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Frases de Jorgeane borges

229 frases

⁠A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das…
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⁠A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta. Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo. Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.

⁠⁠ Tolerância consigo Todo o seu conhecimento de hoje e sua experiência de vida, lhe custou seu velho eu. Então seja gentil consigo mesma, tenha tolerância com suas decisões e erros passados, eles lhe trouxeram habilidades, conhecimentos e poder de decisão para que mude seu fut…
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⁠⁠ Tolerância consigo Todo o seu conhecimento de hoje e sua experiência de vida, lhe custou seu velho eu. Então seja gentil consigo mesma, tenha tolerância com suas decisões e erros passados, eles lhe trouxeram habilidades, conhecimentos e poder de decisão para que mude seu futuro. O amanhã se constrói hoje! Não pare no tempo O passado é um lugar onde nada pode ser mudado Não sufoque seu antigo eu, saiba viver como nova criatura e não esqueça o preço que lhe custou essa transformação. Cobre menos do seu antigo eu, viva seu presente e usufrua das experiências para que aja menos lamento no seu futuro bem próximo

⁠Pretérito Um dia no futuro não muito distante , você ainda vai olhar pra trás e perceber que lá não é mais o seu lugar. Vai perceber que os problemas foram degraus que você ultrapassou
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⁠Pretérito Um dia no futuro não muito distante , você ainda vai olhar pra trás e perceber que lá não é mais o seu lugar. Vai perceber que os problemas foram degraus que você ultrapassou Montanhas em que escalou E que houveram muralhas, que com bravura você as derrubou. E os dias tempestuosos, mesmo com medo você os enfrentou Naqueles dias em que pensou que fracassou ou de fato você falhou. Então rastejou-se! Sofreu, chorou! Silenciou, gritou até ruiu de se mesma e seguiu... ... mas não permaneceu no mesmo lugar. Nunca, jamais em hipótese alguma, deixe de olhar para trás. para que não se esqueças que tudo vai passar e pra frente se deve andar, mesmo quando o chão lhe faltar. Pra frente que se anda! Te vejo lá.

⁠Primeiros Erros Meus erros não me definem Mas a mim transformam
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⁠Primeiros Erros Meus erros não me definem Mas a mim transformam Não posso ser rotulada por um erro, ou algumas escolhas erradas em uma fase ruim da minha vida! Não posso exigir do meu antigo eu algo que só as péssimas experiências a mim trouxeram. A maturidade vem com toda nossa vivência, seja ela boa ou ruim! Meu processo de transformação e superação é quem pode falar por mim o quanto precisei ressignificar e evoluir Quantas vezes precisarei me refazer? Não sei. Sei que posso mudar de ideia amanhã sobre algo que penso hoje e tá tudo bem! Aprendi isso ontem, quando precisei mudar e me transformar no que hoje sou!

⁠⁠ Pingos de Chuva Dias chuvosos nos desacelera!
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⁠⁠ Pingos de Chuva Dias chuvosos nos desacelera! Independente da pressa precisamos reduzir. Nos permitindo pausar! Ouvindo o som que acalma até a alma, os pingos de Chuva. Entre uma gota e outra há um intervalo de tempo em que conseguimos olhar para dentro, colecionar e reviver memórias com cheiro, som e sabor. A perfeita calmaria que nos permite reiniciar e reconectar-se com a vida que se refaz gota a gota.

⁠Sempiterno Há memórias que não se apagam, sentimentos que nunca partem.
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⁠Sempiterno Há memórias que não se apagam, sentimentos que nunca partem. Resistem ao tempo, ao vento, ecoam onde o silêncio arde. Um instante, um toque, um nome, gravados na pele da alma. Não é o tempo que os consome, mas o que o coração acalma. O eterno não mora no tempo, nem se mede em dias ou horas. É presença que nunca se ausenta, mesmo quando a vida vai embora.

