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Frases de Juares de Marcos Jardim

64 frases

Outono - Noite fria - Madrugada sombria Brilha a Lua de Outono, noite quase fria, madrugada sombria, assombros da planetária pandemia, que nos atingiu ao romper do dia, quando o povo ainda amanhecia. Implacável, cruel, tornou-se fiel companhia àqueles que com alguma doença incur…
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Outono - Noite fria - Madrugada sombria Brilha a Lua de Outono, noite quase fria, madrugada sombria, assombros da planetária pandemia, que nos atingiu ao romper do dia, quando o povo ainda amanhecia. Implacável, cruel, tornou-se fiel companhia àqueles que com alguma doença incurável convivia, ao infortunado que com baixa imunidade sobrevivia, na esperança que de alguma forma a cura viria. Insone, eu prometia que resistiria, que escreveria e aos quatro ventos postaria, que amplamente compartilharia meus temores, presa fácil da sutil armadilha, da oceânica quinquilharia, da orbital pancadaria. Uma morte inglória assim, é tudo o que eu não pretenderia... Jamais sonhei que assim quedaria, inerte, sem a esperança de um novo e abençoado dia. (Juares Sasso Jardim / Sacy Pererê do Grande ABC - Santo André / São Paulo - SP) (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

SAUDADES... MUITAS SAUDADES... Certa vez meu pai falou: “Meu filho, não diga nem faça nada que um dia possam usar contra você. Respeite o próximo, as leis, as regras de convívio social. Cuide da sua vida e de seus familiares e amigos próximos. Tua saúde é o bem mais precioso: As…
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SAUDADES... MUITAS SAUDADES... Certa vez meu pai falou: “Meu filho, não diga nem faça nada que um dia possam usar contra você. Respeite o próximo, as leis, as regras de convívio social. Cuide da sua vida e de seus familiares e amigos próximos. Tua saúde é o bem mais precioso: Assim poderá sobreviver e ajudar aos mais necessitados. E lembre-se sempre: 1) Quem bate em pequeno é covarde, quem apanha de grande é bobo. 2) “Lute para ter o que é seu de direito, jamais cobice ou tome nada dos outros.” Não assim, literalmente, eu acrescentei outros conselhos dele. Procurei pautar minha vida seguindo os conselhos do meu pai. Depois do décimo tombo sério e ralada geral, deixei de brincar / competir com o Carrinho de rolimãs. Depois de quebrar os óculos de um coleguinha, nunca mais usei o estilingue e a sacolinha com mamonas. Depois de ser atropelado por um caminhão aos 10 anos, nunca mais atravessei as ruas desafiando o trânsito. Fascinado por armas de fogo, após os primeiros tiros decidi manter distância dos gatilhos. E assim fui levando. Sempre preferindo prevenir, para depois não ter que remediar. Mas acidentes acontecem, independente dos seus cuidados. Nem todos os acidentes são provocados por humanos. Os fenômenos naturais provocam cataclismas, tragédias universais. Quem pode evitar os efeitos devastadores das erupções vulcânicas, dos terremotos e tsunamis? Quem poderia prever a mortandade diante da Gripe Espanhola? Agora me recordo dos versos da canção “Quem inventou o amor”, de Dorival Caymmi (Quem inventou o amor / Não fui eu / Não fui eu, não fui eu / Não fui eu, nem ninguém / O amor acontece na vida...). Pois então, quem criou esse terrível Coronavírus / Covidi-19 não fui eu, não sei quem foi, mas essa pandemia está me impedindo de seguir a rotina: Pagar taxas e impostos, comprar alimentos, pagar as contas mensais, abastecer o carro, curtir o samba raiz com amigas e amigos toda semana, paparicar os netos, procurar não dar trabalho para os filhos. Confinado voluntariamente desde o dia 14 deste mês, antecipei as medidas indispensáveis à preservação de todas as pessoas com as quais convivo, muitas das quais nem mesmo sei o nome. Recomendei ao síndico do meu prédio a imediata adoção de medidas, como disponibilização de álcool gel nos acessos (portaria, elevadores), a restrição para entrada de terceiros no prédio, as orientações básicas aos funcionários, a interrupção de quaisquer atividades nas áreas comuns. Repassei minhas preocupações aos familiares e amigos. Continuo seguindo à risca as recomendações das autoridades da área da saúde. Mas a saudade de tudo o que deixei de fazer é o que mais me martiriza, ao lado do pesar pelos adoecidos e pessoas menos afortunadas. Sinto muita saudade dos bailes, dos espetáculos teatrais e musicais que deixei de frequentar, dos cinemas que nunca mais entrei, das peladas domingueiras, das caminhadas diárias nos parques da cidade e até mesmo das missas. Pois é. Não adianta “chorar o leite derramado”. Agora só nos resta orar e ter esperanças de dias melhores. Nesse meio tempo, é bom ir anotando na agenda tudo aquilo que nós gostaríamos de fazer. Até lá. (Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP) (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

