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Frases de John Pablo de La Mancha

124 frases

O entendimento que construímos sobre a vida nos remete às experiências pelas quais passamos e tudo que delas resultam, sob a forma de aprendizados e transformações. Nossos êxitos se forjam em iniciativas pautadas por alguma dose de ousadia e certa medida de desprendimento e, clar…
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O entendimento que construímos sobre a vida nos remete às experiências pelas quais passamos e tudo que delas resultam, sob a forma de aprendizados e transformações. Nossos êxitos se forjam em iniciativas pautadas por alguma dose de ousadia e certa medida de desprendimento e, claro, alguns riscos inevitáveis que nos preparam para os enfrentamentos em diferentes níveis de dificuldades, mesmo que previstos. Acreditar que as iniciativas podem nos levar a descobertas sobre nossos limites faz com que nos olhemos com mais cuidado, principalmente em respeito ao que queremos ou entendemos que deveríamos ter. Compreender extremos que separam as vaidades das necessidades são de extremo valor quando nos propusermos a extrair dos esforços lições que nos mostrem que, às vezes, podemos ser frágeis diante de algumas situações, mas não significa desvanecimento, talvez precisamos descobrir em nós capacidades desconhecidas, mas que precisamos explorar de forma saudável para não ficarmos lamentando a falta disso ou daquilo, acreditando que sobre nós advém todos os males. É desnecessário e improdutivo reclamarmos injustamente do que não temos ou do que é difícil conseguir e quase sempre culpamos o mundo ou as pessoas, e da mesma forma é sem sentido nos lamentarmos de nós próprios, pois nossos empenhos e dedicações nem sempre nos levam ao que queremos, às vezes o caminho é longo e árduo. Muitas pessoas não cultivam o hábito da posse do agora dando importância ao que ainda não se realizou, pois se ocupam demais com isso e, às vezes, perdem muito tempo pensando no que lhes falta ao invés de valorizarem o que têm. John Pablo de La Mancha

Às vezes o que dizemos precisa, em certa medida, de um pouco de polidez, não para satisfazer um comportamento ou uma exigência, mas para limitar o sentido do que é permitido ou não, pois o entendimento alheio pode não refletir o que quisemos dizer. Somos responsáveis pelo que fal…
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Às vezes o que dizemos precisa, em certa medida, de um pouco de polidez, não para satisfazer um comportamento ou uma exigência, mas para limitar o sentido do que é permitido ou não, pois o entendimento alheio pode não refletir o que quisemos dizer. Somos responsáveis pelo que falamos e não pelo que as pessoas compreendem, contudo atentar para as necessidades que nos fazem formular ideias, percepções e julgamentos é prudente e solidário ao nos expressarmos. Somos dotados de passionalidades e corremos o risco do descontrole, em dado momento, e talvez não se justifique, mas é compreensivo e tolerável. O adágio diz que a boca fala o que o coração está cheio, entretanto podemos contrariar isto ao descobrirmos o quanto de espaço sobra à medida que o esvaziamos destas tolices. Também é preciso olhar o outro lado, pois mágoas criam vida e robustez se o coração de quem ouve estiver preparado para o conflito, por isso o mais simples a fazer é sempre ponderar e se esforçar para que o depois não se transforme em remorsos, e para tanto basta compreender que nem toda fúria é um ato de coragem, e nem todo silêncio é ato de covradia, pois um não anula o outro. John Pablo de La Mancha

Em cada palavra que proferimos ou pensamento que temos para recomeçar sempre há uma razão que nos motiva, simples ou não é o que nos basta. Recomeçar nem sempre significa mudar, mas melhorar o que existe, lapidar o que é bruto em nós para também nos sentirmos vitoriosos. Quando n…
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Em cada palavra que proferimos ou pensamento que temos para recomeçar sempre há uma razão que nos motiva, simples ou não é o que nos basta. Recomeçar nem sempre significa mudar, mas melhorar o que existe, lapidar o que é bruto em nós para também nos sentirmos vitoriosos. Quando nos dizem que precisamos é prudente que procuremos compreender por qual motivo, e é humilde que consideremos a possibilidade, pois aperfeiçoar faz parte de um todo chamado maturidade. Em um ou outro momento poderemos nos perceber indiferentes às realidades que nos cercam e nos movem, porém pode ser apenas resistência a escutar, ceder, fazer renúncias e aceitar que isso nos torna imóveis no tempo e nos tira a chance de crescer, contudo se feito já nos faz ter outro olhar sobre os outros, sobre o mundo e, principalmente, sobre nós. Começar novamente é voltar ao ponto inicial, é recuar, é refazer, é repetir para tentar mais uma vez e isso pode se perpetuar, pois nem sempre é do novo que precisamos. O recomeço é continuar de onde paramos e trazer somente o necessário do que ficou e completar o que faltava, para nos fortalecer e seguirmos em frente sempre em direção às possibilidades. John Pablo de La Mancha