⁠Rio de Gente O rio corre, mas não é de água, é de passos, vozes, multidão,
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⁠Rio de Gente O rio corre, mas não é de água, é de passos, vozes, multidão, deságua em esquinas, sobe calçadas, se espalha em ondas pelo chão. O tempo escorre sem despedida, como quem parte sem olhar, mais um dia que se dissolve nas luzes pálidas do lugar. Mas há um sonho que não se apaga, uma chama acesa a resistir, pois tudo que é vivo se refaz, e tudo que é rio aprende a seguir.

⁠Sempiterno Há coisas que o tempo não apaga. Elas resistem ao desgaste dos dias, atravessam silêncios, sobrevivem às ausências. São memórias que se recusam a se dissipar, sentimentos que se enraízam tão profundamente que se tornam parte de nós. O instante capturado por um olhar…
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⁠Sempiterno Há coisas que o tempo não apaga. Elas resistem ao desgaste dos dias, atravessam silêncios, sobrevivem às ausências. São memórias que se recusam a se dissipar, sentimentos que se enraízam tão profundamente que se tornam parte de nós. O instante capturado por um olhar atento, a palavra dita no momento certo, o toque que aqueceu uma despedida—tudo isso continua a ecoar, mesmo quando o tempo tenta impor sua lógica de esquecimento. Porque aquilo que é verdadeiramente vivido não se dissolve. Há quem pense que a eternidade está no que nunca se desfaz. Mas talvez ela resida, na verdade, naquilo que, mesmo findo, permanece. No que escolhemos guardar, no que nos permitimos sentir, no que cultivamos para além do agora. O sempiterno não se mede pelo tempo. Mede-se pelo impacto.

⁠Impressões do Tempo Há momentos que escapam aos olhos, não porque são rápidos, mas porque carregam o peso de tudo o que já foi e tudo o que poderia ter sido. Eles se encolhem no peito, se tornam memória antes mesmo de se tornarem reais, como se o tempo já os estivesse preservan…
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⁠Impressões do Tempo Há momentos que escapam aos olhos, não porque são rápidos, mas porque carregam o peso de tudo o que já foi e tudo o que poderia ter sido. Eles se encolhem no peito, se tornam memória antes mesmo de se tornarem reais, como se o tempo já os estivesse preservando. Não são os dias que permanecem, mas os sentimentos que se escondem entre suas frestas. Eu não busco registrar a mim mesma, mas o que escapa de mim—o que não posso segurar, mas que se derrama de forma silenciosa nas coisas que toco. Um olhar que atravessa a janela, o suspiro de uma folha que se entrega ao vento, o silêncio que respira entre as palavras não ditas. É nisso que estou. Não na imagem que a câmera captura, mas no que ela não pode revelar: o que pulsa além da pele, além do instante. As memórias não são fotografias. Elas são ecos. São risos que ainda ressoam nas paredes de uma casa vazia. São promessas sussurradas entre o amanhecer e a noite, palavras que se tornam raízes na alma, mesmo quando não temos consciência delas. E é nelas que fico. Não na forma como o mundo me vê, mas na forma como o mundo me sente. Quando alguém olha para uma foto e sente um arrepio sem saber o porquê, é porque aquela memória, aquela emoção, encontrou um espelho no coração dele. Não somos feitos de imagens. Somos feitos de vivências, de ressonâncias que, mesmo distantes no tempo, ainda têm poder de tocar, de mover, de transformar. E no fim, é isso que me torna eterna. Não as fotos, não as palavras, mas a sensação de que algo em mim permanece, sem precisar ser guardado.

