O tempo transforma anos de vida em breves segundos.
Frases de Jerônimo Bento de Santana Neto
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Vivemos num mar de lamas há mais de 500 anos, e tenho certeza de que essa lameira não foi criada pelo PT, e indubitavelmente não será essa turma que está no poder que fará a limpeza. Inclusive, penso que esse mar de lamas tende a aumentar, independentemente de quem esteja no po…
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Vivemos num mar de lamas há mais de 500 anos, e tenho certeza de que essa lameira não foi criada pelo PT, e indubitavelmente não será essa turma que está no poder que fará a limpeza. Inclusive, penso que esse mar de lamas tende a aumentar, independentemente de quem esteja no poder. Afinal, o jeitinho brasileiro, baseado na "lei de Gerson" e no slogan "farinha pouca, meu pirão", a ganância dos donos do mundo e da sociedade em geral, não desejam uma mudança efetiva que coloque nosso país definitivamente nos trilhos do progresso. "Querem que o mar pegue fogo pra comerem peixe frito." Nem o povo se preocupa com o povo. Acho, inclusive, que o povo, por falta de opção ou por conveniência, aceitou a política do pão e circo há muito tempo. Talvez, pela dificuldade em passar pelas portas da inclusão social, que de tão tortuosas, estreitas e fechadas, pouquíssimos têm a coragem e determinação de trilhar por esses caminhos. E aqueles que decidem seguir por essa estrada tentando um lugar ao sol carregam uma cruz muito grande e pesada durante anos e anos de suas vidas, desestimulando outros a optarem por esse caminho. Essa lógica faz com que muitos escolham viver o hoje, entregando seu futuro nas mãos de Deus, na Mega-Sena, na possibilidade de tornar-se um jogador ou um cantor famoso... Aliás, essa filosofia de vida de viver e ser feliz com o que tem talvez seja um dos motivos de tanta inveja por parte da denominada “classe média”. Presenciar "pobres" felizes, vivendo intensamente o hoje, com TV led, carros, iPhone, viajando de avião, tomando cerveja, assistindo futebol, novela, jogando dominó... Com certeza, tem incomodado muita gente da classe média que culpa o PT e seu programa assistencialista. Entendem que trabalham muito e pagam altos impostos para bancar escola pública, hospital público, bolsas famílias e outros tantos programas sociais. Acham que estão sustentando vagabundos e preguiçosos. Um grande equívoco! Afinal, pessoas preguiçosas e vagabundas podemos encontrar em qualquer classe. Ressalto que esse sentimento de inveja é inerente à natureza humana desde que o mundo é mundo e independe de classes sociais. Certamente, existe rico com inveja do colega mais rico, e tem pobre com inveja do vizinho que melhorou de vida. Dei maior ênfase à classe média uma vez que, nos últimos anos, tenho percebido um crescimento assustador de invejosos nessa classe, principalmente em relação à melhoria de vida dos pobres. Essas pessoas que se rotulam de classes médias perdem tempo olhando para os pobres e esquecem-se de criticar e cobrar da alta burguesia, dos banqueiros, dos industriários, das construtoras... É com essa turma que a classe média deve brigar e não com o povo. Lutar para aumentar os impostos sobre os ricos, obrigando-os a transferir suas riquezas. É triste ver uma sociedade que briga muito por melhorias salariais e muito pouco, ou quase nunca, por melhorias estruturais. É triste ver uma sociedade que se movimenta apenas quando o sapato aperta no seu pé. Enfim, não vou ficar aqui ensinando a missa ao padre. Se as coisas não mudam é porque tem muita gente ganhando. Perdi a fé nesse mundo onde existe obsolescência programada, indústria bélica fomentando guerras, indústria da fome, indústria do bem, indústria da seca, indústria da mentira (revistas, jornais, televisão...), indústria da criminalidade, máfia da indústria farmacêutica e etc... Simplesmente, não acredito que possamos mudar essa lógica mundial. Espero tão somente que um dia todos sejam engolidos pela areia movediça que criaram. Continuam achando que 90 % dos seres humanos não prestam, quiçá não sejam 99%. Seres humanos ricos, pobres, negros, brancos, ocidentais, orientais, cristãos, ateus, homens, mulheres, gays.... Defendem suas bandeiras com unhas e dentes. Seres humanos são ditadores, exploradores, segregadores, falsos, hipócritas, interesseiros, infiéis, egoístas, individualistas, capitalistas, antisocialistas, fascistas, racistas.... Sempre foi assim desde os primeiros registros da história da humanidade. O ser humano é o câncer do nosso planeta.