Bom dia. Nem todas as experiências vividas nos preparam, com a absoluta certeza da proteção para não vivermos sofrimentos ou algo que o valha, contudo compreender nossos conflitos e evitar buscar a culpa somente fora de nós, pelos dissabores que experimentamos, pode significar um…
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Bom dia. Nem todas as experiências vividas nos preparam, com a absoluta certeza da proteção para não vivermos sofrimentos ou algo que o valha, contudo compreender nossos conflitos e evitar buscar a culpa somente fora de nós, pelos dissabores que experimentamos, pode significar um novo sentido na descoberta pelo equilíbrio. As razões que nos levam a acreditar nas finalidades podem ser as mesmas que nos possibilitem enxergar a vida de uma forma menos fatalista e com mais chances de absorver boas experiências, sejam vividas ou observadas, e para isso o desprendimento se faz necessário para que possamos perceber que àquelas escolhas intocáveis na verdade sempre foram frágeis, mas se mantiveram no pedestal das certezas para justificar algumas atitudes. Vez ou outra é preciso ignorar entendimentos para definir o próximo passo, e mesmo diante das dúvidas é sempre bom resguardar uma razão qualquer, mesmo que aos outros pareça insignificante, pois, às vezes, temos que nos proteger de nossas mais nocivas imaturidades. John Pablo de La Mancha

Nem todo esforço representará êxito se não houver renúncias, se não tiver desprendimentos, ou se no todo ou em partes não concedermos, por isso acreditar no que é possível pode nos levar a permitir o que é inconstante para crescer e amadurecer e, a partir de então perceber em si…
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Nem todo esforço representará êxito se não houver renúncias, se não tiver desprendimentos, ou se no todo ou em partes não concedermos, por isso acreditar no que é possível pode nos levar a permitir o que é inconstante para crescer e amadurecer e, a partir de então perceber em si a preseça de intolerâncias e reconhecer que tal conduta nos afasta da harmonia do bom viver. Às vezes o que nos impede de enxergarmos nossas mazelas são realidades que criamos para escondermos nossos medos e fraquezas, o que pode nos levar à certezas que não tem sentido de ser, mas que são frutos de razões que precisamos defender para não aceitar nos outros as mesmas razões e ter que concordar com o que nos falam, muito mais por vaidade que por resistência. Importante não é apenas se dispôr a tentar para conseguir é necessário compreender o bem que nos fará, pois do contrário pode nos limitar às tentativas frustradas e dizer que não depende só de nós, e assim justificar um esforço sem vontade, completamente vazio de significados. John Pablo de La Mancha

Em algum momento paramos para refletir, avaliar e perceber quanto tempo e energia perdemos ao declarar: NÃO GOSTO DAQUELA PESSOA? A vida não se molda ao que sentimos, queremos ou pedimos, posto que em quaisquer circunstâncias o fio condutor dos acontecimentos não está em nossas m…
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Em algum momento paramos para refletir, avaliar e perceber quanto tempo e energia perdemos ao declarar: NÃO GOSTO DAQUELA PESSOA? A vida não se molda ao que sentimos, queremos ou pedimos, posto que em quaisquer circunstâncias o fio condutor dos acontecimentos não está em nossas mãos, o equilíbrio das forças não se alimenta dos nossos caprichos e não reside em nosso pensamento. No que mudará nossa vida se não gostarmos de alguém e pior, se nutrirmos antipatia? O máximo que acontecerá é envenenarmos o coração aos poucos até que atinja nosso bem estar e nos tornemos pessoas amargas e, até certa medida, insuportáveis. Não há finalidade em NÃO GOSTAR de alguém e muito menos benefício algum, mas quem cultiva este tipo de sentimento, quase sempre, espera que o outro devolva o mesmo, então se pensarmos racionalmente há algum sentido nisto? Quando me proponho a não gostar de alguém, independente da razão, me proponho também a deixar de saber conviver e me nego a compreender o que é harmonia e, portanto não poderei praticá-la em sua completude. O NÃO GOSTAR de alguém só piora sua vida, pois não há paz, depois vem o incomodar-se, depois os conflitos e suas variáveis; que fomentam os diversos tipos de ódios é por fim as violências. Mas há quem se satisfaça em NÃO GOSTAR de alguém e faça disto parte insuperável da sua vida, o que é lamentável e inútil sob todos os aspectos porque não nascemos assim, aprendemos ou escolhemos. Esta conduta depõe contra a natureza humana da esmagadora maioria das pessoas, pois a lógica da existência se deve a um criador que iguala a todos, também vai contra os ensinamentos de seu filho que disseminou ajuda e tolerância, compreensão e perdão, amor e paz e pagou com sua vida, ou seja se você insiste em viver o NÃO GOSTAR de alguém então sua crença é falsa, sua fé é vazia e seu amor é incompleto. Você tem o livre arbítrio para não gostar até de um milharal, mas o milho em nada afetará sua vida, em absolutamente nada. John Pablo de La Mancha

Compreender certas realidades e as pessoas que nelas estão inseridas nem sempre é tarefa das mais fáceis, sobretudo se os valores e conceitos que os cercam se contrapuserem aos nossos, de qual natureza for. Às vezes um simples diálogo se torna difícil porque as razões do entendim…
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Compreender certas realidades e as pessoas que nelas estão inseridas nem sempre é tarefa das mais fáceis, sobretudo se os valores e conceitos que os cercam se contrapuserem aos nossos, de qual natureza for. Às vezes um simples diálogo se torna difícil porque as razões do entendimento estão presas a contextos que não aceitamos, e isso de alguma forma expressa insatisfações que residem apenas em nós, mas que se compara àquela prática infantil de não gostar de alguém e por isso não falar, porém esta realidade muitos adultos não abandonam e agem assim, contudo querem ser entendidos, mas não querem entender. Quando a incompreensão passa a ser uma forma de defesa, ou mesmo de ataque é comum significar que os argumentos para tanto podem ser vazios de justuficativas que os sustentem, e isto se aplica a todas relações sociais e de convívio. Quanto mais nos aproximarmos do bom senso mais chances teremos de nos desnudarmos de arrogâncias e resistências, pois o que pensamos ou dizemos não deve se refletir paradentro do outro como exclusividade racional, mesmo porque o discernimento está para todos, a prática dele nem todos querem, posto que maturidade também é compreender, o que não significa aceitar, mas sim tolerar John Pablo de La Mancha

