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Frases de João Antonio N. Palmeira

124 frases

Os percursos são distintos, os obstáculos abundantes, a distância imprevisível, a velocidade oscilante, porém o anseio do ribeiro para atingir o Oceano é inextinguível.
A expansão da consciência, subjaz no retorno a inocência. Nesse nível não dual, não dicotomizado ou polarizado pelas arbitrariedades do bem e do mal reside a celestialidade. Nesse estado de naturalidade, espontaneidade e harmoniosidade com as demandas intrínsecas do ser, nos desp…
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A expansão da consciência, subjaz no retorno a inocência. Nesse nível não dual, não dicotomizado ou polarizado pelas arbitrariedades do bem e do mal reside a celestialidade. Nesse estado de naturalidade, espontaneidade e harmoniosidade com as demandas intrínsecas do ser, nos despojamos de todo condicionamento e nos desnudamos de toda roupagem confeccionada pelo medo e estilizada pela moralidade.

Toda mudança imposta é antinatural, leviana e superficial. Somente as mudanças provenientes do fluxo espontâneo da existência são reais. Tentar evocar o verão em pleno inverno ou exigir que uma árvore de fruto fora da estação favorável, é tão anômalo quanto forçar que o outro mud…
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Toda mudança imposta é antinatural, leviana e superficial. Somente as mudanças provenientes do fluxo espontâneo da existência são reais. Tentar evocar o verão em pleno inverno ou exigir que uma árvore de fruto fora da estação favorável, é tão anômalo quanto forçar que o outro mude segundo os nossos interesses.

Salomão disse: 'Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele'. Esse aforismo tem ampla aplicabilidade, mais infelizmente transformou-se no princípio básico de todo condicionamento. Em decorrência deste fenômeno se faz necessário…
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Salomão disse: 'Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele'. Esse aforismo tem ampla aplicabilidade, mais infelizmente transformou-se no princípio básico de todo condicionamento. Em decorrência deste fenômeno se faz necessário conhecer a Verdade, pois só por meio dela que seremos desintoxicados de todo engano.

Valorizamos o que não possuímos e desvalorizamos o que temos; Desejamos tudo o que está longe e nos entediamos com tudo que está perto; Vivemos na expectativa do amanhã, mas negligenciamos o hoje;
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Valorizamos o que não possuímos e desvalorizamos o que temos; Desejamos tudo o que está longe e nos entediamos com tudo que está perto; Vivemos na expectativa do amanhã, mas negligenciamos o hoje; Dignificamos a esperança e trivializamos a realidade; Sonhamos com o futuro, mas dormimos no presente; Temos ouvidos para profecias, mas fechamos os olhos para a revelação do agora; Honramos os de fora e designificamos os de casa; Canonizamos os mortos e crucificamos os vivos; Cultuamos o Deus que está nos céus e desprezamos o Deus que está no próximo; Em suma: o distante nos fascina, mas o familiar nos assombra.

Ouço-vos dizer que a realização existencial consiste em plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Todos esses feitos seriam designificante sem um despertar de consciência. Bom seria que o homem semeasse amor, desce a luz a si mesmo e fosse um livro vivo lido pelo mund…
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Ouço-vos dizer que a realização existencial consiste em plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Todos esses feitos seriam designificante sem um despertar de consciência. Bom seria que o homem semeasse amor, desce a luz a si mesmo e fosse um livro vivo lido pelo mundo.

Natal: O Nascimento De Uma Nova Consciência “Toda vez que o Divino nasce no coração humano é natal. Mahavira engravidado pela amorosidade que reverencia e respeita todas as formas de vida; Buda na quietude resultante da transcendência dos pensamentos, LaoTsé pacificado ante as a…
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Natal: O Nascimento De Uma Nova Consciência “Toda vez que o Divino nasce no coração humano é natal. Mahavira engravidado pela amorosidade que reverencia e respeita todas as formas de vida; Buda na quietude resultante da transcendência dos pensamentos, LaoTsé pacificado ante as ambiguidades do existir, Sócrates enamorado com a Voz que brotara em seu coração, entre outras singulares referências, são vislumbres de fenômenos natalinos. Sempre que um evento natalino ocorre na alma humana à existência exulta, o cosmos celebra, a terra rejubila, pois toda a criação anseia com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. Todos os que se despertaram e que nasceram de novo, experienciaram o “natal”, o nascimento de uma nova consciência, o surgimento do novo homem interior. Quando a estrela da consciência brilha nas trevas do pensamento somos guiados à semelhança dos reis magos, na direção da luminosidade que anuncia a manifestação do Caminho, da Verdade e da Vida. No estábulo da natureza humana que abriga a animalidade existe uma manjedoura, o coração, e quando o mesmo é forrado com fenos da sinceridade torna-se um receptáculo propício para o nascimento da consciência Divina. O Natal dos natais teve a sua concretude áurea na historicidade em Belém da Galiléia, com o nascimento de Jesus, onde o amor corporificou-se, humanizou e superabundou entre nós. Em Cristo compreendemos que o desejo da Suprema Realidade é nascer em cada alma, para que o crepúsculo da consciência humana se transforme na aurora da consciência Crística.”