Neste país, nem o povo se preocupa com o povo.
Quem tem razão? João, que gasta seu tostão comendo feijão e tomando um cervejão, sem preocupação com o futuro da nação. Ou
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Quem tem razão? João, que gasta seu tostão comendo feijão e tomando um cervejão, sem preocupação com o futuro da nação. Ou José, que gasta seu tostão tomando café, comendo em pé, remando contra a maré e tentando mudar o futuro da nação. Eis a questão.
É estranho ouvir algumas pessoas oriundas de comunidades pobres falarem que são contra as políticas afirmativas porque venceram na vida sem precisar das cotas. Exceção não deve ser a regra. Conquistas pessoais não desobrigam o estado brasileiro de reparar as desigualdades soci…
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É estranho ouvir algumas pessoas oriundas de comunidades pobres falarem que são contra as políticas afirmativas porque venceram na vida sem precisar das cotas. Exceção não deve ser a regra. Conquistas pessoais não desobrigam o estado brasileiro de reparar as desigualdades sociais e todos os danos causados pelo processo de escravidão ao longo da nossa história.
O fato de questionarem determinadas atitudes suas não significa necessariamente que acham você uma pessoa ruim. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não confunda alhos com bugalhos.
Sentia-se oprimido, deprimido e preterido; buscou abrigo na casa do amigo, onde foi muito bem acolhido. No entanto, bastou um alô do opressor para trocar o ombro amigo pelos braços do inimigo. É isso!
Nessa nação, não existe lei afirmativa que resista à ação dos oportunistas de plantão.
Onde está a crise da música brasileira? “Há uma crise na produção musical, mas isso não é culpa da gravadora. É uma crise de criatividade.” (Alexandre Schiavo). Muitos alegam que a falta de criatividade do músico brasileiro. Penso que, na verdade, o que falta é oportunidade pa…
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Onde está a crise da música brasileira? “Há uma crise na produção musical, mas isso não é culpa da gravadora. É uma crise de criatividade.” (Alexandre Schiavo). Muitos alegam que a falta de criatividade do músico brasileiro. Penso que, na verdade, o que falta é oportunidade para música de boa qualidade. Acredito que a indústria fonográfica, ávida por lucros, prefere buscar uma produção barata e de rendimento fácil na internet, através dos campeões de acessos do canal YouTube. Porém, passados meses, aquele novo hit já não é mais o top 1 das paradas musicais, dando lugar a outro que ficará alguns meses também. Nesse círculo vicioso, vence a música que atinge mais visualizações em detrimento daquela de melhor qualidade. Claro, isso não significa que o fato de ter se popularizado por causa da internet faz do artista mais ou menos talentoso. Afinal, apesar de poucas, existem bandas nascidas na internet com grande conceito crítico. Entretanto, com a dispersão inerente à internet, acaba criando um buraco enorme, onde muita gente boa se perde. A seleção sendo feita por número de visualizações, num país carente de senso crítico, vencerá "Quadradinho de oito" e o "funk LecLecLec," por exemplo. Fico pensando: o que seria de Chico Buarque, Raul Seixas, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Renato Russo, Noel Rosa, Djavan, Guilherme Arantes, Milton Nascimento e outros grandes representantes da boa música brasileira se tivessem iniciado suas carreiras nos dias atuais? Acho que todos estariam no ostracismo, passando fome, teriam que procurar outra forma de ganhar dinheiro. Por fim, acredito que não há crise de criatividade, e sim falta de oportunidade.
Vivemos num mar de lama há mais de 500 anos, e tenho certeza de que essa lameira tende a aumentar se não implantarmos urgentemente nesse país a educação libertadora defendida pelo mestre Paulo Freire. O jeitinho brasileiro, baseado na "lei de Gerson" e no slogan "farinha pouca,…
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Vivemos num mar de lama há mais de 500 anos, e tenho certeza de que essa lameira tende a aumentar se não implantarmos urgentemente nesse país a educação libertadora defendida pelo mestre Paulo Freire. O jeitinho brasileiro, baseado na "lei de Gerson" e no slogan "farinha pouca, meu pirão primeiro", a ganância dos donos do mundo e da sociedade em geral, não desejam uma mudança efetiva que coloque nosso país definitivamente nos trilhos do progresso. "Querem que o mar pegue fogo para comerem peixe frito."