Vez ou outra nos deparamos com diferenças que colidem com o que nos fizeram acreditar, porém este não é o problema já que os aprendizados podem mudar e são processos contínuos. Abrir caminhos para novos ensinamentos pode ser difícil quando o sacrifício maior é ter que renunciar a…
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Vez ou outra nos deparamos com diferenças que colidem com o que nos fizeram acreditar, porém este não é o problema já que os aprendizados podem mudar e são processos contínuos. Abrir caminhos para novos ensinamentos pode ser difícil quando o sacrifício maior é ter que renunciar ao que nos foi entregue como verdade absoluta, e mais pesaroso é reconhecer que nos moldaram para reproduzir discursos que nunca haviamos questionado, e fortaleciam conceitos fechados. Compreender o divergente não significa a confirmação de enganos sob pena da radical mudança, pois é preciso reflexão e escolhas para dar equilíbrio às possibilidades e tentar a renovação dos pensamentos para romper resistências e produzir harmonias. Contudo é comum se ouvir jargões como "nasci assim, morrerei assim"; "cada um com seu pensamento", "para mim é assim, e pronto"... O difícil não é tentar convencer as pessoas a mudarem, nem se deve. O difícil é convencê-las que mudam todos os dias sem ninguém ensiná-las. John Pablo de La Mancha

Quando pensamos no fazer ou no querer geralmente nos valemos de aprendizados que construimos ao longo da vida, então nos fortalecemos pelos êxitos e, os fracassos guardamos como lições para que sejamos mais cuidadosos. É natural que em alguns instantes questionemos o que nos dão…
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Quando pensamos no fazer ou no querer geralmente nos valemos de aprendizados que construimos ao longo da vida, então nos fortalecemos pelos êxitos e, os fracassos guardamos como lições para que sejamos mais cuidadosos. É natural que em alguns instantes questionemos o que nos dão como modelo único e correto de ensinamentos que produzam conceitos, verdades e negações, pois desta forma conseguimos ter outros olhares que nos libertam de certas amarras. Este é o caminho para ampliar o senso de compreensão e absorver diferenças que possam nos incomodar, em quaisquer aspectos, e isto pode não se refletir da mesma forma para todos os sentidos, eis que assim conquistamos autonomia e passamos a alimentar a sensatez como ponto de partida para considerar que outras realidades são mais próximas de nós do que imaginamos. Contudo, por mais que tenhamos segurança, firmeza e absoluta certeza dos próximos passos é humilde e prudente que sempre tenhamos em mente que nem toda maturidade resulta de experiências ou vivências, em muitos momentos o melhor é ouvir conselhos e observar exemplos. John Pablo de La Mancha

Quando deixamos de ter ou abrimos mão de uma possibilidade quase sempre o fazemos por algum tipo de afinidade, que pode ser do menor ao maior sentimento, e tais cedições ganham compreensão e força à medida que os sacrifícios tem bons resultados. É preciso estabelecer limites para…
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Quando deixamos de ter ou abrimos mão de uma possibilidade quase sempre o fazemos por algum tipo de afinidade, que pode ser do menor ao maior sentimento, e tais cedições ganham compreensão e força à medida que os sacrifícios tem bons resultados. É preciso estabelecer limites para as razões que nos levam a agir em favor do outro para que não nos tornemos escravos de nossos erros, então a prudência deve sempre estar ao lado das certezas quando houver a mínima dúvida quanto às escolhas. Independente das pessoas e ambientes de convivências devemos sempre buscar a harmonia para não dar nenhuma chance às discórdias, sejam elas tolas ou não, por isso temos que nos empenhar para manter o equilíbrio, conter reações e preservar o bom senso, entretanto se faz necessário que todos caminhem para a mesma direção, pois nem todo esforço pode significar êxito se apenas uma das partes fizer renúncias. John Pablo de La Mancha

