No monte onde andei deixei para trás o desejo de perecer, pois resisti e deixei de sofrer.
Frases de Jorge Mello
463 frases
O sentimento é algo incontestável, algo que almejo, amor que me prende, pelo simples fato de sentir, e o desejo de alcançar.
Sou sonho e você visão, sou dia e você noite, sou paixão e você amor, somos um, um só coração.
A vida é estranhamente passageira, respingos são as passagens de cada momento, cansado do jogo da vida desisti de você num corpo só.
Reflita de maneira amorosa sobre nós, pois tudo mudou naquele exato momento em que te conheci.
Reflexão dos pensamentos que vivem a nos cercar, são os lembretes a nos ironizar, dia-a-dia sem nos perdoar nas lacunas que deixamos sobrar.
Silenciosa paixão, mas destinado a zelar, pelo amor que desejo criar.
Desejei e amei. Só não sucumbi ao desejo mais intimo da carne que de amor fervilhava, nas emoções delirantes do meu pensamento.
Assim como as plantas que cultivo dependem de luz e água, da mesma maneira sou dependente do amor.
Com a nossa paixão deslumbrei o universo, senti o que nunca havia sentido, e amei sem despertar.
Em que paz surgiu o teu olhar, em que mundo surgiu o meu pensar, no reflexo do sol na lua vejo o meu amor de sonho a me encantar.
Na doce entrega, na reciprocidade de dois corpos, no desejo do seu olhar, me entrego ao amor a ti desejar.
Persistir em amar sem resistir ao destino inviolável desse amor, que sublime como a flor deseja nascer com muito amor.
Se te faltares, desejo sumir, se dificulta as coisas mais simples da vida e diz viver, não consigo entender.
Nas minhas precipitações eu me encontrei em lugares que jamais andei, resultado das escolhas que desejei.
Quanto ao tempo somos reféns, pois quem ama ainda persiste o tempo, mas o meu sentimento é suficiente, para nós dois.
O amor regenera um coração despedaçado, por vezes estrapolado em sonhos desfeitos.
Com sublime persistência restauro o meu viver, descobrindo o amor a cada amanhecer.
Sou fruto maduro da sociedade, que resulta na minha liberdade, reconheço a minha escolha, pois nela faço a minha felicidade.
Há momentos que dentro de cada um, o que realmente fala é o silencio.
Enquanto viver desejo sonhar com você, e jamais despertar desse lindo sonho realizado.
A 10.ª PRAGA – REFLEXÃO. - Todas as Pragas tem ligação com os deuses egípcios, menos a última. Por que (?) - A Morte do primogênito de Faraó estar ligado diretamente à morte do unigênito de Deus, assim como o primogênito do Egito libertou o povo Hebreu, a morte do Unigênito lib…
Continuar lendo
A 10.ª PRAGA – REFLEXÃO. - Todas as Pragas tem ligação com os deuses egípcios, menos a última. Por que (?) - A Morte do primogênito de Faraó estar ligado diretamente à morte do unigênito de Deus, assim como o primogênito do Egito libertou o povo Hebreu, a morte do Unigênito libertou o mundo de satanás. - A luta não era contra um Faraó, que de tão simpático tenho até pena (o Faraó da novela), mas contra as forças das trevas e seus principados. - Nunca houve na história 10 intervenções do próprio Deus num curto período de um ano desde a primeira praga. - Todos os Reinos que se levantaram contra Deus nunca tiverem essa importância na Bíblia, e foram destruídos em bem menos tempo e sem Deus atuar diretamente, mas Deus usando profetas e Reis. - O número de pessoas que morreram no Egito corresponde ao número de Hebreus que morreram sobre o domínio do Faraó, por quê? Simples. Todos os Hebreus saíram indenizados pelo tempo de escravidão. Nenhum Hebreu saiu do Egito sem ouro, prata, ou gado. - O golpe final foi quando Deus liberou o exército egípcio após todos os Hebreus já haverem passado pelas águas, depois disso o Egito foi conquistado pelos seus inimigos pouco a pouco até não existir mais como Reino. - O Egito é inimigo de Israel até os dias atuais.