Desabafo sobre o capitalismo. Nesse sistema, o principal lema é: Aumentar a lucratividade com a continuidade dos problemas. Num passe de mágica, fatos, eventos, campanhas, celebridades, músicas... Aparecem e saem de cena numa velocidade espantosa. Tudo vira matéria-prima para…
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Desabafo sobre o capitalismo. Nesse sistema, o principal lema é: Aumentar a lucratividade com a continuidade dos problemas. Num passe de mágica, fatos, eventos, campanhas, celebridades, músicas... Aparecem e saem de cena numa velocidade espantosa. Tudo vira matéria-prima para o mercado publicitário, alimentando as pautas de jornais, revistas e mídias em geral, sem que haja preocupação com o objeto em si. Nada é feito para consertar, tudo é feito para trocar. Nada é feito para curar, tudo é feito para medicar. Nada é para durar, tudo é feito para lucrar. Nada é feito para combater, tudo é feito para permanecer. Para o capitalismo, tanto faz a solidez ou liquidez dos tempos. Sempre será sua vez. No sistema capitalista, pobreza, fome, doenças, violência, desigualdades, inseguranças, injustiças, impunidades, preconceitos, intolerâncias e outros males da sociedade devem continuar para o sistema lucrar. Essa é a lógica do capitalismo ultra selvagem, que cada vez mais se apoia no egoísmo, materialismo, consumismo, imperialismo, racismo e individualismo dos seres humanos. O capitalismo está para o homem assim como o homem está para o capitalismo.
Para mim, o capitalismo não é uma teoria; é a prática da natureza humana individualista, egoísta, interesseira, ambiciosa... O capitalismo é a imagem e semelhança da natureza humana. Por isso, há tanta dificuldade em ajustá-lo. Estamos lutando contra nós mesmos. Se a maioria d…
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Para mim, o capitalismo não é uma teoria; é a prática da natureza humana individualista, egoísta, interesseira, ambiciosa... O capitalismo é a imagem e semelhança da natureza humana. Por isso, há tanta dificuldade em ajustá-lo. Estamos lutando contra nós mesmos. Se a maioria das pessoas fosse boa de verdade, a teoria socialista seria predominante. O capitalismo venceu por atender às nossas necessidades individuais. O capitalismo se alimenta da alma do ser humano, e o grande desafio realmente é reduzir os efeitos colaterais. Fico pensando como melhorar um mundo onde parecer bom vale mais do que ser bom.
Vivemos numa guerra civil onde policiais e bandidos, oriundos do mesmo extrato social, lutam nas derradeiras brincadeiras de "polícia e ladrão" de suas vidas.
Se anular, concordando e dizendo amém o tempo todo, não é garantia de que vamos ficar com alguém para sempre.
DINHEIRO Oh! Dinheiro, de uma coisa não temos sorte; não podes deter a morte. Oh! Dinheiro, não tem jeito; sem você, sofremos preconceito.
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DINHEIRO Oh! Dinheiro, de uma coisa não temos sorte; não podes deter a morte. Oh! Dinheiro, não tem jeito; sem você, sofremos preconceito. Oh! Dinheiro, contigo inimigos tornam-se amigos; amigos tornam-se inimigos. Oh! Dinheiro, o que importa é que estás sempre na moda. Oh! Dinheiro, sem você ninguém escuta; com você, a verdade torna-se absoluta. Oh! Dinheiro, aonde se escondes? Desejo achá-lo aos montes. Oh! Dinheiro, te quero de janeiro a janeiro. Oh! Dinheiro, sem distinção, para bem ou para mal, sempre te buscarão. Oh! Dinheiro, na busca por ti, muitos vão mentir, trair, agredir e destruir. Oh! Dinheiro, tenho pena de quem faz cena, afirmando que dinheiro não vale a pena. Oh! Dinheiro, acabe com a fome que muitos consomem. Oh! Dinheiro, contigo toda alma se acalma. Oh! Dinheiro, és um verdadeiro Deus; tens o mundo inteiro a teus pés.
Teoria por si só não determina a realidade. Concordo que, na teoria, a roupa não define caráter, mas, enquanto na realidade ao meu redor a roupa definir caráter, serei a favor da descrição e prevenção. Concordo que, na teoria, o corpo é da mulher, mas, enquanto na realidade ao…
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Teoria por si só não determina a realidade. Concordo que, na teoria, a roupa não define caráter, mas, enquanto na realidade ao meu redor a roupa definir caráter, serei a favor da descrição e prevenção. Concordo que, na teoria, o corpo é da mulher, mas, enquanto na realidade ao meu redor esse fato for desprezado, serei a favor da prevenção e descrição. Ser a favor da prevenção, evitando o comportamento de risco como medida de proteção à mulher, baseado na "vida como ela é", é ser realista. Ser a favor da culpabilização da vítima por "não ter evitado" é ser machista.
