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Frases de José Luiz da Luz

61 frases

Se almejas a felicidade, deseja ao próximo também. Só se eleva na eternidade,
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Se almejas a felicidade, deseja ao próximo também. Só se eleva na eternidade, na fé, e no caminho do bem.

Fragmentos No templo do nosso corpo, há dois altares: O da luz que ata ao céu, e o do escuro instinto.
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Fragmentos No templo do nosso corpo, há dois altares: O da luz que ata ao céu, e o do escuro instinto. Da absoluta moral que regra os manjares; e o do acre animal, de deleites faminto. Dois pesos conflitantes e uma balança. Vítima e réu, em disputa da verdade: Pois que em parte nós somos a temperança; mas na outra face nós somos a ebriedade. Férvido paradoxo do bem e mal. Amor e ódio disputam-se às ventanias: Pois que em parte nós somos luz divinal; mas na outra face somos noites sombrias. Somos joio ou trigo na gleba que andamos. Já choramos, sorrimos, nos dois extremos: Porque parte da vida é o que plantamos; porém a outra parte é o que nós colhemos. No mapa da vida, dois caminhos temos. O do amor, ou da dor, que nós optamos: Porque parte da vida é o que fazemos; porém a outra parte é o que nós pensamos.

Poema triste. Quando escrevo um poema triste, às vezes sinto, outras eu minto.
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Poema triste. Quando escrevo um poema triste, às vezes sinto, outras eu minto. Mas, a ferida sempre existe. quase que uma sombra no instinto. A tristeza, não sei explicar. Quando sinto, às vezes requinto. Assim consigo simular, a alegria, que às vezes minto. Quando o espelho me mostra triste, raramente eu olho e desminto. Minha alma sabe, mas resiste, o que sinto, e ao mundo minto. José Luiz da Luz

O lobo e o cordeiro Quando foi perguntado para um antigo ermitão do sertão do Serro Azul: por que há pessoas boas e outras más? A resposta foi a seguinte: – Dentro de nós temos de um lado um lobo faminto, e do outro um cordeiro cheio de amor. Os dois se vigiam, separados apenas…
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O lobo e o cordeiro Quando foi perguntado para um antigo ermitão do sertão do Serro Azul: por que há pessoas boas e outras más? A resposta foi a seguinte: – Dentro de nós temos de um lado um lobo faminto, e do outro um cordeiro cheio de amor. Os dois se vigiam, separados apenas por uma frágil cerca. Quando lhe perguntaram até quando o cordeiro estará seguro, ele respondeu: – Até quando a cerca estiver em pé: enquanto o cordeiro desconfiar da cerca e, enquanto o lobo respeitá-la.

Poema triste. Quando escrevo um poema triste, às vezes sinto, outras eu minto.
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Poema triste. Quando escrevo um poema triste, às vezes sinto, outras eu minto. Mas, a ferida sempre existe. quase que uma sombra no instinto. A tristeza, não sei explicar. Quando sinto, às vezes requinto. Assim consigo simular, a alegria, que às vezes minto. Quando o espelho me mostra triste, raramente eu olho e desminto. Minha alma sabe, mas resiste, o que sinto, e ao mundo minto.