Era uma vez uma bela brisa de nome «Ar», conheceu o charmoso vento chamado «Osa», foi amor de nortada à primeira rajada, casaram e do casamento nasceu um filho, para dar-lhe um nome decidiram juntar o nome da mãe ao nome do pai, e assim derivou o nome de uma linda Terra do norte litoral de Portugal «Areosa».
Quem durante o longo percurso de uma vida, nunca quis, nem quer conhecer verdadeiramente um ser humano "Rico em oferta de afetos", que até prescinde de qualquer tipo de carências, numa fase de auto estima e provada realização de pessoa, esse indivíduo, está dispensado de qualquer aproximação.
Criticar um país pelo caos lá vivido, a violência, o desemprego, a ausência de bens e cuidados de saúde básicos, a aparente inércia dos seus governantes no rumo dos acontecimentos e a consequente tragédia dos malogrados esfomeados é uma censura demasiado fácil quando todos parecem ter um comportamento de "Opinadores de bancada", difícil, é conseguir entender os verdadeiros motivos da instabilidade instalada nessa mesma nação.
Se relacionassem uma cor ao "Amor proibido", a cor preta seria a ideal, pela sensação de se cometer um pecado, de ser-se surpreendido num acto sombrio, e ao mesmo tempo, do receio da descoberta de uma ligação perigosa. Na "Revelação" o branco seria a decisão mais ajustada, pela "Paz" tão desejada, pela "Libertação" e a vitória da "Chama do desejo".
O "Amor" de dois seres humanos apaixonados é um sentimento absolutamente maravilhoso, é quando o momento mais desejado acontece, quando cresce o calor da paixão e ambos entram numa excitante aventura, é quando o inevitável êxtase da união de dois corpos num só acontece, é............. O intenso prazer que se apodera de duas "Almas" enfeitiçadas.