⁠O Tempo que Ficou Há um lugar dentro de mim, onde o tempo parece não ter passado. Ele ainda existe, como se os dias que vivi ao lado de meus avós estivessem apenas aguardando para serem revisitados. Eu os vejo, seus sorrisos, seus gestos, como se pudessem voltar ao meu lado a q…
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⁠O Tempo que Ficou Há um lugar dentro de mim, onde o tempo parece não ter passado. Ele ainda existe, como se os dias que vivi ao lado de meus avós estivessem apenas aguardando para serem revisitados. Eu os vejo, seus sorrisos, seus gestos, como se pudessem voltar ao meu lado a qualquer momento. Eu os vejo na quietude da noite, na luz suave da manhã, no som do vento que parece sussurrar seus nomes. E a saudade, essa saudade que aperta o peito, é o que me lembra que eles sempre estarão ali, mesmo que o corpo se tenha ido. O amor deles por mim era puro, simples, sem exigências. Era um amor que não precisava de palavras, um amor que se mostrava nos pequenos detalhes: no café quente que me ofereciam, nas mãos calejadas que me acariciavam, no olhar atento que me guiava, me protegia. Não eram só meus avós, eram meus pais, meus pilares, minha razão de existir. Eu os carrego dentro de mim, como quem carrega um segredo precioso. Eles estão em tudo o que sou, nas decisões que tomo, nos momentos de quietude, na forma como vejo o mundo. Ah, como eu queria voltar no tempo! Reviver aqueles instantes em que tudo o que importava era o calor do abraço, a segurança das palavras que me consolavam. O tempo, que agora me escapa entre os dedos, se torna um lamento doce, uma vontade de regressar àqueles dias onde a vida parecia mais gentil, mais devagar. Em cada canto, em cada cheiro, em cada lugar que me rodeia, existe a lembrança deles, e mesmo que o tempo tenha se levado suas vozes, a essência deles ainda vive em mim, vibrando com uma força que não cede. A saudade que sinto não é um vazio; ela é um espaço preenchido de amor. É um amor que transcende a morte, que resiste ao tempo e que permanece, forte e constante, na minha alma. Eles são a parte de mim que nunca se vai, que nunca se apaga. Eu os carrego em cada passo, em cada sorriso, em cada gesto, pois sei que, no fundo, eles nunca me deixaram. Estão em tudo, em cada pedaço de memória que permanece comigo. A vontade de voltar ao tempo, de reviver aqueles dias, é mais do que um desejo. É a certeza de que, apesar de tudo, o que construímos permanece. Eles continuam a viver, através do amor que não passa, da saudade que não morre, da presença que, embora ausente, nunca se vai.

⁠Mulher, Reencontre-se Você já se olhou hoje? Não com os olhos cansados da rotina, não com a pressa de quem se esqueceu no espelho. Mas com a alma, com o cuidado de quem merece ser vista? O tempo pode ter levado sua leveza, a vida pode ter apagado a poesia dos seus lábios, mas…
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⁠Mulher, Reencontre-se Você já se olhou hoje? Não com os olhos cansados da rotina, não com a pressa de quem se esqueceu no espelho. Mas com a alma, com o cuidado de quem merece ser vista? O tempo pode ter levado sua leveza, a vida pode ter apagado a poesia dos seus lábios, mas nunca, jamais, tirou sua beleza. Porque beleza não é sobre medidas, não é sobre idade, não é sobre o que o mundo insiste em dizer. Beleza é sobre presença. E você ainda está aqui. Dentro de você há uma mulher que pulsa, que sente, que um dia sonhou e que talvez tenha esquecido como se reconhecer. Mas eu vejo. Vejo no brilho sutil dos seus olhos, no gesto delicado das suas mãos, na força que carrega mesmo quando pensa que não há mais nada. Se permita olhar para si com gentileza. Se permita se enxergar além das marcas do tempo, além do que te disseram que você deveria ser. A mulher que você busca nunca foi embora. Ela apenas espera ser chamada de volta. E quando você se encontrar novamente, prometo: você vai se surpreender com quem sempre foi.

⁠Teu Reflexo No espelho, te olhas, mas sem te enxergar, a vida tão dura fez tudo apagar.
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⁠Teu Reflexo No espelho, te olhas, mas sem te enxergar, a vida tão dura fez tudo apagar. Mas dentro do peito ainda há clarão, bela, intensa—és furacão. Teu riso esquecido, tua pele, o traço, história bordada no tempo, no espaço. És força que brilha, és flor que renasce, és fogo que a vida jamais apaga-se. Então te permita, volta a se ver, no espelho, mulher, és puro viver!