Sob a poeira do tempo, jaz imóvel tudo que outrora reluzia, imponente. Lembranças esparsas ao vento, epopeias submersas na lama do esquecimento. Quantas batalhas, derrotas e vitórias, espargidas ao vento. Agora, sozinho no obrigatório isolamento social e familiar, meu lamento é p…
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Sob a poeira do tempo, jaz imóvel tudo que outrora reluzia, imponente. Lembranças esparsas ao vento, epopeias submersas na lama do esquecimento. Quantas batalhas, derrotas e vitórias, espargidas ao vento. Agora, sozinho no obrigatório isolamento social e familiar, meu lamento é por tudo que deixei de fazer. Imperdoável adiamento. A locomotiva ficará imóvel, os vagões permanecerão estacionados, mas os trilhos continuarão por muitas décadas. (Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP) (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

MOMENTOS IDEAIS PARA ORAÇÕES, MEDITAÇÃO: Às 06:00hs e às 18:00hs. Poucos aplaudem o grande espetáculo, a dádiva da vida. A "civilização" nos treinou para sobreviver, recuar, avançar, guerrear, trabalhar em equipe, vencer a qualquer custo, defender espaços, transpor diariamente o…
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MOMENTOS IDEAIS PARA ORAÇÕES, MEDITAÇÃO: Às 06:00hs e às 18:00hs. Poucos aplaudem o grande espetáculo, a dádiva da vida. A "civilização" nos treinou para sobreviver, recuar, avançar, guerrear, trabalhar em equipe, vencer a qualquer custo, defender espaços, transpor diariamente obstáculos, para podermos prover nossas famílias e auxiliar os amigos queridos. Paradoxalmente, essa entrega total compromete a própria existência. O que fazer? Como "equilibrar" trabalho, família, escola, saúde, religião, convívio social, esportes, entretenimento? (Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP) (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

ALMAS GÊMEAS Interessante. A gente nunca se viu, mas desde sempre nos amamos. Nossos caminhos nunca se cruzaram (nesta jornada terrena), mas quando nos conhecemos em algum momento (escola, trabalho, eventos) ou no Facebook foi como se fôssemos amigos de infância, namorados na ju…
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ALMAS GÊMEAS Interessante. A gente nunca se viu, mas desde sempre nos amamos. Nossos caminhos nunca se cruzaram (nesta jornada terrena), mas quando nos conhecemos em algum momento (escola, trabalho, eventos) ou no Facebook foi como se fôssemos amigos de infância, namorados na juventude, quem sabe amantes na fase adulta, em outras épocas (outras vidas). Você pode até não ter se dado conta, mas sempre que nos Curtimos, Comentamos, teclamos, estamos sintonizados na mesma frequência. Todos os dias, ao trocarmos as Saudações Matinais ou noturnas, sorrimos felizes ao retribuir. Certa vez alguém me enviou pelo Messenger, esta frase: "Quando você sorri ao relembrar de alguém, é porque valeu a pena tê-lo conhecido." O amor é transcendental, é infinito, é incondicional. Façam um teste: Respirando profundamente seguidas vezes, repitam mentalmente várias vezes "Eu amo e sou amado. Eu respeito e sou respeitado. Eu ajudo e sou ajudado." Em poucos segundos uma agradável sensação de bem estar invadirá teu corpo, teu coração baterá mais forte, tua alma vibrará. Eu acredito. ⁠(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98) Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP

⁠<Sambista Considerado> O sambista considerado entrou no pedaço já lotado Na cadência do surdo, lentamente caminhando
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⁠<Sambista Considerado> O sambista considerado entrou no pedaço já lotado Na cadência do surdo, lentamente caminhando Sorridente, cheio de marra, a todos saudando Sacou logo aquela morena faceira, garbosa, se exibindo. Sem vacilar, encarou e foi desafiar, vem comigo sambar Linda, atrevida, a Morena sorriu, logo aceitou, No sapatinho, cheia de graça, foi se aproximando O casal, enlaçado, no ritmo adequado, foi causando. Roda formada, aplausos, incentivos e eles rodando Alegres, felizes, seguros, o samba solto rolando Na pista o casal se superando, igual Mestre Sala e Porta Bandeiras Empolgados, todos caem no samba sincopado, bem balanceado. Alegria geral na comunidade da Vila Sacadura Cabral... (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98) Juares de Marcos Jardim – Santo André / São Paulo - SP