Pensar em um breve instante de redenção pode parecer insignificante, mas, às vezes, uma vida inteira de erros e acertos nos mostra que, mesmo na convicta segurança de nossas atitudes, somos frágeis diante de alguns problemas que surgem. Não há recompensa construída em cima do esp…
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Pensar em um breve instante de redenção pode parecer insignificante, mas, às vezes, uma vida inteira de erros e acertos nos mostra que, mesmo na convicta segurança de nossas atitudes, somos frágeis diante de alguns problemas que surgem. Não há recompensa construída em cima do esperado apenas pelo interesse de obtê-la, se não houver o mínimo de desprendimento e um tanto de bondade será em vão todo empenho que se dedique a outrem, e isto torna vazio o sentido que se tenha de amor ao próximo. Os bons ensinamentos estão todos escritos e consumados, porém cumpri-los é tarefa muito árdua para a esmagadora maioria, pois a boca brada a razão do certo para si, o pensamento esconde desobediências conscientes para errar e o coração vai se enchendo de um vazio desmedido que encoraja os egoísmos, substituindo o bem pelo mal. A pretensão do justo é um pouco do que temos de consolo quando o que nos resta é o arrependimento, contudo é prudente que seja verdadeiro e busque a remissão para que a partir de então as mudanças sejam significativas primando pela paz, cultivando o esforço para o bem viver e somando sempre. A bondade sem interesse é sempre um excelente alimento que satisfaz, é fonte de energia que sustenta, é luz que se espalha e nos renova. Portanto não tente trocar seus atos de conflitos e discórdias, incompreensões e intolerâncias, ódios e insensatez por um dia de purificação, pois você até pode sentir um agradável prazer à mesa, mas o doce sabor do peixe não elimina o amargo de seus pecados. John Pablo de La Mancha

Em algum momento da vida o talvez fosse a melhor solução e a desistência a melhor escolha não por covardia ou apenas medo, mas por prudência e perspectiva. Não há caminho isento de problemas ou com as dificuldades que desejamos, cada passo pode representar um caminho mais curto o…
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Em algum momento da vida o talvez fosse a melhor solução e a desistência a melhor escolha não por covardia ou apenas medo, mas por prudência e perspectiva. Não há caminho isento de problemas ou com as dificuldades que desejamos, cada passo pode representar um caminho mais curto ou outro mais longo para termos êxito, e em cada um encontraremos diferentes pessoas e seus diversos interesses. Devemos ter cuidado em separar intermitência de constância e nutrir consideração e gratidão, pois nem sempre a proximidade é certeza de ajuda, e justamente por isso temos que ser zelosos na convivência e atentos ao ouvir. Nossas convicções são frutos de indagações e atitudes, mas sobretudo dos exemplos mesmo que alguns não sejam os mais adequados, contudo as possibilidades também se materializam a partir das descobertas e com elas surgem as necessidades e os limites, cabe a nós termos discernimentos para compreendermos os inúmeros problemas que causaremos ou nos causarão, portanto o importante é procurar bom senso para manter o equilíbrio e cultivar humildade para encontrar soluções. Com estas simples atitudes evitaremos precipitações que possam trazer situações sem conserto, e certamente guardaremos no presente verdades que poderão nos servir no futuro. John Pablo de La Mancha

Às vezes um pouco de ousadia nos faz compreender outras realidades e nos permite conhecer outros limites, entretanto não significa a ruptura com o bom senso. Temos que acreditar nas possibilidades quando elas nos mostrarem direções seguras e exatas, porém nem sempre teremos certe…
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Às vezes um pouco de ousadia nos faz compreender outras realidades e nos permite conhecer outros limites, entretanto não significa a ruptura com o bom senso. Temos que acreditar nas possibilidades quando elas nos mostrarem direções seguras e exatas, porém nem sempre teremos certezas garantidas de êxito por isso a prudência deve tomar sua parte em cada passo. A mentalidade de seguir sem planejar para dar certo ainda é um sério problema, pois muitos acreditam que somente desta forma funciona e, que isto é ousar, ledo engano, pois ações pensadas tem sempre dois resultados possíveis e nos preparamos para ambos, na impensadas o fracasso sempre nos pega completamente desprevenidos. Até para sairmos da normalidade é bom ter sensatez. John Pablo de La Mancha

As cobranças que sofremos podem ser indícios de melhoramento, não que seja exatamente o que precisamos ou o que resta, mas em algum momento é inevitável. O que falamos, fazemos ou provocamos produz efeitos que, às vezes, são irreversíveis, e podem nos colocar em um limite entre o…
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As cobranças que sofremos podem ser indícios de melhoramento, não que seja exatamente o que precisamos ou o que resta, mas em algum momento é inevitável. O que falamos, fazemos ou provocamos produz efeitos que, às vezes, são irreversíveis, e podem nos colocar em um limite entre o prazer e o remorso. Então devemos ser prudentes e exercitar sempre controle e equilíbrio para que o resultado de nossas ações não se voltem contra nós, pois os pensamentos a nosso respeito são alimentados pelo que mostramos, e de alguma forma pelo que concordamos, talvez por isso as exigências nos sejam mais frequentes o que não significa que nossa postura é inadequada, mas quando isto acontece o melhor a fazer é ligar o sinal de alerta. John Pablo de La Mancha

Nenhuma dor traz em sua experiência o desejo de tê-la vivido ou mesmo provado seu amargor. Diversos são os exemplos que a vida nos deixa, e as realidades vão modelando os enfrentamentos que, vez por outra, surgem de repente para muitos são provações, para outros consequências de…
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Nenhuma dor traz em sua experiência o desejo de tê-la vivido ou mesmo provado seu amargor. Diversos são os exemplos que a vida nos deixa, e as realidades vão modelando os enfrentamentos que, vez por outra, surgem de repente para muitos são provações, para outros consequências de um passo mal dado e outros tantos compreendem como desafios. Pode ser que nossas capacidades se forjem e se reinventem em reações quase sempre desprovidas de maturidade, mas que são possíveis e, às vezes, estão mais próximas daquilo que fizemos, se contrapondo ao que gostaríamos de ter feito, mas que por alguma razão não fomos impedidos de fazer. Talvez isto aconteça por acreditarmos que as verdades não podem ser modificadas e desta feita nos limitamos a certas compreensões que tornam obscuros outros entendimentos e, algumas vezes por ingenuidade consentida deixamos de experimentar o mais simples, em outros momentos é por precipitação. Aprender a se impor, sem ser arrogante, nos faz mais seguros e com isso passamos a ter mais sensatez e mais autonomia nas decisões e escolhas, posto que nossa voz passa a ser mais ouvida, e a partir de então saberemos que nem todo silêncio tem o resultado que esperamos. John Pablo de La Mancha