⁠A Alma da Mulher A alma da mulher não se mede em passos, mas na profundidade do que sente.
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⁠A Alma da Mulher A alma da mulher não se mede em passos, mas na profundidade do que sente. É oceano que transborda em marés de silêncio, mas que nunca deixa de ser corrente. Guarda em si os ventos de todas as estações, as folhas que caem, as flores que renascem. É feita de pausas e recomeços, de memórias que o tempo não desfaz. A alma da mulher é feita de entrega, mas nunca de rendição. Sabe ser abrigo e tempestade, ser luz e sombra na mesma canção. Carrega consigo histórias não ditas, cicatrizes que se tornaram poesia. E mesmo quando o mundo a tenta apagar, ela se refaz, como chama que nunca se esfria.

⁠Renacente És raiz que o vento não arranca, mesmo quando o tempo insiste em testar tua fé. És mar que se refaz em ondas, sendo força, sendo entrega, sendo tudo o que quiser. Tens no olhar o peso dos séculos, memórias que ecoam além do corpo e da pele, mas na tua essência, há um…
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⁠Renacente És raiz que o vento não arranca, mesmo quando o tempo insiste em testar tua fé. És mar que se refaz em ondas, sendo força, sendo entrega, sendo tudo o que quiser. Tens no olhar o peso dos séculos, memórias que ecoam além do corpo e da pele, mas na tua essência, há um brilho inquebrantável, um lume que nem a sombra repele. Caminhas entre destroços e ainda assim constróis beleza, transformas dor em poesia, silêncio em canção. És feita de alma que não se dobra, de ternura que é resistência, de amor que é revolução. Persistes, porque és feita de verbo e coragem, de fotografia e palavras que nunca se apagam. És mulher que sente e não se rende, mulher que é inteira, mesmo quando o mundo tenta partir em farrapos a tua estrada. És tempo que recua e avança, és entrega e refúgio, és pulsar e calmaria. És mulher que não se desfaz, porque és, simplesmente, poesia. Feliz teu dia, feliz tua existência.

⁠Por Só Sol O sol se põe, mas nunca é só um pôr do sol.
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⁠Por Só Sol O sol se põe, mas nunca é só um pôr do sol. Ele dança na linha do horizonte, escorrega lento pelo céu, como quem promete sumir, mas nunca parte de verdade. Pisca em tons de ouro, derrama fogo sobre o mar, e, num sussurro de luz, diz que amanhã volta. Nunca se perde, nunca se esquece de ser sol. Brilha onde os olhos não alcançam, suspira calor em outras terras, ilumina, mesmo quando não o vemos. Porque ser sol é mais que estar à vista— é existir, ardendo eterno em si.

⁠Março chega, as águas se elevam e me tocam. Março chegou, mês de marés altas, de chuvas que lavam o verão e preparam o tempo para o que vem. Os rios transbordam, o mar varre tudo, refazendo margens, moldando caminhos.
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⁠Março chega, as águas se elevam e me tocam. Março chegou, mês de marés altas, de chuvas que lavam o verão e preparam o tempo para o que vem. Os rios transbordam, o mar varre tudo, refazendo margens, moldando caminhos. Coincidência ou não, aqui, no meu lugar favorito, onde as águas tocam os meus pés e me reconhecem, enquanto beijam a ponte. Gosto de pensar que há algo nisso—não destino, não mistério oculto, apenas o próprio ciclo da natureza, em seu eterno movimento. Dizem que há quem pertença às águas. Que sente o fluxo antes que ele chegue, que lê os sinais na dança das marés. Talvez seja isso. Talvez seja só a forma como o vento muda, como a chuva cai, como a terra respira depois da tempestade. Só sei que me encontro aqui, onde tudo se refaz.

⁠Olhar não tira pedaço, mas mexer causa embaraço. Nem tudo precisa ser tocado, explorado ou decifrado. Há coisas que existem para serem admiradas à distância, sem a necessidade de interferência. O olhar pode ser curioso, contemplativo, até mesmo invasivo, mas é no toque – na açã…
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⁠Olhar não tira pedaço, mas mexer causa embaraço. Nem tudo precisa ser tocado, explorado ou decifrado. Há coisas que existem para serem admiradas à distância, sem a necessidade de interferência. O olhar pode ser curioso, contemplativo, até mesmo invasivo, mas é no toque – na ação impensada – que se criam os verdadeiros desencontros. Respeitar o espaço do outro, compreender limites e reconhecer que nem tudo precisa ser desvendado é um gesto de sabedoria. Porque, no fim, o problema nunca esteve no olhar, mas na intenção por trás do movimento.