Achei desnecessário me bloquear, seria digno de sua parte falar comigo, sei que não fez isso por vontade própria, mas esperou eu comprar o seu livro para tal... Que absurdo a senhora não precisava disso. Seja mais humilde, porém é preciso renunciar um pouco mais do seu “eu” e viv…
Continuar lendo
Achei desnecessário me bloquear, seria digno de sua parte falar comigo, sei que não fez isso por vontade própria, mas esperou eu comprar o seu livro para tal... Que absurdo a senhora não precisava disso. Seja mais humilde, porém é preciso renunciar um pouco mais do seu “eu” e viver um pouco mais para Ele. E ter a mesma humildade que teve João Batista quando disse: “... convém que Ele cresça, e que eu diminua.” (João 3:30).
Vejam quais os animais eram divinizados no antigo Egito. O crocodilo domesticado (deus Sebek), O carneiro (O criador da raça humana), O escaravelho (deus-Sol), O Falcão (deus solar), A gata (A deusa Bastet), O babuíno (deus da escrita), A leoa (deusa Sekhmet), O chacal (Anúbis),…
Continuar lendo
Vejam quais os animais eram divinizados no antigo Egito. O crocodilo domesticado (deus Sebek), O carneiro (O criador da raça humana), O escaravelho (deus-Sol), O Falcão (deus solar), A gata (A deusa Bastet), O babuíno (deus da escrita), A leoa (deusa Sekhmet), O chacal (Anúbis), O boi (ápis), As serpentes (a viagem do deus-Sol pelo reino das sombras durante a noite), A vaca (deusa do amor), O hipopótamo (Tueris), A ave (Íbis), O cachorro (deus do mal). ------------------------------------------------------ A ave. O íbis é uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth. Esta ave tem parte da cabeça e todo o pescoço desprovido de penas. Sua plumagem é branca, exceto a da cabeça, da extremidade das asas e da cauda, que é muito negra. Um homem com cabeça de íbis era outra das representações daquele deus. ------------------------------------------------------- A vaca. Uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres representava Hathor, deusa do céu e das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música, mas também das necrópoles. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. Também era representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca, ou uma mulher com cabeça de vaca. ------------------------------------------------------- O hipopótamo. Tueris era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmeos erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono. ------------------------------------------------------- O crocodilo. Um crocodilo ou um homem com cabeça de crocodilo representavam o deus Sebek, uma divindade aliada do implacável deus Seth. Seu centro de culto era Crocodilópolis, na região do Faium, onde o animal era protegido, nutrido e domesticado. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. A adoração desse animal foi, sobretudo importante durante o Médio Império. ------------------------------------------------------- O cachorro e o bode. Seth era um deus representado por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda com a cabeça de um bode. Deus dos trovões e das tempestades tinha seu centro de culto na cidade de Ombos. Embora inicialmente fosse um deus benéfico, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal. ------------------------------------------------------- O carneiro. O carneiro, animal considerado excepcionalmente prolífico pelos egípcios, simbolizava um dos deuses relacionados com a criação. Segundo a lenda, o deus Knum, um homem com cabeça de carneiro, era quem modelava, em seu torno de oleiro, os corpos dos deuses e, também, dos homens e mulheres, pois plasmava em sua roda todas as crianças ainda por nascer. Seu centro de culto era a cidade de Elefantina, junto à primeira catarata do rio Nilo. Um dos velhos deuses cósmicos é descrito como autor das coisas que são origem das coisas criadas, pai dos pais e mãe das mães. Sua esposa era Heqet, deusa com cabeça de rã, também associada à criação e ao nascimento. ------------------------------------------------------- O falcão. O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos. ------------------------------------------------------- O gato. Uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio — Per Bast — significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido. ------------------------------------------------------- O babuíno. O babuíno ou cinocéfalo é um grande macaco africano, cuja cabeça oferece alguma semelhança com os cães. No antigo Egito este animal estava associado ao deus Thoth, considerado o deus da escrita, do cálculo e das atividades intelectuais. Era o deus local em Hermópolis, principal cidade do Médio Egito. Deuses particularmente numerosos parecem ter se fundido no deus Thoth: deuses-serpentes, deuses-rãs, um deus-íbis, um deus-lua e este deus-macaco. ------------------------------------------------------- A leoa. Uma mulher com cabeça de leão, encimada pelo disco solar, representava a deusa Sekhmet que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba — dizem os textos — era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... O deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria. ------------------------------------------------------- O chacal. O chacal, animal que tem o hábito de desenterrar ossos, paradoxalmente representava para os egípcios o deus Anúbis, justamente a divindade considerada a guarda fiel dos túmulos e patrono do embalsamamento. No reino dos mortos, na forma de um homem com cabeça de chacal, ele era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além-túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis. ------------------------------------------------------- O boi. Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptá. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.