pense na vida que me traz. Quero que vislumbre o céu e sinta que os dias só começam depois do seu bom dia. Quero te lembrar que sinto aquele arrepio na espinha quando penso em você. Que todas as borboletas do jardim de Monet cabem no meu estômago quando me lembro do seu sorriso. Que vejo mãos entrelaçadas e só quero a sua mão na minha. Que toda a inquietação da minha alma só se acalma quando te ouço respirar no meu ouvido. Que o dia só termina quando deito no seu peito e ouço seu coração bater. O que sei é que isso se renova. Livremente. Todos os dias. O que sei é da minha permanência, do medo que se cala, da coragem que me invade, do amor sem peso e limite. O que sei é que eu passaria o resto dos meus dias assim, encantada e na manhã seguinte eu escreveria tudo isso novamente...

Minha família sempre foi humilde. Lembro-me que meus primeiros passos foram no chão "vermelhão" onde me via refletida. Observava desde pequena o empenho daquela mulher brava que passava horas na enceradeira deixando o chão brilhando. Minha mãe é um exemplo de força! A casa era…
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Minha família sempre foi humilde. Lembro-me que meus primeiros passos foram no chão "vermelhão" onde me via refletida. Observava desde pequena o empenho daquela mulher brava que passava horas na enceradeira deixando o chão brilhando. Minha mãe é um exemplo de força! A casa era pequena, de madeira, com um quintal grande e uma goiabeira que eu amava me pendurar. Certa vez desabei da goiabeira. Fixei os pés em um dos galhos e comecei a cantar Roberto Carlos. O galho quebrou e eu fui cantando para o chão. Me ralei toda e cantei até o fim; mas também, tinha medo dos seus galhos quando fazia alguma "arte". Era a primeira coisa que minha mãe pegava: a varinha para dar nas pernas. Já fui para o parquinho da primeira infância com vergões. Eu não era fácil. Quando eu sabia que tinha feito algo errado, me escondia atrás da casa. Como se não houvesse amanhã, esperava passar a braveza da mãe para escapar da varinha, ou fazia desenhos com declarações de amor para amolecer o coração daquela mulher... Quando a noite caía, meu pai sentava na área da frente e me ensinava a contar estrelas... Meu pai é um poeta calado que nunca escreveu ou declamou seus poemas. Eu o entendo. Olhávamos o céu juntos e de fundo eu ouvia a vinheta do Jornal Nacional. Em dias de faxina, minha mãe colocava os discos do Roberto Carlos, (eu sabia todas), Abba, Altemar Dutra, Júlio Iglesias, que até hoje sei de cor a sequência das faixas. Fora os sucessos dos anos 80 num disco de coletânea. Era sensacional! Sozinha, com o socador de alho (que pegava escondido), eu cantava no fundo do quintal. Criava as próprias coreografias, tinha público e tudo. (Imaginário, claro!). Eu imitava meus pais porque nas missas e casamentos os via cantando juntos. Observava aquelas pessoas que os abraçavam no final dos eventos. Eu sorria e achava lindo! (...) Memórias, delicadezas do tempo. Sou nostálgica e me alegro ao sentir tanto amor nessas lembranças. Tanta coisa aconteceu depois disso... Gosto imenso de bordar detalhes. A beleza da vida se encontra naquilo que o tempo nunca apaga. Eterniza. Eu tive uma infância feliz...

Você pode até não gostar de mim, porém o respeito deve estar acima de todo e qualquer julgamento... Pode até não concordar com algo que falo, ter escutado boatos sobre mim por aí, ter cruzado com alguma imagem minha em algum lugar, lido algum texto, mas isso não te dá a liberdad…
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Você pode até não gostar de mim, porém o respeito deve estar acima de todo e qualquer julgamento... Pode até não concordar com algo que falo, ter escutado boatos sobre mim por aí, ter cruzado com alguma imagem minha em algum lugar, lido algum texto, mas isso não te dá a liberdade de falar algo a meu respeito sem nunca ter falado comigo ou me visto como sou... De perto! Pode analisar jeitos, frases, detalhes, mas não passará de pré-conceito, esse que passa primeiro por você projetivamente!... Você pode andar com mil facetas morais, ceder às convenções e senso comum, se apegar a títulos, templos, rótulos, marcas, acessórios, pessoas, mas ninguém muda sua essência. Não se modifica o intrínseco. Você é unicamente você! E ninguém mais. Então, quem busca muito a resposta de si no outro pode estar tremendamente equivocado... Quem vive sob o julgo alheio exclui sua própria liberdade... Ocupar-se de si mesmo sem ser egocêntrico é um exercício de aprendizado... E estou certa que esse esforço vale mais a pena do que passar a vida inteira tentando querer ser outra pessoa, a não ser você mesmo(a).