⁠Disseram-me para não desistir. Se for morrer, que seja tentando. Se for pra fraquejar, que seja apenas por uma noite — que as lágrimas lavem o medo, que o desespero se despeça com a escuridão. E ao amanhecer, que eu me erga, não como quem sobrevive, mas como quem renasce.
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⁠Disseram-me para não desistir. Se for morrer, que seja tentando. Se for pra fraquejar, que seja apenas por uma noite — que as lágrimas lavem o medo, que o desespero se despeça com a escuridão. E ao amanhecer, que eu me erga, não como quem sobrevive, mas como quem renasce. Que eu me torne parte do espetáculo.

⁠Efêmero e Infinito Quando eu for, um dia desses, poeira, levada pelo vento,
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⁠Efêmero e Infinito Quando eu for, um dia desses, poeira, levada pelo vento, quero ser como as estrelas— que mesmo quando morrem, não se apagam. Que meu brilho, mesmo distante, ainda toque olhares, ainda ilumine caminhos, ainda ecoe na memória de quem um dia me viu brilhar. Que eu permaneça, não apenas na lembrança, mas no sentir. #AtravésDoMeuOlhar

⁠Extensão dos meus pulmões, aqui respiro fundo e sigo adiante. Em um mundo que corre apressado, onde os dias parecem escapar por entre os dedos, há algo precioso em simplesmente parar. Respirar fundo. Sentir o ar preencher os pulmões e lembrar que viver não é apenas passar pelo…
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⁠Extensão dos meus pulmões, aqui respiro fundo e sigo adiante. Em um mundo que corre apressado, onde os dias parecem escapar por entre os dedos, há algo precioso em simplesmente parar. Respirar fundo. Sentir o ar preencher os pulmões e lembrar que viver não é apenas passar pelo tempo, mas permitir que o tempo passe por nós. A vida não é uma corrida. Nem tudo precisa ser imediato, instantâneo, descartável. Há beleza na pausa, no silêncio entre um passo e outro, na delicadeza de um olhar que se demora sobre a paisagem. Permita-se observar. Sinta a brisa tocar sua pele, note os detalhes ao seu redor, aprecie a luz que dança sobre as coisas simples. E registre. Não apenas com fotos, mas com a alma. As memórias mais bonitas são aquelas que guardamos com presença, com entrega, com o coração aberto. Saiba apreciar e registrar suas memórias sem pressa. Viva cada instante como se fosse único — porque ele é.

⁠Indiaroba, Terra de História e Afeto Há um olhar que ultrapassa o óbvio, que enxerga além das paisagens e dos cartões-postais. Um olhar que se detém nos detalhes, nas expressões, nas mãos que trabalham, nas risadas que ecoam pelas ruas, no cheiro da comida que traz lembranças d…
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⁠Indiaroba, Terra de História e Afeto Há um olhar que ultrapassa o óbvio, que enxerga além das paisagens e dos cartões-postais. Um olhar que se detém nos detalhes, nas expressões, nas mãos que trabalham, nas risadas que ecoam pelas ruas, no cheiro da comida que traz lembranças de casa. Minha gente é feita de força e delicadeza. Das águas do Rio Real que nos banham e dos passos que marcam a terra. São rostos que contam histórias, vozes que preservam tradições, gestos que carregam gerações inteiras. E eu, com minha lente e meu coração, me faço parte disso tudo— registrando, contando, preservando. Cada clique é um abraço na memória, um jeito de dizer: olhem para nós, para o que somos, para o que temos. Nossa cultura pulsa na feira livre, no trabalho dos pescadores, na dança que embala as festas, na fé que nos une. Indiaroba é mais que um lugar, é sentimento, é pertencimento, é raiz. E quando alguém me pergunta o que me faz ter tanto orgulho de viver aqui, eu respondo sem hesitar: é a minha gente.