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Frases de JerClay

275 frases

Eu gosto das palavras, sou apaixonado por escrever. Mas, amo mesmo a reticências. São três pontinhos incríveis, que podem conter mais de um milhão de significados.
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Eu gosto das palavras, sou apaixonado por escrever. Mas, amo mesmo a reticências. São três pontinhos incríveis, que podem conter mais de um milhão de significados. Esses três pontinhos podem ser usados para omitir, esconder coisa secretas, daquelas que ninguém pode saber. Porém, o seu maior atributo é a capacidade de poder substituir aquilo que não conseguimos dizer. Por isso, quando tento falar do amor que sinto por você, a reticência é a única que consegue descrever o quanto eu amo você. Pois ela é o único meio capaz de conter, em apenas três pontinhos, o infinito amor que sinto por você.

O simples da vida é um sorriso de um filho, um beijo da mulher amada. O simples da vida é uma pescaria com os amigos, sentado embaixo de um ingazeiro, ouvido o som das correntes das águas em harmonia com o balanço das árvores. O simples da vida é uma boa noite da mãe antes dorm…
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O simples da vida é um sorriso de um filho, um beijo da mulher amada. O simples da vida é uma pescaria com os amigos, sentado embaixo de um ingazeiro, ouvido o som das correntes das águas em harmonia com o balanço das árvores. O simples da vida é uma boa noite da mãe antes dormir, um abraço do pai antes de sair. O simples da vida não se encontra nas vitrines das lojas, não se pode comprar. O simples da vida é de graça, é uma dádiva divina. O simples da vida é a infância correndo na rua brincando atoa sem se preocupar. O simples da vida é viver antes que a vida se vá. O simples da vida é a vida!

Não há nada mais cruel que o relógio da existência. Ele dura pouco e quando ele para não tem jeito, tudo está acabado. Sua mais cruel característica, é que seus ponteiros não voltam, o que passou já se foi e não há como retorna o tempo. Cabe aos que dele dependem aproveitar cad…
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Não há nada mais cruel que o relógio da existência. Ele dura pouco e quando ele para não tem jeito, tudo está acabado. Sua mais cruel característica, é que seus ponteiros não voltam, o que passou já se foi e não há como retorna o tempo. Cabe aos que dele dependem aproveitar cada minuto em quando o seu ponteiro gira. Não se esquecendo de uma coisa, o que vale é o tempo presente, pois, a próximo bater do ponteiro pode não mais existir.

Sou de casa. Ela é da rua. Sou dos livros.
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Sou de casa. Ela é da rua. Sou dos livros. Ela dos amigos. Sou da cozinha com café quentinho. Ela é da sala, som e copo na mão. Sou do inverno, roupa quente e vidraça molhada. Ela é sol, praia e poucas roupas. Sou do seguro. Ela é da aventura. Eu sou dúvida, questiono. Ela é certeza. Sou do simples. Ela é do diferente. Sou da semana. Ela é da sexta ao domingo. Sou do canto, do discreto. Ela é do centro. Eu e ela, a prova que o amor adora aprontar e juntar o que não tem nada a ver.

O bebê que estava na barriga foi colocado ao berço. Ele saltou do ao chão e saiu engatinhando de quatro e segurando-se pelas paredes dando os seus primeiros passos. Ele foi até a porta saiu para brincar com os amigos, depois da escola e logo voltou ao trabalho. Dobrou a esquina…
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O bebê que estava na barriga foi colocado ao berço. Ele saltou do ao chão e saiu engatinhando de quatro e segurando-se pelas paredes dando os seus primeiros passos. Ele foi até a porta saiu para brincar com os amigos, depois da escola e logo voltou ao trabalho. Dobrou a esquina e trouxe consigo a primeira namorada, que tornou-se sua esposa. Voltou e bateu a porta ao lado de seus dois filhos. Já com seus cabelos prateados, segurava já um de seus netos tão amados. Segurando aquela criança percebeu que a vida foge tão rápida quanto uma piscada, e passa apressada que dá para ser contada em poucas palavras.

Aquela velha rua me trás saudades de velhos momentos que ali aconteciam. Aquela velha rua, com a velha simpática, falastrona e cheia de boas histórias e estórias sentada à calçada. Aquela velha rua, cheia de velhas casas com toda a simplicidade de um lar cuidado com carinho, on…
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Aquela velha rua me trás saudades de velhos momentos que ali aconteciam. Aquela velha rua, com a velha simpática, falastrona e cheia de boas histórias e estórias sentada à calçada. Aquela velha rua, cheia de velhas casas com toda a simplicidade de um lar cuidado com carinho, onde o amor reinava. Aquela velha rua, com os velhos de hoje, sendo crianças brincando com as velhas brincadeiras. Aquela velha rua me faz querer trocar o novo pelo velho. Trocar o atual pelo antigo. Quem dera poder voltar ao velho tempo, naquela velha rua, com os velhos de lá, com as velhas brincadeiras e as velhas casas, mas com todos aqueles momentos que não ficam velhos em minha memória.