Muitas vezes enquanto o tempo passa não percebemos seus avisos e seguimos a vida de acordo com o que nossa maturidade nos desafia ou como a imaturidade nos ensina, e quase sempre não é da melhor forma. É preciso compreender que nem sempre as razões nas quais acreditamos refletem…
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Muitas vezes enquanto o tempo passa não percebemos seus avisos e seguimos a vida de acordo com o que nossa maturidade nos desafia ou como a imaturidade nos ensina, e quase sempre não é da melhor forma. É preciso compreender que nem sempre as razões nas quais acreditamos refletem exatamente o que precisamos fazer, ainda que haja dúvida, mesmo porque as experiências podem cometer enganos e a falta delas podem mostrar um ímpeto sem sentido, mas se insistirmos o resultado poderá nos marcar para o resto da vida. Às vezes deixamos as possibilidades se esvairem sem nos darmos conta de suas tentativas de nos alertar para o futuro, ou mesmo para um presente que ignoramos, isto pode ocorrer em função do que pensamos sobre necessidade e valores e sobre moralidade e ocasião, contudo os vestígios das consequências nos levam a enfrentar as dificuldades criadas por nossa resistência, e nos fazem sentir o peso do arrependimento. O que satisfaz nossas atitudes pode também ocasionar instantes de reflexão sobre o que deveríamos fazer enquanto tivemos quem nos aconselhasse, entretanto, de vez em quando, nos enchemos de inabaláveis certezas que esquecemos das fragilidades às quais a vida nos submetem toda vez que agimos pelo impulso da insensatez, e assim descobrimos que as tolices que cometemos nada mais são que inevitáveis resultados por termos ignorado os sinais que a vida tanto nos mostrou. O bom mesmo é se esforçar para saber diferenciar tempo e possibilidade de momento e efemeridade, pois confundir capricho com necessidade é um castigo para o qual o carrasco sempre está em nós. John Pablo de La Mancha

Em qualquer caminho ou direção que sigamos nossas escolhas, de alguma forma, estarão presentes e lembraremos da importância das palavras, dos silêncios, dos conselhos e mesmo assim não teremos a chance de reconstruir, pois já passou, mas poderemos modificar o que nos levou às per…
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Em qualquer caminho ou direção que sigamos nossas escolhas, de alguma forma, estarão presentes e lembraremos da importância das palavras, dos silêncios, dos conselhos e mesmo assim não teremos a chance de reconstruir, pois já passou, mas poderemos modificar o que nos levou às perdas e para tanto devemos acreditar na necessidade das transformações, não apenas pelo esforço e dedicação, mas, principalmente, pelo poder de seus benefícios. Às vezes nos falta discernimeto para entender realidades que evitamos somente porque nos contrariam ou nos pedem o mínimo de sentido para justificar nossa postura, e nem sempre estamos preparados para descobrirmos em nós as falhas, então nos vem outras dificuldades como aceitar e reconhecer. Não há o pior para isso ou aquilo, as possibilidades se apresentam à medida que nos permitimos sair do nosso universo egoísta, e às vezes mesquinho, e tiramos àquela oportuna e conveniente venda que nos cegava. Se conseguirmos enxergar o futuro como parte das muitas e diferentes situações pelas quais passamos poderemos, então, começar a perceber que o nosso presente não depende unicamente do que fazemos ou esperamos, mais caminhos podem existir se nos propusermos a buscar sempre convivências harmoniosas e construtivas, e isso é tão simples que não precisamos de exaustivos instantes de reflexões, basta apenas a primeira iniciativa. John Pablo de La Mancha