⁠"Somos meros navegantes Sobreviventes itinerantes Artistas diletantes.
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⁠"Somos meros navegantes Sobreviventes itinerantes Artistas diletantes. Poetas amantes Dançarinos errantes. Humoristas falantes Românticos namoradores Amigos constantes Pares fascinantes Artistas deslumbrantes Paixões embriagantes Saudades constantes." (Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP) Direitos reservados.

⁠SENHORAS: MUITA ATENÇÃO DURANTE A PANDEMIA!!! Minha vizinha foi ao supermercado com o marido. Ela é muito resoluta, entra primeiro no elevador, prefere dirigir o carro do casal, até o carrinho de compras ele faz questão de conduzir, assim como escolher as mercadorias e fazer o…
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⁠SENHORAS: MUITA ATENÇÃO DURANTE A PANDEMIA!!! Minha vizinha foi ao supermercado com o marido. Ela é muito resoluta, entra primeiro no elevador, prefere dirigir o carro do casal, até o carrinho de compras ele faz questão de conduzir, assim como escolher as mercadorias e fazer o pagamento. Ocorre que somente ao chegar em casa e retirar a máscara (já estava quase tirando o vestido) percebeu que trouxera o marido errado!!!

⁠E ela partiu mesmo! Foi assim tão de repente, quando me dei conta já estava ausente.
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⁠E ela partiu mesmo! Foi assim tão de repente, quando me dei conta já estava ausente. Quedei mudo, carente, sem ação. Inerte fiquei na Estação de Trem vendo ao longe os vagões sumirem no horizonte. Um pássaro ao meu lado pousou No meu ouvido sussurrou "Bem te vi, bem te avisei, você aprontou, agora, nem eu nem ti". Cabisbaixo, concordei, naquele dia eu vacilei Pela luxúria me entreguei em alcovas com outras me deitei aos prazeres me deleitei. Confesso que gostei, me esbaldei, esbanjei. E agora? Um Beija-flor veio e cochichou: "Agora, aguenta coração!" (Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP) Direitos Reservados

⁠Sacy Pererê saiu pra zoar, pra dar uns rolês. Moleque atrevido, consegue embaçar para-brisa em noite de lua cheia, travar câmbio de Kombi, contratar Uber e 99 e pagar com "cantadas", escapar da fiscalização nas blitz Teste do Bafômetro, e até frequentar Bares e Restaurantes Temá…
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⁠Sacy Pererê saiu pra zoar, pra dar uns rolês. Moleque atrevido, consegue embaçar para-brisa em noite de lua cheia, travar câmbio de Kombi, contratar Uber e 99 e pagar com "cantadas", escapar da fiscalização nas blitz Teste do Bafômetro, e até frequentar Bares e Restaurantes Temáticos, saindo ileso sem apresentar a Comanda: tudo numa boa. Mas certo dia, no meio da noite, se deparou com um personagem mítico, mitológico: Zé Pelintra. Putz. Em plena madrugada, lua cheia esplendorosa, grilos mil ecoando, o silêncio era tal que dava pra ouvir o rastejar das serpentes, o passo lento das tartarugas, o lamento dos sapos na lagoa, a água fluindo no córrego. Sacy Pererê estancou, pela primeira vez sentiu um calafrio, o arrepio de nuca, estremeceu. (...) Publicarei o segundo capítulo amanhã... (Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP) (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

⁠No meu caminho encontrei um jardim, com coloridas e poéticas flores, ali pairei qual beija-flor, me emocionei ao relembrar meu primeiro grande amor. E assim, a cada novo jardim, outras lembranças afloram, outros amores inesquecíveis. Minha vida tem sido assim, muitos jardins...…
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⁠No meu caminho encontrei um jardim, com coloridas e poéticas flores, ali pairei qual beija-flor, me emocionei ao relembrar meu primeiro grande amor. E assim, a cada novo jardim, outras lembranças afloram, outros amores inesquecíveis. Minha vida tem sido assim, muitos jardins... (Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo SP)