O criminoso do colarinho branco é um canalha que merecia pior sorte.
Frases de José Coutinho
379 frases
O jogador de futebol sem muitos recursos técnicos mata a bola em legítima defesa.
Como se sente uma pessoa que pede um bife de filet mignon num restaurante vegetariano? Eu ficaria bem passado.
Em mente fechada não entra autocrítica.
Para Cícero, o grande orador romano, a história é a mestra da vida. Para mim, a economia é a mestra da dívida.
O diplomata é um hábil interlocutor que muitas vezes te obriga a ouvir nas entrelinhas.
Hierarquia é via de mão dupla: pra subir é como escada rolante onde cada degrau corresponde a uma patente, classe ou padrão; pra descer, basta um golpe militar, a excomunhão, ou, simplesmente, aposentar-se.
Todo time de futebol deve ter seu goleiro de fé, pois a fé remove montinhos.
O que é pior: ser um inocente útil ou ser um esperto inútil?
Às vezes, o homem prevenido não vale nada.
No futuro, se os garis tiverem de recolher o lixo atômico, vão continuar recebendo mais do que médicos.
As palavras estão aí, prestativas e moldáveis, prontas para desempenhar os mais variados papéis na sociedade: Pare! Siga! Fogo! Gol! Cada uma despertando uma emoção, um pensamento, uma reação diversa.
Toca é um buraco que em breve poderá ser incluído como uma das soluções para o déficit habitacional.
O chato comeu seu arroz à grega passa a passa.
Depois que Pelé encerrou sua carreira o Santos em casa não faz milagres.
Em certas localidades brasileiras, ladrão que rouba ladrão é mera coincidência.
O trabalhador mal remunerado, sobrevivendo com salário mínimo, arrisca-se a ser preso pela prática do jogo... de cintura.
Por que se faz tanto jogo sujo para tirar uma questão a limpo?
Todo escritor toma sopa de letrinhas quando criança?
Minha vida é um livro aberto há tanto tempo que já nem me lembro da capa.
O grande cirurgião faz de Deus o operador e se coloca na posição de mero instrumentador. Já nossos governantes se consideram Deus e pensam que operam milagres.
Se arrependimento matasse, muitos turistas deixariam o Rio de Janeiro num caixão.
Todo escritor provavelmente tomou sopa de letrinhas quando criança.
Nossos dirigentes precisam entender que de grão em grão a galera enche o saco.