A bíblia diz que tudo no universo está sob vontade de Deus, mas tem gente que se comporta como se Deus fosse sua propriedade exclusiva, e não aceita contrariedades, pois quando não tem seu pedido realizado começa a maldizer o próximo, desdenhar, desejar o pior, amaldiçoar... Afin…
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A bíblia diz que tudo no universo está sob vontade de Deus, mas tem gente que se comporta como se Deus fosse sua propriedade exclusiva, e não aceita contrariedades, pois quando não tem seu pedido realizado começa a maldizer o próximo, desdenhar, desejar o pior, amaldiçoar... Afinal que tipo de cristão você é? Do tipo que tem Deus na língua e o diabo no coração? Quando perdemos pessoas queridas nos resignamos na dor, nos apoiamos na retidão do respeito às decisões de Deus, e ele nos acolhe em sua glória e benevolência. Então porque alguns desígnios de Deus você aceita e outros não? Ele existe para atender somente os seus pedidos? Para criar inimigos quando você sofre alguma derrota? Afinal a que Deus você serve ou segue? A sua igreja feita somente de tijolo e concreto ou de amor ao próximo? A palavra de Deus afirma que ele tudo sabe, tudo vê, tudo conhece e sempre é justo nas suas escolhas e decisões, e justamente por isso que Deus dá o livre arbítrio para você optar se respeita as escolhas e decisões dele ou se você duvida e questiona a vontade de Deus. Então cabe a pergunta: VOCÊ VERDADEIRAMENTE ACREDITA EM DEUS? Ou Deus habita somente a sua boca? A pureza no coração é uma ligação direta e irrefutável com Deus, pois desta forma Deus realiza as transformações em nós, muda nosso pensar, a forma de olhar o próximo sem diferenças, e assim Deus está nos ensinando a nos permitir enxergar as pessoas com os olhos de seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Então cabem mais perguntas: o seu Deus existe apenas para você e seus iguais? Ou de todos que o procuram? O que você aprendeu com Jesus Cristo, cultivar a guerra ou a paz? Ser indiferente por qualquer razão mostra um coração contaminado e vazio dos ensinamentos do Cristo, e este é um curto caminho para aprender a odiar pessoas, diferente de Jesus que acolheu seus inimigos, ajudou seus opressores, alimentou os descrentes, amou os diferentes, pois acima de tudo Jesus respeitava a todos. Por isso se pergunte: quem pensa diferente de você merece seu respeito ou seu ódio? Deus respeita todas as escolhas, porém cabe a você evitar que as suas lhe acorrentem na escuridão do ódio somente porque a escolha do outro é diferente da sua, e justamente por isso Deus tem a generosidade de nos entregar o bem e temos que ter a mesma generosidade para guardá-lo e preservá-lo em nossos corações. Ajude a construir pontes entre você e as pessoas, nunca paredes, Deus dá bom caminho para todos, mas cada um decide como caminhar e sem desmerecer ninguém, por isso quando você escolhe demonizar os outros está dizendo que você é de Deus e outro do diabo, e quando vc diz que o mal venceu está afirmando que o diabo é mais poderoso que Deus, pois não esqueça que nada acontece sem a vontade de Deus e tudo que ele faz tem um propósito bom. Ou você duvida das intenções de Deus?* John Pablo de La Mancha

Muito pode-se recuperar na vida, iinclusive posses materiais e, em alguns casos, até a saúde, porém as chances que, por alguma razão, deixamos passar, sem aproveitá-las, são irrecuperáveis e irreversíveis, o tempo ajuda muito à quem sabe e quer vivê-lo apreciando-o em todas as su…
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Muito pode-se recuperar na vida, iinclusive posses materiais e, em alguns casos, até a saúde, porém as chances que, por alguma razão, deixamos passar, sem aproveitá-las, são irrecuperáveis e irreversíveis, o tempo ajuda muito à quem sabe e quer vivê-lo apreciando-o em todas as suas ofertas. Quem, no tempo, não busca ou não se permite saborear as docilidades que as circunstâncias concedem, acaba anulando o seu, fazendo com que oportunidades se percam, e sempre há alguém que deixa de aproveitar momentos tão possíveis. Todo dia é um novo início que se restaura e se rejuvenesce na imensidão das alegrias, também é uma nova chance de ressignificar sentimentos e razões reprimidas, e isso não deixa de ser um novo começo ou um recomeçar de algum ponto onde perdemos um pouco a direção. Não imponha limites aos sorrisos, se puder faça alguém sorrir, olhe para a alma e se proponha a uma paz que dá vigor, que enaltece o amor fraterno, que refaz palavras e alivia as dores. O olhar de dentro é o se lançar para dentro com os olhos de quem precisa se reencontrar, de quem precisa compreender na alma os vestígios das maravilhas que todas as formas de preces provocam e solucionam. Talvez o hoje não seja o mesmo com as mesmas necessidades, com as mesmas brevidades do que não pode esperar, e ao deixarmos de suprir uma carência nos submetemos às incertezas dos vindouros dias, pois do futuro só sabemos o presente. Não transforme gestos simples em desperdícios que se sustentam nas vaidades, não perca oportunidades e se concentre na fé que move arrependimentos é retira impurezas do coração, filtre os bons sentimentos para compreender que as boas escolhas redimem nossas danosas atitudes. Perceba a vontade de viver, não se apresse em aproveitar momentos que ainda não existem sob pena de encontrar realidades inacabadas, observe as miudezas dos instantes e o quanto significam para quem espera, olhe para o que interessa para não perder de vista os caminhos que nos conduzem ao paraíso das realizações que faz feliz, e justifique suas crenças pelas atitudes que fazem valer a pena experimentar a menor das bençãos. O saber viver tem inúmeras formas de ensinamentos e aprendizados, é também uma clara noção de sentido de pertecimento que nos iguala ao próximo em uma certeza inquestionável: nascemos sem pedir e morremos sem querer, por isso desfrute, aproveite e usufrua dos intervalos. John Pablo de La Mancha