Acho louvável a tentativa da linguagem inclusiva em acolher a todos, todas e todes. No entanto, não consigo enxergar efeitos práticos, especialmente na periferia, onde o povo luta diariamente por um prato de comida. Até o presente momento, percebo a linguagem inclusiva impacta…
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Acho louvável a tentativa da linguagem inclusiva em acolher a todos, todas e todes. No entanto, não consigo enxergar efeitos práticos, especialmente na periferia, onde o povo luta diariamente por um prato de comida. Até o presente momento, percebo a linguagem inclusiva impactando, em termos práticos, uma parte exclusiva da classe média brasileira. Na base da pirâmide social, essas pautas parecem inócuas e sem significado no contexto de extrema pobreza em que vivem.
Tanto na mídia tradicional quanto na digital, presenciamos a instrumentalização dos problemas sociais, como machismo, racismo, sexismo, misoginia, homofobia... com o objetivo exclusivo de gerar lucro, sem qualquer pretensão em solucioná-los. Por isso, é fundamental fazer um fi…
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Tanto na mídia tradicional quanto na digital, presenciamos a instrumentalização dos problemas sociais, como machismo, racismo, sexismo, misoginia, homofobia... com o objetivo exclusivo de gerar lucro, sem qualquer pretensão em solucioná-los. Por isso, é fundamental fazer um filtro antes de dar likes, compartilhar, comentar, opinar... Notícias plantadas propositalmente apenas para monetizar as plataformas digitais atrapalham muito mais do que ajudam na luta das minorias sociais.
A publicidade quer capitalistas alegres vendendo "felicidade" para a plebe. A publicidade afirma que todos nós somos empreendedores e que a escravidão moderna não é verdadeira. A publicidade promove a ideia de que a terceira idade é a melhor idade, e que trabalhar não tem limi…
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A publicidade quer capitalistas alegres vendendo "felicidade" para a plebe. A publicidade afirma que todos nós somos empreendedores e que a escravidão moderna não é verdadeira. A publicidade promove a ideia de que a terceira idade é a melhor idade, e que trabalhar não tem limite de idade. A publicidade vende a ideia da felicidade no "aqui e agora", sugerindo que temos liberdade para consumir tudo o que desejamos. Que Deus nos dê sabedoria e serenidade para não cairmos nas garras da publicidade.
Engraçado, estamos no espaço público das redes sociais e achamos que apenas os outros são exibicionistas, narcisistas que vivem fazendo marketing pessoal de suas vidas. Nós não! Estamos realizando apenas divulgações, publicações e compartilhamentos.
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Engraçado, estamos no espaço público das redes sociais e achamos que apenas os outros são exibicionistas, narcisistas que vivem fazendo marketing pessoal de suas vidas. Nós não! Estamos realizando apenas divulgações, publicações e compartilhamentos. Todos somos narcisistas em algum grau, uns mais, outros menos. Assim, somos nós!
De vez em quando, é bom a gente se olhar no espelho para reconhecer e entender que muitas vezes o que cobramos em demasia nos outros também habita em nós e, dessa forma, sermos menos intolerantes.
Queixas vêm e vão entre pessoas que nunca se deram atenção. Assim somos nós!
Penso que, para diminuir a violência contra a mulher, é preciso, antes de tudo, educar o ser humano desde a infância até a idade adulta de forma permanente e contínua, visando formar verdadeiros cidadãos. Criar leis e dar voz às mulheres sem atacar a "causa maior" não é o sufic…
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Penso que, para diminuir a violência contra a mulher, é preciso, antes de tudo, educar o ser humano desde a infância até a idade adulta de forma permanente e contínua, visando formar verdadeiros cidadãos. Criar leis e dar voz às mulheres sem atacar a "causa maior" não é o suficiente para reduzir o feminicídio. Precisamos falar a mesma língua em todas as esferas da sociedade, visando dar um basta nessa situação.
Para alguns, aos 50, 60, 70 ou 80 anos de idade, ainda é hora de trabalhar, estudar, semear, plantar, reinventar... Para mim, é hora de descansar, viajar, passear, aproveitar, lograr...