Chego a amar essas voltas que a vida dar. Chorei ontem, sorri hoje. A noite foi escuro, de repente o sol chegou.
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Chego a amar essas voltas que a vida dar. Chorei ontem, sorri hoje. A noite foi escuro, de repente o sol chegou. As lágrimas foram amargas, mas o sorriso doce ficou. Esse amor pelas voltas da vida é o que me faz acreditar, ter esperança que todos os sonhos são possíveis de realizar. Na vida nada é estático, tudo está a se mover, uma hora ou outra veremos o que o nossos olhos sempre desejaram vê. Ainda que se demore tempo de anos, a vida há de dá uma volta e trazer um sorriso para quem esperou com paciência até tudo se ajustar.

Teu sorriso tem poesia, daqueles que me deixa encantado. Teus olhos têm poemas, daqueles que me fazem delirar. Tua boca tem sonetos mágicos, que nem mesmo os grandes poetas podem imaginar.
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Teu sorriso tem poesia, daqueles que me deixa encantado. Teus olhos têm poemas, daqueles que me fazem delirar. Tua boca tem sonetos mágicos, que nem mesmo os grandes poetas podem imaginar. O teu corpo tem versos, em cada detalhe dele tem algo encantador. Você é uma obra por inteira, perfeita e feita pelo o todo poderoso artista, Aquele que criou as mais lindas obras primas. mas, de todas elas você é mais linda.

Sentados na calça, ainda meio terreiro, limpo e preparado para passar a noite ali. Uma roda ia se formando, velhos, crianças e cachorros. De tudo se falava. Falava-se da filha da Maria que saiu de casa roubada pelo filho do Francisco. Comentava-se acerca do vestido da Joana, que…
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Sentados na calça, ainda meio terreiro, limpo e preparado para passar a noite ali. Uma roda ia se formando, velhos, crianças e cachorros. De tudo se falava. Falava-se da filha da Maria que saiu de casa roubada pelo filho do Francisco. Comentava-se acerca do vestido da Joana, que não tinha necessidade de usar roupa nova antes da missa da quaresma. Os meninos ficavam a roubar pela rua, a roubar bandeira, brincadeira essa que fazia todos ficarem molhados de suor. Depois, sentavam-se todos aos pés das velhas senhores que contavam histórias assustadoras de seres encantados, assombrados e enfeitiçados. Até que se ficava tarde, já era hora de cada qual ir ao seu lugar. Nesse tempo, todos moravam perto. Não era preciso telefone para se comunicar. Se fosse necessário chamar alguém, bastava da porta gritar: “Fulano, é hora dormir”. A rua inteira ouvia, e prontamente o fulano corria para cama. Esse tempo era bom, era intenso e cheio de boa intenção. Tudo hoje mudou, queria eu poder voltar ao tempo que a rua era o lugar de reunião.

Areias brancas por baixo do lençol. Um vasto horizonte diante de nós. Céu enfeitado por pingos de estrelas.
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Areias brancas por baixo do lençol. Um vasto horizonte diante de nós. Céu enfeitado por pingos de estrelas. O reflexo da linda lua beijando o belo mar. Eu, você e um violão. Eu não toco violão! Você também não! Então, tocaremos os nossos corpos. Tocaremos as nossas almas. Faremos uma dança a beira mar. O fundo musical será as ondas quebrando a nos saudar. Ali faremos um culto ao amor, um ritual a beira mar. Cada beijo, ato, gesto e consumação serão oferendas ao amor. Tudo será imenso, livre e eterno, desde o céu, mar e o nosso amar.

Saudade é monstro que chega à janela da nossa alma, arranhando o vidro e querendo entrar. Ela chega nos dias mais solitários e faz com que a gente corra para baixo do cobertor, nos fazendo lembrar dos momentos bons e tempos que não voltam mais. Saudade é um bicho devorador que v…
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Saudade é monstro que chega à janela da nossa alma, arranhando o vidro e querendo entrar. Ela chega nos dias mais solitários e faz com que a gente corra para baixo do cobertor, nos fazendo lembrar dos momentos bons e tempos que não voltam mais. Saudade é um bicho devorador que vai nos consumindo por inteiro, até não restar nada de nós, apenas dor, as lembranças e a ausência do que se foi.