⁠Bom dia. Para cuidarmos de nós mesmos precisamos mais da racionalidade, se quisermos cuidar dos outros precisamos do coração, pois o bravo inimigo das indiferenças é o cuidado. Cuidar transcende o simples ato do amor, é uma atitude que carrega em si a primordial essência do amar…
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⁠Bom dia. Para cuidarmos de nós mesmos precisamos mais da racionalidade, se quisermos cuidar dos outros precisamos do coração, pois o bravo inimigo das indiferenças é o cuidado. Cuidar transcende o simples ato do amor, é uma atitude que carrega em si a primordial essência do amar: as renúncias. É bem mais que um instante de atenção, cuidar é uma face honrosa de uma ocupação da bondade, é um compromisso da caridosa preocupação, é fortalecimento do sentido espontâneo da responsabilidade afetiva, que alimenta as alegrias. A vida, em si mesma, se inicia e se acaba na necessidade de afetuosidades e zelos é doações, então é sábio e prudente aprendermos o valor das compaixões e os significados das entregas, pois quem ama de alguma forma cuida, não importa o limite ou a intensidade. Zelar pelo outro nos exige excluir tudo que o entristece, não podemos querer bem ao outro segurando espinhos ou envenenando a língua, para cuidar é preciso contagiar-se de purificações que nos permitam as proximidades e dissolva o amargor das feridas. Bons corações carecem de simplicidades que os confortem, de atenção que os acolham, imprescindem de gestos simples que os encantem de maneira profunda, precisam de olhares que abraçam e gargalhadas que os alimentem... Existem tantos bons momentos para serem vividos que não é preciso muito esforço para realizá-los, basta que nos esvaziemos das resistências desnecessárias e conflituosas, e nos empenharmos para encher um bom coração de felicidades. Um importante passo é encontrar algum tempo, por menor que seja, para dedicar nossos bons sentimentos e desapertá-lo da desesperança, pois o bom coração precisa de espaço para se abrigar, de bondades para se encontrar, de vida para viver. Pode ser que, no todo, não consigamos o êxito na plenitude, porém enquanto pudermos temos que mentalizar que existem profundas enfermidades que não são do corpo, mas fazem sofrer do mesmo jeito ou pior, por isso precisamos curará-las enquanto é possível e o tempo permite, abrandá-las constantemente enquanto há forças e, por fim, consolar e cuidar de forma irrestrita, sempre. John Pablo de La Mancha

Podemos buscar diferentes caminhos para a felicidade, e um deles é cuidar para que os outros sigam o mesmo caminho, pois desta forma seremos naturalmente felizes à medida em que contribuímos para a felicidade do próximo. Algumas pessoas encontram barreiras para acreditar na felic…
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Podemos buscar diferentes caminhos para a felicidade, e um deles é cuidar para que os outros sigam o mesmo caminho, pois desta forma seremos naturalmente felizes à medida em que contribuímos para a felicidade do próximo. Algumas pessoas encontram barreiras para acreditar na felicidade, ou até mesmo a negam sem experimentá-la, talvez isso ocorra porque há quem se preocupe em querer controlar o tempo e olham para o passado diferente do que realmente foi, concebem o presente no pessimismo de seus conflitos internos, e mesmo assim querem que o futuro seja melhor sem se esforçar para construí-lo. Aquilo que pensamos ou entendemos sempre tem que ser dito com muito zelo às palavras para que não nos tornemos reféns de nossas intenções, pois é comum deixarmos de viver certas doçuras por acreditar que o melhor seja igual, de todas as formas, para todos. As diferentes leituras da razão, que nos levam a pensar e agir, devem ser compreendidas e toleradas como resultados do que somos e do que queremos, porém podem ser questionadas, uma vez que cada um, à sua maneira traz para dentro de si os às chaves do céu ou as portas do inferno. Pelo menos tentar construir atitudes que nos permitam alcançar êxitos já é parte do caminho, as glórias virão à tempo dos merecimentos mesmo que alguns infortúnios apareçam, o importante é não mergulhar na miséria espiritual que nos afunda e nos empurra para torturantes amarguras que escravizam. Se tivermos bom senso para sairmos de algumas escuridões, certamente a maturidade nos concederá boas experiências, pois raramente elas falham, às vezes nossos pensamentos e opiniões, sem certezas, falham porque sempre esperam o que as equivocadas percepções não podem oferecer, e desta forma nossas expectativas se confundem entre a indiferença e a servidão, fazendo com ao longo da vida nossos caminhos não nos levem às derrotas nem às vitórias, pois tem gente que nunca nunca muda, nunca segue, nunca se olha e escolhe ficar no mesmo lugar. John Pablo de La Mancha

