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Frases de Johann Goethe

417 frases

Só é merecedor da liberdade e da vida quem tem de conquistá-la de novo todos os dias.
A Margem do Erro O Ato de Produzir Levado ao Limite Ao longo da vida, acontece muitas vezes que, em meio das nossas maiores certezas, notamos subitamente que estamos a ser vítimas de um erro e que fomos cativados por pessoas ou por coisas com as quais sonhamos uma relação que n…
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A Margem do Erro O Ato de Produzir Levado ao Limite Ao longo da vida, acontece muitas vezes que, em meio das nossas maiores certezas, notamos subitamente que estamos a ser vítimas de um erro e que fomos cativados por pessoas ou por coisas com as quais sonhamos uma relação que não resiste ao olhar atento da vigília. E acontece também que, apesar de tudo, não somos capazes de nos desprender, como se fôssemos retidos por uma força que nos parece inexplicável. Mas por vezes atingimos uma consciência plena destas situações e compreendemos que, tanto quanto uma verdade, um erro pode motivar-nos e conduzir-nos a uma certa atividade. E, como a ação comporta sempre decisões, um erro posto em ação pode muito bem dar origem a qualquer coisa de bom, se a eficácia desse fazer se estender até ao infinito. O ato de produzir é sem dúvida o que temos de melhor, mas do que fica dito compreende-se que também o ato de destruir não deixa de ter consequências benéficas.

(Werther referindo-se ao mau humor como fardo) (...) Merece esse nome o comportamento que prejudica a nós mesmos e aos outros. Não basta a impossibilidade de sermos felizes? Precisamos ainda roubar o contentamento que as vezes passeia nos corações alheios? Aponte-me alguém que e…
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(Werther referindo-se ao mau humor como fardo) (...) Merece esse nome o comportamento que prejudica a nós mesmos e aos outros. Não basta a impossibilidade de sermos felizes? Precisamos ainda roubar o contentamento que as vezes passeia nos corações alheios? Aponte-me alguém que esteja de mau-humor e apesar disso seja valente o suficiente para ocultá-lo, suportá-lo sozinho, sem destruir a alegria em torno de si. Trata-se muitas vezes de um mau-humor contra nossa própria incapacidade de viver bem, um descontentamento contra nós mesmos, e está sempre ligado à inveja e à vaidade. Não suportamos ver pessoas felizes, sem que tenhamos concorrido para tal.