Deixar de ocupar-se consigo não significa ter paz, e ocupar-se da vida alheia é atitude de rasos pensamentos que se alimentam de angústias. Falas vazias se combate com silêncios, suspeitas nocivas se responde com serenidade e, atitudes maldosas deixamos para pessoas de igual pens…
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Deixar de ocupar-se consigo não significa ter paz, e ocupar-se da vida alheia é atitude de rasos pensamentos que se alimentam de angústias. Falas vazias se combate com silêncios, suspeitas nocivas se responde com serenidade e, atitudes maldosas deixamos para pessoas de igual pensamento. A bondade expressa em oratória inspira confiança, a dita por pensamentos provoca intensidades, e quando praticada com desprendimentos produz maturidades. Devemos nos afastar das prepotências, evitar pessoas vazias de bondades, ignorar leviandade e hipocrisias, pois não devemos dar atenção ao que é destrutivo. A incapacidade de despertar empatia se traduz na dificuldade de aceitar discordâncias, e há pessoas que caminham tanto tempo e não saem do mesmo lugar, ficam estáticas diante da possibilidade de mudar, preenchendo os mesmos vazios e planejando as mesmas mudanças. Não é saudável viver em função de somente um pronome, pois assim corre-se o risco do não vir passar o tempo e não aprender a plantar, semear, cuidar, colher e renovar o que podemos fazer renascer sob diversas formas de novos significados. Quando as certezas são frágeis e nascem da mente desprovida de bom senso qualquer pensamento, palavra ou imaginação são inúteis e até perigosas, por isso, nestas circunstâncias, o mais prudente é fazer silêncio e não falar bobagens só para criar conflio. Em geral as pessoas têm necessidade de professar suas convicções religiosas para justificar um estado de elevação espiritual, ou mesmo se destacar por suas ideias e expectativas e, quem usa degraus não vai tão alto, mas quem dispõe de bondades alcança êxitos. Então evitemos as certezas formadas nas dúvidas, para evitar discussões repletas de tolices, pois sempre haverá quem sustente suas falsas verdades para contaminar, confundir, prejudicar, desagregar sem se importar com ninguém, e depois se valer da fé para esconder suas intenções e declarar inocência para justificar seus atos. Por isso é sempre bom ter muita atenção em observar quem ouve a reza e quem segura o terço. John Pablo de La Mancha

Ser cristão é dizer que crê em Cristo? Tem quem enche a boca de doces palavras para falar de Deus, mas profana o coração praticando injustiças. Quem é bom agricultor da fé semea paz ou contendas? Dizer o que se pensa requer sabedoria, mas para levantar falsos basta o mínimo de so…
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Ser cristão é dizer que crê em Cristo? Tem quem enche a boca de doces palavras para falar de Deus, mas profana o coração praticando injustiças. Quem é bom agricultor da fé semea paz ou contendas? Dizer o que se pensa requer sabedoria, mas para levantar falsos basta o mínimo de sordidez. Falar em nome de uma fé não é garantia de bom caráter, da mesma forma como imaginar sem respeitar o outro não é ato de amor. É glorioso o gesto de humanidade no intuito de se descobrir útil ao propósito do bem, pois bondade também se aprende. Às vezes uma palavra pode destruir um contexto inteiro, por isso nunca se deve escolher entre o bem e o mal, pois quem traz consigo a bondade jamais permite a mínima margem para o oposto, se há um caminho incerto então recue, repense, reflita e corrija seus pensamentos. Ser justo não é ficar entre certo e errado, é ter a capacidade de compreender o que é certo, fazê-lo e fortalecê-lo sempre porque a justiça pode caminhar livre, mas a injustiça precisa do silêncio e cumplicidade de alguns para justificar seus argumentos. Ser justo também é alimentar a consciência com atitudes que não desagreguem e nem desmereçam a dor de ninguém, quem consegue ouvir a voz de seus erros facilmente enxerga a luz da justiça. Benevolência sem altruísmo produz perversidades, justiça sem verdade gera injúrias, palavras sem absolutas certezas criam demagogias, oração sem espiritualidade disfarça as malícias... Fonte de fé sem amor deforma o caráter. A injustiça que se pratica contra alguém é uma tirania consciente que vive à espreita ameaçando a harmoniosa convivencia entre as pessoas. John Pablo de La Mancha

Presente e passado não podem ocupar o mesmo tempo e espaço em nossas vidas. O que passou faz parte de um todo imóvel que nos deu aprendizados, nos mostrou erros e acertos, nos concedeu maturidades, porém ficou em seu lugar. Não podemos parar o tempo, prendê-lo ou controlá-lo, poi…
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Presente e passado não podem ocupar o mesmo tempo e espaço em nossas vidas. O que passou faz parte de um todo imóvel que nos deu aprendizados, nos mostrou erros e acertos, nos concedeu maturidades, porém ficou em seu lugar. Não podemos parar o tempo, prendê-lo ou controlá-lo, pois nossas atitudes determinarão, de alguma forma, como ele passará por nossas vidas e nos mostrará nossas culpas e amores, pecados e rancores, as falhas e temores... E nada disso será suficiente para compreendermos as necessidades que deixamos de atender, os bons momentos que deixamos de ter ou proporcionar, as pessoas que deixamos de abraçar... Simplesmente porque para muitos o orgulho é bem maior que a capacidade de reconhecer e a soberba está acima da bondade de amar e conceder. Tem gente que quer ajustar o que não se encaixa, quer enxergar o invisível, viver o que não entende e por mais que lutem não conseguem evitar os mesmos erros. Se não andarmos por todo o caminho até seu fim jamais entenderemos os propósitos de nossos passos, e então poderemos tropeçar e cair, há quem se transforme e consiga reiniciar, porém há quem prefira a vaidade de suas certezas e a arrogância de suas convicções. Todo pensamento é princípio de um julgamento, que passará à suposição, depois à análise e por fim a conclusão, mas nem tudo que se conclui reflete a realidade, pois o pensar é uma manifestação individual movida por uma observação, e tem o tempo como filtro das ações. É preciso ter consciência de que quando uma etapa se aproxima do fim significa que os ciclos cumpriram suas finalidades, e quem não deixou o tempo passar em vão compreenderá mais facilmente certos desígnios e aceitará com menos pesar as dores e tristezas, viverá com paz e serenidade no coração e, sobretudo, não carregará por toda vida o pesado fardo do remorso. John Pablo de La Mancha